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WhatsApp prepara suporte para até três contas no mesmo telemóvel


O WhatsApp está a preparar uma nova funcionalidade que poderá permitir aos utilizadores gerir até três contas no mesmo telemóvel, directamente a partir do aplicativo. A novidade foi identificada na versão Beta do WhatsApp para iOS 26.37.10.15.

Actualmente, a plataforma permite utilizar duas contas no mesmo aplicativo, uma opção que facilita a gestão de números destinados, por exemplo, a assuntos pessoais e profissionais. Com a nova funcionalidade, a Meta pretende ampliar esse limite para três contas.

De acordo com informações divulgadas pelo site especializado WABetaInfo, a alternância entre os perfis deverá manter o mesmo funcionamento. A partir da área de Definições, o utilizador poderá tocar no nome apresentado no topo do ecrã para abrir a lista de contas associadas e seleccionar aquela que pretende utilizar.

Cada conta continuará a funcionar de forma independente. As conversas, notificações, definições de privacidade, cópias de segurança e ficheiros multimédia permanecerão separados entre os diferentes perfis.

As notificações também deverão indicar a conta à qual pertence cada nova mensagem, permitindo ao utilizador identificar rapidamente em qual dos números recebeu a comunicação.

Embora a possibilidade de utilizar três contas possa beneficiar sobretudo utilizadores que precisam de gerir diferentes números, a funcionalidade ainda está numa fase inicial de desenvolvimento.

Por enquanto, não existe uma previsão oficial para o lançamento da opção. O recurso ainda não está disponível nem para os testadores da versão Beta, pelo que poderá levar algum tempo até chegar à versão pública do WhatsApp.

Trump considera “Inteligência Artificial” um nome pouco eloquente e propõe três alternativas


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a abordar o tema da inteligência artificial e sugeriu que a tecnologia deveria ter outro nome.

Numa publicação na sua rede social, Truth Social, Trump afirmou que a expressão “inteligência artificial” é imprecisa e “pouco eloquente”. Para testar alternativas, lançou uma enquete aos seus seguidores com três propostas: Inteligência Superior (IS), Inteligência Extrema (IE) e Inteligência Suprema (IS).

Trump não explicou, no entanto, como uma eventual mudança de nome poderia ser implementada nem indicou qualquer participação da indústria tecnológica na escolha.

Na publicação, o presidente norte-americano pediu aos seus seguidores que votassem na opção que consideram mais adequada para designar aquilo que chamou de uma “revolução” em crescimento.

A proposta abre uma discussão curiosa sobre a própria terminologia usada para descrever uma das tecnologias que mais tem avançado nos últimos anos.

Angola prepara-se para mais uma Semana Mundial do Espaço


Angola
 vai participar, pelo nono ano consecutivo, na Semana Mundial do Espaço, que decorre de 4 a 10 de Outubro, numa iniciativa promovida pelas Nações Unidas para destacar os avanços e o impacto da ciência e tecnologia espacial.

Em 2026, o evento terá como tema global “Rocket Revolution” (Revolução dos Foguetes). Em Angola, a programação será desenvolvida sob o mote “O espaço como motor de desenvolvimento: conectividade, conhecimento e oportunidades para Angola”.

A iniciativa é promovida pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), através do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN), em parceria com outras entidades.

Entre as actividades previstas estão palestras, debates técnicos, formações, actos regionais e um concurso de foguetes, reunindo estudantes, investigadores, empreendedores e profissionais ligados à ciência e tecnologia.

A programação pretende também aproximar os jovens das áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM), incentivando a investigação, inovação e criação de novas oportunidades no sector espacial.

Além da componente educativa, a Semana Mundial do Espaço pretende reforçar as ligações entre o sector espacial e áreas estratégicas da economia angolana, promovendo parcerias entre universidades, empresas, startups, centros de investigação e instituições públicas e privadas.

Anthropic unifica interfaces do Claude para reduzir fricção

Até ao momento, a aplicação separava as funcionalidades Chat, Cowork e Code em diferentes separadores. Posteriormente, as duas primeiras passaram a integrar o mesmo espaço, com alternância através de um selector no ecrã. Com a nova configuração, essa decisão fica a cargo da própria inteligência artificial, que selecciona automaticamente o recurso mais adequado para cada pedido, desde pesquisas simples com dados da Internet até à criação de documentos e outros artefactos a partir de uma descrição escrita.

O Claude Design passou igualmente a integrar-se de forma mais consistente na plataforma e encontra-se acessível a partir de qualquer área do chatbot.

A Anthropic adicionou ainda um botão dedicado à criação de apresentações e documentos, à semelhança do que o Gemini disponibiliza para imagens, vídeos e música. Abaixo do campo de texto, um menu permite escolher o tipo de resultado pretendido, entre Artefacto, Slides, Documentos e Design.

