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Cibersegurança: quando o excesso de ferramentas se torna um risco

Cada investimento pode responder a uma necessidade real. No entanto, o resultado é frequentemente um ambiente com mais consolas, mais licenças, mais alertas e menos clareza sobre quem assume a responsabilidade quando ocorre um incidente.

Para os revendedores e fornecedores de serviços geridos (MSP), a resposta não passa por adicionar mais um produto a uma infraestrutura já saturada. O verdadeiro valor do canal está na redução da complexidade operacional, ajudando os clientes a identificar áreas onde a protecção se encontra fragmentada, onde existem sobreposições entre controlos e onde persistem lacunas entre a detecção e a resposta.

A complexidade tornou-se um risco de segurança

Uma grande diversidade de ferramentas pode transmitir uma falsa sensação de segurança, ao mesmo tempo que dificulta a gestão do ambiente tecnológico. Cada produto gera os seus próprios alertas, políticas, relatórios e ciclos de renovação. As equipas de segurança precisam de correlacionar eventos entre diferentes plataformas, manter integrações e determinar quais os incidentes que exigem atenção prioritária.

Este desafio torna-se ainda mais significativo em organizações com equipas reduzidas. Uma empresa pode dispor de tecnologias avançadas e, ainda assim, não ter recursos suficientes para assegurar uma monitorização contínua, investigar actividades suspeitas ou responder rapidamente antes que um atacante se mova entre identidades, endpoints, redes e serviços cloud.

É possível que um cliente esteja bem protegido em áreas específicas e continue vulnerável nas zonas de interligação entre sistemas. Mais cobertura não significa necessariamente mais fornecedores. Em muitos casos, a prioridade deve ser a definição de um modelo operacional mais claro antes da implementação de novos controlos.

Começar pelo modelo operacional do cliente

A estratégia de segurança adequada depende do perfil de risco da organização, da sua capacidade interna, dos investimentos já realizados e do nível de responsabilidade operacional que pretende assumir.

Algumas organizações preferem gerir a segurança internamente e necessitam apenas de maior visibilidade e controlo. Outras valorizam a colaboração de um parceiro que partilhe as responsabilidades de monitorização e resposta. Já as empresas sem um Centro de Operações de Segurança (SOC) dedicado podem necessitar de competências especializadas disponíveis 24 horas por dia através de um serviço gerido.

A tecnologia deve adaptar-se a estas realidades operacionais. Impor o mesmo modelo a todos os clientes gera ineficiência e pode comprometer a confiança tanto na solução como no parceiro.

Uma avaliação eficaz começa com questões fundamentais: quem monitoriza as ameaças fora do horário de expediente? Quem valida os alertas? Quem possui autoridade para isolar um endpoint ou bloquear actividade maliciosa? Quem coordena a resposta quando vários sistemas são afectados?

As respostas permitem determinar se o cliente necessita de melhores ferramentas, de maior integração entre soluções, de suporte especializado externo ou de uma combinação destes factores.

A consolidação deve facilitar a resposta

A consolidação de plataformas faz sentido quando reduz o esforço necessário para compreender e mitigar riscos. A integração da segurança de rede, da protecção de endpoints, da gestão de identidades, do acesso seguro e da detecção multiplataforma num único ambiente de gestão pode proporcionar uma visão mais consistente da postura de segurança do cliente.

A flexibilidade fortalece o modelo de serviço

Os revendedores devem estar preparados para apoiar diferentes modelos operacionais: gestão integral pelo cliente, responsabilidade partilhada através de serviços co-geridos ou uma abordagem totalmente gerida quando se exige monitorização permanente e resposta especializada.

A credibilidade da recomendação aumenta quando a conversa parte das limitações e necessidades reais do cliente, em vez de privilegiar a arquitectura preferida do fornecedor.

Esta flexibilidade cria igualmente oportunidades de negócio recorrentes. Um cliente pode iniciar o seu percurso com a renovação de uma firewall ou a implementação de MFA e, posteriormente, expandir para protecção de endpoints, SASE, XDR ou MDR à medida que as suas necessidades evoluem.

