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iPhone 20 com “tela infinita” surge em novas imagens e reforça aposta futurista da Apple

Novas imagens renderizadas do alegado iPhone 20 estão a agitar o universo tecnológico, revelando um possível salto de design por parte da Apple para marcar os 20 anos do iPhone.

As imagens foram divulgadas pelo conhecido youtuber Jon Prosser e apontam para um dispositivo com “tela infinita”, caracterizada por bordas curvas e praticamente sem interrupções visuais.

A proposta lembra a mudança introduzida com o iPhone X, que celebrou os 10 anos da linha, mas leva o conceito ainda mais longe ao apostar num design mais limpo, sofisticado e futurista.

Um dos principais destaques vai para a possível integração dos sensores de câmara frontal e do Face ID sob o ecrã, algo inédito nos smartphones da Apple. Caso se confirme, esta tecnologia permitirá que toda a parte frontal do dispositivo seja ocupada pelo display, reforçando a ideia de um verdadeiro ecrã sem limites.

Segundo Prosser, o visual do equipamento deverá alinhar-se com a nova linguagem de design “Liquid Glass”, introduzida no iOS 26.

No campo do hardware, os rumores apontam para a inclusão de um sensor HDR avançado na câmara, capaz de oferecer imagens mais vibrantes e com maior alcance dinâmico. O dispositivo deverá também estrear o chip A21, prometendo melhor desempenho e maior eficiência energética.

Outro destaque é a possível adopção de uma nova tecnologia de bateria, denominada “Apple Anode”, semelhante às soluções de silício-carbono, que permitirá aumentar a capacidade sem alterar o tamanho físico do equipamento.

As melhorias não ficam por aí. O iPhone 20 poderá integrar memória do tipo mHBM (Mobile High Bandwidth Memory), optimizada para suportar funcionalidades de inteligência artificial associadas ao ecossistema Apple Intelligence.

Além disso, os botões físicos deverão dar lugar a versões hápticas, mantendo a posição tradicional, mas oferecendo uma experiência mais moderna e sensível ao toque.

Embora todas estas informações ainda se enquadrem no campo dos rumores, o alegado iPhone 20 deverá ser apresentado oficialmente em 2027, assinalando duas décadas desde o lançamento do primeiro iPhone.

Fonte: Tecmundo

Sector das Pescas investe mais de 627 milhões Kz em sistemas tecnológicos


O sector das Pescas e Recursos Marinhos vai investir cerca de 627,1 milhões de Kwanzas na implementação de infra-estruturas tecnológicas, numa aposta clara na digitalização e modernização dos serviços públicos ligados à gestão marítima.

A medida consta do Despacho Presidencial n.º 197/26, que autoriza a contratação de serviços para implementação de sistemas de informação e bases de dados de apoio ao Ministério das Pescas e Recursos Marinhos.

O investimento visa garantir maior eficiência e eficácia no funcionamento do sector, através de soluções tecnológicas capazes de melhorar a recolha, tratamento e análise de dados, elementos considerados fundamentais para a tomada de decisões estratégicas.

De acordo com o documento, esta iniciativa enquadra-se no esforço contínuo do Executivo para desenvolver o sector, alinhando-se com a estratégia nacional do mar, os princípios da economia azul e os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas no âmbito da Agenda 2030.

O despacho destaca ainda que a definição de políticas eficazes para o sector depende, em grande medida, do acesso a informação fiável, actualizada e abrangente sobre as dinâmicas das pescas e a evolução dos seus diferentes segmentos.

O documento é assinado pelo Presidente da República, João Lourenço, que delega à Ministra das Pescas e Recursos Marinhos a competência para conduzir o processo de contratação, incluindo a aprovação dos procedimentos, validação legal dos actos e assinatura do contrato.

Com este passo, o sector reforça a aposta na transformação digital como ferramenta essencial para a gestão sustentável dos recursos marinhos e para o crescimento da economia azul em Angola.

