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Terça-feira, Março 3, 2026
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SETIC-FP e NOSI firmam parceria para transformação digital das Finanças Públicas

Esta colaboração reforça o compromisso institucional com a transformação digital, visa aumentar a eficiência, transparência e qualidade dos serviços prestados aos cidadãos e às instituições. A parceria estabelece bases sólidas para a modernização dos sistemas tecnológicos, a integração de plataformas digitais e o fortalecimento da segurança da informação no domínio das finanças públicas Angola e Cabo Verde.

Para o Director Gera do SETIC-FP, Edilson Coelho o acto hoje celebrado representa mais um pilar estratégico no fortalecimento dos serviços prestados a nível das finanças públicas e reflete todo empenho da instituição na busca pela excelência operacional.

Angola e Moçambique aprofundam parceria tecnológica nas finanças públicas

Com este acordo, o SETIC-FP e o NOSI comprometem-se a trabalhar de forma articulada na implementação de soluções tecnológicas inovadoras, na capacitação técnica das equipas e na consolidação de uma governação digital mais robusta, alinhada com as melhores práticas internacionais.

A iniciativa representa um marco relevante no processo de digitalização da administração pública e contribui para uma gestão financeira mais eficaz, transparente e orientada para resultados nas finanças públicas dos dois países.

MWC 2026: Huawei redefine a vida inteligente com inovações de ponta


A Huawei revelou suas últimas inovações no Mobile World Congress (MWC 2026), sob o tema “Agora É Seu”, apresentando produtos que vão de smartphones e tablets a PCs, relógios e fones de ouvido, reforçando sua visão de um futuro digital conectado e inteligente.

A zona-do-seu-mundo-inteligente

Na área “Seu Mundo Inteligente”, a Huawei destacou a integração de hardware e software com o ecossistema HarmonyOS. O HUAWEI MatePad Mini, tablet de 8,8 polegadas, combina portabilidade com desempenho de ponta, enquanto o PaperMatte Display oferece experiência de escrita e desenho similar ao papel.

A série Mate 80 trouxe recursos de inteligência artificial que personalizam a experiência do usuário, e o dobrável Mate X7 impressionou com tecnologia avançada de dobradiça e tela, estabelecendo novos padrões para o sector.

The “Energize Your Life” zone

Na zona “Energize Your Life”, os visitantes puderam testar dispositivos vestíveis que combinam tecnologia e bem-estar:

  • HUAWEI WATCH GT 6 – métricas avançadas de ciclismo.
  • HUAWEI WATCH GT Runner 2 – Modo Maratona Inteligente para treinos guiados.
  • HUAWEI WATCH 5 e D2 – monitoramento completo da saúde com alertas proativos.
The “Explore Yourself” zone

A área “Explore Yourself” apresentou o aplicativo GoPaint, democratizando a arte digital com interface intuitiva. Para criadores de vídeo, a tecnologia de imagem XMAGE, no Mate 80 Pro, oferece faixa dinâmica elevada, cores precisas e recursos avançados de macro, câmera lenta e telefoto, permitindo produções de qualidade profissional diretamente no smartphone.

Com a filosofia “Agora É Sua”, a Huawei reafirma seu compromisso com a inovação contínua, oferecendo produtos e experiências que permitem aos usuários explorar e capturar momentos extraordinários na vida digital em 2026.

Angola avança com avaliação nacional sobre Ética da Inteligência Artificial


O Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS) apresenta, nesta terça-feira (03), o Projecto RAM da
UNESCO, uma iniciativa internacional voltada para a avaliação da prontidão dos Estados na adopção ética da Inteligência Artificial (IA). A acção marca o início de um processo de diagnóstico nacional que vai medir o grau de preparação institucional, legal, técnica e social de Angola face aos desafios e oportunidades trazidos por esta tecnologia emergente.

O Projecto RAM (Readiness Assessment Methodology) funciona como uma ferramenta estratégica que permite identificar lacunas, riscos e potencialidades no ecossistema digital do país. O objectivo é assegurar que o desenvolvimento e a utilização da Inteligência Artificial ocorram de forma responsável, inclusiva e alinhada com os princípios internacionais definidos pela UNESCO sobre ética na IA.

Durante o evento será igualmente apresentado o consultor nacional que ficará responsável pela coordenação técnica do processo de avaliação, conduzindo o levantamento de informações junto de instituições públicas, sector privado, academia e parceiros internacionais. A iniciativa pretende promover uma reflexão ampla sobre governação digital e criar bases sólidas para a definição de futuras políticas públicas no domínio da Inteligência Artificial.

A sessão deverá reunir dirigentes ministeriais, responsáveis de institutos e empresas públicas tuteladas, especialistas do sector tecnológico e demais actores relevantes, reforçando o compromisso de Angola com uma transformação digital estruturada, transparente e centrada no interesse público.

FONTE: JA

Deepfake: a tecnologia que pode enganar o mundo digital

A evolução da inteligência artificial trouxe avanços impressionantes, mas também novos desafios. Entre as inovações que mais têm gerado debate está o deepfake, uma tecnologia capaz de criar vídeos e áudios falsos com um nível de realismo que pode confundir até os mais atentos.

Num cenário em que as redes sociais são a principal fonte de informação para muitos angolanos, o impacto dessa tecnologia levanta sérias preocupações sobre segurança digital, reputação e desinformação.

O que é, afinal, o deepfake?

O termo surge da combinação de deep learning (aprendizagem profunda) com a palavra inglesa fake (falso). Trata-se de uma técnica baseada em inteligência artificial que permite manipular imagens, vídeos e vozes para criar conteúdos altamente realistas, mas que nunca aconteceram na vida real.

Na prática, é possível fazer uma figura pública “dizer” algo que nunca disse ou colocar o rosto de uma pessoa num vídeo onde ela nunca esteve.

Como funciona essa tecnologia?

O deepfake utiliza redes neurais artificiais que analisam centenas ou até milhares de imagens e gravações de uma pessoa. A partir desses dados, o sistema aprende padrões de voz, expressões faciais e movimentos, conseguindo reproduzi-los de forma convincente.

Quanto maior for a quantidade de conteúdo disponível online sobre alguém, maior será a precisão da manipulação.

Onde está o perigo?

Embora possa ser usado para entretenimento, cinema ou educação, o deepfake tem sido cada vez mais associado a:

  • Desinformação política;
  • Fraudes financeiras com clonagem de voz;
  • Manipulação de discursos públicos;
  • Uso indevido de imagem em conteúdos íntimos falsos;

Em países como Angola, onde o consumo de conteúdos digitais cresce de forma acelerada, a circulação de vídeos manipulados pode influenciar opiniões e gerar crises desnecessárias.

Angola está preparada?

Actualmente, Angola não possui uma legislação específica sobre deepfake. No entanto, crimes como burla informática, difamação e uso indevido de imagem já estão previstos na lei.

Especialistas defendem que, além de reforço legal, é fundamental apostar na literacia digital, sobretudo entre jovens, para que saibam identificar possíveis manipulações.

Como identificar um possível deepfake?

Apesar de cada vez mais sofisticados, alguns sinais podem ajudar:

  • Movimentos labiais ligeiramente descoordenados;
  • Expressões faciais artificiais;
  • Voz com entonação pouco natural;
  • Falhas de iluminação ou sombras inconsistentes;

Ainda assim, com a evolução da tecnologia, distinguir o real do falso torna-se cada vez mais difícil.

O futuro: inovação ou ameaça?

O deepfake é um reflexo do poder crescente da inteligência artificial. Pode ser uma ferramenta criativa poderosa, mas também uma arma perigosa quando usada sem ética.

Num mundo cada vez mais digital, a responsabilidade não é apenas das plataformas e das autoridades, mas também dos utilizadores. Pensar antes de partilhar e verificar antes de acreditar tornou-se mais importante do que nunca.

Testes de Penetração: tipos de testes que podem revelar vulnerabilidades

O que é um Teste de Penetração?

Um teste de penetração, ou pentest, é uma simulação controlada de ciberataque a sistemas, redes ou aplicações, com o objetivo de descobrir falhas, antes que estas sejam exploradas. Enquanto um simples scanner de vulnerabilidades só mostra onde há falhas, um pentest tem como objetivo explorar essas falhas para avaliar o impacto real.

Tipos de Testes de Penetração

1) Black Box

  • O pentester não tem informação prévia sobre o sistema.
  • Simula um ataque externo real
  • Ideal para testar a resiliência de firewalls e serviços expostos
  • Pode ser mais demorado, mas revela vulnerabilidades que seriam ignoradas em testes internos

2) Grey Box

  • O pentester recebe informação limitada, como por exemplo credenciais de um utilizador comum.
  • Simula um atacante interno ou autenticado

3) White Box

  • O pentester tem acesso completo ao código-fonte, diagramas e credenciais de admin.
  • Revela falhas profundas que escapam a outros testes
  • Ideal para auditorias completas e compliance
  • Muito eficiente, menos tempo gasto do que um Black Box

Quanto ao alvo do teste

Pentest de Rede

  • Avalia infraestruturas internas e externas: servidores, switches, firewalls e serviços expostos. Ferramentas comuns: Nmap, Metasploit

Pentest Web

  • Focado em aplicações web, onde ataques como SQL Injection ou XSS podem comprometer dados. Referência: OWASP – Top 10 vulnerabilidades críticas

Pentest Mobile

Testa apps Android e iOS para encontrar falhas em:

  • APIs inseguras
  • Armazenamento de dados sensíveis
  • Engenharia reversa de código

Engenharia Social

O elo mais fraco de qualquer sistema é o fator humano.

  • Phishing
  • Vishing
  • Pretexting

Este teste mostra como alguém pode ser manipulado a entregar dados confidenciais

Pentest Físico

Avalia a segurança física das instalações:

  • Acesso não autorizado a salas técnicas
  • Proteção de equipamentos
  • Controlo de entradas

Pentest Cloud

No mundo da nuvem, configurações erradas e permissões excessivas podem ser fatais.

  • AWS, Azure ou Google Cloud
  • Serviços mal configurados podem expor dados críticos

Testes Especiais

Red Team

  • Simula um ataque real sem aviso, para testar a reação da empresa

Blue Team

  • Equipa defensiva que deteta e responde a ataques

Purple Team

  • Combinação de Red e Blue para melhorar processos de segurança

A segurança digital deve ser proactiva. Conhecer os diferentes tipos de testes de penetração permite planear estratégias de defesa eficientes e evitar surpresas que podem custar milhões.

Pagamentos via RUPE já valem 36% das receitas correntes do Estado

O Estado arrecadou mais de 18,9 biliões de kwanzas em receitas correntes em 2025. Deste montante, cerca de 36%, o equivalente a 6,7 biliões de kwanzas, deram entrada na Conta Única do Tesouro através da Referência Única de Pagamentos ao Estado, conhecida como RUPE. O sistema tem registado um crescimento consistente desde 2020, ano em que foi aprimorado, segundo cálculos do Expansão com base em dados da Empresa Interbancária de Serviços, EMIS.

A RUPE é um instrumento utilizado para o pagamento de impostos, emolumentos e diversos serviços estatais. Apesar de os impostos do sector petrolífero ainda não serem pagos por esta via, o que reduz o seu peso nas receitas fiscais correntes, o crescimento dos pagamentos electrónicos aponta para uma digitalização cada vez mais efectiva dos pagamentos ao Estado, garantindo maior agilidade e segurança aos contribuintes.

