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Angola Cables entra na corrida da IA com lançamento da plataforma Go4AI

A Angola Cables anunciou o lançamento da plataforma de inteligência artificial Go4AI durante a sua participação no ANGOTIC 2026, reforçando a estratégia de expansão da empresa para serviços digitais avançados e consolidando a sua posição como uma das principais fornecedoras de soluções tecnológicas no ecossistema digital angolano.

Apresentada como um marco estratégico para a companhia, a nova solução foi desenvolvida para tirar partido da infraestrutura global e das capacidades de computação de alto desempenho da Angola Cables, permitindo o desenvolvimento, treino e operação de modelos complexos de inteligência artificial em conformidade com padrões internacionais.

A apresentação oficial da plataforma foi feita ao ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, pelo presidente da Comissão Executiva da Angola Cables, Ângelo Gama, na presença de outros responsáveis da empresa, entre os quais Laura Carneiro e Júlio Gabriel Chilela Chilela.

Segundo a Angola Cables, o Go4AI foi concebido para responder à crescente procura por soluções baseadas em inteligência artificial em diversos sectores da economia. A plataforma combina a rede internacional da empresa com elevado poder computacional, permitindo às organizações desenvolverem e executarem sistemas de IA em larga escala.

Com a nova solução, a empresa pretende apoiar processos de inovação e transformação digital em Angola e noutros mercados, disponibilizando recursos tecnológicos capazes de acelerar a adopção de inteligência artificial por empresas, instituições e projectos de base tecnológica.

O lançamento durante o ANGOTIC 2026 evidencia a aposta da Angola Cables em diversificar as suas operações para além da conectividade, expandindo-se para áreas como computação em nuvem e inteligência artificial.

A iniciativa reforça ainda o papel da empresa na construção da economia digital emergente em Angola, num contexto em que a procura por soluções avançadas de processamento de dados e inteligência artificial continua a crescer a nível global.

Google lança Android 17 com Gemini Intelligence e aposta em uma nova era da inteligência artificial

O Google lançou oficialmente, nesta terça-feira (16), o Android 17, nova versão do seu sistema operacional para dispositivos móveis. A actualização amplia os recursos de inteligência artificial do Gemini e introduz novas funcionalidades voltadas para desempenho, produtividade e experiência do usuário.

Um dos principais destaques da nova versão é o Gemini Intelligence, apresentado durante o Google I/O. A novidade, que começará a chegar a alguns dispositivos até setembro, marca uma mudança na forma como o Google enxerga o Android, que passa a ser tratado mais como um “sistema inteligente” do que apenas um sistema operacional.

Baseado no Material 3 Expressive, introduzido no Android 16, o Android 17 traz uma série de novos recursos. Entre eles está a possibilidade de criar widgets por meio de comandos simples em texto, utilizando inteligência artificial.

A multitarefa também recebeu melhorias. O recurso “Bolhas”, já conhecido pelos utilizadores, foi reformulado e agora permite transformar praticamente qualquer aplicação em uma janela flutuante, facilitando a utilização simultânea de vários programas, mesmo em modo de ecrã inteiro.

Nos smartphones dobráveis com ecrãs maiores, o sistema apresenta um novo modo de jogo que divide a interface em duas partes. O jogo é exibido na metade superior, enquanto os comandos ficam posicionados na parte inferior, num design semelhante ao do antigo Sony Ericsson Xperia Play.

O Google promete ainda uma redução nas quedas de desempenho durante as sessões de jogos. Para isso, o Android 17 passa a impor novos limites de memória às aplicações, evitando o consumo excessivo de RAM e contribuindo para melhorar o desempenho geral dos dispositivos e a autonomia da bateria.

Na prática, a inteligência artificial integrada ao sistema será capaz de antecipar as necessidades do utilizador. Entre as funcionalidades anunciadas estão a capacidade de localizar informações em mensagens, e-mails, fotografias e vídeos, além de automatizar tarefas rotineiras em aplicações de terceiros, como serviços de entrega e transporte.

Com o Gemini Intelligence, o Android 17 ganha capacidades agênticas, permitindo que o sistema execute determinadas ações como se fosse o próprio utilizador. A plataforma poderá, por exemplo, criar listas de compras automaticamente e adicionar os itens diretamente ao carrinho de compras online.

