17.6 C
Angola
Quinta-feira, Abril 9, 2026
Início Site Página 27

Saiba como atender chamadas sem precisar falar ao telefone

Entre trotes, tentativas de golpe e chamadas indesejadas, atender o telefone tornou-se cada vez mais complicado. Para facilitar a vida dos utilizadores, os smartphones mais recentes da Apple e da Samsung já contam com o apoio da inteligência artificial (IA), capaz de atender e filtrar chamadas automaticamente, sem que o dono do aparelho precise dizer uma única palavra.

A tecnologia utiliza uma voz digital que conversa com quem está do outro lado da linha, enquanto o utilizador acompanha em tempo real, através do ecrã, o motivo da chamada e decide se quer atender ou encerrar.

Como activar a função no iPhone

Nos aparelhos da Apple, o recurso chama-se “Filtragem de Ligações”.

Para activar:

  1. Vá em Ajustes > Apps > Telefone > Filtrar números desconhecidos
  2. Selecione a opção “Perguntar motivo da ligação”
  3. Também é possível bloquear todas as chamadas de números não guardados

Quando esta filtragem está activa, o assistente virtual atende automaticamente chamadas de números desconhecidos e mostra o motivo informado pelo contacto.

O recurso está disponível apenas em modelos compatíveis com a Apple Intelligence, como o iPhone 15 Pro e a linha iPhone 16, incluindo o 16e.

Como activar a função nos smartphones Samsung

Nos aparelhos da Samsung, a ferramenta aparece como “Chamada por Texto”, dentro do menu Assistente de Chamada.

Para activar:

  1. Abra o app Telefone
  2. Toque nos três pontinhos no canto superior e entre em Configurações
  3. Vá até Assistente de Chamada e active “Chamada por Texto”

Ao contrário do iPhone, a ligação não é atendida automaticamente. O utilizador precisa seleccionar a função na tela sempre que o telefone tocar.

O recurso está disponível em modelos equipados com a Galaxy AI, presente desde o Galaxy A56 até os topos de linha das séries S24, S25, Z Fold7 e Z Flip7.

Amazon identifica falha que deixou grande parte da internet fora do ar, mas ainda trabalha na restauração dos serviços

A Amazon confirmou ter identificado o problema que causou uma das maiores interrupções recentes na internet mundial, afectando diversos sites, bancos, aplicações e até alguns serviços governamentais. A falha teve origem nos servidores da Amazon Web Services (AWS), a plataforma de computação em nuvem da empresa, e provocou instabilidade global ao longo da segunda-feira (20).

Em comunicado divulgado no seu portal oficial, a Amazon informou que o problema estava relacionado com o sistema de resolução de DNS (Sistema de Nomes de Domínio), responsável por converter endereços de sites em endereços IP, permitindo que páginas e aplicações sejam carregadas correctamente.

“A AWS registou taxas elevadas de erro em vários serviços e determinou que a causa estava associada à resolução de DNS dos terminais da API DynamoDB na região norte da Virgínia (us-east-1)”, explicou a empresa.

Apesar de o erro técnico já ter sido resolvido, a Amazon adiantou que ainda trabalha para restaurar completamente todos os serviços e normalizar as operações o mais rápido possível. A empresa confirmou que a falha também afectou o seu próprio site, Amazon.com, assim como as plataformas das suas subsidiárias e as operações internas de apoio ao cliente.

A multinacional recomendou aos utilizadores que acompanhassem as actualizações mais recentes através do AWS Health Dashboard.

A interrupção teve início por volta das 3 horas da manhã (hora da Costa Leste dos Estados Unidos) e durou várias horas, deixando fora do ar alguns dos serviços digitais mais populares do mundo, como Coinbase, Fortnite, Signal, Perplexity e Zoom. Até mesmo produtos da própria Amazon, como as câmaras de vigilância Ring e os sistemas inteligentes de climatização Eight Sleep, foram afectados.

