
“Ainda não estamos satisfeitos, temos consciência que é necessário fazer mais, melhorara a qualidade dos serviços e reforçar os indicadores do sector e aumentar o contributo para o produto interno do país e estamos a fazer”, acrescentou, avançou ainda que, o sector está a implementar projectos estruturantes que vão reduzir a base tecnológica do país.
Além disso, acrescentou que a expansão da rede nacional de Banda larga e fibra óptica da RESTL será objecto de uma apresentação do Parque “Angola Telecom”, bem como do trabalho em curso para a implementação do cálculo de fibra óptica submarino doméstico, que interligará as principais cidades da costa nacional, com particular destaque para a ligação ao corredor do Lobito e com a ligação a cabos submarinos internacionais, nomeadamente ao “Ikea”.
Pesquisadora Valdirene Simão apresenta estudo sobre Governança da Inteligência Artificial
Sublinhou, também, que o projeto Conect Angola, com recursos do Ango-Sat2, tem proporcionado conectividade a populações remotas e que a implementação do Data Center Nacional vai proporcionar uma maior segurança dos dados e consequentemente uma maior soberania digital.
Já sobre o desenvolvimento do satélite de observação da Terra, Angel-1, assinalou que a acção centrar-se-á no estudo dos solos, apoio à agricultura, mapeamento urbanístico, ambiente, indústria mineira, indústria aquilífera, controlo fronteiriço e outros.
O titular da pasta do MINTTICS fez saber, igualmente, que o projecto “Iluminar” vai promover uma maior integração entre os operadores que permite o roaming entre operadores nacionais e cujos sites piloto estão instalados na localidade Maria Teresa do Cuanza-Norte, enquanto isso está em preparação a instalação de mais de 50 sites na primeira fase.
“Tais investimentos têm um objectivo claro de garantir soberania digital, aumentar a conectividade e criar condições para o crescimento económico sustentável”, referiu.
No domínio da Comunicação Social, o ministro revelou que o MINTTICS vai manter o foco na modernização, familiarização dos profissionais e no combate firme da desinformação.
“Porque entendemos que uma sociedade bem formada é um pilar essencial da democracia e do desenvolvimento”, vincou.
Por fim, declarou que para responder às necessidades da área está a ser implementada a fase 2 da modernização da Televisão Pública de Angola, o programa de expansão e modernização da Rádio Nacional de Angola, a fusão da gráfica DAMER com as Edições Novembro, que vai proporcionar melhores condições técnicas de edição dos títulos e o projecto de utilização digital de rede que proporcionará melhor qualidade de serviço, bem como sistemas de alertas em casos de catástrofes naturais.
