19.1 C
Angola
Terça-feira, Fevereiro 10, 2026
Início Site Página 44

[AngoTIC 2025]: Angola regista 74 subscrições móveis por cada 100 habitantes

O governante, que falava na abertura do Fórum Internacional de Tecnologia de Informação e Comunicação (ANGOTIC 2025), referiu que em 2002, a altura em que se começou a sentir o impacto dos novos operadores de telecomunicações no mercado angolano, somente um em cada 130 habitantes era subscritor de serviços de telefonia móvel.

Conforme o ministro, a expansão e modernização das infra-estruturas de suporte nas componentes terrestres, marítima e espacial é outro bom exemplo do desenvolvimento tecnológico e partilha.

Angotic 2025: UNITEL leva discussão sobre Cibersegurança

Referiu que a rede em fibra óptica cobre uma parte significativa do território nacional, interligando capitais provinciais e os principais municípios do país, permitindo igualmente a conexão de países vizinhos como a Zâmbia, República Democrática do Congo (RDC), Namíbia e República do Congo, ao sistema de cabos submarinos que atracam em Angola.

“São ainda muitos os desafios, mas o compromisso com o desenvolvimento tecnológico de Angola é firme”, afirmou, acrescentando que o país tem vindo a investir na modernização dos serviços públicos, na expansão da conectividade digital em todo o território nacional, na capacitação técnica dos jovens e na criação de um ecossistema propício à inovação, colocando a tecnologia ao serviço das pessoas.

Mário Oliveira, ministro do MINTTICS marca presença no primeiro dia do ANGOTIC 2025

O ministro das Telecomunicações, Tecnologias e Comunicação Social (MINTTICS), Mário Oliveira, esteve presente no primeiro dia da 5ª edição do ANGOTIC 2025.


Durante a sua intervenção, o ministro sublinhou o papel estratégico do ANGOTIC na promoção da transformação digital e da inclusão tecnológica, destacando a importância de iniciativas como esta para impulsionar o crescimento económico e social do país.

Mário Oliveira frisou também que as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), desempenham um papel crucial no desenvolvimento socioeconómico de Angola, facilitando a modernização dos sectores produtivos e a capacitação de jovens profissionais.

A agenda do evento inclui conferências, workshops e debates sobre temas como inteligência artificial, cibersegurança, conectividade e inovação no sector das telecomunicações.


Por: Kelson Figueiredo

[AngoTIC 2025] Unitel: Inovação e Conectividade em Foco

Com mais de 20 anos no mercado, a Unitel se apresenta no ANGOTIC 2025 com suas novidades e inovações, visando conectar ainda mais seus clientes e apreciadores da tecnologia.

A Unitel oferece uma variedade de serviços ligados ao âmbito tecnológico, proporcionando oportunidades de acesso aos amantes da inovação. Um dos destaques é o surgimento da Unitel Labs uma iniciativa que visa fomentar a criatividade e o desenvolvimento de soluções tecnológicas em Angola. Através da Unitel Labs, a operadora apoia startups e empreendedores locais, incentivando a criação de produtos e serviços que atendam às necessidades do mercado angolano.

No ANGOTIC 2025, a Unitel não apenas apresenta suas inovações, mas também reafirma seu compromisso em promover um ecossistema tecnológico dinâmico e acessível. Com investimentos contínuos em infraestrutura e parcerias estratégicas, a empresa busca garantir que todos os angolanos possam usufruir dos benefícios da conectividade moderna.


Por: Luciana Paciência  

[AngoTIC 2025] CINFOTEC apresenta solução convergente baseada em tecnologia Huawei

No primeiro dia da 5.ª edição do ANGOTIC, o Centro Integrado de Formação Tecnológica (CINFOTEC) destacou-se ao apresentar uma  solução convergente baseada na tecnologia Huawei. Esta abordagem integradora permitirá a transmissão simultânea de múltiplos serviços, incluindo internet, telefonia e televisão, optimizando a conectividade e eficiência dos sistemas.

