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Quarta-feira, Fevereiro 11, 2026
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Ministro Mário Oliveira destaca papel estratégico do Angotic 2025

O ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social de Angola, Mário Oliveira, destacou a importância do Angotic 2025 na divulgação do país no domínio das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

Em entrevista ao canal de televisão portuguesa TVI/CNN, o ministro esclareceu que o evento, a decorrer em Luanda de 12 a 14 de Junho, vai ser uma edição especial com foco nas celebrações dos 50 anos da Independência Nacional, centradas no tema “Comunicar, Modernizar e Desenvolver Angola”.

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“Trata-se de uma oportunidade de Angola mostrar ao mundo o que tem feito no sector das novas tecnologias ao serviço do cidadão e da economia nacional”, começou por referir Mário Oliveira, ao focar-se sobre o principal objectivo da quinta edição do Angotic.

Segundo o governante, “quando falamos de desenvolvimento sócio-económico falamos de tecnologias, de internet, cibersegurança, inteligência artificial”. Ao afirmar que Angola está a praticar o que de melhor se faz no mundo, destacou o Programa Espacial Nacional, a Rede Nacional de Banda Larga em Fibra Óptica, a adesão do país aos Cabos Submarinos Internacionais, os projectos “Angola Digital”, “Angola Online”, “Conecta Angola”, assim como a expansão da Cobertura Móvel Nacional, que considerou como êxitos nacionais.

“Os nossos jovens têm estado muito empenhados na investigação e criação de novas start ups tecnológicas com bastante sucesso”, sublinhou Mário Oliveira, para quem a literacia digital é um passo fundamental para a afirmação, cada vez mais forte, de Angola no mundo das novas tecnologias.

Segundo o ministro, estes programas, coordenados e desenvolvidos pelo sector, são a base para a transformação digital do país, digitalização da economia e serviços, assim como a diminuição da infoexclusão, permitindo que mais angolanos possam ter acesso à Internet e aos serviços digitais.

No que toca ao Angotic, indicou que os sucessos alcançados nas edições anteriores dão a confiança de se poder afirmar que o evento se vai tornando num dos encontros mais importantes para a jornada da transformação digital.

MINTTICS debate futuro digital de Angola em Conselho Consultivo

O Ministério das Telecomunicações Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS) realiza, nos dias 9 e 10 deste mês, em Luanda, no Instituto Superior de Telecomunicações (ISUTIC), o terceiro Conselho Consultivo.

O evento a decorrer sob o lema “a comunicar, a modernizar e a desenvolver Angola”, o terceiro Conselho Consultivo do MINTTICS, deverá reunir em único espaço, durante dois dias, a direcção do Ministério, responsáveis de Comunicação Institucional dos Departamentos Ministeriais, dos Governos Provinciais e Adidos de Imprensa nas Missões Diplomáticas de Angola no Exterior, de acordo com um comunicado de imprensa enviado ao Jornal de Angola Online.

Estarão ainda presentes, como convidados neste Conselho Consultivo, operadores que integram o ecossistema do sector, nomeadamente: reponsáveis de órgãos Públicos e Privados de Comunicação Social, responsáveis de Empresas do Sector das Telecomunicações Tecnologias de Informação, responsáveis s de Empresas do Mercado Publicitário, associações de profissionais, académicos, directores de registo e modernização da administração local.

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Além do discurso de abertura do ministro das Telecomunicações Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, que deverá apresentar o estado actual, bem como indicadores e perspectivas do sector, prevê-se a apresentação do estado e resultados já alcançados com a execução de programa e projectos adoptados pelo Sector.

De acordo com a nota, espera-se que as discussões e reflexões que deverão nortear este terceiro Conselho Consultivo do MINTTICS possam gerar conclusões e recomendações necessárias ao reforço e melhoria do desempenho do sector, fundamental para a aceleração e desenvolvimento da economia nacional e para o posicionamento de Angola no cenário mundial.

