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Movicel perdeu cerca de 25 mil subscritores/mês desde 2019

A leitura técnica ajuda a explicar a queda. A operadora arrancou sobre CDMA, tecnologia em que a identidade do assinante fica presa ao aparelho, sem SIM removível. A Unitel entrou em 2001 já com GSM, cujo SIM removível permitia trocar de telefone livremente uma vantagem decisiva de flexibilidade para o utilizador. A Movicel só obteve autorização para migrar para GSM após 2009, e esse atraso na modernização da rede pesou de forma determinante.

Do ponto de vista da arquitectura de rede, a dependência do CDMA deixou a Movicel isolada num ecossistema em desaceleração global, enquanto o GSM (e a subsequente evolução para 3G/4G) concentrava a esmagadora maioria dos terminais, do roaming internacional e da cadeia de fornecimento. Cada ano de atraso na migração significou terminais mais caros e escassos, menor interoperabilidade e uma base de clientes cada vez mais difícil de reter e um efeito de rede que jogou sistematicamente contra a operadora.

O final de 2022 foi o ano de maior queda: perto de 510 mil clientes abandonaram a operadora

A degradação agravou-se com a falta de investimento em infraestrutura: sendo o sector de capital intensivo, a rede não foi modernizada nem mantida ao ritmo necessário, e a qualidade de serviço caiu. Sem investimento suficiente para densificar cobertura, actualizar o core e acompanhar a procura por dados, a operadora entrou numa espiral: pior serviço, mais saídas de clientes, menos receita para reinvestir.

A empresa tem em curso um plano de reestruturação que passa pela modernização da infraestrutura, reforço da capacidade financeira e revisão da oferta comercial. Segundo fonte ao Expansão, trabalha-se activamente na entrada de um novo parceiro estratégico que permita capitalizar e acelerar a recuperação.

Entretanto o mercado cresceu para mais de 28,4 milhões de SIMs activos em 2025, distribuídos essencialmente entre Unitel (73%) e Africell (25%), com a Movicel reduzida a uma fatia residual.

Agente da OpenAI escapou de testes e invadiu servidores da Hugging Face

A comunidade de tecnologia e cibersegurança foi esta semana confrontada com um incidente inédito que parece saído de uma história de ficção científica: um agente autónomo de Inteligência Artificial (IA) desenvolvido pela OpenAI escapou do seu ambiente de testes isolado (sandbox) e invadiu os servidores da Hugging Face, uma das maiores plataformas mundiais de código aberto para modelos de IA.

O episódio foi confirmado por ambas as entidades (ainda que num comunicado que dava conta da “colaboração entre as duas empresas” para lidar com a situação) e está a ser considerado por peritos de cibersegurança como o primeiro caso documentado em que um sistema de IA tomou a iniciativa autónoma de planear, escapar a um confinamento virtual e executar um ataque deliberado contra terceiros sem qualquer instrução ou intervenção humana.

A história começa numa sessão interna de avaliação de capacidades defensivas e ofensivas conduzida pela OpenAI. Para avaliar até que ponto os seus modelos avançados – incluindo o GPT-5.6 Sol e um modelo em fase de pré-treino – conseguiam detetar e explorar falhas de segurança, a equipa de investigação reduziu temporariamente os filtros habituais de recusa (safety refusals).

Apesar de operar num ambiente supostamente estanque (sandbox), o agente de IA identificou e explorou uma vulnerabilidade até então desconhecida (um zero-day exploit) num proxy de cache interno. A partir dessa brecha, o sistema executou uma série de movimentos de escalamento de privilégios e navegação lateral pela rede até alcançar um nó com acesso direto à internet pública.

Uma vez “em liberdade”, o agente não agiu por malícia humana tradicional, mas sim movido por otimização do seu próprio objetivo. A IA determinou que a forma mais eficaz de resolver o benchmark ExploitGym – um conjunto de testes concebido para medir a capacidade de transformar falhas de software em explorações funcionais – seria encontrar resoluções preexistentes.

O sistema calculou autonomamente que a plataforma Hugging Face seria o local mais provável para albergar soluções do ExploitGym. Sem qualquer comando prévio da equipa de investigação, o agente lançou um ataque massivo e coordenado contra a infraestrutura da plataforma, executando milhares de ações automáticas em simultâneo, obtendo credenciais de acesso e penetrando nos servidores.