Desde a sua inauguração em 2008, o CINFOTEC tem sido um dos principais centros de formação profissional no país. Sendo o único centro de nível VI em Angola, a instituição é dedicada à capacitação técnica de profissionais, com foco na aplicação prática das tecnologias e na adaptação às necessidades do mercado de trabalho.

O compromisso do CINFOTEC com a excelência na formação é evidente na parceria com marcas de renome internacional, como a Huawei, que possibilitam o acesso a tecnologias de ponta e metodologias inovadoras. Esta colaboração fortalece a qualificação dos especialistas angolanos e impulsiona o desenvolvimento tecnológico nacional.


Por: Kelson Figueiredo

[AngoTIC 2025] TV Cabo Reafirma Liderança no Serviço Triple Play em Angola

A TV Cabo Angola marca presença no primeiro dia do Fórum Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação de Angola (ANGOTIC 2025), consolidando-se como a única empresa no país a fornecer serviços integrados de telefonia, televisão e internet, o denominado Triple Play.

Em entrevista ao portal Menos Fios, representantes da empresa destacaram o compromisso da TV Cabo em proporcionar serviços de alta qualidade, diferenciando-se dos restantes operadores pelo facto de oferecer uma solução completa de comunicação. Desde 2013, com o lançamento do serviço de voz, a empresa tornou-se pioneira na distribuição de NET+TV+VOZ em Angola.

A TV Cabo reafirma a sua aposta na inovação, garantindo investimentos contínuos nas mais avançadas tecnologias para potenciar a conectividade. Com uma presença consolidada no mercado, a empresa mantém-se focada na missão de ligar os angolanos ao mundo, oferecendo soluções que acompanham a evolução tecnológica global.

Por: Kelson Figueiredo

[AngoTIC 2025] Cultura nacional em destaque no Fórum Nacional de Tecnologia: 50 Anos de Independência

Hoje, acontece a 5ª edição do maior Fórum Nacional de Tecnologia, conhecido como “ANGOTIC”, que contará com a participação de mais de duzentas empresas ligadas à tecnologia e à inovação digital. Este evento é uma realização do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação (MINTTIC) e ocorre sob o lema “50 anos a Comunicar, a Modernizar e a Desenvolver Angola”, celebrando os cinquenta anos de independência do nosso país.

A ANGOTIC 2025 abre suas portas com uma apresentação de dança tradicional, um elemento essencial que simboliza a recepção calorosa e a identidade nacional. Este momento cultural não apenas enriquece o evento, mas também destaca a cultura do País.

Além disso, estão preparados estandes interativos e startups inovadoras para receber cerca de 20 mil visitantes ao longo do evento. A ANGOTIC se revela como uma plataforma vital para o intercâmbio de ideias e experiências, promovendo o desenvolvimento tecnológico em Angola.

Venha celebrar conosco esta data tão significativa e descobrir as novidades que moldarão o futuro da tecnologia em nosso país!


Por: Luciana Paciência

[ANGOTIC 2025] Oficialmente Aberto: Maior fórum de tecnologia de Angola começa hoje com grandes expectativas

O Angotic 2025 abriu hoje as portas, marcando o início da 5.ª edição do maior fórum internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) do país. Com um ambiente nublado, a cerimónia de abertura destacou a dança nacional e contou com a presença de figuras de renome, sublinhando a importância do evento no panorama tecnológico e comunicacional de Angola.


Organizado pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, o Angotic 2025 visa promover o debate sobre temas globais e futuros do sector das TIC. Além disso, procura incentivar a partilha de conhecimento, facilitar o networking entre entidades governamentais, expositores e especialistas, bem como apresentar as mais recentes inovações e tendências tecnológicas.

O evento espera acolher mais de 20 mil visitantes, reunindo 150 startups nacionais e internacionais, promovendo a interação entre empresas emergentes e investidores.