Telemóveis Android vão alertar sobre burlas em tempo real

A Google está a trabalhar numa nova ferramenta capaz de detetar burlas levadas a cabo por via de chamadas, revela o site Android Authority após analisar a mais recente versão beta da aplicação Google Play Services.

A publicação refere que os telemóveis Android com este sistema serão capazes de avisar o utilizador caso esteja numa chamada com um burlador a fazer-se passar por um funcionário de um banco.

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Ao que parece, o sistema é activado mediante determinadas condições, a começar por a chamada ser de um número que não se encontra na lista de contactos do utilizador. Além disso, a aplicação de um banco também tem de ser aberta e a funcionalidade de partilha de ecrã activada, com o sistema a ser ativado de forma a avisar o utilizador que a chamada é, muito provavelmente, uma tentativa de burla.

É possível que esta funcionalidade seja lançada numa futura atualização do Google Play Services e que, desta forma, não precise de atualizar o telemóvel para o Android 16.

Vaticano vai “cortar” rede móvel para isolar Conclave

Vaticano: 10 curiosidades sobre o menor país do mundo | CNN BrasilConclave é o processo formal e secreto pela qual a Igreja Católica elege um novo Papa. O termo vem do latim cum clavis (“com chave”), referindo-se ao isolamento dos cardeais eleitores durante a votação, fechados à chave na Capela Sistina até que um novo pontífice seja escolhido.

O Vaticano anunciou recentemente que irá desativar toda a rede de cobertura de telefonia móvel no seu território a partir das 15h (hora de Roma) do dia 7 de maio de 2025, como medida para isolar o conclave responsável pela eleição do novo Papa.

Vaticano sem rede móvel a partir das 15h (hora de Roma)

Esta decisão implica o desligar de todas as instalações de transmissão de sinais de telecomunicações GMS e de rádio dentro do Estado da Cidade do Vaticano, com o objetivo de garantir o sigilo absoluto do processo e evitar qualquer comunicação externa dos 133 cardeais eleitores.

Parlamento Angolano sofre ataque cibernético

O site oficial da Assembleia Nacional de Angola foi comprometido por um ciberataque nesta quarta-feira, em mais uma ação reivindicada pelo grupo hacker autodenominado CyberTeam. Em uma mensagem deixada na página principal da instituição, o colectivo afirmou que o ataque foi feito “apenas por diversão”.

No comunicado divulgado pelo grupo, os hackers alegam ter invadido anteriormente bancos de dados da Assembleia Nacional de Cabo Verde, além de entidades estratégicas em Angola, como o Ministério das Finanças, a Direção de Trânsito e Segurança Rodoviária da Polícia Nacional, o Instituto Nacional de Estatística, o Instituto de Telecomunicações e a INFOSI – Instituto Público de Prestação de Serviço com Caráter Científico e Desenvolvimento Tecnológico.

A ação, que levanta preocupações sobre a cibersegurança em órgãos governamentais lusófonos, foi tratada com tom de provocação. “Qual é o próximo alvo para a CyberTeam brincar um pouco, pode ser a Unitel?”, escreveram os invasores.

O grupo, que se identifica como parte do “Exército Cibernético da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (ECCPLP)”, partilhou links para suas comunidades no Discord e na rede social X, numa tentativa de angariar visibilidade e apoio.

As autoridades angolanas ainda não se pronunciaram oficialmente sobre o incidente, e não há informações sobre vazamento de dados sensíveis até o momento.

O ataque reforça a urgência de reforçar medidas de proteção digital em instituições públicas e destaca a vulnerabilidade de infraestruturas críticas em países de língua portuguesa diante de ameaças cibernéticas em expansão.

RDC concede licença oficial à Starlink

A Starlink DRC S.A., a filial congolesa do operador americano de satélites Starlink, obteve oficialmente uma licença de rede e de serviços de telecomunicações na República Democrática do Congo, anunciou a Autoridade de Regulação dos Correios e Telecomunicações do Congo (ARPTC, sigla em francês) num comunicado de imprensa publicado no fim de semana.

