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Sexta-feira, Março 6, 2026
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Internet via satélite ANGOSAT-2 chega ao Calemba 2

O Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN) vai activar, nesta sexta-feira, uma antena de internet via satélite no bairro Calemba 2, em Luanda.

A infra-estrutura vai beneficiar directamente um centro de saúde local, além de moradores da zona que até agora não dispunham de serviços regulares de internet.

A iniciativa faz parte do programa “Conecta Angola Comercial”, que utiliza a capacidade do satélite ANGOSAT-2 para levar conectividade às zonas mais recônditas do país, promovendo inclusão digital, maior acesso à informação e melhoria dos serviços públicos.

O projecto simboliza o impacto concreto da tecnologia espacial na vida das comunidades, transformando realidades através do acesso à internet.

Paypay ultrapassa 1,6 milhões de transferências mensais no KWiK

A carteira digital Paypay ultrapassou, em Fevereiro de 2026, a marca de 1,6 milhões de transferências instantâneas processadas através do sistema KWiK, consolidando a sua posição como o participante mais activo do ecossistema de pagamentos digitais em Angola.

o Paypay movimentou 1.637.275 operações no mês em referência, correspondentes a uma quota de mercado de 52,2 por cento.

O valor total processado ascendeu a 24,5 mil milhões de kwanzas, montante que reflecte um crescimento homólogo de 142 por cento, impulsionado pela maior adesão dos utilizadores a serviços de pagamento de baixo valor e elevada frequência.

A expansão da carteira digital acompanha a tendência de crescimento do sistema KWiK, que registou, no mesmo período, 3,14 milhões de transferências avaliadas em 74,6 mil milhões de kwanzas.

O crescimento do número de utilizadores acompanha o dinamismo das operações. A plataforma contabiliza mais de 625 mil contas.

iPhone 17e: Apple aposta em versão mais acessível com carregamento sem fios


A Apple apresentou recentemente o iPhone 17e, uma nova aposta da marca para o segmento considerado mais “acessível” dentro da sua linha premium. O modelo chega ao mercado com especificações próximas às do iPhone 17 convencional, mas com algumas simplificações estratégicas para reduzir o preço final.

Apesar de ser apresentado como uma versão mais simples, o iPhone 17e traz um diferencial importante: carregamento sem fios, funcionalidade que não estava disponível no iPhone 16e. A inclusão deste recurso aproxima ainda mais o modelo da linha principal.

Em termos de design, o aparelho mantém uma estética semelhante à do iPhone 14, com linhas retas e módulo de câmara discreto. A proposta visual reforça a estratégia da Apple de reutilizar uma base já consolidada, optimizando custos de produção.

O dispositivo será disponibilizado em três cores: preto, rosa e branco  e em duas versões de armazenamento: 256 GB e 512 GB. A empresa confirmou ainda que as unidades destinadas ao mercado brasileiro serão fabricadas localmente.

Mudanças no portefólio

Com a chegada do iPhone 17e, a Apple também anunciou a retirada de linha do iPhone 15, lançado em 2023. A decisão faz parte do reposicionamento da marca, que reorganiza a sua oferta para dar espaço ao novo modelo.

O lançamento reforça a estratégia da Apple de ampliar o acesso aos seus dispositivos mais recentes sem comprometer totalmente a experiência premium. Ao integrar recursos antes restritos aos modelos mais caros como o carregamento sem fios, a tecnológica norte-americana procura manter a competitividade num mercado cada vez mais pressionado por fabricantes que oferecem especificações robustas a preços mais baixos.

Resta agora acompanhar a receptividade do público, sobretudo num contexto económico em que o consumidor está mais atento à relação qualidade-preço.

SETIC-FP e NOSI firmam parceria para transformação digital das Finanças Públicas

Esta colaboração reforça o compromisso institucional com a transformação digital, visa aumentar a eficiência, transparência e qualidade dos serviços prestados aos cidadãos e às instituições. A parceria estabelece bases sólidas para a modernização dos sistemas tecnológicos, a integração de plataformas digitais e o fortalecimento da segurança da informação no domínio das finanças públicas Angola e Cabo Verde.

Para o Director Gera do SETIC-FP, Edilson Coelho o acto hoje celebrado representa mais um pilar estratégico no fortalecimento dos serviços prestados a nível das finanças públicas e reflete todo empenho da instituição na busca pela excelência operacional.

Angola e Moçambique aprofundam parceria tecnológica nas finanças públicas

Com este acordo, o SETIC-FP e o NOSI comprometem-se a trabalhar de forma articulada na implementação de soluções tecnológicas inovadoras, na capacitação técnica das equipas e na consolidação de uma governação digital mais robusta, alinhada com as melhores práticas internacionais.

A iniciativa representa um marco relevante no processo de digitalização da administração pública e contribui para uma gestão financeira mais eficaz, transparente e orientada para resultados nas finanças públicas dos dois países.

