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Quinta-feira, Fevereiro 12, 2026
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UAN estreia internet via Angosat-2 e reforça digitalização do ensino superior

A Universidade Agostinho Neto (UAN) tornou-se a primeira instituição de ensino superior em Angola a operar a versão comercial do Conecta Angola, serviço assegurado pelo satélite Angosat-2, passando a contar com acesso pleno e reforçado à internet. A iniciativa marca um passo estratégico na modernização tecnológica do sector académico e posiciona a universidade na linha da frente da transformação digital no país.

Com a nova infraestrutura, a UAN passa a dispor de internet de alta velocidade, maior estabilidade de ligação e largura de banda ampliada, factores que garantem melhor desempenho nas actividades académicas, administrativas e científicas. A conectividade reforçada permite acesso contínuo a plataformas digitais de ensino, bibliotecas virtuais, bases de dados científicas internacionais e ferramentas avançadas de investigação, criando um ambiente mais favorável à produção de conhecimento.

A entrada em funcionamento do Conecta Angola via Angosat-2 no ensino superior demonstra também o potencial estratégico do satélite nacional na expansão dos serviços de conectividade e no suporte a projectos estruturantes.

Para a UAN, o investimento representa não apenas melhoria na qualidade do ensino, mas também um impulso à inovação, à investigação académica e à cooperação científica, consolidando o seu papel como referência no panorama universitário angolano.

África do Sul lança Scam Signal, uma plataforma contra fraudes financeiras

A implementação do Scam Signal baseia-se na colaboração entre bancos, operadoras móveis e empresas de tecnologia. O projecto envolve vários bancos importantes da África do Sul, bem como a MTN Chenosis, a FICO, a Jersey Telecom e a GSMA, a organização global de operadoras móveis.

A plataforma utiliza interfaces de programação de aplicações (APIs) para conectar redes móveis com sistemas bancários, permite a análise em tempo real de dados de transações e comportamento da rede para identificar indicadores de fraude antes que os pagamentos sejam concluídos.

Dados oficiais mostram que a fraude em pagamentos digitais causou perdas de quase 3 mil milhões de rands (189 milhões de dólares) em 2024.

Os golpes em aplicações móveis geralmente dependem de engenharia social, o que limita a eficácia dos sistemas de decteção tradicionais. O Scam Signal oferece uma procteção adicional, bloqueando transações suspeitas ou alertando os utilizadores no momento da sua iniciação.

Facturação electrónica e IA impulsionam a eficácia da cobrança fiscal

O gestor discursava na abertura da Conferência “Outlook Fiscal 2026” da Deloitte, ao sublinhar o impacto real destas medidas, quer na vida dos cidadãos, quer do ponto de vista orçamental, recordando que as leis do OGE devem funcionar como instrumentos de ajustamento pontual e de correcção de imprecisões, e não como substitutos de reformas estruturais.

No que respeita à facturação electrónica, José Leiria afirmou que se trata de um processo que tem vindo a afirmar-se ao nível internacional e que, em Angola, passou a ser uma realidade efectiva desde Janeiro, não obstante os desafios associados ao momento e ao ritmo da sua implementação.

O PCA da AGT destacou os progressos já alcançados, nomeadamente a submissão automática de facturas à AGT no momento da sua emissão, tendo referido, ainda, o papel da “factura premiada” como instrumento de envolvimento dos cidadãos no controlo do cumprimento das obrigações fiscais, transformando os consumidores em agentes activos de verificação do sistema.

A intervenção abordou, igualmente, o recurso crescente à Inteligência Artificial na Administração Tributária angolana. Segundo José Leiria, a AGT iniciou em 2024 a implementação de ferramentas avançadas de análise de dados e gestão de risco, permitindo uma abordagem mais selectiva e eficiente da fiscalização.

[Angola] Presidente aprova USD 43 milhões para modernização digital da AGT

José Leria destacou, ainda, os esforços em curso para reforçar a interoperabilidade entre sistemas do Estado, incluindo a ligação entre a conformidade fiscal, os pagamentos do Estado e o acesso a determinados serviços, bem como o compromisso da Administração Geral Tributária com maior justiça, transparência e diálogo com os contribuintes.