Desde 2020, o número de operações efectuadas através da RUPE aumentou mais de 927%, o que corresponde a uma média de crescimento anual de 155%. Só em 2025, as operações cresceram 122%, atingindo 12,5 milhões, face ao ano anterior. Esse aumento resultou numa arrecadação de 6,7 biliões de kwanzas, mais 1,3 biliões em comparação com 2024.

Este desempenho acompanha o crescimento das operações e transacções na rede Multicaixa, com destaque para a expansão do Multicaixa Express e de outros mecanismos de pagamentos electrónicos. Ainda assim, no universo específico dos pagamentos via RUPE, o Multicaixa Express surge apenas como o quarto canal mais utilizado. À frente estão os Caixas Automáticos, o modelo Host to Host, que envolve transacções directas e automatizadas entre sistemas de instituições, e os Terminais de Pagamento Automáticos.

No campo das finanças públicas, a digitalização já apresenta sinais mais evidentes. No entanto, o mesmo não se verifica em outros serviços da administração pública, onde, apesar de medidas de simplificação e integração tecnológica, o progresso tem sido lento. Um exemplo disso é o ranking das Nações Unidas sobre Governação Electrónica, que coloca Angola entre os países com pior desempenho na prestação de serviços digitais pelo Estado, ocupando a 83.ª posição entre 193 países. A governação electrónica, contudo, não se resume apenas à tecnologia, envolvendo também transparência, eficiência e confiança nos serviços públicos.

A RUPE, implementada em 2018, é um serviço de pagamento electrónico criado pela EMIS em coordenação com o Banco Nacional de Angola e a Administração Geral Tributária. O objectivo passa por digitalizar os pagamentos ao Estado, eliminar burocracias administrativas, aumentar a segurança das transacções e tornar os processos mais eficientes e ágeis.

Os pagamentos são gerados com base no Número de Identificação Fiscal do contribuinte e podem ser liquidados através de vários canais da rede Multicaixa, como Caixas Automáticos, TPA, Multicaixa Express, Host to Host, ou ainda através do Sistema de Transferência de Créditos.

O mecanismo obriga todos os organismos públicos e privados que arrecadam receitas públicas, bem como as instituições bancárias que operam no país, a integrarem-se na RUPE. Está igualmente em preparação a introdução do pagamento RUPE via KWIK, um meio que não exige bancarização, o que deverá abrir uma nova porta para maior inclusão financeira e acelerar ainda mais a digitalização dos pagamentos ao Estado.

WhatsApp vai permitir agendar envio de mensagens

O WhatsApp está a desenvolver uma nova funcionalidade que permitirá aos utilizadores agendar o envio de mensagens diretamente no aplicativo. A novidade foi descoberta pelo site especializado WABetaInfo, que identificou o recurso numa versão de testes para Android.

De acordo com a publicação, a função está presente na versão 2.26.8.11 do WhatsApp Beta. Com esta actualização, o utilizador poderá escrever uma mensagem normalmente e, em vez de a enviar de imediato, definir uma data e hora específicas para o seu envio, incluindo os minutos exatos.

Como vai funcionar?

As mensagens agendadas serão criadas directamente na caixa de texto da conversa, mantendo o fluxo tradicional do chat. A proposta é tornar a experiência simples e integrada, sem necessidade de recorrer a aplicações externas ou truques alternativos.

Apesar da descoberta, o WABetaInfo não revelou ainda de que forma o recurso será ativado na interface, se através de um menu adicional, pressão prolongada no botão de envio ou outra opção.

Sempre que uma mensagem for agendada, o WhatsApp deverá apresentar uma notificação de confirmação com os detalhes definidos pelo utilizador, como a data e o horário do envio. A medida pretende evitar erros ou envios acidentais, garantindo maior controlo sobre as mensagens programadas.

Ainda não há previsão oficial para o lançamento da funcionalidade na versão estável do aplicativo, mas a presença nos testes indica que o recurso poderá ser disponibilizado ao público em breve.