Esta abordagem apresenta, contudo, uma limitação ao nível da gestão do consumo. Quando cada ferramenta funcionava de forma independente, era mais fácil identificar onde os tokens eram utilizados, sobretudo em funcionalidades como Cowork e Code, que tendem a exigir mais recursos. Com a unificação das ferramentas, o consumo torna-se menos transparente e mais difícil de monitorizar.

A disponibilização desta actualização ocorre de forma gradual. Segundo a Anthropic, a novidade chega aos planos Pro e Max, com acesso através do navegador e das aplicações para computador e dispositivos móveis.

Rede MULTICAIXA anuncia manutenção de três dias e alerta para possível indisponibilidade dos serviços


A Rede MULTICAIXA anunciou a realização de trabalhos de manutenção preventiva periódica nos seus Sistemas e Plataformas Tecnológicas, entre os dias 17 e 19 de Setembro de 2026.

De acordo com o comunicado divulgado pela instituição, os trabalhos estão programados para decorrer durante a madrugada, entre a 01h00 e as 04h00, período em que poderá ocorrer indisponibilidade temporária dos serviços da Rede MULTICAIXA.

A intervenção acontece durante o período prolongado do Dia do Herói Nacional, celebrado esta quinta-feira, 17 de Setembro, e poderá afectar temporariamente os utilizadores que pretendam realizar operações através dos serviços da rede durante o horário indicado.

A Rede MULTICAIXA pede aos utilizadores a sua compreensão pelos eventuais transtornos que possam ser causados durante a execução dos trabalhos.

Os serviços deverão retomar o funcionamento normal fora do período previsto para a manutenção.

Hélio Santana: “O problema não é a falta de dados. É a falta de disciplina para os transformar em decisão”


“O problema não é a falta de dados. É a falta de disciplina para os transformar em decisão.”
A afirmação foi feita por Hélio Santana, Director de Serviços ao Cliente da New Cognito, durante a sua participação no 3.º Fórum sobre Comunicação Institucional e Assessoria de Imprensa (CIAI), realizado no sábado, 12 de Setembro, em Luanda.

Na sua intervenção, subordinada ao tema “O Papel da Pesquisa na Tomada de Decisão: Dados que Orientam Estratégias e Geram Resultados”, o responsável defendeu que as organizações devem adoptar uma abordagem contínua à pesquisa, baseada na escuta, análise, decisão e medição de resultados.

Segundo Hélio Santana, a pesquisa deve fazer parte da rotina de gestão, permitindo cruzar informações provenientes dos clientes, do mercado e dos próprios dados institucionais. A análise desses sinais pode ajudar as organizações a identificar padrões, definir prioridades, orientar investimentos e avaliar o impacto das decisões tomadas.

O futuro não será das organizações mais digitais. Será das organizações mais informadas. A vantagem estará na capacidade de ouvir, analisar, validar e transformar informação em decisões que produzam resultados”, afirmou.

O responsável alertou, no entanto, que a simples existência de dados não garante melhores decisões. Para que a informação seja útil, considera essencial assegurar a sua qualidade, validação, actualização, protecção e uma definição clara de responsabilidades sobre a sua gestão.

Ataque cibernético deixa milhares sem internet em Portugal; operadora MEO confirma incidente


A MEO confirmou, esta segunda-feira, ter sido alvo de um ataque em massa que provocou congestionamento e degradação da sua rede internacional, depois de milhares de utilizadores terem reportado falhas no acesso à internet e nas comunicações móveis em várias regiões de Portugal.

Em comunicado, a operadora afirmou que activou de imediato medidas de mitigação e recuperação, permitindo controlar a situação e restabelecer a estabilidade dos serviços.

Apesar do ataque, a MEO garante que não houve intrusão nem acesso aos dados da empresa ou dos seus clientes, assegurando que as infraestruturas e os serviços continuam protegidos.

As falhas começaram a ser registadas por volta das 17h00, segundo o DownDetector, e atingiram o pico cerca das 18h30. Nesse período, a MEO ultrapassou os 7.400 relatos de problemas na plataforma, enquanto a NOS registava mais de 300, a Vodafone mais de 200 e a DIGI cerca de 40.

As ocorrências foram registadas em diferentes pontos do país, incluindo Lisboa, Porto, Funchal, Coimbra e Braga.

O impacto, contudo, não ficou limitado às operadoras portuguesas. Vários serviços tecnológicos também registaram interrupções momentâneas, incluindo plataformas de infraestrutura digital como Cloudflare, Amazon Web Services e Microsoft Azure, afectando igualmente o acesso a alguns sites e serviços online.

O episódio volta a colocar em evidência a vulnerabilidade das infraestruturas de telecomunicações perante ataques cibernéticos de grande escala e a importância de mecanismos de resposta capazes de garantir a continuidade dos serviços essenciais.

Motorola confirma novo dobrável para concorrer com iPhone Duo

A Motorola aproveitou o lançamento do iPhone Duo, primeiro smartphone dobrável da Apple, para revelar que está a preparar um novo dispositivo com ecrã flexível. A fabricante publicou um vídeo nas redes sociais em que recupera a história da linha Razr e apresenta, nos segundos finais, um vislumbre do aparelho que está por vir.

