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Carteira digital é-Kwanza recebe selo Superbrands Angola

A carteira digital é-Kwanza, desenvolvida pela Pay4all, foi distinguida com o selo Superbrands Angola 2026, um dos mais prestigiados reconhecimentos atribuídos às marcas que se destacam pela excelência, notoriedade e qualidade no mercado angolano.

A distinção, válida até 2027, foi anunciada durante a Gala Superbrands Angola 2026, realizada no dia 30 de Junho, e resulta de um processo de avaliação independente que identifica as marcas de referência em Angola com base em critérios como reputação, credibilidade, diferenciação e relação com os consumidores.

O reconhecimento reforça o posicionamento do é-Kwanza como uma das principais soluções de pagamentos digitais do país, evidenciando o compromisso da marca com a inovação, a segurança e a disponibilização de serviços financeiros digitais cada vez mais acessíveis e adaptados às necessidades dos utilizadores.

Para a Pay4all, empresa responsável pela carteira digital, a distinção representa o reconhecimento da confiança depositada por clientes, parceiros e utilizadores, além de incentivar a continuidade do investimento em soluções que promovam a inclusão financeira e acelerem a transformação digital do ecossistema nacional de pagamentos.

“Receber o selo Superbrands é motivo de enorme orgulho para toda a equipa e representa o reconhecimento da confiança que os angolanos depositam no é-Kwanza. Esta distinção reforça a nossa responsabilidade de continuar a inovar e a desenvolver soluções de pagamento cada vez mais simples, seguras e acessíveis, contribuindo activamente para a inclusão financeira e para a modernização do ecossistema de pagamentos em Angola”, afirmou a empresa.

Com esta distinção, o é-Kwanza junta-se ao grupo de marcas reconhecidas pela Superbrands Angola, consolidando a sua presença no mercado e reforçando a aposta na inovação como motor para o desenvolvimento dos serviços financeiros digitais no país.

Tecnologia espacial acelera exploração petrolífera nas bacias interiores de Angola


A tecnologia espacial está a transformar a forma como Angola conduz os estudos para a exploração de hidrocarbonetos. A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG), em parceria com o Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN), está a utilizar imagens de satélite e ferramentas de sensoriamento remoto para reforçar a investigação das bacias interiores do país, consideradas uma das principais fronteiras para a expansão da indústria petrolífera.

O projecto incide sobre as bacias de Kassanje e Etosha-Okavango, que ocupam uma área superior a 540 mil quilómetros quadrados. Devido às dificuldades de acesso, marcadas por relevo acidentado, vegetação densa e presença de fauna selvagem, a utilização de tecnologias geoespaciais tornou-se essencial para aumentar a eficiência das operações.

Com recurso à observação da Terra por satélite, as equipas conseguem identificar previamente as zonas de maior interesse geológico, planear as campanhas de campo com maior precisão, optimizar a logística e reduzir significativamente o tempo necessário para a recolha de dados.

Segundo a ANPG, durante uma apresentação técnica realizada no ANGOTIC 2026, a cobertura integral destas bacias através de métodos convencionais poderia exigir várias décadas de trabalho contínuo. O sensoriamento remoto permite concentrar os esforços nas áreas mais promissoras, reduzindo riscos operacionais e melhorando a eficiência das actividades de prospecção.

Além da identificação de áreas prioritárias, a iniciativa contempla a recolha orientada de amostras geológicas e geoquímicas, fundamentais para caracterizar as bacias e avaliar o potencial de ocorrência de petróleo e gás.

O projecto pretende ampliar o conhecimento geológico do território nacional, aumentar as reservas de hidrocarbonetos e promover o desenvolvimento económico de regiões ainda pouco exploradas.

Durante a apresentação, o presidente do Conselho de Administração da ANPG, Paulino Jerónimo, destacou que a observação da Terra a partir do espaço representa uma nova abordagem para o sector petrolífero angolano.

“O futuro da pesquisa onshore e offshore passa por observar a Terra a partir do espaço. As ferramentas geoespaciais permitem detectar anomalias e derrames com maior rapidez e rigor, e desafiam-nos a olhar para as bacias interiores de Angola com uma nova ambição: transformar áreas remotas e pouco conhecidas em oportunidades reais de conhecimento, segurança operacional e potencial exploratório.”