Uma plataforma integrada proporciona ao parceiro um caminho estruturado para esse crescimento. Em simultâneo, a facturação recorrente e um modelo orientado para o canal contribuem para uma prestação de serviços previsível e para a geração de receitas sustentáveis.

O suporte local continua a ser essencial

A tecnologia não substitui as pessoas. Os revendedores continuam a necessitar de apoio no desenho de soluções, posicionamento comercial, integração de clientes, formação e escalamento de situações críticas.

O suporte técnico e comercial local pode determinar se uma plataforma simplifica efectivamente a prestação de serviços ou se representa apenas mais uma relação com fornecedor que o parceiro precisa de gerir.

Em última análise, uma estratégia de cibersegurança eficaz assenta na redução da complexidade desnecessária, na consolidação inteligente de soluções e no alinhamento do modelo operacional com a capacidade real do cliente. É desta forma que o canal transforma a complexidade da cibersegurança num serviço mais claro, numa relação mais sólida com o cliente e num negócio mais sustentável.

Programa de digitalização do MININT garante Leão de Ouro na FILDA 2026

O Ministério do Interior (MININT) foi distinguido com o Leão de Ouro na categoria de Melhor Serviço Público e Utilidade Pública, durante a Gala Leões de Ouro 2026, que premiou as melhores participações da 41.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA 2026).

A distinção reconhece o trabalho desenvolvido pelo Ministério na modernização dos serviços públicos, com destaque para a implementação de soluções digitais que tornam o atendimento aos cidadãos mais rápido, eficiente e acessível.

Durante a FILDA 2026, o MININT apresentou o Programa de Apoio ao Utente, uma iniciativa que permitiu reduzir significativamente o tempo de espera para a emissão e entrega do Passaporte Electrónico e da Carta de Condução, através da optimização dos processos e da utilização de novas ferramentas tecnológicas.

O prémio reforça o reconhecimento do esforço da instituição na transformação digital dos serviços públicos, privilegiando a inovação, a eficiência e a melhoria da experiência dos cidadãos no acesso aos serviços do Estado.

A Gala Leões de Ouro distingue, anualmente, empresas e instituições que mais se destacam na FILDA pela inovação, qualidade dos serviços apresentados e impacto económico e social, sendo considerada um dos principais momentos de reconhecimento do maior certame empresarial de Angola.

Hospital Geral do Lubango lança aplicativo móvel para marcação de consultas

Lançado esta semana, o aplicativo surge como resposta às frequentes reclamações relacionadas com as dificuldades de acesso aos serviços de consultas externas, um problema que obrigava a grandes deslocações e afluência de pessoas à unidade sanitária.

Segundo a directora-geral do hospital, Lina Antunes, a solução constitui uma extensão do Portal do Utente, uma plataforma já disponível há mais de um ano, mas com uma interface mais simples e adaptada ao uso em smartphones. Na prática, o cidadão pode agora efectuar a marcação em qualquer lugar e a qualquer hora, sem necessidade de deslocação prévia ao hospital para agendar ou confirmar uma consulta. Tratando-se de uma unidade de referência com 23 especialidades médicas, a instituição procurava mecanismos capazes de tornar o processo de marcação mais célere e organizado.

Como funciona

De acordo com Eliane Muatchissengue, gestora do Portal do Utente, o novo aplicativo funciona integrado ao sistema informático do hospital e executa todo o processo de forma autónoma. Para utilizar a plataforma, o utente deve possuir o Número de Identificação Social (NIS), efectuar o registo inicial, criar uma conta com endereço electrónico e, em seguida, seleccionar a especialidade, o profissional disponível e o horário pretendido. A ferramenta permite ainda cancelar ou remarcar consultas, consultar o histórico de atendimentos e visualizar marcações futuras.