Estas ferramentas já possibilitam que os contribuintes recebam notificações para exercer o direito de audição prévia, em substituição de processos de fiscalização mais extensos e generalizados.

O presidente da Deloitte Angola, José Barata, sublinhou que falar de Outlook Fiscal é falar de futuro, de confiança e de capacidade de adaptação. Para o responsável, a política fiscal assume um papel central na estabilidade macroeconómica e na competitividade das economias modernas, sendo hoje indissociável da tecnologia, da gestão da informação e da qualidade da tomada de decisão.

A Inteligência Artificial está já a alterar profundamente a forma como os Estados administram impostos, como as empresas gerem o risco fiscal e como as decisões são tomadas, sendo utilizada na análise de dados fiscais, na detecção de inconformidades, na previsão de receitas, na gestão de auditorias e no apoio à decisão, tanto no sector público como no privado.

O presidente da Deloitte Angola destacou que este avanço tecnológico coloca novas exigências ao sistema fiscal, nomeadamente ao nível da qualidade dos dados, da robustez dos processos digitais e da necessidade de uma relação mais transparente e estruturada entre os contribuintes e a Administração Tributária.

Criar caricaturas com o ChatGPT? Saiba como aderir à nova tendência viral

A Inteligência Artificial voltou a tomar conta das redes sociais, desta vez com uma tendência que está a conquistar milhares de utilizadores: a criação de caricaturas personalizadas através do ChatGPT.

Cada vez mais pessoas estão a recorrer à ferramenta para transformar fotografias comuns em versões ilustradas, criativas e até bem-humoradas de si próprias. O resultado? Imagens que podem ir do estilo cartoon profissional a versões mais artísticas, realistas ou totalmente criativas.

A tendência consiste em pedir à Inteligência Artificial que crie uma caricatura com base numa fotografia carregada pelo utilizador e nas instruções fornecidas no pedido (prompt). Dependendo do nível de detalhe e criatividade, os resultados podem ser surpreendentemente próximos da realidade.

Como criar a sua caricatura no ChatGPT

Se também quer experimentar, siga estes passos simples:

1. Aceda ao ChatGPT

Entre na plataforma através da aplicação ou do navegador.

2. Carregue uma fotografia sua

Escolha uma imagem com boa iluminação e com o rosto bem visível. Quanto melhor a qualidade da foto, melhor será o resultado final.

3. Escreva um pedido claro (prompt)

Seja específico. Por exemplo:

“Cria uma caricatura minha em estilo cartoon profissional, ligada à minha área de trabalho em tecnologia.”

Pode ainda indicar detalhes como:

  • Tipo de fundo
  • Expressão facial
  • Roupa
  • Ambiente (escritório, estúdio, espaço futurista, etc.)
  • Estilo artístico (anime, banda desenhada, realista, minimalista, entre outros)

4. Aguarde a geração da imagem

Em poucos instantes, a Inteligência Artificial irá apresentar a sua caricatura.

5. Ajuste até ficar satisfeito

Se o resultado não corresponder ao que imaginava, pode pedir alterações. Pequenos ajustes no pedido fazem grande diferença no resultado final.

Por que esta tendência está a viralizar?

Além de ser divertida, esta funcionalidade permite criar imagens personalizadas para:

  • Fotografias de perfil
  • Redes sociais
  • Apresentações profissionais
  • Conteúdos digitais
  • Branding pessoal

A facilidade de uso e o nível de personalização tornaram esta tendência num verdadeiro fenómeno digital.

Cibercrime custa mais de quatro mil milhões de dólares por ano ao continente africano


Os crimes praticados no ciberespaço estão a provocar perdas anuais superiores a 4.000 milhões de dólares em África, segundo estimativas da Interpol. O alerta foi feito pela coordenadora do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) em Angola, Manuela Carneiro, no âmbito de um workshop sobre crimes facilitados por meios cibernéticos e ciberataques, iniciado ontem, em Luanda, numa iniciativa conjunta da Embaixada dos Estados Unidos em Angola e da UNODC.