A iniciativa reforça o papel da tecnologia espacial como ferramenta estratégica para a modernização da indústria petrolífera nacional, demonstrando como a utilização de dados de satélite pode acelerar a descoberta de recursos naturais e apoiar uma exploração mais eficiente, sustentável e segura.

ANGOSAT-2 inicia testes para distribuir sinal da TVM em Moçambique

A Televisão de Moçambique (TVM) iniciou os testes de Prova de Conceito (PoC) para a transmissão do seu sinal através do satélite ANGOSAT-2, numa iniciativa que poderá culminar com a migração definitiva das operações da estação para a infraestrutura espacial angolana.

Os testes representam mais um passo na estratégia de expansão comercial do ANGOSAT-2 e reforçam o posicionamento do satélite angolano como uma solução de conectividade e distribuição de conteúdos para o mercado africano.

No âmbito do projecto, foi instalada e configurada uma antena orientada para o ANGOSAT-2, permitindo que o sinal da TVM, gerado em Maputo, seja transmitido e distribuído para todas as províncias de Moçambique através da infraestrutura espacial de Angola.

Os trabalhos foram conduzidos por equipas técnicas do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN) e da Televisão de Moçambique, que avaliaram o desempenho e a capacidade operacional do satélite para assegurar a transmissão do canal público moçambicano.

Segundo o GGPEN, os testes iniciais registaram resultados positivos, confirmando o potencial do ANGOSAT-2 para garantir uma cobertura eficiente e estável em todo o território moçambicano.

Concluída a fase de validação técnica, a TVM poderá contratar o serviço de transmissão via ANGOSAT-2, passando a utilizar o satélite angolano como plataforma para a distribuição nacional do seu sinal.

A futura parceria integra a estratégia de comercialização das capacidades do ANGOSAT-2 nos países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), consolidando a presença do satélite no mercado regional das telecomunicações.

Com esta iniciativa, o ANGOSAT-2 reforça a sua expansão internacional e demonstra a capacidade de fornecer serviços de transmissão televisiva, conectividade e soluções espaciais a operadores de telecomunicações e radiodifusão em diferentes mercados africanos.

China e Coreia do Sul reforçam aposta na inteligência artificial com novos investimentos


A China e a Coreia do Sul anunciaram novas medidas para acelerar o desenvolvimento da inteligência artificial (IA), reforçando os investimentos e as estratégias nacionais para consolidar a liderança tecnológica num dos sectores mais competitivos da actualidade.

Na China, o primeiro-ministro Li Qiang defendeu o fortalecimento do desenvolvimento da inteligência artificial, sublinhando que o crescimento do sector deve ser acompanhado por mecanismos eficazes de supervisão e segurança.

Segundo a imprensa estatal chinesa, Li Qiang afirmou que o país continuará a promover avanços tecnológicos em IA, mantendo como prioridade a adopção de princípios que garantam a utilização segura e responsável da tecnologia.

Já a Coreia do Sul revelou um ambicioso plano de investimentos destinado a impulsionar a inteligência artificial e a indústria de semicondutores. O presidente Lee Jae-myung anunciou um pacote superior a 576 mil milhões de dólares para fortalecer a competitividade tecnológica do país nos próximos anos.

O programa prevê o desenvolvimento de megaprojectos ligados à produção de chips e à expansão das capacidades em inteligência artificial, sectores considerados estratégicos para o crescimento económico e a inovação.

Durante o anúncio, Lee Jae-myung destacou que a iniciativa também pretende reduzir as desigualdades regionais e estimular o desenvolvimento económico fora da região metropolitana de Seul.

A apresentação contou com a presença dos responsáveis da Samsung Electronics e da SK Hynix, duas das maiores fabricantes mundiais de chips de memória, reforçando o compromisso entre o Governo e a indústria tecnológica sul-coreana.