Segundo a ARPTC, esta licença foi emitida em conformidade com a regulamentação em vigor, na sequência da regularização da situação administrativa da empresa. A Starlink está agora autorizada a operar como fornecedor de serviços Internet no território congolês e prevê lançar os seus serviços nos próximos dias.

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A Starlink, que opera actualmente a maior constelação de satélites do mundo – com mais de 6.750 naves espaciais em órbita – fornece ligações à Internet de banda larga de baixa latência a milhões de clientes em vários países, nomeadamente em zonas rurais e remotas.

A chegada oficial da empresa à RDC tem como pano de fundo o estreitamento dos laços diplomáticos entre Kinshasa e Washington, estando em curso uma série de projectos estratégicos.

Zâmbia implementa sistema nacional de identificação digital

A Zâmbia planeja adotar um sistema nacional de identidade digital inspirado no modelo implementado pela Etiópia, que tem se destacado no continente africano pela sua abordagem integrada e eficiente.

O país da África Austral elogiou o sistema auto-construído da Etiópia. A iniciativa visa modernizar os serviços públicos, facilitar o acesso da população a serviços financeiros e sociais, e reforçar a segurança digital. O projecto faz parte dos esforços do governo zambiano para acelerar a transformação digital e promover a inclusão social e económica por meio de uma identidade única e verificável.

Isto é de acordo com Percy Chinyama, Coordenador Nacional da Zâmbia Inteligente, que falou na Conferência de Inovação de África em Adis Abeba, Etiópia, na terça-feira.

Afirmou que o governo da Zâmbia estava a abandonar os sistemas proprietários em favor de soluções desenvolvidas localmente. A Etiópia estreou o seu sistema de identidade digital, o Fayda National Digital ID, em fevereiro.

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O Projecto de Identificação Digital da Etiópia tem como objectivo registar 90 milhões de etíopes, incluindo refugiados, para obterem identificações digitais até 2030.

No país da África Oriental, foi criada uma aplicação para smartphone para tornar os serviços de identificação digital mais acessíveis. Este esforço garante que os residentes tenham acesso contínuo à internet e aos serviços públicos, independentemente da sua localização.

Startups de Cabo Verde buscam expansão no Brasil

NotíciaDe olho em um dos maiores mercados da América Latina, startups cabo-verdianas estão aproveitar o Web Summit do Rio de Janeiro como ponto estratégico para escalar os seus negócios e ampliar a sua atuação internacional. “A questão da língua favorece-nos, mas também favorece os brasileiros, que precisam de estar em África”, disse à Lusa, a Claudia Monteiro da Afrikan Coders, startup cabo-verdiana que liga empresas à procura de talento tecnológico a programadores de África.

“Acredito que há um potencial de parceria muito grande, tanto de nós para cá como deles para a África”, disse, durante o evento que terminou hoje na cidade brasileira do Rio de Janeiro.

Também, Leida Correia e Silva, fundadora e CEO da KORU, uma fintech cabo-verdiana que nasceu da sua experiência enquanto estudante na China, não tem dúvidas sobre o caminho a seguir ser o Brasil: “Nós estamos no Brasil porque eles são líderes no mercado de pagamentos financeiros digitais”, referindo-se ao PIX, o sistema de transferências instantâneas lançado pelo Banco Central do Brasil, que se tornou uma inspiração para Cabo Verde.

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Além da tecnologia, Leida destacou a proximidade cultural e linguística como uma enorme vantagem para os cabo-verdianos.

“A língua ajuda muito. Nós consumimos muita cultura brasileira. Em Portugal também, em Cabo Verde, ainda mais. As novelas, o TikTok, o YouTube…até a minha filha fala ‘brasileiro'”, disse.