Fonte: Economia & Mercado

Programa Pan-Africano abre candidaturas para bolsas em Ciências Espaciais e Tecnologia Planetária

Estão abertas as candidaturas para bolsas de estudo do Programa Pan-Africano para Ciência Planetária e Tecnologia (PAP2SN), uma iniciativa da Rede Pan-Africana para Ciência e Tecnologia Planetária no âmbito do programa de mobilidade académica intra-africana.

A oportunidade é destinada a cidadãos africanos interessados em áreas como Astronomia, Astrofísica, Ciência Espacial, Tecnologia Espacial, Ciência Planetária, Geologia Planetária e Sensoriamento Remoto, sectores considerados estratégicos para o avanço científico e tecnológico no continente.

O programa oferece formação em instituições africanas de referência, permitindo que estudantes e profissionais seleccionados participem em programas de pós-graduação, investigação científica, ensino e formação especializada.

No total, o PAP2SN disponibiliza quatro bolsas de doutoramento, seis bolsas de mestrado e três bolsas para mobilidade de curta duração, estas últimas dirigidas a profissionais e funcionários académicos.

As bolsas incluem cobertura de propinas, participação em actividades académicas, seguro de saúde, viagens, subsídio mensal, apoio para instalação e ainda contribuição para custos de investigação.

O consórcio destaca também o seu compromisso com a inclusão, garantindo que 50% das bolsas sejam atribuídas a mulheres e candidatos provenientes de grupos marginalizados.

Entre as instituições parceiras do programa constam a Universidade de Copperbelt, a Universidade Federal de Tecnologia de Akure, a Universidade de Addis Abeba, a Universidade da Namíbia de Ciência e Tecnologia e a Universidade de Witwatersrand.

As candidaturas decorrem até ao dia 31 de Maio de 2026.

Mais informações e submissão de candidaturas estão disponíveis no portal oficial:https://www.pap2sn.com/admissions.html

MULTICAIXA Express regista instabilidade e dificulta acesso dos utilizadores

O serviço MULTICAIXA Express registou, na manhã desta terça-feira (26), uma instabilidade que está a dificultar o acesso por parte dos utilizadores em várias zonas do país.

De acordo com a comunicação oficial da Empresa Interbancária de Serviços (EMIS), entidade responsável pela gestão da rede MULTICAIXA em Angola, já estão em curso trabalhos técnicos para a normalização do sistema, sendo que a reposição do serviço deverá acontecer com a maior brevidade possível.

Apesar dos constrangimentos verificados na aplicação, a EMIS assegura que os restantes canais da Rede MULTICAIXA continuam disponíveis e a funcionar sem interrupções. Entre estes, destacam-se os caixas automáticos (ATM) e os terminais de pagamento automático (TPA), que permanecem operacionais.

A falha no MULTICAIXA Express surge numa altura em que a aplicação é amplamente utilizada para pagamentos, transferências e outros serviços bancários digitais, sendo hoje uma das principais ferramentas de inclusão financeira no país.

New Cognito defende modelo integrado para transformação digital da saúde em Angola

A transformação digital do sector da saúde em Angola continua a enfrentar desafios estruturais, sobretudo ao nível da integração entre sistemas e da governação tecnológica. A posição foi defendida por João Almeida, durante a Conferência Nacional de Gestão em Saúde e Liderança 2026, realizada esta sexta-feira (22), em Luanda.

Durante a sua intervenção, subordinada ao tema “Ecossistema digital do sector da saúde”, o responsável destacou que muitos dos constrangimentos enfrentados pelas instituições não resultam da falta de tecnologia, mas sim da fragmentação dos sistemas existentes e da ausência de interoperabilidade entre plataformas clínicas e operacionais.

Segundo o CTO da New Cognito, a digitalização da saúde deve ser encarada de forma estratégica e integrada, assente numa visão unificada que inclua operações, segurança, dados e continuidade dos serviços. Neste sentido, defendeu a criação de ecossistemas digitais capazes de combinar diferentes componentes tecnológicas, como plataformas clínicas, conectividade, cibersegurança, automação e inteligência artificial.