Com os novos anúncios, China e Coreia do Sul intensificam a corrida global pela liderança em inteligência artificial, numa altura em que os investimentos em inovação, infra-estruturas digitais e semicondutores se tornam cada vez mais determinantes para a competitividade das economias.

Fonte: G1

WhatsApp lança nomes de utilizador e permite conversar sem partilhar o número de telefone

O WhatsApp começou a disponibilizar uma das funcionalidades mais aguardadas pelos utilizadores: os nomes de utilizador (username). A novidade permitirá adicionar novos contactos e iniciar conversas sem a necessidade de partilhar o número de telefone, reforçando a privacidade na plataforma.

O anúncio foi feito pela Meta através dos canais oficiais do WhatsApp. A funcionalidade está a ser disponibilizada de forma gradual para utilizadores em todo o mundo e deverá chegar globalmente até ao final de 2026.

Quando disponível, os utilizadores poderão criar o seu nome de utilizador através do menu Definições > Conta > Nome de utilizador. A partir desse momento, será possível partilhar apenas esse identificador para que outras pessoas iniciem uma conversa, sem acesso ao número de telefone.

Segundo a Meta, os nomes de utilizador serão únicos e obedecerão a um conjunto de regras para evitar duplicações e confusões. Entre os requisitos definidos estão:

  • O nome não pode ultrapassar 35 caracteres;
  • Deve começar obrigatoriamente por uma letra;
  • Não pode iniciar com “www”;
  • Não pode terminar com extensões de domínio, como “.com”, “.ao” ou “.gov”;
  • É permitido utilizar pontos e sublinhados (_), mas não dois pontos consecutivos.

A empresa confirmou ainda que será possível utilizar o mesmo nome de utilizador já usado no Instagram ou no Facebook, desde que esteja disponível.

Ao contrário do que acontece noutras plataformas da Meta, o WhatsApp não pretende disponibilizar uma pesquisa pública por nomes de utilizador. Para iniciar uma conversa, será necessário que o contacto partilhe o seu nome de utilizador, de forma semelhante ao que acontece actualmente com os números de telefone.

A chegada dos nomes de utilizador representa uma das maiores mudanças na história do WhatsApp, oferecendo aos utilizadores uma camada adicional de privacidade e tornando a aplicação mais próxima de plataformas como Telegram, Signal e Discord, que já utilizam identificadores em vez de números de telefone para facilitar novas ligações.

AGT reforça modernização tecnológica com compra de 285 portáteis

A Administração Geral Tributária (AGT) lançou um concurso público para a aquisição de 285 computadores portáteis, num investimento estimado em mais de mil milhões de kwanzas, o equivalente a cerca de 1,1 milhão de dólares, de acordo com o anúncio publicado no Portal das Compras Públicas do Ministério das Finanças.

A iniciativa visa reforçar a capacidade tecnológica da instituição, no âmbito do processo de modernização e transformação digital dos seus serviços.

Segundo os cálculos divulgados pelo jornal Economia & Mercado (E&M), o investimento representa um custo médio superior a 3,5 milhões de kwanzas, ou cerca de 3,8 mil dólares, por equipamento.

O procedimento será realizado na modalidade de concurso público electrónico e está reservado exclusivamente à participação de empresas nacionais. A aquisição será financiada com verbas inscritas no Orçamento Geral do Estado (OGE) para o exercício económico de 2026.

De acordo com o caderno de encargos, os concorrentes deverão garantir a originalidade dos equipamentos, certificada pelo fabricante, incluindo peças de reposição e acessórios.

As especificações técnicas exigidas pela AGT apontam para computadores portáteis de classe empresarial, equivalentes ao modelo ThinkPad T16 Corporate, equipados com ecrã IPS antirreflexo de 16 polegadas, resolução WUXGA (1920×1200), processador Intel Core Ultra 7, 32 GB de memória RAM DDR5, armazenamento SSD NVMe PCIe 4.0 de 1 TB e sistema operativo Windows 11 Pro.

Os equipamentos deverão ainda incluir conectividade Wi-Fi 6E ou Wi-Fi 7, Bluetooth 5.x, porta Ethernet (RJ-45), portas USB-A e USB-C/Thunderbolt 4, saída HDMI, webcam Full HD 1080p, teclado retroiluminado com teclado numérico, leitor biométrico, módulo de segurança TPM 2.0 e bateria com autonomia entre 52 Wh e 86 Wh.