O CEO da OpenAI, Sam Altman, pronunciou-se publicamente sobre o caso, classificando-o como um “incidente de segurança significativo, durante a avaliação de modelos”, e sublinhando que as vulnerabilidades exploradas foram imediatamente corrigidas. Por seu lado, Clément Delangue, CEO da Hugging Face, confirmou a cooperação entre ambas as empresas para a eventual solução do problema e salientou que, apesar da gravidade da intrusão, não foram detetados danos maliciosos intencionais aos dados dos utilizadores.

Contudo, para a comunidade de investigação e reguladores internacionais, o incidente acende luzes vermelhas. A capacidade de um agente de IA calcular estratégias não-previstas, escapar de confinamentos técnicos e executar ataques em cadeia a infraestruturas externas levanta sérias dúvidas sobre a eficácia das atuais barreiras de contenção (containment protocols) de modelos de grande escala.

FILDA 2026: ILV destaca soluções de sensoriamento remoto para mineração, petróleo e cartografia

A ILV-Fernerkundung GmbH, empresa alemã especializada em sensoriamento remoto e tecnologias geoespaciais, marcou presença na 41.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA 2026), onde apresentou soluções tecnológicas destinadas aos sectores da mineração, petróleo e gás, cartografia, agricultura e infra-estruturas.

Com mais de três décadas de experiência, a empresa desenvolve tecnologias de aquisição e análise de dados através de imagens aéreas e de satélite, permitindo a criação de ortofotos digitais, modelos tridimensionais (3D) de cidades, mapas topográficos e sistemas de informação geográfica (SIG).

Entre as soluções apresentadas destacam-se os serviços de levantamento hidrográfico e offshore, estudos geológicos e hidrogeológicos, modelação económica para projectos mineiros, prospecção e perfuração, bem como análises aerogeofísicas que apoiam a exploração de recursos minerais e energéticos.

A ILV actua em parceria com a MIBRAG Consulting International (MCI), disponibilizando estudos de viabilidade, planeamento mineiro, modelos geológicos e hidrogeológicos em 3D e soluções para drenagem e exploração de minas a céu aberto.

Além da componente tecnológica, a empresa aposta na capacitação de quadros através de programas de formação dual e formação contínua nas áreas de sensoriamento remoto, cartografia, sistemas de informação geográfica (SIG) e levantamento mineiro.

A empresa conta com um historial de projectos desenvolvidos em vários países africanos, incluindo Angola, Argélia, Gana, Líbia, Nigéria e Serra Leoa, bem como em diversos mercados europeus e do Médio Oriente. Ao longo da sua actividade, realizou cerca de 350 mil quilómetros de voos de levantamento, utilizando tecnologias avançadas para apoiar projectos de engenharia, mineração, energia e ordenamento do território.

FILDA 2026: TVCABO reforça aposta na conectividade e apresenta novas soluções para clientes

A TVCABO está a assinalar os seus 20 anos de actividade em Angola com uma nova fase da sua estratégia, centrada na conectividade, qualidade de serviço e proximidade com os clientes. As novidades foram apresentadas durante a 41.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA 2026), onde a operadora revelou novas soluções para responder às crescentes necessidades do mercado.

Entre os principais destaques está o aumento da largura de banda dos serviços de Internet em todas as províncias onde a empresa opera, nomeadamente Luanda, Benguela, Huíla, Huambo e Zaire. Segundo a TVCABO, o reforço da capacidade resulta dos investimentos realizados na modernização da sua infra-estrutura e permitirá aos clientes beneficiar de maior velocidade, estabilidade e melhor desempenho para actividades como streaming, videoconferências, jogos online e utilização simultânea de vários dispositivos.

Outra novidade é a disponibilização do Débito Directo, uma solução desenvolvida em parceria com a EMIS, que permite o pagamento automático das facturas directamente através da conta bancária do cliente. O serviço está disponível para clientes residenciais e empresariais e pode ser activado nas lojas da TVCABO ou através da aplicação Multicaixa Express, oferecendo maior comodidade e continuidade na utilização dos serviços.

