Ruanda investe US$ 11 milhões para o crescimento das TICs

608

Ruanda está a se tornar um destino tecnológico em África, emerge como um importante centro de tecnologia e investimentos com facilidade de fazer negócios. Agora pretendem investir cerca de 11 milhões de dólares nas diversas áreas das TICs.

Em maio de 2018, Ruanda sediou o Fórum Económico Mundial de África, e os trabalhos estão em andamento na cidade de inovação de Kigali, que abrigará laboratórios de inovação e oferecerá treinamento e financiamento para empresas de tecnologia.

Recentemente, o centro de tecnologia da Nigéria e o espaço de co-working, Co-Creation Hub ou CcHUB, como é popularmente chamado, lançaram um laboratório de design em Kigali, Ruanda. O laboratório trata de levar o design à forma como as agências públicas e as grandes corporações pensam sobre a implementação e o uso da tecnologia para resolver problemas significativos na sociedade.

O investimento a ser feito pelo governo ruandês, vai intensificar as áreas de foco do laboratório de design que “tornar-se-ão num espaço criativo líder onde as equipas multidisciplinar de designers e engenheiros de produto colaborará com cientistas e partes interessadas mundialmente para explorar as aplicações de tecnologias emergentes que resolverão os problemas sistêmicos de África, especificamente nas áreas de saúde pública, educação, governança e o sector privado.

O governo ruandês pretende inovar na área da educação com o objectivo de usar a tecnologia para ampliar a educaçã, melhorar o interesse e os resultados de aprendizagem e introduzir aplicativos inteligentes nas escolas.

Por outro lado, Kampeta Sayinzoga, director-geral da Agência Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Industrial do Ruanda, destacou que, já começaram a aplicar o design thinking para promover a indústria. “A primeira mentalidade que precisamos criar é construir o elo entre pesquisa e desenvolvimento de produto. Através do Ministério do Comércio e Indústria, pesquisamos maneiras de permitir que o design thinking revolucionasse o espaço industrial para criar soluções”.