Milhões de empresas e organizações em todo o mundo dependem da AWS para hospedar os seus sites, aplicações e infra-estruturas digitais. Com centros de dados espalhados por vários continentes, a Amazon detém actualmente cerca de 30% do mercado global de computação em nuvem, sendo um dos pilares da internet moderna.

Mamboo ultrapassa um milhão de entregas e reforça presença no sector de delivery digital em Angola

 

A Mamboo, plataforma angolana de tecnologia e serviços de entrega criada em Abril de 2020, atingiu o marco de um milhão de entregas no país. O número confirma o crescimento da empresa no sector de delivery e serviços digitais, numa altura em que o comércio electrónico começa a ganhar maior expressão em Angola.

A operação da Startup é sustentada em soluções tecnológicas próprias, sistemas de monitorização em tempo real e ferramentas digitais que conectam utilizadores, parceiros e estafetas. A empresa tem apostado no desenvolvimento interno de software, integração com meios de pagamento e gestão de logística baseada em dados.

A actividade da plataforma está organizada em três áreas tecnológicas principais:

• Marketplace digital – Reúne restaurantes, supermercados, farmácias e lojas de conveniência, com mais de 600 parceiros activos.

• Logística inteligente – Oferece entregas para utilizadores e empresas, com modelos peer-to-peer, crowdsourcing e operação com frota própria, suportada por sistemas de gestão em tempo real.

• Serviços financeiros digitais – Através da Mamboo Pay, os utilizadores podem enviar dinheiro, partilhar despesas e fazer pagamentos dentro da aplicação.

Embora seja uma empresa digital, a Mamboo mantém presença física em vários pontos de Luanda, com equipas de apoio, atendimento, recolha e monitorização operacional. A província continua a ser, até agora, o único mercado de actuação.

OpenAI suspende uso da imagem de Martin Luther King após criação de vídeos ofensivos

A OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT, suspendeu a geração de vídeos com a imagem de Martin Luther King Jr. na plataforma Sora. A decisão foi tomada depois de alguns utilizadores criarem conteúdos considerados ofensivos e racistas contra o ícone dos direitos civis nos Estados Unidos.

O Sora é uma ferramenta de inteligência artificial capaz de transformar comandos de texto em vídeos. A plataforma tornou-se mais popular depois do lançamento da aplicação para Android e iPhone, no final de Setembro.

Segundo o jornal The Washington Post, alguns dos vídeos criados incluíam simulações do activista a emitir sons de macaco durante o seu famoso discurso “I Have a Dream”, e cenas onde aparece a provocar adversários num ringue de luta livre.

A suspensão do uso da imagem de King foi feita a pedido da filha do activista, Berenice A. King, em representação do espólio do líder histórico. Em comunicado divulgado, a OpenAI afirmou o seguinte:

“Embora haja fortes interesses ligados à liberdade de expressão na representação de figuras históricas, a OpenAI acredita que as figuras públicas e as suas famílias devem, em última instância, ter controlo sobre a forma como a sua imagem é utilizada.”

No início de Outubro, Berenice A. King já tinha manifestado apoio à filha do actor Robin Williams, que apelou aos fãs para deixarem de partilhar vídeos criados com IA usando a imagem do pai. “Concordo em relação ao meu pai. Por favor, parem”, escreveu na altura.

Para além de Martin Luther King, a ferramenta Sora também já foi usada para gerar vídeos com figuras como a cantora Whitney Houston e o ex-presidente John F. Kennedy, bem como personagens protegidas por direitos de autor, como Pokémon e Bob Esponja.

Sérgio Lopes afirma que mercado digital angolano cresce, mas mantém assimetrias de acesso e custo

A New Cognito, em parceria com a IBM, realizou na noite de 16 de Outubro, em Luanda, a 1.ª edição do “Road to NCXP”, um cocktail executivo dedicado ao tema “A Segurança dos Dados no Sector Financeiro”. O evento reuniu decisores de várias instituições financeiras com o objectivo de promover debate estratégico, partilha de conhecimento e networking sobre os desafios tecnológicos do sector.