De acordo com a responsável, o cibercrime consolidou-se como um fenómeno transnacional, com impacto directo sobre infra-estruturas críticas, serviços públicos, sistemas financeiros e economias nacionais. A situação tornou-se ainda mais complexa com a crescente incorporação da inteligência artificial, que tem ampliado a escala, velocidade e eficácia dos ataques cibernéticos.

“A utilização de IA permite a automatização de técnicas criminosas, a personalização de campanhas maliciosas e dificulta significativamente a detecção dos ataques”, explicou Manuela Carneiro, sublinhando que o cenário actual representa um desafio sem precedentes para a segurança no ciberespaço, sobretudo em países em desenvolvimento.

Dados da Interpol referentes a 2024 indicam que as actividades criminosas online têm um custo económico mensurável e alarmante para o continente africano. Estas perdas reflectem-se directamente em governos, bancos, empresas, pequenos negócios e cidadãos, enfraquecendo economias, pressionando os orçamentos públicos e reduzindo a confiança dos investidores.

Segundo a coordenadora da UNODC, cada ataque bem-sucedido aumenta os custos de protecção, compromete o crescimento económico e coloca em risco a estabilidade institucional e a própria democracia. “Enfrentar o cibercrime não é apenas uma questão de segurança. É também uma questão de desenvolvimento económico e de soberania nacional”, afirmou.

O workshop em curso visa reforçar as capacidades técnicas e institucionais das autoridades angolanas na prevenção, investigação e resposta aos crimes cibernéticos, num contexto em que a transformação digital avança mais rápido do que os mecanismos de protecção.

FONTE: O PAÍS

Tribunal Constitucional vai recorrer à inteligência artificial para detectar fraudes digitais nos processos eleitorais

O Tribunal Constitucional (TC) prevê introduzir, ainda este ano, soluções de inteligência artificial (IA) para a detecção de fraudes digitais nos processos eleitorais, no âmbito da modernização dos seus sistemas de gestão e processamento de dados. O investimento está avaliado em mais de 2,4 mil milhões de kwanzas, de acordo com o Plano Anual de Contratação da instituição.

A iniciativa integra um conjunto de medidas estratégicas consideradas essenciais para a evolução do sistema de gestão eleitoral, com foco na segurança, transparência e eficiência dos processos. Entre as acções previstas constam a validação e certificação do Centro de Processamento de Dados (CPD), bem como o desenvolvimento e implementação de sistemas integrados de gestão do processo eleitoral.

O plano contempla igualmente a actualização da plataforma digital de agendamento e recepção de candidaturas, reforçando os mecanismos tecnológicos de suporte às operações eleitorais e reduzindo vulnerabilidades associadas ao manuseamento de dados sensíveis.

Segundo o documento a que o jornal O PAÍS teve acesso, o pacote de investimentos inclui ainda o licenciamento de software especializado, a realização de auditorias técnicas e de testes de intrusão (pentests) ao ecossistema eleitoral, com o objectivo de identificar falhas de segurança e prevenir ataques cibernéticos.

No domínio logístico, o Tribunal Constitucional prevê a aquisição de viaturas destinadas ao apoio ao processo eleitoral de 2027, num investimento estimado em 3,8 mil milhões de kwanzas, com vista ao reforço da mobilidade operacional durante as fases de preparação e execução do pleito.

Já na componente de capacitação e apoio técnico, estão previstos cerca de 62 milhões de kwanzas para serviços de consultoria, formação e capacitação em processos eleitorais. O plano reserva ainda 35 milhões de kwanzas para a elaboração do Manual Eleitoral de Apoio ao Regulamento sobre o Acesso e Utilização do CPD, considerado um instrumento-chave para a gestão técnica e normativa do sistema eleitoral.