O seu objetivo foi adaptar essa realidade a Cabo Verde, país com uma grande diáspora e forte fluxo de remessas, mas que ainda carece de soluções tecnológicas próprias.

Por isso, criou a startup KORU, uma solução de inclusão financeira para Cabo Verde e África, com base em tecnologia blockchain, integrando identidade digital, carteira digital e uma stablecoin.

“Mesmo que não encontres investimento imediato, os contactos abrem-te caminhos”, disse referindo-se à Web Summit no Rio de Janeiro que durou quatro dias, apesar de Leida apenas ter conseguido vir metade do tempo devido ao apagão em Portugal.

Na segunda-feira, em entrevista à Lusa, o Secretário de Estado da Economia Digital de Cabo Verde, que liderou uma delegação com 10 pessoas e quatro ‘startups’ do país no Web Summit Rio 2025, para demonstrar ao gigante sul-americano as capacidades que Cabo Verde tem em tornar-se numa ponte do Brasil para a Europa e África.

“Partilhamos a mesma língua, partilhamos a mesma cultura (…) Cabo Verde foi quase a ‘startup’ do Brasil”, resumiu assim Pedro Fernandes Lopes.

Na segunda-feira, o responsável cabo-verdiano participou de uma reunião bilateral com a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos e no domingo assinou um memorando com a Câmara de Comércio Portuguesa do Rio de Janeiro, que prevê missões empresariais a Cabo Verde e a criação de um circuito de colaboração empresarial luso-brasileiro-africano.

Angola: Lei contra Fake News prevê multas de até 3 mil milhões Kz

A Proposta de Lei sobre a Disseminação de Informações Falsas na Internet em Angola, que está em discussão pública, prevê multas que vão dos 900 a 35.000 salários mínimos nacionais para pessoas colectivas, que convertidos ao valor de 100 mil Kz passam a rondar os 90 milhões e os 3 mil milhões, naquilo que é a penalização mais alta para as empresas que fizerem a publicação de conteúdo patrocinados não rotulados.

Já as empresas que optarem pelo uso de redes de disseminação artificial, que disseminem desinformação poderão ser multadas em 800 salários mínimos nacionais e ao máximo de 33.000 salários mínimos nacionais, isto é, multas que vão dos 80 milhões a 3 mil milhões Kz, que deve ser paga em moeda nacional num prazo máximo de 30 dias.

Sob proposta do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, a Proposta de Lei indica que as empresas que forem actuadas pela utilização de contas inautênticas, disseminadores artificiais ou redes de disseminação artificial, correm o risco de serem multadas no montante de entre 700 salários mínimos nacionais e o máximo de 30.000 salários na ordem dos 70 milhões e 3 mil milhões Kz.

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No entanto, as pessoas singulares que eventualmente violarem os três pressupostos já mencionados poderão ser multados no montante que vão dos 500 a 3.000 salários mínimos nacionais, ou seja, em valores que que vão dos 50 milhões aos 300 milhões Kz, penalização se estende às demais violações que constam na presente Proposta de Lei para os singulares.

No que toca à responsabilidade criminal, a Proposta de Lei observa que constitui crime de disseminação de informações falsas o indivíduo que disseminar intencionalmente informação falsa pela internet e cause dano significativo à ordem pública, direitos fundamentais, integridade individual ou à segurança nacional.

Nesta senda, incorre numa pena de prisão de entre os 4 e 10 anos o indivíduo cuja infracção comprometa a segurança nacional ou a integridade de processos eleitorais, e quando a disseminação de informações falsas incitar o ódio, violência, discriminação, honra ou o bom nome, a pena vai de 3 a 8 anos de prisão. Caso a violação provocar perturbação da ordem pública ou prejudiquem processos administrativos o infractor incorrerá na pena que vai de 1 a 5 anos de prisão.