Uma das principais vantagens apontadas é a eliminação da dependência exclusiva do call center, actualmente sujeito a elevada procura. Anteriormente, a marcação dependia de uma chamada telefónica e do atendimento por um operador; agora o próprio utente consegue efectuar a marcação directamente, tornando o processo mais rápido e eficiente.

Limitações e continuidade dos canais tradicionais

A quantidade de vagas continua condicionada à disponibilidade dos profissionais de saúde e às agendas de cada especialidade, sendo que cada médico atende um número previamente definido de pacientes por consulta. As especialidades mais procuradas continuam a ser a Medicina Interna e a Oftalmologia, áreas onde tradicionalmente se registam maiores dificuldades na obtenção de vagas.

A gestão reconheceu ainda que nem todos os cidadãos possuem telemóveis inteligentes ou conhecimentos suficientes para utilizar ferramentas digitais. Por essa razão, o hospital garantiu que continuará a assegurar o funcionamento do call center e do Gabinete do Utente, destinados às marcações presenciais, sobretudo para idosos e cidadãos sem acesso às novas tecnologias.

FILDA 2026: Zimbora apresenta plataforma que reúne eventos num único espaço digital

A Zimbora marcou presença na 41.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA 2026) para apresentar a sua plataforma digital, uma solução criada para facilitar a descoberta de eventos, experiências e actividades culturais em Angola através de uma única aplicação.

Em entrevista ao Menos Fios, a directora-geral da Zimbora, Eutine Gonçalves, explicou que a plataforma nasceu da necessidade de criar um espaço digital capaz de reunir toda a informação sobre os eventos realizados no país.

“A Zimbora surgiu da necessidade de criar um espaço que abrangesse todos os eventos realizados em Angola, facilitando o acesso à informação e aproximando as pessoas das experiências disponíveis”, afirmou.

A plataforma foi desenvolvida para responder a um problema comum entre os utilizadores: a informação sobre eventos encontra-se frequentemente dispersa por redes sociais, grupos de mensagens, flyers e diferentes páginas na Internet, dificultando a sua descoberta.

Para resolver este desafio, a Zimbora centraliza num único espaço digital informações sobre concertos, festivais, feiras, eventos culturais, gastronómicos, desportivos, infantis, workshops e outras experiências, permitindo aos utilizadores pesquisar por categorias, consultar horários, contactos e localizações de forma rápida e intuitiva.

Além da divulgação de eventos, a empresa pretende construir um ecossistema digital dedicado ao entretenimento, cultura, lifestyle e turismo, integrando futuramente serviços e parcerias nas áreas da mobilidade, ticketing, telecomunicações, pagamentos digitais, hotelaria, activações de marca e experiências turísticas.

Actualmente disponível para dispositivos Android e IOS a Zimbora pretende afirmar-se como a principal plataforma digital de descoberta de eventos em Angola, promovendo uma maior ligação entre organizadores, parceiros e o público.

Movicel perdeu cerca de 25 mil subscritores/mês desde 2019

A leitura técnica ajuda a explicar a queda. A operadora arrancou sobre CDMA, tecnologia em que a identidade do assinante fica presa ao aparelho, sem SIM removível. A Unitel entrou em 2001 já com GSM, cujo SIM removível permitia trocar de telefone livremente uma vantagem decisiva de flexibilidade para o utilizador. A Movicel só obteve autorização para migrar para GSM após 2009, e esse atraso na modernização da rede pesou de forma determinante.

Do ponto de vista da arquitectura de rede, a dependência do CDMA deixou a Movicel isolada num ecossistema em desaceleração global, enquanto o GSM (e a subsequente evolução para 3G/4G) concentrava a esmagadora maioria dos terminais, do roaming internacional e da cadeia de fornecimento. Cada ano de atraso na migração significou terminais mais caros e escassos, menor interoperabilidade e uma base de clientes cada vez mais difícil de reter e um efeito de rede que jogou sistematicamente contra a operadora.