Durante a sessão, Sérgio Lopes, CEO da New Cognito, destacou que, em 2024, Angola registou 14,63 milhões de utilizadores de internet, correspondentes a uma taxa de penetração de 39,3%. Segundo o gestor, “o mercado digital está a crescer, mas ainda apresenta grandes assimetrias de acesso e custos”.

O responsável alertou para o desfasamento entre o ritmo da digitalização, incluindo pagamentos digitais, mobile money, cloud e Inteligência Artificial. E o nível de maturidade na segurança digital. Este cenário, defende, cria riscos sistémicos e custos económicos. “Fechar este gap deve ser visto como uma oportunidade estratégica”, afirmou.

Sérgio Lopes sublinhou que a cibersegurança deve ser tratada como prioridade de gestão e não como encargo. Explicou que, no sector financeiro, um ataque concretizado representa perdas médias superiores a 6,08 milhões de dólares, para além da paralisação de serviços e do impacto reputacional, que pode comprometer a continuidade da instituição.

O CEO da New Cognito identificou o Ransomware e o Business Email Compromise como as ameaças de maior crescimento no continente africano. Indicou ainda que, no primeiro trimestre de 2025, África foi a região com maior número de ataques por organização, com uma média semanal de 3.286 incidentes. Recordou o ataque cibernético mitigado pelo Banco Nacional de Angola, a 6 de Janeiro de 2024, como sinal de risco sistémico, mas também de oportunidade para reforçar a resiliência.

Segurança como base da confiança

O Presidente da Associação Angolana de Internet, Sílvio Almada, também interveio no encontro. Considerou que a segurança da informação é hoje um requisito central para a credibilidade do sector financeiro. Defendeu que a protecção de dados depende não só de tecnologia, mas também de políticas claras, capacitação técnica e responsabilidade digital.

IBM destaca riscos na nuvem e na IA

No painel dedicado às soluções da New Cognito e da IBM, Ibra Seye, Senior Sales Manager da IBM, abordou os riscos associados aos ambientes de nuvem híbrida e à adopção de Inteligência Artificial. Informou que 80% das violações de dados envolvem informações armazenadas em infra-estruturas de nuvem, o que exige controlos operacionais robustos e monitorização de identidades, humanas e não humanas.

Relativamente à IA, o representante da IBM referiu que a adopção da tecnologia está a avançar mais rapidamente do que a sua protecção. Segundo dados da própria empresa, 62% das organizações ainda não possuem controlos de acesso adequados nos sistemas de IA. Para Seye, a integração da segurança na estrutura de dados e operações é essencial para garantir confiança, privacidade e integridade.

Falha na AWS provoca apagão digital e deixa serviços instáveis em vários países

 

Uma falha nos serviços de computação em nuvem da Amazon Web Services (AWS) causou, nesta segunda-feira (20), interrupções e lentidão em diversos sites e aplicações a nível global. A infraestrutura da gigante tecnológica é utilizada por empresas como Sony, Natura, United Airlines, Booking, Perplexity e Fortnite.

A Amazon identificou o problema ainda durante a madrugada, e anunciou estar a investigar “o aumento nas taxas de erro e de latência em vários serviços da AWS”.

A AWS é a divisão de computação em nuvem da Amazon. Foi criada inicialmente para uso interno, mas hoje fornece soluções como hospedagem de sites, armazenamento de dados, bancos de dados, inteligência artificial e outros serviços digitais.

Entre os principais concorrentes estão:

• Microsoft Azure

• Google Cloud

• Oracle

• IBM

De acordo com a agência Reuters, mais de 500 empresas registaram perturbações ligadas à falha da AWS. Entre os serviços afectados estão:

• A própria Amazon

• A assistente virtual Alexa

• O Snapchat

• O Zoom

• O Duolingo

A AWS fornece computação sob demanda e armazenamento de dados para empresas, governos e utilizadores individuais. Sempre que ocorre uma falha nos seus servidores, aplicações e plataformas que dependem da sua infraestrutura ficam instáveis ou totalmente indisponíveis.