Se por um lado, muitos podem estão de acordo sobre a necessidade de haver um controlo maior sobre aquilo que é publicado nas redes sociais, por outro, a questão que se levanta é quem vai controlar esses “exageros”? O ministério? A presidência? Uma comissão independente?

E de forma vai ser utilizada a aplicação desta lei? Apenas para as publicações menos simpáticas para o governo, partido da maioria e os governantes? Ou vai haver uma preocupação de aplicá-la também aos canais oficiais que hoje também fazem guerrilha a pessoas e instituições que têm opiniões diferentes das suas? Não nos podemos esquecer que os mais organizados nas redes sociais, na difusão de mensagens que muitas vezes põem em causa a integridade de pessoas visadas, são milícias digitais ligadas ao poder estabelecido.

A preocupação da sociedade civil vem sobretudo da forma como será aplicada a lei, uma vez que existe um passado em processos anteriores que causam uma enorme preocupação aos que defendem a liberdade de expressão e o direito á diferença. E sobre este aspecto, a proposta de lei não diz quase nada.

O bastonário da Ordem dos Advogados de Angola, José Luís Domingos, considerou ser ainda muito cedo para se pronunciar sobre a Proposta de Lei, por se tratar de um projecto que se encontra na fase embrionária. Prometeu, no entanto, emitir uma opinião a seu tempo e nos canais apropriados, tal como aconteceu com o NIF, que obrigou o Governo a recuar e fazer alterações significativas no seu Regime Jurídico após pressão da OOA sobre a inconstitucional idade das medidas tomadas pelo Executivo.

Por seu lado, o secretário geral do Sindicato dos Jornalistas Angolanos, Pedro Miguel, prometeu pronunciar-se nas próximas semanas enquanto aguarda por um parecer técnico de uma entidade especializada sobre a Proposta de Lei.

Angola reforça estratégia para garantir soberania cibernética

O responsável intervinha na abertura do “Fórum Angola Digital 2025”, adiantando que tais políticas visam antecipar desafios, promover o desenvolvimento económico e garantir a revolução digital em Angola.

Lembrou que a Política de Comunicações e Aceleração Digital angolana, prevista no Plano de Desenvolvimento Nacional 2023-2027, sustenta a transformação digital e o desenvolvimento tecnológico do país, sendo materializada através do Programa de Expansão e Modernização das Comunicações.

Nesta conformidade, apelou aos intervenientes da cadeia de valor do sector maior rigor no fornecimento de indicadores de desempenho económico e tecnológico, com vista ao crescimento do ramo.

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Convidou os “players” a participarem activamente nos exercícios de consulta pública em curso no país, no âmbito da interacção entre o Estado e o sector privado, nomeadamente as estratégias nacionais para a inclusão financeira, de cibersegurança e da Lei de Cibersegurança, em prol de um ambiente digital seguro para o desenvolvimento.

A 4ª edição do Fórum Digital Angola (ADF) decorre sob o lema “Made in Angola”, reunindo, entre outros, especialistas e empreendedores que abordam aspectos ligados ao presente e o futuro da inovação digital no território nacional.

O encontro, cujo termo foi esta terça-feira, reserva debates à volta de temas como:

  • “O papel da tecnologia local no desenvolvimento de Angola”,

  • “Fintechs e digitalização financeira”,

  • “Saúde digital”,

  • “O impacto da tecnologia na agricultura, logística e transporte”,

  • “Telecomunicações e infra-estrutura digital – o futuro da conectividade em Angola”.

O fórum deverá culminar com uma sessão de apresentação de soluções a investidores e empresas, por parte de algumas startups angolanas. O júri, composto por especialistas, determinará qual a proposta tecnológica mais inovadora, relevante e com maior potencial de impacto positivo.

Criado em 2022, o Fórum Digital Angola visa:

  • Estimular a criação, disseminação e aplicação de conhecimento em transformação digital,

  • Integrar negócios e tecnologia, academia e prática,

  • Promover a experiência digital e a geração de valor.