
Em 1976, numa garagem em Los Altos, nascia uma das empresas mais influentes da história. Fundada por Steve Jobs, Steve Wozniak e Ronald Wayne, a Apple não só acompanhou a evolução tecnológica como a definiu. A empresa começou com o Apple I, um kit montado à mão por Wozniak. Pouco depois, o Apple II tornou-se um sucesso comercial e ajudou a lançar a indústria dos computadores pessoais.
Jobs destacava-se pela visão. Não era engenheiro como Wozniak, mas percebia como ninguém a ligação entre tecnologia e experiência humana. Essa visão seria o fio condutor da Apple nas décadas seguintes.
A marca Apple deve o seu nome ao gosto de Steve Jobs por maçãs. A origem do logo da maçã mordida despertou inúmeros rumores, desde uma referência ao fruto proibido de Adão e Eva até uma homenagem ao matemático britânico Alan Turing.
Em entrevista à Forbes em 2018, o criador do logo, o designer gráfico americano Rob Janoff, revelou que recebeu apenas uma instrução quando lhe encomendaram o trabalho em janeiro de 1977: queria algo mais simples do que o primeiro logo da “Apple Computer”, uma ilustração de Isaac Newton sob uma árvore. “Não o faça bonitinho”, disse-lhe Jobs.
A Apple foi determinante em várias frentes. Democratizou a computação pessoal, simplificou interfaces, elevou o design a elemento central e criou um ecossistema onde hardware, software e serviços funcionam como um todo.
Hoje, conceitos como aplicações móveis, lojas digitais, interfaces intuitivas ou integração entre dispositivos são padrão. Em grande parte, porque a Apple os tornou desejáveis e acessíveis.