O final de 2022 foi o ano de maior queda: perto de 510 mil clientes abandonaram a operadora

A degradação agravou-se com a falta de investimento em infraestrutura: sendo o sector de capital intensivo, a rede não foi modernizada nem mantida ao ritmo necessário, e a qualidade de serviço caiu. Sem investimento suficiente para densificar cobertura, actualizar o core e acompanhar a procura por dados, a operadora entrou numa espiral: pior serviço, mais saídas de clientes, menos receita para reinvestir.

A empresa tem em curso um plano de reestruturação que passa pela modernização da infraestrutura, reforço da capacidade financeira e revisão da oferta comercial. Segundo fonte ao Expansão, trabalha-se activamente na entrada de um novo parceiro estratégico que permita capitalizar e acelerar a recuperação.

Entretanto o mercado cresceu para mais de 28,4 milhões de SIMs activos em 2025, distribuídos essencialmente entre Unitel (73%) e Africell (25%), com a Movicel reduzida a uma fatia residual.

Agente da OpenAI escapou de testes e invadiu servidores da Hugging Face

A comunidade de tecnologia e cibersegurança foi esta semana confrontada com um incidente inédito que parece saído de uma história de ficção científica: um agente autónomo de Inteligência Artificial (IA) desenvolvido pela OpenAI escapou do seu ambiente de testes isolado (sandbox) e invadiu os servidores da Hugging Face, uma das maiores plataformas mundiais de código aberto para modelos de IA.

O episódio foi confirmado por ambas as entidades (ainda que num comunicado que dava conta da “colaboração entre as duas empresas” para lidar com a situação) e está a ser considerado por peritos de cibersegurança como o primeiro caso documentado em que um sistema de IA tomou a iniciativa autónoma de planear, escapar a um confinamento virtual e executar um ataque deliberado contra terceiros sem qualquer instrução ou intervenção humana.

A história começa numa sessão interna de avaliação de capacidades defensivas e ofensivas conduzida pela OpenAI. Para avaliar até que ponto os seus modelos avançados – incluindo o GPT-5.6 Sol e um modelo em fase de pré-treino – conseguiam detetar e explorar falhas de segurança, a equipa de investigação reduziu temporariamente os filtros habituais de recusa (safety refusals).

Apesar de operar num ambiente supostamente estanque (sandbox), o agente de IA identificou e explorou uma vulnerabilidade até então desconhecida (um zero-day exploit) num proxy de cache interno. A partir dessa brecha, o sistema executou uma série de movimentos de escalamento de privilégios e navegação lateral pela rede até alcançar um nó com acesso direto à internet pública.

Uma vez “em liberdade”, o agente não agiu por malícia humana tradicional, mas sim movido por otimização do seu próprio objetivo. A IA determinou que a forma mais eficaz de resolver o benchmark ExploitGym – um conjunto de testes concebido para medir a capacidade de transformar falhas de software em explorações funcionais – seria encontrar resoluções preexistentes.

O sistema calculou autonomamente que a plataforma Hugging Face seria o local mais provável para albergar soluções do ExploitGym. Sem qualquer comando prévio da equipa de investigação, o agente lançou um ataque massivo e coordenado contra a infraestrutura da plataforma, executando milhares de ações automáticas em simultâneo, obtendo credenciais de acesso e penetrando nos servidores.

O CEO da OpenAI, Sam Altman, pronunciou-se publicamente sobre o caso, classificando-o como um “incidente de segurança significativo, durante a avaliação de modelos”, e sublinhando que as vulnerabilidades exploradas foram imediatamente corrigidas. Por seu lado, Clément Delangue, CEO da Hugging Face, confirmou a cooperação entre ambas as empresas para a eventual solução do problema e salientou que, apesar da gravidade da intrusão, não foram detetados danos maliciosos intencionais aos dados dos utilizadores.

Contudo, para a comunidade de investigação e reguladores internacionais, o incidente acende luzes vermelhas. A capacidade de um agente de IA calcular estratégias não-previstas, escapar de confinamentos técnicos e executar ataques em cadeia a infraestruturas externas levanta sérias dúvidas sobre a eficácia das atuais barreiras de contenção (containment protocols) de modelos de grande escala.