Com esta aposta na inteligência artificial e em infra-estruturas digitais robustas, o Tribunal Constitucional procura alinhar-se com as boas práticas internacionais em matéria de segurança eleitoral, num contexto em que os riscos associados às fraudes digitais e aos ciberataques assumem crescente relevância.

FONTE: O PAÍS

GGPEN e FADCOM avaliam cooperação estratégica nas áreas das comunicações e do espaço

O reforço da cooperação institucional nas áreas das comunicações e do sector espacial marcou o encontro entre o Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN) e o Fundo de Apoio ao Desenvolvimento das Comunidades (FADCOM), realizado no dia 6 de Fevereiro de 2026, em Luanda. A iniciativa enquadra-se nos esforços para consolidar projectos estruturantes capazes de impulsionar a inovação tecnológica e a inclusão digital em Angola.

A reunião contou igualmente com a participação da empresa ANNYCONECT, investidor estratégico envolvido na dinamização da plataforma Conecta Angola, cuja actuação tem sido determinante para acelerar a sua comercialização. A solução foi apresentada como uma ferramenta de impacto nacional, com potencial de expansão internacional, orientada para o fortalecimento das comunidades e do ecossistema de startups.

Durante o encontro, as partes procederam ao alinhamento estratégico da parceria entre o GGPEN e o FADCOM, bem como à apresentação do projecto Conecta Angola Comercial, que visa ampliar o acesso a serviços digitais e reforçar a conectividade. A agenda incluiu ainda uma visita técnica ao showroom do GEDAE, onde foram destacadas as capacidades operacionais e tecnológicas existentes para suportar iniciativas nos sectores das comunicações e do espaço.

O encontro reafirma o compromisso das instituições e parceiros envolvidos com o desenvolvimento de parcerias sustentáveis, a valorização de investimentos estratégicos e o avanço da transformação digital e tecnológica no país, reforçando o papel da inovação como motor para o desenvolvimento económico e social de Angola.

FONTE: GGPEN

Sony poderá apostar em controlo personalizável para futura geração da PlayStation

A Sony poderá estar a explorar uma nova abordagem para os comandos das futuras consolas PlayStation. Um registo de patente recentemente concedido descreve um conceito de controlo altamente personalizável, com botões que podem mudar de posição e uma interface dinâmica baseada em ecrã táctil.

Embora o pedido tenha sido submetido em Fevereiro de 2023, a sua aprovação só foi confirmada agora, reacendendo especulações sobre possíveis inovações para a próxima geração da consola frequentemente associada, de forma não oficial, à futura PlayStation.

Interface dinâmica e adaptável ao jogador

De acordo com a documentação, o controlo poderá incluir uma grande superfície touchscreen na parte superior, substituindo a disposição física tradicional dos botões. Em vez de comandos fixos, os jogadores poderiam reorganizar direccional, analógicos e botões de acção conforme o estilo de jogo ou preferência pessoal.

A proposta permitiria adaptar rapidamente o layout a diferentes géneros de jogos, criando experiências mais flexíveis e ajustadas às necessidades individuais.

Acessibilidade e conforto como prioridade

No próprio documento, a Sony reconhece que os controlos convencionais nem sempre são confortáveis para todos os utilizadores. Questões como tamanho, formato e posição fixa dos botões podem limitar a experiência de certos jogadores, especialmente aqueles que procuram soluções mais acessíveis ou ergonómicas.

Com isso em mente, o novo conceito aposta numa interface totalmente personalizável, que poderia melhorar a inclusão e ampliar as opções de controlo.

O que diz exactamente a patente?

A patente descreve “projectos e métodos para um controlador de jogos” focados na personalização total da interface. A ideia central passa por transformar a área tradicional dos botões numa base interactiva, onde comandos virtuais podem ser reorganizados em tempo real.

Apesar das novidades, é importante lembrar que registos de patente não confirmam necessariamente produtos comerciais. Muitas ideias acabam por não chegar ao mercado ou podem sofrer alterações significativas antes de qualquer lançamento oficial.

O que esperar no futuro?

