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Sábado, Março 14, 2026
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INFRASAT fica com projecto de implementação da televisão por satélite, que vai custar 10,8M€

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A empresa angolana INFRASAT foi a entidade escolhida para implementar o projecto de transmissão de televisão por satélite no País, onde o mesmo vai custar aos cofres de estado mais de 10,8 milhões de euros, de acordo com o jornal angolano Expansão.

A informação consta de um Decreto Presidencial, publicado em Diário da República em 26 de Novembro, onde João Lourenço orienta o Ministério das Finanças a inscrever o projecto no Programa de Investimento Público (PIP), e atribui a responsabilidade de aprovação das peças do caderno de encargo, bem como a verificação da validade e legalidade de todos os actos praticados ao ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informações e Comunicação Social (MINTTICS), que foi encarregue de cuidar desse concurso.

MAIS: Ministério das Telecomunicações trabalha na digitalização dos canais da Televisão Pública de Angola

Segundo ainda aquele periodico angolano, o Chefe-de-Estado justificou a contratação simplificada com “a necessidade de assegurar que a República de Angola tenha uma rede de comunicações por transmissão de TV por Satélite que abarque todo o território nacional, garantindo a disponibilidade de serviços de comunicação ao acesso dos cidadãos a uma informação mais plural, rigorosa, isenta e credível“.

De referir ainda, que no mesmo despacho é também informado que “o País regista um défice efectivo de cobertura de sinal de televisão, encontrando-se vários aglomerados populacionais sem acesso ao sinal de televisão e, por conta disso, sem acesso à informação e conhecimento da realidade nacional e internacional“.

A INFRASAT é uma empresa constituída pela Angola Telecom, que tem 40% do capital social, e mais três sociedades, nomeadamente a GAFP-Investimentos e Participações, que detém 30%, a Lello (20%), e a MACGRA-Importação e Exportação (5%), ficando os restantes 5% para os funcionários.

A GAFP foi constituída em Janeiro de 2016 com um capital social de 3 milhões Kz. Sobre os seus sócios nada se sabe. Já a Lello tem como responsável máximo Rui Santos, fundador e accionista da SISTEC. A MACGRA, foi constituída em 1997, com capital inicial de mil Kz, dividido por cinco accionistas, onde se destaca a falecida dirigente do MPLA Maria Mambo Café.

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