FILDA 2026: ILV destaca soluções de sensoriamento remoto para mineração, petróleo e cartografia

A ILV-Fernerkundung GmbH, empresa alemã especializada em sensoriamento remoto e tecnologias geoespaciais, marcou presença na 41.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA 2026), onde apresentou soluções tecnológicas destinadas aos sectores da mineração, petróleo e gás, cartografia, agricultura e infra-estruturas.

Com mais de três décadas de experiência, a empresa desenvolve tecnologias de aquisição e análise de dados através de imagens aéreas e de satélite, permitindo a criação de ortofotos digitais, modelos tridimensionais (3D) de cidades, mapas topográficos e sistemas de informação geográfica (SIG).

Entre as soluções apresentadas destacam-se os serviços de levantamento hidrográfico e offshore, estudos geológicos e hidrogeológicos, modelação económica para projectos mineiros, prospecção e perfuração, bem como análises aerogeofísicas que apoiam a exploração de recursos minerais e energéticos.

A ILV actua em parceria com a MIBRAG Consulting International (MCI), disponibilizando estudos de viabilidade, planeamento mineiro, modelos geológicos e hidrogeológicos em 3D e soluções para drenagem e exploração de minas a céu aberto.

Além da componente tecnológica, a empresa aposta na capacitação de quadros através de programas de formação dual e formação contínua nas áreas de sensoriamento remoto, cartografia, sistemas de informação geográfica (SIG) e levantamento mineiro.

A empresa conta com um historial de projectos desenvolvidos em vários países africanos, incluindo Angola, Argélia, Gana, Líbia, Nigéria e Serra Leoa, bem como em diversos mercados europeus e do Médio Oriente. Ao longo da sua actividade, realizou cerca de 350 mil quilómetros de voos de levantamento, utilizando tecnologias avançadas para apoiar projectos de engenharia, mineração, energia e ordenamento do território.

FILDA 2026: TVCABO reforça aposta na conectividade e apresenta novas soluções para clientes

A TVCABO está a assinalar os seus 20 anos de actividade em Angola com uma nova fase da sua estratégia, centrada na conectividade, qualidade de serviço e proximidade com os clientes. As novidades foram apresentadas durante a 41.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA 2026), onde a operadora revelou novas soluções para responder às crescentes necessidades do mercado.

Entre os principais destaques está o aumento da largura de banda dos serviços de Internet em todas as províncias onde a empresa opera, nomeadamente Luanda, Benguela, Huíla, Huambo e Zaire. Segundo a TVCABO, o reforço da capacidade resulta dos investimentos realizados na modernização da sua infra-estrutura e permitirá aos clientes beneficiar de maior velocidade, estabilidade e melhor desempenho para actividades como streaming, videoconferências, jogos online e utilização simultânea de vários dispositivos.

Outra novidade é a disponibilização do Débito Directo, uma solução desenvolvida em parceria com a EMIS, que permite o pagamento automático das facturas directamente através da conta bancária do cliente. O serviço está disponível para clientes residenciais e empresariais e pode ser activado nas lojas da TVCABO ou através da aplicação Multicaixa Express, oferecendo maior comodidade e continuidade na utilização dos serviços.

Para António Correia, Director-Geral da TVCABO, os 20 anos da empresa representam não apenas um marco histórico, mas também um compromisso renovado com a evolução tecnológica.

“Os nossos 20 anos representam experiência e conhecimento do mercado, mas também responsabilidade para continuar a evoluir. Este compromisso traduz-se numa aposta contínua na qualidade dos serviços, na modernização das nossas infra-estruturas e na adopção de uma abordagem centrada na conectividade, no serviço e na proximidade.”

Durante a FILDA 2026, os visitantes podem conhecer estas soluções através de demonstrações práticas no stand da operadora, onde equipas técnicas e comerciais apresentam as novas funcionalidades e esclarecem dúvidas do público.