MWC 2026: Huawei redefine a vida inteligente com inovações de ponta


A Huawei revelou suas últimas inovações no Mobile World Congress (MWC 2026), sob o tema “Agora É Seu”, apresentando produtos que vão de smartphones e tablets a PCs, relógios e fones de ouvido, reforçando sua visão de um futuro digital conectado e inteligente.

A zona-do-seu-mundo-inteligente

Na área “Seu Mundo Inteligente”, a Huawei destacou a integração de hardware e software com o ecossistema HarmonyOS. O HUAWEI MatePad Mini, tablet de 8,8 polegadas, combina portabilidade com desempenho de ponta, enquanto o PaperMatte Display oferece experiência de escrita e desenho similar ao papel.

A série Mate 80 trouxe recursos de inteligência artificial que personalizam a experiência do usuário, e o dobrável Mate X7 impressionou com tecnologia avançada de dobradiça e tela, estabelecendo novos padrões para o sector.

The “Energize Your Life” zone

Na zona “Energize Your Life”, os visitantes puderam testar dispositivos vestíveis que combinam tecnologia e bem-estar:

  • HUAWEI WATCH GT 6 – métricas avançadas de ciclismo.
  • HUAWEI WATCH GT Runner 2 – Modo Maratona Inteligente para treinos guiados.
  • HUAWEI WATCH 5 e D2 – monitoramento completo da saúde com alertas proativos.
The “Explore Yourself” zone

A área “Explore Yourself” apresentou o aplicativo GoPaint, democratizando a arte digital com interface intuitiva. Para criadores de vídeo, a tecnologia de imagem XMAGE, no Mate 80 Pro, oferece faixa dinâmica elevada, cores precisas e recursos avançados de macro, câmera lenta e telefoto, permitindo produções de qualidade profissional diretamente no smartphone.

Com a filosofia “Agora É Sua”, a Huawei reafirma seu compromisso com a inovação contínua, oferecendo produtos e experiências que permitem aos usuários explorar e capturar momentos extraordinários na vida digital em 2026.

Angola avança com avaliação nacional sobre Ética da Inteligência Artificial


O Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS) apresenta, nesta terça-feira (03), o Projecto RAM da
UNESCO, uma iniciativa internacional voltada para a avaliação da prontidão dos Estados na adopção ética da Inteligência Artificial (IA). A acção marca o início de um processo de diagnóstico nacional que vai medir o grau de preparação institucional, legal, técnica e social de Angola face aos desafios e oportunidades trazidos por esta tecnologia emergente.

O Projecto RAM (Readiness Assessment Methodology) funciona como uma ferramenta estratégica que permite identificar lacunas, riscos e potencialidades no ecossistema digital do país. O objectivo é assegurar que o desenvolvimento e a utilização da Inteligência Artificial ocorram de forma responsável, inclusiva e alinhada com os princípios internacionais definidos pela UNESCO sobre ética na IA.

Durante o evento será igualmente apresentado o consultor nacional que ficará responsável pela coordenação técnica do processo de avaliação, conduzindo o levantamento de informações junto de instituições públicas, sector privado, academia e parceiros internacionais. A iniciativa pretende promover uma reflexão ampla sobre governação digital e criar bases sólidas para a definição de futuras políticas públicas no domínio da Inteligência Artificial.

A sessão deverá reunir dirigentes ministeriais, responsáveis de institutos e empresas públicas tuteladas, especialistas do sector tecnológico e demais actores relevantes, reforçando o compromisso de Angola com uma transformação digital estruturada, transparente e centrada no interesse público.

FONTE: JA

Deepfake: a tecnologia que pode enganar o mundo digital

A evolução da inteligência artificial trouxe avanços impressionantes, mas também novos desafios. Entre as inovações que mais têm gerado debate está o deepfake, uma tecnologia capaz de criar vídeos e áudios falsos com um nível de realismo que pode confundir até os mais atentos.

Num cenário em que as redes sociais são a principal fonte de informação para muitos angolanos, o impacto dessa tecnologia levanta sérias preocupações sobre segurança digital, reputação e desinformação.

O que é, afinal, o deepfake?

O termo surge da combinação de deep learning (aprendizagem profunda) com a palavra inglesa fake (falso). Trata-se de uma técnica baseada em inteligência artificial que permite manipular imagens, vídeos e vozes para criar conteúdos altamente realistas, mas que nunca aconteceram na vida real.

Na prática, é possível fazer uma figura pública “dizer” algo que nunca disse ou colocar o rosto de uma pessoa num vídeo onde ela nunca esteve.

Como funciona essa tecnologia?

O deepfake utiliza redes neurais artificiais que analisam centenas ou até milhares de imagens e gravações de uma pessoa. A partir desses dados, o sistema aprende padrões de voz, expressões faciais e movimentos, conseguindo reproduzi-los de forma convincente.