Até ao momento, a Sony não confirmou qualquer novo controlo ou detalhes sobre uma próxima geração da PlayStation. Ainda assim, o documento mostra que a empresa continua a explorar formas de reinventar a experiência de jogo, apostando em personalização e acessibilidade como tendências centrais.

FONTE: TECMUNDO

Índia reformula regras para acelerar o crescimento de startups de tecnologia profunda

Desenvolver tecnologias de ponta exige tempo, investimento elevado e paciência, três factores que raramente combinam com as regras tradicionais aplicadas às startups. Atenta a essa realidade, a Índia decidiu reformular o seu quadro regulatório para dar mais fôlego às empresas de tecnologia profunda e criar condições para que inovações científicas cheguem efetivamente ao mercado.

O governo indiano anunciou esta semana mudanças significativas na sua política de startups, com foco em sectores como espaço, semicondutores e biotecnologia. A principal alteração foi a extensão do período de enquadramento dessas empresas como startups para até 20 anos, o dobro do limite anterior. Em paralelo, o teto de faturação para acesso a incentivos fiscais, subsídios e benefícios regulatórios foi elevado para 3 mil milhões (cerca de US$ 33,12 milhões), face aos 1 mil milhões (aproximadamente US$ 11,04 milhões) anteriormente estabelecidos.

A iniciativa pretende alinhar as políticas públicas com os longos ciclos de investigação, desenvolvimento e validação tecnológica característicos de negócios baseados em ciência e engenharia avançadas, reforçando a ambição da Índia de se posicionar como um polo global de inovação de alto impacto.

FONTE: TECHCRUNCH

UNITEL Go Challenge celebra 10 anos e premia startups digitais de quatro países africanos

A UNITEL realizou no dia 6 de Fevereiro do ano em curso, a final da 10.ª edição do UNITEL Go Challenge, no Centro de Convenções de Talatona (CCTA), reafirmando o seu compromisso com a inovação, o empreendedorismo digital e o fortalecimento do ecossistema tecnológico nos mercados onde actua. O concurso reuniu sete projectos finalistas oriundos de cinco países africanos de língua portuguesa.

Na categoria nacional, a startup 100 Destinos destacou-se como a grande vencedora da edição, ao conquistar simultaneamente a votação do público e a preferência do júri, garantindo o prémio principal do concurso. A solução evidenciou forte potencial de escalabilidade e impacto no sector do turismo digital. Ainda a nível nacional, a startup Alcance foi distinguida com o Prémio Inovação, pelo seu carácter disruptivo e proposta diferenciadora, enquanto a Knowhow alcançou o terceiro lugar.

Na categoria PALOP, dedicada a startups internacionais, a Afrikan Coders de Cabo Verde conquistou o primeiro lugar, seguida da Inunde de Guiné-Bissau, em segundo, e da Go Seguros de Moçambique , que ficou com o terceiro lugar. As propostas foram avaliadas com base em critérios como viabilidade comercial, utilidade, inovação e impacto social, reflectindo o foco do programa em soluções tecnológicas sustentáveis e com valor real para os mercados africanos.

Participantes da categoria PALOP ( Guiné-Bissau, Moçambique & Cabo Verde)

um júri composto por Teodoro Fernandes (Teo), Director de Marketing e Negócios Digitais da UNITEL, Ivanilson Machado, Presidente da Comissão Executiva do Grupo Pumangol, e Mário Amaral, Managing Partner e CEO da Hemera Capital Partners.

O UNITEL Go Challenge é uma iniciativa dirigida a jovens, estudantes e empreendedores que desenvolvem aplicações, websites e outras tecnologias digitais, aceitando projectos em diferentes fases de desenvolvimento, desde que demonstrem potencial de crescimento e impacto nos mercados lusófonos africanos. Nesta edição, participaram startups de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, embora este último tenha sido obrigado a abandonar o concurso por motivos de força maior.

Ao completar dez edições, o UNITEL Go Challenge consolida-se como uma das principais plataformas de promoção da inovação digital em África, contribuindo para a criação de soluções tecnológicas capazes de impulsionar o desenvolvimento económico e social da região.