ISPTEC vence o Concurso Universitário Angolano de Programação 2025

A promissoras mentes académicas das Universidades em Angola estiveram reunidas no Complexo Polidesportivo do ISPTEC, nos dias 16 e 17 de Outubro, durante a 9.ª edição do Concurso Universitário Angolano de Programação (CUAP). A equipa “Bread Bread Cheese Cheese”, do Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC), conquistou o primeiro lugar da edição 2025, confirmando o domínio técnico e a crescente maturidade das equipas nacionais na área das ciências da computação.

Durante dois dias intensos, 45 equipas de 32 Instituições de Ensino Superior, representando 14 províncias, colocaram à prova as suas capacidades de raciocínio lógico, domínio de algoritmos e eficiência na resolução de problemas sob pressão. A competição, reconhecida por seguir o formato da prestigiada ICPC (International Collegiate Programming Contest), é considerada o maior desafio universitário de programação em Angola.

Sob a coordenação do Eng.º Valeriano Marcelino, Director do Concurso, o CUAP 2025 reforçou a missão de incentivar o pensamento crítico, o trabalho em equipa e o uso criativo da tecnologia para resolver problemas do mundo real. O evento é também uma plataforma estratégica para identificar os melhores talentos que representarão Angola em competições regionais e internacionais de programação.

O segundo lugar foi alcançado por um trio de equipas do Instituto Superior de Administração e Finanças (ISAF) — Sísifo, Atlas e Prometheus —, que demonstraram consistência e sólida formação técnica. Já o terceiro lugar foi conquistado pela equipa TATAKAE, do Instituto Superior de Tecnologias de Informação e Comunicação (INSTIC), que se destacou pela criatividade na abordagem dos desafios propostos.

Próxima fase

Para além do reconhecimento, as equipas vencedoras garantiram também a qualificação para a próxima fase, a Competição Regional Africana da ICPC, onde irão medir forças com as melhores equipas de universidades do continente. O objectivo agora é claro: alcançar uma das vagas para a fase mundial, que reúne as mentes mais brilhantes da programação universitária a nível global.

Equipa vencedora “Bread Bread Cheese Cheese”. (Créditos da foto: ISPTEC)

África: A transformação digital sob ameaça cibernética

A Microsoft publicou oficialmente a 6.ª edição do Microsoft Digital Defense Report, um relatório onde destaca as grandes tendências de cibersegurança entre julho de 2024 e junho de 2025.

A expansão das redes móveis e da Internet de banda larga levou milhões de africanos a entrar no mundo digital nos últimos anos. Essa conectividade crescente tem impulsionado a inovação, o comércio e os serviços financeiros digitais. Contudo, os mesmos factores abriram novas portas para ataques cibernéticos.

A Microsoft observa um aumento contínuo de ataques de phishing, ransomware e exploração de falhas em servidores e dispositivos não actualizados. Esses ataques visam frequentemente instituições governamentais, universidades, bancos e pequenas empresas.

Embora a África Subsariana represente uma pequena fração da actividade global de Estados-nação, a tendência é ascendente. O continente está a tornar-se mais visado à medida que as infraestruturas digitais se expandem e as economias nacionais se tornam mais dependentes de sistemas em linha.

Um dos maiores desafios para os governos e organizações africanas é a escassez de profissionais de cibersegurança e a falta de políticas unificadas de defesa digital. Muitos países ainda estão a desenvolver equipas nacionais de resposta a incidentes (CSIRT) e centros de partilha de informação.

Países mais visados na África Subsariana

  • A região representa cerca de 1 a 2 % da actividade global de ciberataques de Estados-nação, um aumento face aos anos anteriores.

  • África do Sul, Nigéria e Quénia são identificadas como os países mais visados, devido ao seu nível de digitalização, presença de serviços financeiros avançados e papel de hub tecnológico regional.

  • Etiópia e Gana também aparecem entre os países com incidentes monitorizados, especialmente relacionados com ameaças de espionagem e campanhas de phishing.