Quanto maior for a quantidade de conteúdo disponível online sobre alguém, maior será a precisão da manipulação.

Onde está o perigo?

Embora possa ser usado para entretenimento, cinema ou educação, o deepfake tem sido cada vez mais associado a:

  • Desinformação política;
  • Fraudes financeiras com clonagem de voz;
  • Manipulação de discursos públicos;
  • Uso indevido de imagem em conteúdos íntimos falsos;

Em países como Angola, onde o consumo de conteúdos digitais cresce de forma acelerada, a circulação de vídeos manipulados pode influenciar opiniões e gerar crises desnecessárias.

Angola está preparada?

Actualmente, Angola não possui uma legislação específica sobre deepfake. No entanto, crimes como burla informática, difamação e uso indevido de imagem já estão previstos na lei.

Especialistas defendem que, além de reforço legal, é fundamental apostar na literacia digital, sobretudo entre jovens, para que saibam identificar possíveis manipulações.

Como identificar um possível deepfake?

Apesar de cada vez mais sofisticados, alguns sinais podem ajudar:

  • Movimentos labiais ligeiramente descoordenados;
  • Expressões faciais artificiais;
  • Voz com entonação pouco natural;
  • Falhas de iluminação ou sombras inconsistentes;

Ainda assim, com a evolução da tecnologia, distinguir o real do falso torna-se cada vez mais difícil.

O futuro: inovação ou ameaça?

O deepfake é um reflexo do poder crescente da inteligência artificial. Pode ser uma ferramenta criativa poderosa, mas também uma arma perigosa quando usada sem ética.

Num mundo cada vez mais digital, a responsabilidade não é apenas das plataformas e das autoridades, mas também dos utilizadores. Pensar antes de partilhar e verificar antes de acreditar tornou-se mais importante do que nunca.

Testes de Penetração: tipos de testes que podem revelar vulnerabilidades

O que é um Teste de Penetração?

Um teste de penetração, ou pentest, é uma simulação controlada de ciberataque a sistemas, redes ou aplicações, com o objetivo de descobrir falhas, antes que estas sejam exploradas. Enquanto um simples scanner de vulnerabilidades só mostra onde há falhas, um pentest tem como objetivo explorar essas falhas para avaliar o impacto real.

Tipos de Testes de Penetração

1) Black Box

  • O pentester não tem informação prévia sobre o sistema.
  • Simula um ataque externo real
  • Ideal para testar a resiliência de firewalls e serviços expostos
  • Pode ser mais demorado, mas revela vulnerabilidades que seriam ignoradas em testes internos

2) Grey Box

  • O pentester recebe informação limitada, como por exemplo credenciais de um utilizador comum.
  • Simula um atacante interno ou autenticado

3) White Box

  • O pentester tem acesso completo ao código-fonte, diagramas e credenciais de admin.
  • Revela falhas profundas que escapam a outros testes
  • Ideal para auditorias completas e compliance
  • Muito eficiente, menos tempo gasto do que um Black Box

Quanto ao alvo do teste

Pentest de Rede

  • Avalia infraestruturas internas e externas: servidores, switches, firewalls e serviços expostos. Ferramentas comuns: Nmap, Metasploit

Pentest Web

  • Focado em aplicações web, onde ataques como SQL Injection ou XSS podem comprometer dados. Referência: OWASP – Top 10 vulnerabilidades críticas

Pentest Mobile

Testa apps Android e iOS para encontrar falhas em:

  • APIs inseguras
  • Armazenamento de dados sensíveis
  • Engenharia reversa de código

Engenharia Social

O elo mais fraco de qualquer sistema é o fator humano.

  • Phishing
  • Vishing
  • Pretexting

Este teste mostra como alguém pode ser manipulado a entregar dados confidenciais

Pentest Físico

Avalia a segurança física das instalações:

  • Acesso não autorizado a salas técnicas
  • Proteção de equipamentos
  • Controlo de entradas

Pentest Cloud

No mundo da nuvem, configurações erradas e permissões excessivas podem ser fatais.

  • AWS, Azure ou Google Cloud
  • Serviços mal configurados podem expor dados críticos

Testes Especiais

Red Team

  • Simula um ataque real sem aviso, para testar a reação da empresa

Blue Team

  • Equipa defensiva que deteta e responde a ataques

Purple Team

  • Combinação de Red e Blue para melhorar processos de segurança

A segurança digital deve ser proactiva. Conhecer os diferentes tipos de testes de penetração permite planear estratégias de defesa eficientes e evitar surpresas que podem custar milhões.

