AMD alvo de ciberataques por grupo criminoso

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A AMD está a investigar se sofreu uma violação de dados, um dia depois de um grupo de hackers alegar ter roubado bancos de dados da empresa da fabricante de chips. Ainda não existe muita informação sobre o caso, uma vez que está ainda a ser avaliado e investigado.

Nas suas declarações, a empresa garante que está ciente que a organização criminosa afirma ter em posse dados roubados da AMD. Garante estar a trabalhar em colaboração com as autoridades policiais e um parceiro de alojamento externo para investigar a informação e a importância dos dados.

Um dia antes, um grupo criminoso chamado IntelBroker publicou num fórum, informações sobre uma suposta violação da AMD neste mês. Os dados roubados supostamente incluem informações sobre futuros produtos da empresa, especificações, bem como bases de dados que incluem informações de funcionários e clientes. Outros dados roubados envolvem informações de finanças, código-fonte e firmware da AMD.

Para adicionar credibilidade ao ataque, o grupo IntelBroker publicou algumas imagens dos dados roubados, incluindo endereços de e-mail corporativos e números de telefone internos de funcionários da AMD. Mas em todos os casos, as informações dos funcionários apresentadas foram registadas como “inativas”, sugerindo que os funcionários já não trabalham na empresa e que os e-mails desapareceram.

O IntelBroker também não publicou nenhuma informação roubada dos clientes, não deixando claro que detalhes podem ter sido roubados. Outras capturas de ecrã mostram o que parecem ser arquivos internos da AMD. Em particular, um arquivo publicado refere “lançamentos de especificações” para uma variedade de chips AMD, incluindo as linhas de chips Ryzen e EPYC.

Este grupo de hackers pede aos potenciais clientes interessados ​​que negociem uma oferta e paguem na criptomoeda Monero. O grupo já ganhou destaque por vender dados relacionados a outras violações na Home Depot, na Europol e em agências governamentais dos EUA. No caso da Home Depot, os dados da empresa foram expostos acidentalmente através de um fornecedor externo, permitindo que o grupo IntelBroker obtivesse as informações.

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