  • Angola e Moçambique registaram atividades pontuais associadas a ataques de reconhecimento e exploração de vulnerabilidades em redes governamentais e infraestruturas críticas.

Origem dos ataques e motivações

  • China, Rússia, Irão e Coreia do Norte estão entre os principais Estados-nação identificados como origem das operações dirigidas à África.

  • As motivações incluem espionagem tecnológica, acesso a dados governamentais e diplomáticos, e influência geopolítica através de campanhas de desinformação e ataque a infraestruturas estratégicas.

A China mostra interesse crescente em países africanos com projectos de infra-estrutura digital e telecomunicações, enquanto Rússia e Irão mantêm operações de influência política e recolha de informação.

Sectores mais atacados em África

  • Governo e administração pública
  • Educação e investigação científica
  • Tecnologia da informação (TI)
  • Energia e comunicações

A Microsoft recomenda integração precoce de segurança nos projectos de transformação digital, adoção de autenticação multifator (MFA) e formação contínua de pessoal técnico.

Apesar dos desafios, há sinais de progresso. Vários países africanos estão a adoptar estratégias nacionais de cibersegurança, e cresce o número de parcerias público-privadas focadas em infra-estruturas críticas e capacitação digital.

O relatório conclui que a resiliência digital africana dependerá da capacidade dos países em cooperar regionalmente, investir em tecnologias seguras e formar a próxima geração de especialistas em segurança cibernética.

WhatsApp vai limitar mensagens enviadas sem resposta para reduzir spam

O WhatsApp está a implementar novas restrições para reduzir o envio de mensagens não solicitadas (spam). A plataforma vai limitar a quantidade de mensagens que utilizadores individuais e empresas podem enviar para pessoas que não respondem.

Inicialmente criado para conversas entre contactos pessoais, o WhatsApp foi ganhando novas funcionalidades, como grupos, comunidades e contas comerciais. Com essas mudanças, o volume de mensagens aumentou significativamente, tornando difícil para muitos utilizadores acompanhar tudo o que recebem.

Com esta nova medida, todas as mensagens enviadas para pessoas que não respondem vão contar para um limite mensal, tanto para utilizadores comuns como para empresas. Por exemplo, se alguém conhecer uma pessoa numa conferência e lhe enviar três mensagens sem obter resposta, essas três mensagens contam para o limite.

O WhatsApp ainda não divulgou qual será exactamente o número máximo permitido, pois está a testar diferentes limites nesta fase experimental. No entanto, quando um utilizador ou empresa estiver perto de atingir o limite, o aplicativo vai exibir um alerta, através de um pop-up com a contagem das mensagens enviadas, para evitar que fiquem temporariamente impedidos de mandar novas mensagens.

Apple lança nova geração dos Vision Pro com IA e chip mais potente

A Apple apresentou, esta quarta-feira (15), a segunda geração dos óculos de realidade virtual Vision Pro.

De acordo com a empresa, o novo modelo vem equipado com recursos de inteligência artificial, maior autonomia de bateria e uma renderização de ecrã mais avançada.

O dispositivo passa agora a utilizar o processador M5, desenvolvido pela própria Apple. Segundo a marca, este chip garante um desempenho mais rápido, imagens mais nítidas e uma duração de bateria superior. Nos Estados Unidos, o novo Vision Pro chega ao mercado com o preço base de 3.499 dólares.

O sistema operativo é o visionOS 26, que integra as funcionalidades do Apple Intelligence – a plataforma de inteligência artificial da empresa.

“A integração dos widgets no espaço virtual do utilizador permite que reapareçam sempre que o Vision Pro é activado, facilitando tarefas como verificar a hora ou o clima, ouvir música ou podcasts, decorar o ambiente com fotos ou aceder ao ChatGPT”, explicou a Apple.

A empresa garante ainda que os óculos dão acesso a mais de um milhão de aplicações e a centenas de filmes em 3D que podem ser assistidos directamente no dispositivo.

Além dos Estados Unidos, a nova geração dos Vision Pro já está disponível na Austrália, Canadá, França, Alemanha, Hong Kong, Japão, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido.