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EUA acusam empresas chinesas de IA de copiar modelos avançados para reduzir custos

Autoridades norte-americanas de segurança cibernética e de combate ao crime acusaram, esta terça-feira (8), empresas chinesas de inteligência artificial (IA) de realizarem o que classificam como “actividades agressivas de destilação em escala industrial”.

A acusação consta de um comunicado conjunto divulgado por três agências de segurança dos Estados Unidos, que apontam para a utilização de técnicas destinadas a acelerar e reduzir os custos de desenvolvimento de novos modelos de inteligência artificial.

O que é a destilação de IA?

A destilação é uma técnica utilizada no desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial na qual um modelo mais pequeno é treinado a partir das respostas produzidas por um modelo maior e mais avançado.

Na prática, em vez de uma empresa desenvolver e treinar um modelo do zero, pode utilizar os resultados de sistemas mais sofisticados como fonte de aprendizagem para criar uma versão mais pequena e menos dispendiosa.

A técnica pode ser utilizada de forma legítima no desenvolvimento de modelos de IA. No entanto, as autoridades norte-americanas alegam que algumas empresas chinesas estarão a utilizar este processo de forma agressiva e em grande escala para obter capacidades de modelos avançados sem suportar os mesmos custos de desenvolvimento.

Redução dos custos de desenvolvimento

A utilização da destilação pode permitir que modelos mais pequenos adquiram determinadas capacidades de sistemas maiores, reduzindo significativamente os recursos necessários para o seu treino.

Para as empresas de inteligência artificial, esta abordagem pode representar uma redução dos custos associados à computação, à utilização de dados e ao desenvolvimento de novos modelos.

A acusação norte-americana surge num contexto de crescente competição tecnológica entre os Estados Unidos e a China, sobretudo no sector da inteligência artificial, considerado estratégico para o desenvolvimento económico, tecnológico e de segurança nacional.

WhatsApp prepara-se para abandonar milhões de telemóveis Android

Se tem um telemóvel Android antigo ou desatualizado é melhor que trate de resolver a situação se quer continuar o WhatsApp com todas as funcionalidades a que tem direito. Acontece que a app de mensagens passará a contar com novos requisitos mínimos para o sistema operativo da Google.

Como se pode ler no site oficial do WhatsApp, a partir desta terça-feira, dia 8 de setembro, a app terá como requisitos mínimos a versão 6 do Android.

Significa isto que milhões de telemóveis com o sistema operativo da Google ficarão sem suporte da parte do WhatsApp, o que significa que estes dispositivos não contarão com atualizações de segurança ou com novas funcionalidades.

“Todos os anos analisamos o software e os dispositivos mais antigos e com menor número de utilizadores”, pode ler-se na explicação do WhatsApp. “Estes dispositivos também podem não ter as actualizações de segurança mais recentes ou podem não ter as funcionalidades necessárias para executar o WhatsApp”.

É preciso sublinhar que alguns telemóveis poderão continuar a usar o WhatsApp, mas ver-se-ão impedidos de ter acesso a atualizações consideradas importantes. Assim, se tem vindo a adiar a atualização do sistema operativo do telemóvel, recomendamos que o faça brevemente. Da mesma forma, se tem mantido um telemóvel sem acesso à versão Android 6 do sistema operativo, recomendamos que considere a compra de um novo modelo.

Lembrar também que a decisão do WhatsApp apenas se aplica, por enquanto, aos telemóveis Android. No entanto, os utilizadores de iPhone terão de lidar com uma medida semelhante nos próximos tempos – mais precisamente em novembro.

Tal como refere o site oficial do WhatsApp, a partir do dia 30 de novembro só a versão 15.5 do iOS (ou posterior) será compatível com a app de mensagens.

Waymo desafia Tesla na corrida pelos carros autónomos

A corrida pelos carros totalmente autónomos está a ganhar novos contornos. A Waymo, empresa pertencente à Alphabet, responsável pelo Google, intensificou as críticas à abordagem da Tesla poucos dias antes do lançamento oficial do Cybercab, o veículo autónomo da fabricante norte-americana.

A Waymo defende que os carros sem motorista precisam de combinar diferentes tipos de sensores e sistemas de segurança para funcionarem de forma confiável. A empresa também considera que sistemas baseados apenas em inteligência artificial, de ponta a ponta, ainda não oferecem segurança suficiente para uma operação autónoma em grande escala.

As declarações surgem numa altura em que a Tesla se prepara para apresentar formalmente o Cybercab e ampliar a sua aposta nos robotáxis.

Enquanto isso, a Waymo continua a expandir o seu serviço de transporte sem motorista nos Estados Unidos, já presente em mais de uma dúzia de cidades e com novos mercados anunciados recentemente.

A disputa entre as duas empresas representa mais do que uma simples diferença de opiniões tecnológicas. Está em jogo o futuro dos robotáxis e um mercado que poderá movimentar centenas de milhares de milhões de dólares nos próximos anos.

Se a Tesla conseguir demonstrar que o Cybercab pode operar com segurança e em grande escala, poderá desafiar directamente a posição que a Waymo vem construindo há anos no sector.

Mário Oliveira destaca papel dos jovens na transformação digital de Angola


O ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, destacou o papel dos jovens na transformação digital de Angola, durante a abertura da 17.ª edição do Fórum de Inovação Tecnológica e Telecomunicações (FITITEL).

O evento arranco no Instituto de Telecomunicações (ITEL), no Rangel, em Luanda, reunindo estudantes e outros intervenientes ligados às áreas das tecnologias, inovação e investigação.

Durante a cerimónia, Mário Oliveira afirmou que o FITITEL tem servido, ao longo dos anos, como uma importante plataforma para apresentar o potencial criativo e inovador dos estudantes do ITEL.

Segundo o ministro, os projectos desenvolvidos pelos jovens demonstram o compromisso destes com a formação, a investigação e o desenvolvimento do país.

“O FITITEL, que vai na sua 17.ª edição, tem demonstrado que os nossos jovens estudantes do ITEL têm trabalhado, têm investigado e estão comprometidos com os estudos e com o País”, afirmou Mário Oliveira.

A 17.ª edição do FITITEL volta, assim, a colocar os jovens no centro do debate sobre tecnologia, inovação e transformação digital em Angola.

FITITEL 2026: TVCABO reforça compromisso com a formação e desenvolvimento dos jovens angolanos

A TVCABO reforçou o compromisso com a formação e capacitação de jovens angolanos ao voltar a apoiar a Feira de Inovação Tecnológica do ITEL (FITITEL 2026), iniciativa promovida pelo Instituto de Telecomunicações (ITEL).

A participação acontece no ano em que a empresa assinala 20 anos de actividade em Angola e inclui a assinatura de um Protocolo de Cooperação Institucional com o ITEL, com foco na formação, capacitação dos estudantes e melhoria das condições de acesso à conectividade.

Entre as medidas previstas no acordo está a criação de oportunidades de estágio para estudantes do ITEL, permitindo que os jovens tenham contacto com o ambiente profissional e adquiram experiência prática para complementar a formação académica.

A parceria prevê igualmente a disponibilização de serviços de Internet da TVCABO ao ITEL, incluindo acesso destinado aos estudantes no âmbito das suas actividades académicas.

A iniciativa pretende contribuir para um ambiente de aprendizagem com melhores condições de conectividade, facilitando o acesso a recursos digitais e apoiando actividades relacionadas com inovação e desenvolvimento de competências tecnológicas.

Para além da componente de formação, a TVCABO continuará a apoiar os projectos apresentados na FITITEL através da atribuição de prémios aos melhores trabalhos. Os projectos distinguidos receberão um ano de serviço de Internet TVCABO, como incentivo à continuidade e desenvolvimento das ideias apresentadas pelos estudantes.

A empresa considera que o desenvolvimento do sector das telecomunicações depende também da formação e valorização do talento nacional, procurando aproximar as tecnologias de informação e comunicação das instituições de ensino.

“Celebrar 20 anos é também reafirmar a nossa responsabilidade para com o futuro. Acreditamos que investir na formação dos jovens, apoiar a inovação e aproximar as tecnologias de informação e comunicação das instituições de ensino é uma forma concreta de contribuir para o desenvolvimento de Angola”, afirmou António Correia, Director-Geral da TVCABO.

Angola terá primeira universidade virtual em 2028

Angola deverá contar, pela primeira vez, com uma Universidade Virtual em 2028, uma iniciativa que pretende ampliar o acesso ao ensino superior através das tecnologias digitais e criar novas possibilidades de formação para estudantes que enfrentam limitações de mobilidade, distância ou disponibilidade de tempo.

A informação foi avançada pelo secretário de Estado para o Ensino Superior, Eugénio da Silva, em declarações à ANGOP. A instituição, denominada Universidade Virtual de Angola (UVA), deverá funcionar no regime de ensino semipresencial e a distância.

O projecto prevê a disponibilização de cursos de licenciatura e pós-graduação, permitindo aos estudantes acompanhar a formação através de plataformas digitais, sem a necessidade de frequentar diariamente uma instituição de ensino no modelo tradicional.

Infra-estruturas digitais em preparação

Segundo o secretário de Estado, as infra-estruturas tecnológicas e as plataformas digitais destinadas ao processo de aprendizagem encontram-se em fase de consolidação e testes.

Os estudos preliminares relacionados com o modelo de concessão da Universidade Virtual de Angola já foram concluídos e aprovados. O projecto encontra-se agora na fase de operacionalização do modelo conceptual definido para a criação da instituição.

Antes do início efectivo das actividades, ainda deverão ser cumpridas outras etapas, entre as quais a constituição da universidade e a sua aprovação em Conselho de Ministros.

Aproveitamento das infra-estruturas existentes

A Universidade Virtual de Angola poderá ser instalada numa instituição de ensino superior já existente. A ideia é aproveitar infra-estruturas, recursos tecnológicos e técnicos disponíveis no país para garantir o funcionamento da nova universidade.

Além da componente tecnológica, a instituição deverá contar com profissionais responsáveis pela organização pedagógica dos cursos e pelo acompanhamento e gestão dos estudantes.

De acordo com Eugénio da Silva, a UVA deverá ser a primeira universidade virtual do país e poderá permanecer como uma instituição única durante vários anos, tendo em conta a disponibilidade actual de recursos humanos e tecnológicos.

Tecnologia para ampliar o acesso ao ensino superior

A criação da Universidade Virtual de Angola representa uma aposta no uso das tecnologias digitais como ferramenta para ampliar o acesso à formação superior.

O modelo poderá beneficiar sobretudo estudantes que vivem fora dos grandes centros urbanos ou que precisam de conciliar os estudos com o trabalho e outras responsabilidades.

Por meio do ensino a distância, os estudantes poderão utilizar plataformas de aprendizagem e outros recursos digitais para acompanhar as actividades académicas.

Apple enfrenta processo de Kz 2,5 biliões no Reino Unido por regras de rastreamento de aplicações


A Apple enfrenta uma acção colectiva de 2 mil milhões de libras, equivalente a aproximadamente Kz 2,5 biliões, no Reino Unido, movida em nome de programadores de aplicações. A empresa é acusada de abusar da sua posição no mercado ao impor regras de rastreamento mais rigorosas a serviços de terceiros.

O processo foi apresentado nesta quinta-feira, 3 de Setembro, no Tribunal de Apelação da Concorrência de Londres (Competition Appeal Tribunal) e está relacionado com o App Tracking Transparency (ATT), sistema lançado pela Apple em 2021. (Reuters⁠)

A funcionalidade permite que os utilizadores decidam se pretendem autorizar as aplicações a acompanhar a sua actividade em aplicações e sites de outras empresas. A Apple defende que o sistema foi criado para reforçar a privacidade e dar aos utilizadores maior controlo sobre os seus dados.

No entanto, os responsáveis pela acção alegam que o ATT impôs exigências mais rígidas aos programadores de aplicações de terceiros do que aos próprios serviços da Apple. Segundo a acusação, essa diferença teria criado uma vantagem competitiva para o ecossistema de publicidade da empresa.

Ann Pope, antiga responsável da Autoridade de Concorrência e Mercados do Reino Unido (CMA) e líder da acção, afirmou que a política da Apple causou prejuízos significativos a empresas que dependem da plataforma para chegar aos consumidores.

O caso coloca em discussão o equilíbrio entre a protecção da privacidade dos utilizadores e a concorrência no mercado de publicidade digital.

Para os programadores e empresas que dependem do rastreamento para publicidade direccionada, as restrições podem limitar a capacidade de medir campanhas e gerar receitas.

O App Tracking Transparency já foi alvo de investigações por parte de autoridades de concorrência em vários países europeus.

Na Alemanha, a Apple concordou recentemente em alterar regras relacionadas com a utilização de dados pessoais por programadores para publicidade direccionada, depois de a autoridade alemã da concorrência ter levantado preocupações sobre possíveis práticas anticoncorrenciais. Reguladores de França, Itália e Polónia também analisaram o sistema. (Reuters⁠)

A Apple ainda não apresentou uma resposta específica sobre o novo processo no Reino Unido.

Benguela vai receber amarração de cabo submarino para reforçar conectividade do Corredor do Lobito

O Governo angolano prevê a amarração de um cabo submarino na costa da província de Benguela, no âmbito do projecto de expansão da Rede Nacional de Fibra Óptica. A infra-estrutura deverá reforçar a ligação entre as cidades costeiras e as regiões do interior, contribuindo para melhorar a conectividade ao longo do Corredor do Lobito.

A informação foi avançada na quarta-feira, 2 de Setembro, pelo ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, à margem da inauguração do data center da ZAP Fibra, no Lobito.

Segundo o ministro, a nova ligação submarina deverá servir de suporte à rede terrestre de fibra óptica, numa estratégia que pretende tornar o Corredor do Lobito cada vez mais robusto do ponto de vista das infra-estruturas de telecomunicações.

Mário Oliveira destacou o crescimento das diferentes indústrias na região e a necessidade de garantir serviços de Internet com maior qualidade e capacidade para responder às novas exigências.

A instalação do cabo submarino deverá, neste contexto, complementar a rede terrestre existente e criar melhores condições para a expansão dos serviços digitais, tanto para empresas como para outros utilizadores.

O projecto enquadra-se ainda na ambição do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social de ampliar a cobertura de Internet por fibra óptica em todo o território nacional.

O governante adiantou que existem várias infra-estruturas em preparação para alcançar esse objectivo, destacando precisamente o trabalho em curso para a amarração de um cabo submarino na costa de Benguela.

Benguela como ponto estratégico

A nova infra-estrutura poderá reforçar a posição de Benguela como um dos pontos estratégicos das telecomunicações em Angola, sobretudo pela sua ligação ao Corredor do Lobito e às actividades económicas desenvolvidas ao longo desta rota.

A expansão da conectividade de alta capacidade é considerada essencial para suportar serviços digitais, centros de dados, empresas e novas soluções tecnológicas que dependem de ligações de Internet mais estáveis e resilientes.

A iniciativa surge numa altura em que o Corredor do Lobito ganha importância como eixo de circulação de mercadorias e de desenvolvimento económico regional, aumentando também a necessidade de infra-estruturas digitais capazes de acompanhar esse crescimento.

OpenAI diz que novo modelo de IA exigirá medidas de segurança reforçadas

A OpenAI afirmou que o seu próximo modelo de inteligência artificial (IA), denominado Astra, é suficientemente avançado para exigir novas medidas de segurança antes de ser disponibilizado ao público.

Segundo a empresa, os testes realizados durante o desenvolvimento indicaram que o sistema é significativamente mais capaz do que o GPT-5.6 Sol, actualmente apresentado como o modelo mais sofisticado da OpenAI disponível ao público.

Um dos principais motivos de preocupação está relacionado com as capacidades do Astra na área da cibersegurança. A OpenAI classificou o modelo como o primeiro a atingir o nível considerado “crítico” neste domínio, devido à sua capacidade de identificar vulnerabilidades e desenvolver formas de as explorar com um elevado grau de autonomia.

De acordo com a OpenAI, o Astra consegue identificar falhas de segurança anteriormente desconhecidas e desenvolver métodos para explorá-las sem necessitar de orientação humana em cada etapa do processo.

Nos testes realizados pela empresa, o modelo foi capaz de encontrar vulnerabilidades em sistemas considerados protegidos e combinar diferentes falhas para desenvolver possíveis formas de invasão.

A capacidade representa um avanço importante para a utilização da IA em cibersegurança, mas também aumenta os riscos associados ao uso indevido da tecnologia. Um sistema capaz de descobrir e explorar vulnerabilidades de forma autónoma poderia ser utilizado tanto para fins defensivos como para realizar ataques.

Perante essas capacidades, a OpenAI afirma que implementou controlos de segurança mais rigorosos durante o desenvolvimento do Astra.

A empresa pretende disponibilizar o modelo inicialmente a um grupo limitado de utilizadores. As funcionalidades mais avançadas relacionadas com cibersegurança deverão ter restrições adicionais e ser disponibilizadas primeiro a testadores seleccionados.

Posteriormente, essas ferramentas poderão ser direccionadas para aplicações defensivas, como a identificação de vulnerabilidades, análise de sistemas e reforço da protecção de redes e infra-estruturas digitais.

A OpenAI afirma que pretende disponibilizar o Astra em breve, mas a implementação gradual permitirá avaliar melhor os riscos e ajustar os mecanismos de segurança antes de uma expansão do acesso.

O caso mostra também uma mudança na forma como os modelos de IA cada vez mais avançados estão a ser desenvolvidos: quanto maior for a capacidade de executar tarefas complexas de forma autónoma, maior será a necessidade de controlar aquilo que o sistema pode fazer e quem pode ter acesso às suas funcionalidades mais poderosas.

iPhone 18 Pro pode chegar com três novas cores; veja quais são

A Apple deverá apresentar oficialmente a nova geração do iPhone nas próximas semanas, mas os rumores sobre o iPhone 18 Pro já começaram a revelar possíveis novidades, incluindo as cores que estarão disponíveis no aparelho.

Segundo informações divulgadas pelo perfil Fixed Focus Digital, na rede social Weibo, o iPhone 18 Pro poderá chegar ao mercado nas cores Dark Cherry (cereja escuro), Sky Blue (azul celeste) e Black (preto).

Caso a informação seja confirmada, a Apple deverá abandonar algumas das opções utilizadas no iPhone 17 Pro. Na geração anterior, a empresa apostou nas cores prata, laranja-cósmico e azul-intenso.

A tradicional versão prata é apontada como uma das possíveis ausências da nova geração. De acordo com o mesmo informante, não foram encontradas evidências da cor na cadeia de fornecimento chinesa.

Apesar disso, os rumores ainda não são consensuais. O jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, descreveu a principal nova tonalidade como “deep red”, enquanto o Macworld refere-se à mesma cor como Dark Cherry e aponta também para opções em azul claro, cinza escuro e prata.

Outro informante, conhecido como Instant Digital, afirma que a Apple poderá optar por não lançar a versão preta. Modelos de demonstração que circularam na internet, entretanto, mostraram aparelhos em tons de cereja, azul claro, preto e prata.

Por enquanto, a tonalidade avermelhada parece ser a principal candidata a substituir o laranja-cósmico do iPhone 17 Pro. No entanto, a composição final da paleta só deverá ser confirmada pela Apple durante o lançamento oficial.

Além das cores, o evento deverá revelar outros detalhes sobre a nova geração de iPhones e poderá esclarecer também os rumores sobre o primeiro iPhone dobrável da empresa.