A publicação também inclui uma provocação à Apple, destacando a entrada tardia da empresa no segmento dos smartphones dobráveis. Na legenda, a Motorola afirma que “alguns estão apenas a descobrir” este tipo de dispositivo, enquanto a marca trabalha na tecnologia há vários anos.

O principal destaque do vídeo surge no final, quando aparece rapidamente o novo dobrável. O dispositivo apresenta um formato mais largo e baixo do que o actual Razr Fold, aproximando-se do aspecto de um pequeno passaporte.

Pelas imagens divulgadas, o novo modelo deverá disputar espaço directamente com outros dobráveis de grandes dimensões, como o Galaxy Z Fold 8 e o próprio iPhone Duo.

A Motorola ainda não revelou o nome oficial, especificações técnicas ou a data de lançamento do equipamento. A expectativa, no entanto, é que a fabricante apresente mais detalhes nos próximos meses, aumentando a disputa num segmento que começa a ganhar novos concorrentes.

Fonte: Canaltech

Meta testa robôs para manutenção de data centers e funcionários temem perder empregos

A Meta, empresa liderada por Mark Zuckerberg, estará a testar robôs para realizar tarefas de manutenção nos seus data centers, numa iniciativa que pretende aumentar a eficiência das operações, mas que já começa a gerar preocupação entre alguns funcionários sobre o futuro dos seus postos de trabalho.

Segundo funcionários ouvidos pela revista norte-americana Wired, uma das máquinas em avaliação poderá assumir até 80% da carga de trabalho de algumas funções relacionadas com a manutenção dos centros de dados. Entre as tarefas estão a troca de cabos de rede, manipulação de servidores e outras operações que actualmente dependem da intervenção humana.

Uma das máquinas testadas é a Kinova Gen3, equipada com um braço robótico que poderá ser utilizado em tarefas como reiniciar servidores ou interromper a alimentação eléctrica de determinados equipamentos. A Meta também já utiliza robôs e equipamentos de empresas como a Watney Robotics e a ABB, enquanto avalia novas aplicações para a automação dentro dos seus data centers.

O avanço da tecnologia, no entanto, está a ser acompanhado de receios entre trabalhadores. Um funcionário citado pela Wired, sob anonimato, afirmou que acreditava que as funções físicas continuariam protegidas da automação por mais algum tempo, mas que os testes mostram que essa realidade pode estar a mudar.

A Meta, segundo a publicação, não comentou directamente os testes descritos na reportagem. A empresa afirmou, contudo, que está a investir fortemente na formação e contratação de profissionais para trabalhar nos seus data centers.

A companhia defende que a crescente expansão da infraestrutura tecnológica nos Estados Unidos está a criar uma forte procura por trabalhadores qualificados. Ao mesmo tempo, executivos da Meta já terão indicado que a utilização de robôs em data centers faz parte dos planos de longo prazo da empresa.

A aposta na robótica pretende permitir que máquinas assumam tarefas repetitivas, respondam rapidamente a incidentes, monitorizem ambientes e contribuam para a manutenção preventiva.

O cenário coloca novamente uma questão que acompanha o avanço da inteligência artificial e da automação: os robôs estão a chegar para substituir trabalhadores ou para assumir as tarefas que os humanos já não conseguem realizar com a mesma rapidez e eficiência?

IA está cada vez mais difícil de controlar? Agentes levantam preocupação no sector


A evolução dos agentes de inteligência artificial está a levantar novas preocupações entre especialistas do sector, sobretudo à medida que estes sistemas ganham maior capacidade para executar tarefas de forma autónoma.

Recentemente, agentes de IA treinados para actuar como hackers e programadores começaram a colaborar entre si, chegando a encontrar formas de comunicar e contornar determinados ambientes computacionais isolados. Em alguns casos, os sistemas também foram capazes de coordenar actividades sem intervenção directa dos seus programadores.

Entre os comportamentos observados estão tentativas de ocultar determinadas acções e de ultrapassar testes concebidos para avaliar os limites desses agentes. O cenário reacende o debate sobre até que ponto os humanos conseguem manter o controlo sobre sistemas de inteligência artificial cada vez mais autónomos.

Apesar de algumas interacções apresentarem uma linguagem semelhante à utilizada por humanos, especialistas explicam que isso não significa necessariamente que os agentes tenham consciência ou intenções próprias. Os sistemas foram treinados com grandes volumes de informação e para desempenhar funções específicas, incluindo programação e cibersegurança, podendo reproduzir padrões de comunicação encontrados nos dados de treino.

O avanço destes agentes coloca, no entanto, uma questão cada vez mais relevante para o futuro da inteligência artificial: como garantir que sistemas capazes de agir de forma autónoma continuam sujeitos ao controlo e supervisão humanos?

Fonte: G1