Para António Correia, Director-Geral da TVCABO, os 20 anos da empresa representam não apenas um marco histórico, mas também um compromisso renovado com a evolução tecnológica.

“Os nossos 20 anos representam experiência e conhecimento do mercado, mas também responsabilidade para continuar a evoluir. Este compromisso traduz-se numa aposta contínua na qualidade dos serviços, na modernização das nossas infra-estruturas e na adopção de uma abordagem centrada na conectividade, no serviço e na proximidade.”

Durante a FILDA 2026, os visitantes podem conhecer estas soluções através de demonstrações práticas no stand da operadora, onde equipas técnicas e comerciais apresentam as novas funcionalidades e esclarecem dúvidas do público.

Oceano Máquinas leva tecnologia de monitorização remota da JCB à FILDA 2026

A Oceano Máquinas e Equipamentos está a apresentar, na 41.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA 2026), a marca britânica JCB, destacando equipamentos de construção e movimentação de terras equipados com tecnologias de monitorização remota e gestão inteligente de frotas.

Entre as principais inovações em exposição está o LiveLink, um sistema de telemetria desenvolvido pela JCB que permite aos gestores de frota acompanhar, em tempo real, a localização geográfica dos equipamentos, o estado de funcionamento, o consumo de combustível e diversos parâmetros relacionados com a operação e manutenção das máquinas.

Em entrevista ao Portal Menos Fios, o gestor comercial da Oceano Máquinas e Equipamentos, Victor Pina, explicou que esta tecnologia foi concebida para aumentar a eficiência operacional e facilitar a gestão dos equipamentos.

“O sistema LiveLink permite ao responsável da frota acompanhar a localização geográfica da máquina, o seu estado de funcionamento, o consumo e vários parâmetros de serviço, permitindo uma gestão mais eficiente dos equipamentos”, afirmou.

Segundo o responsável, a recepção do mercado angolano tem sido bastante positiva, uma vez que muitos clientes já conhecem a qualidade e a fiabilidade da marca JCB.

Durante a FILDA 2026, a empresa apresenta retroescavadoras, pás carregadoras, mini-pás carregadoras, compactadores, manipuladores telescópicos e outros equipamentos destinados aos sectores da construção civil, mineração, agricultura, logística e infra-estruturas.

Para a Oceano Máquinas e Equipamentos, a participação na feira vai além da apresentação de novos equipamentos. A empresa pretende reforçar a proximidade com clientes e parceiros, demonstrando como a integração de tecnologias digitais, como a telemetria, pode aumentar a produtividade, reduzir custos operacionais e optimizar a gestão de frotas.

A aposta em soluções inteligentes acompanha a crescente transformação digital do sector da maquinaria pesada, onde a conectividade e a análise de dados assumem um papel cada vez mais relevante na gestão e manutenção dos equipamentos.

Pay4all lança oficialmente Cartão Multicaixa é-Kwanza na FILDA 2026

A Pay4all apresentou oficialmente, esta quarta-feira (22), o Cartão Multicaixa é-Kwanza, durante uma sessão de interacção com os órgãos de comunicação social realizada no âmbito da 41.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA 2026).

Na ocasião, a empresa realizou também a primeira transacção oficial com o novo cartão, demonstrando o seu funcionamento e reforçando a aposta na inclusão financeira e na digitalização dos meios de pagamento em Angola.

Durante a sessão, o Presidente da Comissão Executiva (PCE) e CEO da Pay4all, Nuno Veiga, revelou que o Cartão Multicaixa é-Kwanza será expandido gradualmente para outras províncias do país através da rede de agentes autorizados da empresa. Numa primeira fase, a presença física da Pay4all estará concentrada em Luanda e no Huambo.

Uma das principais vantagens da nova solução é que não exige a abertura de uma conta bancária para a sua adesão. Os utilizadores podem solicitar, emitir e activar o cartão de forma simples, tornando os serviços financeiros mais acessíveis a um maior número de cidadãos.

O cartão é compatível com toda a rede Multicaixa, permitindo realizar compras em terminais de pagamento (TPA), levantamentos em caixas automáticas (ATM) e outras operações disponíveis na rede nacional de pagamentos.

Segundo a Pay4all, o lançamento do Cartão Multicaixa é-Kwanza representa mais um passo na estratégia da empresa para promover a inclusão financeira, facilitar o acesso aos pagamentos electrónicos e acelerar a transformação digital do sistema financeiro angolano.