FONTE: TECMUNDO

Nigéria e União Europeia assinam acordo de cooperação em Ciência e Tecnologia


A Nigéria e a
União Europeia assinaram, em Abuja, um acordo de cooperação científica e tecnológica que reforça a parceria bilateral no domínio da investigação e inovação.

O entendimento foi formalizado por Gautier Mignot, chefe da delegação da UE para a Nigéria e CEDEAO, e por Kingsley Udeh, ministro nigeriano da Inovação, Pesquisa e Tecnologia.

O acordo garante à Nigéria acesso ao Horizon Europe, o principal programa europeu de financiamento à investigação, com orçamento global de cerca de 100 mil milhões de euros. Segundo dados oficiais, 55 projectos com participação nigeriana já beneficiaram de cerca de 20 milhões de euros, sobretudo nas áreas da saúde, agricultura, alimentação e ambiente.

As duas partes criaram ainda um Comité Conjunto de Cooperação Científica e Técnica para acompanhar a implementação do acordo, que é apontado como a primeira estrutura formal de cooperação científica entre a Nigéria e a UE em mais de duas décadas.

FONTE: TECHINAFRICA

AGT alerta para ameaça cibernética ao seu sistema fiscal

Apesar da violência dos ataques informáticos, José Leiria garante que a instituição dispõe de um sistema de alta segurança capaz de neutralizar essas tentativas e frustrar os seus autores.

Segundo a AGT, no país, a Administração Geral Tributária é a instituição que mais sofre tentativas de ataques informáticos mas até agora nenhuma teve sucesso.

O presidente do conselho de administração AGT avançou ainda que a instituição que dirige se viu impelida a melhorar a sua defesa informática, mudar de sistema recentemente.

Em tribunal, esta segunda-feira,23, na qualidade de testemunha, José Leiria assegurou que em 2022 foram detectadas fragilidades no sistema que permitiu o desfalque internamente de 6,4 mil milhões de kwanzas, de cobranças de impostos do IVA, que desencadeou no processo-crime em julgamento conhecido por “Caso AGT”.

Segundo José Leiria, o sistema de segurança da AGT é actualmente um dos mais seguros do mundo, tanto é que tem sofrido várias tentativas de invasão mas nenhuma teve êxito.

“Agora as auditorias aos sistemas informáticos da AGT são feitas permanentemente visto que é das instituições no país que mais sofre tentativas de ataques informáticos. Até agora, não tivemos uma única tentativa bem-sucedida porque temos uma área de informática competente que vai monitorar e auditar tudo”, esclareceu.

Sonangol inaugura Centro de Dados Corporativo nos 50 anos e reforça aposta na transformação digital

A Sonangol inaugurou, nesta quarta-feira (25), o seu novo Centro de Dados Corporativo, no quadro das celebrações dos 50 anos da empresa. A infra-estrutura foi oficialmente apresentada pelo Secretário de Estado para o Petróleo e Gás, José Barroso, e pelo Presidente do Conselho de Administração, Sebastião Martins.

Com cerca de 920 metros quadrados, o centro integra uma área administrativa, centro de operações de segurança (SOC), espaço de monitorização de infra-estruturas, redes e sistemas, salas de UPS, salas de comunicações e uma área principal de data center com 400 metros quadrados. Deste total, 182 metros quadrados já se encontram em utilização efectiva, mantendo margem para expansão futura.

Segundo o Director de Sistemas e Tecnologias de Informação da empresa, Edivaldo Manuel, o projecto resulta de uma estratégia de centralização tecnológica.

“Até então, a empresa dispunha de vários centros de dados distribuídos pelas subsidiárias, mas a Administração decidiu congregar toda a informação num único espaço, garantindo maior eficiência, controlo e segurança operacional”, explicou.

A centralização permitirá maior robustez na gestão de dados, reforço da cibersegurança e optimização dos processos internos, alinhando a companhia às melhores práticas internacionais em governação tecnológica.