Além das startups, o evento conta com a participação de mais de 80 expositores, desde pequenas e médias empresas até grandes corporações, com particular enfoque no sector das tecnologias.

Uma das grandes apostas desta edição é a visibilidade dada às startups, que estão abertas ao público e prontas para apresentar soluções inovadoras. Estas empresas emergentes terão a oportunidade de demonstrar o seu potencial, contribuindo para o crescimento do ecossistema tecnológico em Angola.

Com uma programação intensa e oportunidades de networking únicas, o Angotic 2025 posiciona-se como um dos principais eventos do continente africano no campo das tecnologias. O evento promete ser um marco na promoção da modernização e desenvolvimento digital do país.


Por: Kelson Figueiredo

[AngoTIC 2025]: UNITEL leva discussão sobre Cibersegurança

Comprometida com a inovação e a segurança digital, a UNITEL reforça a sua presença nos grandes palcos tecnológicos ao participar activamente no ANGOTIC 2025, um dos mais importantes fóruns de tecnologia e inovação em Angola.

A UNITEL irá liderar o tema “Cibersegurança e Confiança nas Empresas”, com cinco sessões que contará com vários especialistas, onde serão debatidos temas como protecção de dados, privacidade digital, ameaças cibernéticas e soluções para um ecossistema digital mais seguro.

Angotic 2025: Angola Cables lança Eco-Bizz, com foco na digitalização empresarial

A cibersegurança tem ganhado destaque nas discussões globais, impulsionada pelo avanço das novas tecnologias e pelo crescimento acelerado da inteligência artificial.

O ANGOTIC 2025 terá lugar de 12 a 14 de Junho, no Centro de Convenções de Talatona (CCTA), sob o lema “50 anos: A comunicar, a modernizar e a desenvolver Angola”.

O papel da liderança na transformação digital de África

No entanto, esta transformação não será realizada apenas pela tecnologia. A liderança, que é visionária, deliberada e inclusiva, é o verdadeiro catalisador que irá moldar o destino digital de África.

A narrativa em torno da transformação digital em África centra-se frequentemente nas lacunas de infra-estruturas ou nos centros de inovação.

Embora ambos sejam relevantes, a peça que falta é muitas vezes as pessoas que estão ao leme, que são os decisores, públicos e privados, que têm de navegar na complexidade e fazer escolhas ousadas, por vezes desconfortáveis.

É a sua visão e os seus valores que determinarão se a economia digital africana se torna uma plataforma para a prosperidade partilhada ou uma manta de retalhos de oportunidades perdidas.

África avança para mercado digital único

Definir a verdadeira liderança

A verdadeira liderança digital no continente exige mais do que a adoção das ferramentas mais recentes ou a emissão de comunicados de imprensa de alto nível.

Exige uma compreensão profunda do contexto local, que inclui questões económicas, culturais e regulamentares, bem como uma vontade de repensar as abordagens tradicionais.

Os líderes com maior impacto são aqueles que reconhecem que a transformação digital não é um projeto tecnológico, mas uma reinvenção empresarial e social.

Isto significa colocar as questões difíceis: Estamos a capacitar as nossas equipas com as competências necessárias para a economia digital? Estamos a conceber serviços que sejam inclusivos, seguros e sustentáveis? Estamos a criar ecossistemas tecnológicos que incentivam a colaboração e não os silos?

É importante que os líderes também pensem a longo prazo. O ritmo acelerado da mudança na infraestrutura digital pode tentar muitos a perseguir vitórias a curto prazo. Mas sem uma visão coerente e um roteiro assente num objetivo, os investimentos correm o risco de se tornarem fragmentados e ineficazes.

Os traços de liderança que importam

Os líderes digitais africanos, quer em bancos, empresas de telecomunicações, cuidados de saúde ou governo, partilham alguns traços comuns. A primeira é a capacidade de traduzir uma visão em acções práticas.