“Digitalizar a saúde não é apenas implementar software ou adquirir equipamentos. É criar um ecossistema integrado, governado e operacional, capaz de garantir continuidade, segurança e eficiência, além de melhorar a experiência do paciente”, afirmou.

Por sua vez, Jorge Amaral apresentou o projecto NC+, uma iniciativa estruturante que visa expandir o acesso aos cuidados de saúde em Angola através de soluções digitais integradas, especialmente em zonas remotas.

O projecto assenta numa infra-estrutura tecnológica híbrida, combinando fibra óptica, conectividade via satélite e redes móveis de nova geração. Esta base suporta os chamados NC+ Smart Hub, centros digitais comunitários que funcionam como pontos de acesso a serviços de saúde, incluindo telemedicina, registo clínico electrónico e monitorização remota de pacientes.

Na prática, o modelo permite que os cidadãos realizem medições básicas de saúde localmente e tenham acesso imediato a teleconsultas, recebendo diagnóstico e prescrição médica sem necessidade de deslocação aos grandes centros urbanos.

“O NC+ foi desenvolvido para reduzir barreiras geográficas e aproximar os serviços essenciais das populações, promovendo um modelo mais inclusivo, eficiente e sustentável”, explicou.

Além do impacto directo na saúde, o projecto integra também serviços de inclusão financeira, educação digital e conectividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável das comunidades e reforçando o papel da tecnologia como motor de transformação social em Angola.

Angola avança para adopção de assinaturas electrónicas avançadas

Angola prepara-se para dar um passo importante no processo de transformação digital com a futura adopção de assinaturas electrónicas avançadas, integradas à identidade e certificação digital. O anúncio foi feito sexta-feira, 22 de Maio, em Luanda, pelo director-geral do Instituto de Modernização Administrativa (IMA), Meick Afonso.

A revelação aconteceu durante o encerramento da 7.ª edição do Fórum IMA, que decorreu sob o tema “Sistemas de Assinatura Electrónica e Carimbo do Tempo”. O evento reuniu várias instituições públicas para debater soluções ligadas à certificação digital, contratação pública electrónica e facturação electrónica.

De acordo com Meick Afonso, os próximos passos passam pela integração dos diferentes sistemas institucionais e pelo levantamento das necessidades dos órgãos do Estado. O objectivo é criar uma infra-estrutura central de certificação digital, capaz de suportar com segurança os serviços electrónicos no país.

A certificação digital surge como um elemento-chave neste processo, garantindo maior protecção dos dados e das transacções electrónicas. No entanto, o responsável destacou que a capacitação dos utilizadores e a inclusão digital continuam a ser desafios importantes para o sucesso da implementação.

Durante o fórum, a Administração Geral Tributária (AGT) apresentou a sua experiência com a facturação electrónica em Angola, no âmbito do regime jurídico das facturas e documentos equivalentes. Foram também abordados os mecanismos de validação digital utilizados para garantir a autenticidade dos documentos fiscais.

O presidente do Conselho de Administração da AGT, José Leiria, reforçou que as assinaturas electrónicas e os carimbos do tempo desempenham um papel fundamental na validação da autenticidade dos documentos, bem como na certificação da data e hora em que as operações são realizadas.

Por sua vez, o Serviço Nacional de Contratação Pública destacou a aplicação destas tecnologias nos processos de contratação pública electrónica, incluindo a emissão de despachos, celebração de contratos e submissão de propostas.

O evento contou ainda com a participação do especialista brasileiro André Caricati, que partilhou a experiência do Brasil na implementação da Infra-Estrutura de Chaves Públicas. A intervenção focou-se nos desafios ligados à massificação dos certificados digitais e à governação deste tipo de sistemas.

Fonte: Governo de Angola 

Moçambique apresenta estratégia nacional para a Inteligência Artificial

O projecto de estratégia foi apresentado durante o workshop «IA para o Bem» da União Internacional das Telecomunicações, no Quénia, por Lourino Chemane, presidente do conselho de administração do Instituto Nacional de Tecnologias da Informação e Comunicação (INTIC).

