Project Kuiper: Amazon fecha novas parcerias para 83 lançamentos de satélites de Internet

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A Amazon fechou parcerias com a Arianespace, a United Launch Alliance e com a Blue Origin para 83 lançamentos ao longo de um período de cinco anos, o que permitirá enviar para o Espaço a maioria dos 3.236 satélites da sua constelação.

Através do Project Kuiper, a Amazon prevê colocar em órbita mais de três mil satélites de Internet. A empresa já tinha revelado que planeava vai lançar os seus dois primeiros protótipos de satélites no último trimestre de 2022 e, agora, dá a conhecer que firmou novas parcerias para o lançamento dos seus satélites.

De acordo com a gigante tecnológica, foram fechadas parcerias com a Arianespace, a United Launch Alliance (ULA) e também com a Blue Origin para 83 lançamentos ao longo de um período de cinco anos, o que permitirá enviar para o Espaço a maioria dos 3.236 satélites da sua constelação.

A Amazon detalha que a ULA será responsável por um total de 47 lançamentos com os foguetões Vulcan Centaur e Atlas V. O foguetão Ariane 6 da Arianespace levará satélites para o Espaço ao longo de 18 lançamentos e a Blue Origin, com o foguetão New Glenn, será responsável por 12 lançamentos. Para já, ainda não são conhecidas datas para o envio dos satélites para órbita.

Se tudo correr como planeado, a Amazon lançará os protótipos KuiperSat-1 e KuiperSat-2 para o Espaço à “boleia” do foguetão RS1 da ABL Space Systems no final deste ano. Os protótipos vão permitir à empresa a testar os sistemas e redes de comunicação que serão usados na versão final dos equipamentos.

Os protótipos KuiperSat-1 e KuiperSat-2 incluem grande parte da tecnologia que fará parte da versão final dos satélites do Project Kuiper, como o próprio design, antenas, sistemas e modems.

Segundo a empresa, os protótipos foram concebidos para saírem da sua órbita assim que a missão terminar e serão tomadas medidas adicionais para evitar e mitigar o risco de detritos orbitais.

A Amazon comprometeu-se também a em colaboração com astrónomos e outras entidades do setor para reduzir a visibilidade da constelação de satélites e um dos protótipos incluirá um escudo solar para ajudar os especialistas a perceber se esta é uma forma eficaz de mitigar o problema.

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