A aquisição integra a estratégia de modernização tecnológica da AGT. Em 2025, o Presidente da República autorizou a abertura de um concurso para a contratação de serviços especializados de tecnologias de informação e aquisição de equipamentos, no âmbito de um programa avaliado em 40 mil milhões de kwanzas, destinado à transformação digital da instituição.

GGPEN envia cinco quadros para mestrados em França no âmbito do projecto ANGEO-1

Cinco quadros seniores do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN) foram seleccionados para frequentar programas de mestrado em França, no âmbito do Projecto ANGEO-1, iniciativa que prevê a construção, lançamento e colocação em órbita do primeiro satélite angolano de observação da Terra.

A formação faz parte dos compromissos assumidos no contrato celebrado com a Airbus Defence and Space e tem como objectivo reforçar as competências técnicas e científicas nacionais no sector espacial.

Os profissionais foram seleccionados com base em critérios como experiência profissional, domínio da língua inglesa, capacidade de liderança, maturidade institucional e recomendações hierárquicas.

Os quadros irão frequentar programas de especialização no prestigiado Instituto Superior de Aeronáutica e Espaço (ISAE-SUPAERO), em França, nas áreas de Engenharia de Sistemas, Inteligência Artificial, Gestão, Empreendedorismo e Inovação.

Além da componente académica, os formandos poderão integrar a equipa residente responsável pelo acompanhamento do projecto ANGEO-1, permitindo conciliar a formação teórica com actividades práticas directamente ligadas ao desenvolvimento do satélite junto da Airbus Defence and Space.

O ANGEO-1 está a ser desenvolvido pela Airbus e terá como base a plataforma tecnológica S250, uma arquitectura utilizada pela empresa europeia em satélites ópticos de última geração destinados à observação da Terra.

O projecto contempla igualmente um amplo programa de transferência de conhecimento e formação técnica, destinado a preparar dezenas de especialistas angolanos, incluindo engenheiros, investigadores e técnicos, para operar o satélite e desenvolver aplicações baseadas em dados espaciais.

A iniciativa enquadra-se na estratégia nacional de capacitação de quadros especializados, visando assegurar a sustentabilidade do Programa Espacial Nacional e fortalecer a capacidade de Angola no desenvolvimento e utilização de tecnologias espaciais.

Angola e Moçambique reforçam cooperação espacial e iniciam testes com o ANGOSAT-2

Angola e Moçambique assinaram dois memorandos de cooperação destinados a fortalecer a colaboração bilateral nos sectores espacial, das comunicações, das tecnologias de informação e comunicação (TIC) e da meteorologia. Os acordos foram rubricados à margem da 5.ª Conferência Nacional das Comunicações, realizada em Maputo.

A cerimónia contou com a participação do ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social de Angola, Mário Oliveira, e do ministro dos Transportes e Comunicações de Moçambique, Américo Muchanga.

No domínio espacial, o memorando estabelece um quadro de cooperação voltado para a partilha de conhecimentos, desenvolvimento de capacidades técnicas e promoção de iniciativas conjuntas ligadas à utilização de tecnologias espaciais para o desenvolvimento económico e social dos dois países.

O segundo acordo abrange os sectores das comunicações, tecnologias de informação e comunicação e meteorologia, prevendo o intercâmbio de experiências, cooperação técnica e institucional e a promoção de boas práticas em áreas consideradas estratégicas para a transformação digital e a modernização dos serviços públicos.

A delegação angolana integra a directora do Gabinete do Ministro, Laldemira Nambala, a directora de Intercâmbio do MINTTICS, Gisela Inácio, o director-geral do GGPEN, Zolana João, e o presidente do Conselho de Administração do INACOM, Joaquim Muhongo. Uma técnica comercial do GGPEN integra igualmente os trabalhos em curso.