Durante o workshop, Chemane delineou as áreas prioritárias do país para o desenvolvimento da IA e destacou as oportunidades de cooperação regional e colaboração com os países participantes.

Afirmou que os sandboxes regulatórios de IA desempenhariam um papel importante na definição de políticas públicas, na definição de estratégias nacionais de IA e no apoio à adopção segura da IA em diversos sectores, incluindo a educação, os cuidados de saúde, as finanças, a energia, a agricultura, as alterações climáticas e os serviços públicos.

Moçambique aproveitou também o fórum para destacar os progressos no desenvolvimento do seu quadro jurídico e regulamentar para a transformação digital. Isto inclui a recente aprovação da Lei de Cibersegurança e da Lei de Cibercriminalidade do país, a par de regulamentos que regem os centros de dados e as plataformas de computação em nuvem.

Angola Digital Forum debate impacto da Inteligência Artificial em sectores estratégicos

Segundo Chemane, Moçambique está a posicionar-se como um potencial centro regional para centros de dados e infraestruturas de computação em nuvem. Referiu ainda a capacidade de produção de electricidade do país, os recursos hídricos, a extensa costa adequada para a instalação de cabos submarinos de fibra óptica e a mão de obra jovem como vantagens competictivas para o sector.

Na sua apresentação, o presidente apelou às entidades do sector privado interessadas no desenvolvimento de centros de dados para que considerem o país como um destino privilegiado para o investimento, salientou que a nação dispõe de um quadro jurídico e regulamentar orientado para atrair investimento privado neste sector estratégico para a transformação digital e a soberania nacional.

Moçambique junta-se a outros países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral, incluindo o Lesoto e o Maláui, no desenvolvimento de quadros nacionais de IA. A África do Sul está também a rever o seu projecto de quadro de IA, depois de este ter sido temporariamente retirado na sequência de uma revisão interna que identificou erros de citação gerados pela IA.

Angola Cables junta-se à Uniti para expandir conectividade

O acordo combina a infraestrutura de cabos submarinos da Angola Cables, incluindo o South Atlantic Cable System, o MONET e o West Africa Cable System, com a rede de fibra óptica terrestre da Uniti Wholesale nos EUA.

A parceria inclui também disposições relactivas a capacidade de rede adicional para responder à crescente procura por parte de empresas de hiperescala e de outras empresas.

Angola Cables afirmou que o acordo reforça a sua posição no mercado global das telecomunicações, ao mesmo tempo que expande o alcance da Uniti Wholesale em mercados internacionais de elevado crescimento.

Ângelo Gama, CEO da Angola Cables, afirmou que a parceria irá beneficiar clientes grossistas, empresas, fornecedores de conteúdos e operadoras em toda África, América Latina, Médio Oriente e Europa.

Afirmou que o acordo permitiria igualmente aos clientes aceder à rede da Uniti Wholesale, que abrange mais de 300 mercados metropolitanos e 386 000 km de infraestrutura de fibra em todo o território dos EUA.

“Esta conectividade directa será particularmente vantajosa para empresas que operam no sector upstream de petróleo e gás, por exemplo, que necessitam de uma conectividade estável e segura para partilhar dados sensíveis e proprietários relacionados com operações de exploração ao largo das costas de África ou da América do Sul”.

Gama acrescentou que o mesmo se aplica a sectores como a aviação, os transportes e a logística, bem como a empresas de saúde que trabalham com parceiros norte-americanos em equipamentos médicos e instrumentos de precisão.

“Ligações internacionais seguras e de vários gigabytes são hoje vitais para as empresas que se expandem para mercados externos ou que ligam as suas operações internacionais”.

Facilitar o acesso à nossa extensa rede de fibra doméstica abrirá novas oportunidades para serviços transatlânticos sem descontinuidades e apoiará as crescentes necessidades de largura de banda dos nossos clientes comuns, disse Greg Ortyl, vice-presidente executivo e presidente de Contas Estratégicas da Uniti Wholesale.

