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Sábado, Março 21, 2026
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Rui Faria integra Conselho Internacional de Resiliência de Cabos Submarinos

Rui Faria afirmou que o Órgão Consultivo desempenha um papel importante na garantia da integridade futura destes cabos submarinos intercontinentais críticos.

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Rui Faria, membro do conselho de administração executivo e director comercial da Angola Cables, foi nomeado para o recém-constituído Conselho Internacional de Resiliência de Cabos Submarinos, com 42 membros.

A União Internacional das Telecomunicações (UIT), a Agência das Nações Unidas para as Tecnologias Digitais e o Comité Internacional para a Proteção dos Cabos (ICPC), um grupo do sector que promove a proteção dos cabos submarinos, anunciaram recentemente a formação do Órgão Consultivo Internacional.

Os cabos submarinos e o equipamento conexo constituem a base da economia digital global, permitem mais de 99% do intercâmbio internacional de dados e possibilitando que as comunicações, as finanças, os serviços em nuvem e as principais infra-estruturas funcionem sem esforço além-fronteiras.

Apesar da sua importância crucial, os cabos submarinos são vulneráveis a uma série de ameaças, incluindo catástrofes naturais e danos inadvertidos. Com a dependência mundial de uma Internet estável e de alta velocidade a aumentar de dia para dia, a resiliência e a proteção destes cabos contra ameaças naturais e humanas tornaram-se críticas.

Rui Faria afirmou que o Órgão Consultivo desempenha um papel importante na garantia da integridade futura destes cabos submarinos intercontinentais críticos.

“Como empresa, temos prestado apoio técnico a um extenso projecto de investigação científica realizado pelo Departamento de Geografia e Ciências da Terra da Universidade de Durham, no Reino Unido, sobre a causa e o impacto das falhas naturais de cabos que ocorreram no rio Congo próximo à África Ocidental”.

“Com a entrada em funcionamento de mais cabos no futuro, será necessário envidar mais esforços para identificar e atenuar os danos acidentais ou outros riscos existenciais que podem afectar negativamente as redes de cabos submarinos, o que torna a tarefa deste órgão consultivo multilateral muito mais importante,” avançou Rui Faria.

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