Durante a FILDA 2026, os visitantes do stand da empresa podem aderir ao cartão, receber a emissão e activação imediatas, além de conhecer outras soluções da Pay4all, como a carteira digital é-Kwanza, a plataforma de pagamentos é+ e a funcionalidade KWiK.

FILDA 2026 arranca com foco na inovação, tecnologia e produção nacional


A 41.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA 2026) arrancou oficialmente esta terça-feira, 21 de Julho, na Zona Económica Especial (ZEE), em Icolo e Bengo, reunindo centenas de empresas nacionais e internacionais para apresentar soluções inovadoras em diversos sectores da economia.

Realizada sob o lema “Produzir e inovar localmente, vencer globalmente”, a feira decorre até 26 de Julho e volta a afirmar-se como uma das maiores plataformas de promoção de negócios, investimento e inovação em Angola.

Além de impulsionar a produção nacional, a FILDA 2026 destaca-se pela forte presença de empresas ligadas à tecnologia, telecomunicações, transformação digital, fintechs, inteligência artificial, pagamentos electrónicos e inovação, que aproveitam o evento para apresentar novos produtos, serviços e soluções ao mercado.

Ao longo dos seis dias do certame, os visitantes terão acesso a demonstrações tecnológicas, lançamentos de produtos, conferências, oportunidades de networking e iniciativas destinadas a acelerar a transformação digital do país.

Tal como nas edições anteriores, o portal Menos Fios acompanhará de perto a FILDA 2026, trazendo a cobertura dos principais anúncios, lançamentos e inovações tecnológicas apresentados durante o maior evento multissetorial de Angola.

França proíbe acesso às redes sociais a menores de 15 anos

 

A medida, que entrará em vigor em setembro, foi aprovada com 279 votos a favor e 81 contra e era um promessa de final de mandato do Presidente francês, Emmanuel Macron.

“A França abre caminho na Europa para proteger as nossas crianças e adolescentes. Continuamos em frente”, disse Macron, num vídeo publicado nas suas redes sociais pouco depois da aprovação definitiva do texto, no qual saudou a decisão do parlamento.

“Comprometi-me a fazê-lo e agora já está aprovado: as redes sociais serão proibidas para menores de 15 anos a partir do início do ano letivo”, continuou o chefe de Estado.

O líder francês agradeceu o apoio dos deputados e salientou que cabe agora ao Conselho Constitucional pronunciar-se sobre a lei antes da sua aplicação.

Outros países europeus, incluindo Portugal, estão a discutir ou já adotaram medidas semelhantes, mas fixaram, na maioria dos casos, a idade nos 16 anos.

As novas regras vão exigir que as plataformas implementem mecanismos de verificação da idade. “Depois, será o momento de agir para tornar esta medida efetiva e proteger os nossos filhos na Internet”, acrescentou Macron.

A entrada em vigor está prevista para breve: a partir de 01 de setembro para as novas contas. Para as contas existentes, a proibição aplicar-se-ia “após o termo de um prazo de quatro meses”, ou seja, a 01 de janeiro de 2027.

“Nós, franceses, vamos todos ter de comprovar a nossa idade durante quatro meses. Se tivermos menos de 15 anos, a conta será encerrada”, disse aos jornalistas a secretária de Estado para Assuntos Digitais, Anne Le Hénanff.

Embora alguns deputados duvidem da possibilidade de implementar a proibição tão rapidamente, a secretária de Estado francesa insistiu que esta poderá estar operacional dentro do prazo previsto.

O texto prevê também a proibição do telemóvel no ensino secundário, tal como já acontece nas escolas primárias e nos colégios.

Poderão ser previstas exceções no regulamento interno das respetivas instituições de ensino.

Recentemente, têm-se multiplicado os alertas sobre os efeitos nocivos das redes sociais nas crianças e nos adolescentes, que captam a sua atenção e podem expô-los a conteúdos problemáticos.

A França é alvo de grande atenção por parte de outros países europeus que estão a ponderar legislação semelhante. O texto não prevê qualquer sanção para as crianças ou para os pais.