Meta demite 8 mil funcionários para reforçar aposta em Inteligência Artificial

A Meta, proprietária de plataformas como o Facebook, Instagram e WhatsApp, iniciou nesta quarta-feira (20) um processo de demissão que poderá atingir cerca de 8 mil funcionários. A medida faz parte de uma estratégia de reestruturação com foco no reforço dos investimentos em Inteligência Artificial (IA).

A informação foi avançada pela Bloomberg e confirmada ao portal brasileiro g1 por um colaborador da empresa, que preferiu manter o anonimato. Segundo a fonte, o seu cargo não foi afectado nesta fase do processo.

De acordo com dados da Agence France-Presse, a Meta contava com cerca de 78.865 trabalhadores em Dezembro de 2025. Com este corte, a empresa poderá reduzir aproximadamente 10% da sua força de trabalho global.

As notificações de despedimento começaram a ser enviadas a colaboradores na Ásia, seguindo depois para funcionários nos Estados Unidos. A decisão insere-se numa reorganização interna mais ampla, que pretende canalizar recursos financeiros e humanos para o desenvolvimento de tecnologias de IA, consideradas estratégicas para o futuro da empresa.

Até ao momento, não há confirmação sobre o impacto destas demissões em mercados lusófonos.

A Meta ainda não se pronunciou oficialmente com detalhes adicionais sobre o processo.

Fonte: G1

Angola aprova lei contra informações falsas na internet 

Durante o debate, o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, defendeu que o Estado e as famílias devem estar atentos ao elevado nível de disseminação de informações falsas na internet. Segundo o governante, o fenómeno das fake news não se limita ao campo político ou ao activismo, tendo impactos profundos, sobretudo, no plano social.

“Famílias são destruídas e muitos jovens enfrentam sérios problemas emocionais devido a informações falsas criadas e difundidas de forma intencional”, afirmou.

Em declaração de voto, o deputado Saúde Txizau, da UNITA, justificou o voto contra, argumentando que o proponente tende a considerar como informações falsas conteúdos produzidos por jovens críticos do sistema, activistas, criadores de conteúdo digital e humoristas que utilizam as redes sociais como meio de subsistência. Segundo o parlamentar, a proposta pode ser usada para limitar a crítica ao poder político, razão pela qual o seu grupo votou contra.

Por sua vez, a deputado Dolina Tchianhama, na qualidade de relatora do diploma, esclareceu que a proposta de lei cumpre todos os requisitos formais exigidos pelo Regimento da Assembleia Nacional e pela Lei das Publicações Oficiais. Disse que o diploma visa estabelecer um regime jurídico de medidas preventivas e de responsabilização pela produção e divulgação de informações falsas na internet, colmatando uma lacuna existente na legislação nacional.

Angola quer reforçar peso do sector tecnológico no PIB

Segundo a nova lei, a pena básica varia entre 1 e 5 anos para casos que afectam a ordem pública, os direitos fundamentais, a integridade individual ou a segurança nacional. Nos casos mais graves, como incitação ao ódio, violência, descriminação ou comprometimento de processos eleitorais, a pena pode chegar a 10 anos de prisão.

A iniciativa legislativa enquadra-se no reforço do combate ao cibercrime e na promoção da responsabilidade no uso das plataformas digitais, visando proteger a credibilidade da informação e a estabilidade social no território nacional.

De acordo com a relatora, a proposta encontra fundamento no artigo 40.º da Constituição da República de Angola, que consagra a liberdade de expressão e de informação, mas estabelece limites relacionados com o direito ao bom nome, à honra, à reputação, à imagem, à reserva da vida privada e familiar, bem como à proteção da infância e da juventude, entre outras garantias legais.

Com a aprovação na generalidade, a proposta de lei segue agora para a fase de discussão e votação na especialidade, onde os deputados poderão aprofundar e aperfeiçoar o seu conteúdo.