Quer se trate de simplificar a integração dos clientes através da automatização ou de transferir as cargas de trabalho para uma infraestrutura híbrida para permitir a resiliência, o objetivo é sempre criar um impacto mensurável.

Em segundo lugar está a resiliência. Os líderes do continente têm de gerir a incerteza, incluindo a volatilidade da moeda, as mudanças políticas e as restrições energéticas, ao mesmo tempo que promovem as agendas digitais. Isto exige uma combinação única de agilidade e determinação.

A terceira é a colaboração. Nenhuma empresa ou departamento governamental pode promover a transformação sozinho.

Os líderes devem reunir ecossistemas que incluam fornecedores, decisores políticos, empresas em fase de arranque e a sociedade civil para co-criar soluções que funcionem para as realidades africanas. A capacidade de construir pontes entre sectores e prioridades é tão importante como qualquer conhecimento técnico.

A transformação começa no interior

Há outro elemento crucial: a mudança interna. A liderança não tem apenas a ver com a estratégia virada para o público, mas também com a condução da transformação dentro da organização. Isto significa desmantelar silos, modernizar sistemas antigos e mudar culturas para abraçar a experimentação.

Uma das lições mais consistentes que observamos é que a transformação digital não pode ser delegada. Tem de ser liderada a partir do topo. Os conselhos de administração e as equipas executivas devem defender não só o “quê” e o “como”, mas também o “porquê”.

Têm de promover ambientes em que os funcionários se sintam capacitados para desafiar os pressupostos, propor processos que dêem prioridade ao digital e pensar de forma criativa sobre o envolvimento do cliente.

Um CIO ou CDO, por si só, não pode remodelar uma empresa. A transformação torna-se significativa quando o CEO, o CFO e o COO investem igualmente e quando a TI é vista não como um centro de custos mas como um motor de crescimento, resiliência e inovação.

O futuro é africano

A liderança na jornada digital de África não se vai assemelhar ao que vimos noutros lugares. Será exclusivamente africana e responderá à nossa demografia, aos nossos desafios e às nossas tradições criativas de resolução de problemas.

Será construído com base em mentalidades que privilegiam a mobilidade, na inovação orientada para a comunidade e num otimismo inabalável em relação ao que é possível fazer quando a tecnologia é utilizada para melhorar e não apenas para otimizar.

Como líderes, a nossa responsabilidade é dar o tom, apoiar as nossas palavras com investimento e nunca perder de vista as pessoas que servimos.

WWDC 2025: confira os iPhones compatíveis com o novo iOS 26

É sempre uma apreensão descobrir se o seu iPhone está ou não na lista de modelos compactíveis com a nova versão do sistema, e a Apple já confirmou que o iOS 26 chega para modelos à partir da linha iPhone 11, lançado em setembro de 2019.

Apesar da empresa não especificar a lista completa, isso permite que tenhamos uma boa ideia de quais modelos vão receber as novidades apresentadas.

Confira a lista completa de iPhones que receberão o iOS 26:

  • iPhone 16e
  • iPhone 16 e 16 Plus
  • iPhone 16 Pro e 16 Pro Max
  • iPhone 15 e 15 Plus
  • iPhone 15 Pro e 15 Pro Max
  • iPhone 14 e 14 Plus
  • iPhone 14 Pro e 14 Pro Max
  • iPhone 13 e 13 mini
  • iPhone 13 Pro e 13 Pro Max
  • iPhone 12 e 12 mini
  • iPhone 12 Pro e 12 Pro Max
  • iPhone 11
  • iPhone 11 Pro e 11 Pro Max
  • iPhone SE (2ª geração e posteriores)

O iPhone XRiPhone XS e iPhone XS Max não receberão o novo sistema operacional. Esses três modelos, lançados em 2018, partilham o chip A12 Bionic — justamente o ponto de corte adoptado pela Apple.