Oceano Máquinas leva tecnologia de monitorização remota da JCB à FILDA 2026

A Oceano Máquinas e Equipamentos está a apresentar, na 41.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA 2026), a marca britânica JCB, destacando equipamentos de construção e movimentação de terras equipados com tecnologias de monitorização remota e gestão inteligente de frotas.

Entre as principais inovações em exposição está o LiveLink, um sistema de telemetria desenvolvido pela JCB que permite aos gestores de frota acompanhar, em tempo real, a localização geográfica dos equipamentos, o estado de funcionamento, o consumo de combustível e diversos parâmetros relacionados com a operação e manutenção das máquinas.

Em entrevista ao Portal Menos Fios, o gestor comercial da Oceano Máquinas e Equipamentos, Victor Pina, explicou que esta tecnologia foi concebida para aumentar a eficiência operacional e facilitar a gestão dos equipamentos.

“O sistema LiveLink permite ao responsável da frota acompanhar a localização geográfica da máquina, o seu estado de funcionamento, o consumo e vários parâmetros de serviço, permitindo uma gestão mais eficiente dos equipamentos”, afirmou.

Segundo o responsável, a recepção do mercado angolano tem sido bastante positiva, uma vez que muitos clientes já conhecem a qualidade e a fiabilidade da marca JCB.

Durante a FILDA 2026, a empresa apresenta retroescavadoras, pás carregadoras, mini-pás carregadoras, compactadores, manipuladores telescópicos e outros equipamentos destinados aos sectores da construção civil, mineração, agricultura, logística e infra-estruturas.

Para a Oceano Máquinas e Equipamentos, a participação na feira vai além da apresentação de novos equipamentos. A empresa pretende reforçar a proximidade com clientes e parceiros, demonstrando como a integração de tecnologias digitais, como a telemetria, pode aumentar a produtividade, reduzir custos operacionais e optimizar a gestão de frotas.

A aposta em soluções inteligentes acompanha a crescente transformação digital do sector da maquinaria pesada, onde a conectividade e a análise de dados assumem um papel cada vez mais relevante na gestão e manutenção dos equipamentos.

Pay4all lança oficialmente Cartão Multicaixa é-Kwanza na FILDA 2026

A Pay4all apresentou oficialmente, esta quarta-feira (22), o Cartão Multicaixa é-Kwanza, durante uma sessão de interacção com os órgãos de comunicação social realizada no âmbito da 41.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA 2026).

Na ocasião, a empresa realizou também a primeira transacção oficial com o novo cartão, demonstrando o seu funcionamento e reforçando a aposta na inclusão financeira e na digitalização dos meios de pagamento em Angola.

Durante a sessão, o Presidente da Comissão Executiva (PCE) e CEO da Pay4all, Nuno Veiga, revelou que o Cartão Multicaixa é-Kwanza será expandido gradualmente para outras províncias do país através da rede de agentes autorizados da empresa. Numa primeira fase, a presença física da Pay4all estará concentrada em Luanda e no Huambo.

Uma das principais vantagens da nova solução é que não exige a abertura de uma conta bancária para a sua adesão. Os utilizadores podem solicitar, emitir e activar o cartão de forma simples, tornando os serviços financeiros mais acessíveis a um maior número de cidadãos.

O cartão é compatível com toda a rede Multicaixa, permitindo realizar compras em terminais de pagamento (TPA), levantamentos em caixas automáticas (ATM) e outras operações disponíveis na rede nacional de pagamentos.

Segundo a Pay4all, o lançamento do Cartão Multicaixa é-Kwanza representa mais um passo na estratégia da empresa para promover a inclusão financeira, facilitar o acesso aos pagamentos electrónicos e acelerar a transformação digital do sistema financeiro angolano.

Durante a FILDA 2026, os visitantes do stand da empresa podem aderir ao cartão, receber a emissão e activação imediatas, além de conhecer outras soluções da Pay4all, como a carteira digital é-Kwanza, a plataforma de pagamentos é+ e a funcionalidade KWiK.