Pagamentos via RUPE já valem 36% das receitas correntes do Estado

O Estado arrecadou mais de 18,9 biliões de kwanzas em receitas correntes em 2025. Deste montante, cerca de 36%, o equivalente a 6,7 biliões de kwanzas, deram entrada na Conta Única do Tesouro através da Referência Única de Pagamentos ao Estado, conhecida como RUPE. O sistema tem registado um crescimento consistente desde 2020, ano em que foi aprimorado, segundo cálculos do Expansão com base em dados da Empresa Interbancária de Serviços, EMIS.

A RUPE é um instrumento utilizado para o pagamento de impostos, emolumentos e diversos serviços estatais. Apesar de os impostos do sector petrolífero ainda não serem pagos por esta via, o que reduz o seu peso nas receitas fiscais correntes, o crescimento dos pagamentos electrónicos aponta para uma digitalização cada vez mais efectiva dos pagamentos ao Estado, garantindo maior agilidade e segurança aos contribuintes.

Desde 2020, o número de operações efectuadas através da RUPE aumentou mais de 927%, o que corresponde a uma média de crescimento anual de 155%. Só em 2025, as operações cresceram 122%, atingindo 12,5 milhões, face ao ano anterior. Esse aumento resultou numa arrecadação de 6,7 biliões de kwanzas, mais 1,3 biliões em comparação com 2024.

Este desempenho acompanha o crescimento das operações e transacções na rede Multicaixa, com destaque para a expansão do Multicaixa Express e de outros mecanismos de pagamentos electrónicos. Ainda assim, no universo específico dos pagamentos via RUPE, o Multicaixa Express surge apenas como o quarto canal mais utilizado. À frente estão os Caixas Automáticos, o modelo Host to Host, que envolve transacções directas e automatizadas entre sistemas de instituições, e os Terminais de Pagamento Automáticos.

No campo das finanças públicas, a digitalização já apresenta sinais mais evidentes. No entanto, o mesmo não se verifica em outros serviços da administração pública, onde, apesar de medidas de simplificação e integração tecnológica, o progresso tem sido lento. Um exemplo disso é o ranking das Nações Unidas sobre Governação Electrónica, que coloca Angola entre os países com pior desempenho na prestação de serviços digitais pelo Estado, ocupando a 83.ª posição entre 193 países. A governação electrónica, contudo, não se resume apenas à tecnologia, envolvendo também transparência, eficiência e confiança nos serviços públicos.

A RUPE, implementada em 2018, é um serviço de pagamento electrónico criado pela EMIS em coordenação com o Banco Nacional de Angola e a Administração Geral Tributária. O objectivo passa por digitalizar os pagamentos ao Estado, eliminar burocracias administrativas, aumentar a segurança das transacções e tornar os processos mais eficientes e ágeis.

Os pagamentos são gerados com base no Número de Identificação Fiscal do contribuinte e podem ser liquidados através de vários canais da rede Multicaixa, como Caixas Automáticos, TPA, Multicaixa Express, Host to Host, ou ainda através do Sistema de Transferência de Créditos.

O mecanismo obriga todos os organismos públicos e privados que arrecadam receitas públicas, bem como as instituições bancárias que operam no país, a integrarem-se na RUPE. Está igualmente em preparação a introdução do pagamento RUPE via KWIK, um meio que não exige bancarização, o que deverá abrir uma nova porta para maior inclusão financeira e acelerar ainda mais a digitalização dos pagamentos ao Estado.

WhatsApp vai permitir agendar envio de mensagens

O WhatsApp está a desenvolver uma nova funcionalidade que permitirá aos utilizadores agendar o envio de mensagens diretamente no aplicativo. A novidade foi descoberta pelo site especializado WABetaInfo, que identificou o recurso numa versão de testes para Android.

De acordo com a publicação, a função está presente na versão 2.26.8.11 do WhatsApp Beta. Com esta actualização, o utilizador poderá escrever uma mensagem normalmente e, em vez de a enviar de imediato, definir uma data e hora específicas para o seu envio, incluindo os minutos exatos.

Como vai funcionar?

As mensagens agendadas serão criadas directamente na caixa de texto da conversa, mantendo o fluxo tradicional do chat. A proposta é tornar a experiência simples e integrada, sem necessidade de recorrer a aplicações externas ou truques alternativos.

Apesar da descoberta, o WABetaInfo não revelou ainda de que forma o recurso será ativado na interface, se através de um menu adicional, pressão prolongada no botão de envio ou outra opção.

Sempre que uma mensagem for agendada, o WhatsApp deverá apresentar uma notificação de confirmação com os detalhes definidos pelo utilizador, como a data e o horário do envio. A medida pretende evitar erros ou envios acidentais, garantindo maior controlo sobre as mensagens programadas.

Ainda não há previsão oficial para o lançamento da funcionalidade na versão estável do aplicativo, mas a presença nos testes indica que o recurso poderá ser disponibilizado ao público em breve.

FONTE: TECMUNDO