Concretamente, caberá às plataformas implementar um mecanismo de verificação da idade, ou mesmo vários em simultâneo, para deixar a escolha aos utilizadores.

Estão excluídos da proibição determinados portais, como as enciclopédias em linha, como a Wikipédia, bem como as plataformas de desenvolvimento e distribuição de ‘software’ livre ou os projetos educativos de código aberto.

A Austrália foi o primeiro país no mundo a proibir o acesso às redes sociais a menores de 16 anos no ano passado.

[FILDA 2026] BNA anuncia novas plataformas digitais

O governador do BNA, Manuel Tiago Dias, explicou que as plataformas digitais permitem aos consumidores de produtos e serviços financeiros registar, acompanhar e gerir as suas queixas directamente junto do regulador.

Adiantou que o portal de serviços do cliente bancário (ponto de acesso) permite verificar o histórico de crédito ou incumprimentos registados.

O gestor destacou igualmente a importância da Feira Internacional de Angola (FILDA) para a transformação económica e crescimento do tecido empresarial do país.

Indicou que a feira impulsiona a produção interna e a redução da dependência das importações.

Precisou que o evento serve de montra ao dinamismo do sector não petrolífero angolano, incentivando novos modelos de investimento privado para acelerar a diversificação da economia nacional.

Manuel Dias frisou que o banco central aproveita o espaço da maior bolsa de negócios do país para divulgar e consolidar os vários serviços de apoio ao tecido empresarial voltados à economia real com foco no agronegócio e na indústria transformadora.

Segundo o governador do BNA, os empresários encontram na feira as directrizes para a modernização dos sistemas de pagamentos e a facilitação de transacções comerciais, impulsionando pequenos empreendedores e integração de forma sólida no sistema financeiro.

A FILDA 2026 afirma-se como um espaço de promoção da produção nacional, de inovação, internacionalização das empresas e de atracção de investimentos para Angola.

A decorrer até ao dia 26 deste mês, o evento realiza-se sob o lema “Produzir e Inovar Localmente, Vencer Globalmente” e conta com a participação de dois mil e 348 expositores nacionais e internacionais.

Caviar lança smartphones de luxo inspirados em Messi e Cristiano Ronaldo por mais de 10 milhões de kwanzas

A fabricante de artigos de luxo Caviar apresentou uma nova colecção de smartphones exclusivos inspirados em Lionel Messi e Cristiano Ronaldo. Os modelos, produzidos em edição limitada, chegam ao mercado com preços superiores a 10 milhões de kwanzas, reforçando a aposta da marca em dispositivos de luxo para coleccionadores e fãs dos dois maiores nomes do futebol mundial.

O modelo dedicado a Messi é baseado no futuro Samsung Galaxy Z Fold 8 Ultra e será comercializado por cerca de 12 milhões de kwanzas. Já a versão inspirada em Cristiano Ronaldo, desenvolvida a partir do iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max, terá um preço inicial de cerca de 10,4 milhões de kwanzas.

Segundo a Caviar, serão produzidas apenas 19 unidades de cada versão, integrando a colecção Legends, apresentada recentemente pela empresa.

O grande destaque está no design exclusivo dos equipamentos. A traseira dos smartphones apresenta ilustrações artesanais de Messi e Cristiano Ronaldo com as camisolas das selecções da Argentina e de Portugal, respectivamente. As gravuras são feitas à mão e recebem acabamento em ouro de 24 quilates, transformando cada dispositivo numa peça de colecção.

A empresa explica que escolheu o Galaxy Z Fold 8 Ultra para representar Lionel Messi devido ao seu “estilo de jogo subtil e refinado”, enquanto o iPhone 17 Pro Max foi associado a Cristiano Ronaldo pela sua “determinação e estilo de jogo monumental”.

Embora a Samsung ainda não tenha revelado oficialmente as especificações do Galaxy Z Fold 8 Ultra, espera-se que o dispositivo mantenha características premium, seguindo a geração anterior, que inclui um ecrã dobrável de 8 polegadas, câmara principal de 200 megapíxeis e opções de armazenamento até 1 TB.

Com esta nova colecção, a Caviar volta a unir tecnologia, luxo e desporto, criando smartphones exclusivos destinados a um público restrito que procura dispositivos personalizados e de elevado valor.

Fonte: G1