Paralelamente à assinatura dos acordos, Angola e Moçambique iniciaram os testes operacionais com o satélite ANGOSAT-2. O GGPEN tem vindo a trabalhar em estreita colaboração com o Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique (INCM) para implementar soluções de conectividade suportadas pelo satélite angolano.

Neste âmbito, a Estação Terrena de Boane, localizada na província de Maputo, já se encontra tecnicamente alinhada ao ANGOSAT-2, estando actualmente a receber sinais e a realizar testes operacionais. As equipas técnicas trabalham agora na conclusão desta fase, com vista à activação plena dos terminais remotos.

Com os novos acordos e o avanço dos testes do ANGOSAT-2, Angola e Moçambique reforçam a cooperação tecnológica e dão mais um passo para expandir a conectividade e acelerar a transformação digital na região.

Angola investe 9,7 mil milhões de kwanzas na rede de comunicações da Administração Pública

O Presidente da República de Angola, João Lourenço, autorizou uma despesa avaliada em 9,7 mil milhões de kwanzas destinada à implementação e manutenção da infra-estrutura da rede de comunicação da Administração Pública, numa medida que visa melhorar a eficiência dos serviços públicos e expandir a cobertura tecnológica em várias regiões do país.

A decisão foi formalizada através de um Despacho Presidencial, que autoriza igualmente a abertura de um Procedimento de Contratação Simplificada, por critério material, para a aquisição dos serviços necessários à execução do projecto.

De acordo com o documento, a iniciativa prevê a realização de trabalhos de manutenção preventiva e correctiva da actual rede de comunicação da Administração Pública, bem como a instalação de 90 kits VSAT, 90 antenas de 1,2 metros e 90 sistemas solares. Estes equipamentos serão fundamentais para garantir a conectividade em localidades com acesso limitado às redes convencionais de telecomunicações.

O projecto inclui ainda um programa de formação contínua para os técnicos responsáveis pela assistência e manutenção da infra-estrutura, com o objectivo de assegurar a sustentabilidade e o funcionamento eficiente do sistema a longo prazo.

Com este investimento, o Executivo pretende reforçar a capacidade tecnológica das instituições do Estado, promover uma comunicação mais eficiente entre os órgãos públicos e melhorar a prestação de serviços aos cidadãos.

Instagram chega às smart TVs da Samsung e ganha novos recursos


A Meta anunciou o lançamento da aplicação do Instagram para modelos de smart TVs da Samsung, ampliando a presença da plataforma para mais dispositivos. A novidade chega inicialmente aos utilizadores nos Estados Unidos e junta-se às versões já disponíveis para Amazon Fire TV e Google TV.

Além da expansão para as televisões da fabricante sul-coreana, a empresa revelou que está a testar novas funcionalidades destinadas a melhorar a experiência de utilização do Instagram no ecrã grande. Segundo a Meta, as novidades foram desenvolvidas com base nas sugestões recebidas dos utilizadores nos últimos meses.

Entre os recursos em fase de testes estão os canais organizados por interesses, que permitem encontrar mais rapidamente recomendações de vídeos relacionadas com pesquisas recentes, incluindo conteúdos de comédia, desporto e criadores favoritos.

Outra funcionalidade em destaque é a possibilidade de transmitir Reels directamente do telemóvel para a televisão, facilitando a partilha de vídeos favoritos com amigos e familiares. A ferramenta também suporta conteúdos guardados na secção “Salvos” da aplicação.

Os utilizadores com acesso à aplicação do Instagram para smart TVs podem ainda visualizar Stories no ecrã da televisão, acompanhando as publicações mais recentes de amigos e criadores de conteúdo.

A Meta revelou igualmente que está a desenvolver uma área dedicada a vídeos em formato horizontal, oferecendo novas possibilidades para a criação e consumo de conteúdos adaptados à experiência televisiva.

“Assistir na TV é diferente do telemóvel”, destacou a empresa, acrescentando que trabalha em novos formatos voltados para a sala de estar, cuja disponibilização deverá ocorrer em breve.

Com a expansão do Instagram para as smart TVs da Samsung e a introdução de novas funcionalidades, a Meta procura transformar a plataforma numa experiência mais social e adaptada ao consumo de conteúdos em diferentes ecrãs.