Segundo o Google, a nova geração do Android também será capaz de identificar locais de interesse a partir de fotografias de folhetos e utilizar o navegador Chrome para realizar tarefas como o agendamento de consultas, reforçando a aposta da empresa em uma experiência cada vez mais personalizada e automatizada.

Telefonia móvel em Angola ganha mais de 2 milhões de novos usuários e atinge recorde de 28,4 milhões

O número de utilizadores da telefonia móvel em Angola cresceu em mais de 2 milhões durante 2025, atingindo um total de 28,4 milhões de inscritos activos, segundo dados divulgados pelo Instituto Angolano das Comunicações (INACOM).

Os números representam um aumento face aos 26,4 milhões de utilizadores registados em 2024, confirmando a contínua expansão do sector das telecomunicações móveis no país.

Entre os destaques da nova configuração do mercado está o crescimento da Africell, operadora que iniciou actividades em Angola em 2022 e que, quatro anos depois, já detém cerca de 25,5 % da quota de mercado. A Movicel, por sua vez, procura recuperar competitividade através da introdução de novos pacotes, produtos e serviços, mantendo actualmente uma quota próxima dos 2 %.

Apesar da ascensão da concorrência, a Unitel continua a liderar o mercado nacional, concentrando cerca de 73,3% dos utilizadores de telefonia móvel.

Os dados do INACOM mostram ainda que o maior salto no número de utilizadores ocorreu entre 2022 e 2023, quando o total passou de 15 para 26 milhões de inscritos. Em comparação, Angola registava apenas sete milhões de utilizadores em 2009.

A evolução do sector tem sido expressiva desde a introdução da telefonia móvel no país, em 1993, com a instalação da primeira célula da rede analógica pela Motorola. Entre 2001 e 2002, o número de utilizadores cresceu de 20 mil para mais de 70 mil, ultrapassando pela primeira vez o total de clientes dos serviços de telefonia fixa.

Os relatórios históricos indicam que, em Novembro de 2005, a Unitel atingiu a marca de um milhão de clientes, um número que ilustra a rápida expansão do mercado ao longo das últimas duas décadas.

Telefonia fixa continua em declínio

Enquanto a telefonia móvel mantém uma trajectória ascendente, o segmento da telefonia fixa continua a perder relevância. Em 2025, Angola contabilizou cerca de 77 mil inscrições activas neste serviço, menos três mil em relação ao ano anterior.

A taxa de penetração por domicílio também registou uma redução, passando de 1,02 para aproximadamente 0,88 por cento, acompanhando a tendência de diminuição do número de assinantes.

Luanda continua a concentrar a esmagadora maioria das ligações fixas, representando mais de 80 por cento do total nacional, com cerca de 66,5 mil inscritos. Benguela e Zaire surgem em seguida, com participações de 3,5 e 2,71 por cento, respectivamente.

No segmento da telefonia fixa, a MS Telcom lidera o mercado com uma quota de 43,76 por cento, seguida pela TV Cabo, com 42,30 por cento, e pela Angola Telecom, com 12,82 por cento.

Os dados constam do relatório apresentado pelo INACOM durante o ANGOTIC 2026, realizado entre os dias 11 e 13 de Junho, em Luanda, e evidenciam a crescente preferência dos angolanos pelos serviços móveis e digitais em detrimento das soluções tradicionais de comunicação.

Angola participa no fórum internacional de cibersegurança na Estónia

Angola está representada na edição de 2026 da Tallinn Cyber Diplomacy Summer School, um dos mais prestigiados fóruns internacionais dedicados à cibersegurança, diplomacia digital e inovação nos sistemas de justiça.

O evento decorre desde segunda-feira (15), na cidade de Tallinn, capital da Estónia, reunindo especialistas, académicos e profissionais de diversos países para debater os desafios e oportunidades do ambiente digital global.

A representação angolana é assegurada por Anatoli Rebelo, procurador do Gabinete de Cibercriminalidade e Prova Electrónica do Ministério Público, cuja participação reforça o compromisso do país com o fortalecimento das capacidades institucionais de prevenção e combate ao cibercrime.

Durante os trabalhos, os participantes analisam temas relacionados com governação digital, segurança da informação, inteligência artificial, diplomacia cibernética e utilização da prova digital nos sistemas judiciais. O fórum constitui uma importante plataforma de intercâmbio de conhecimentos e de promoção da cooperação internacional em matéria de segurança digital.

No encontro, Angola apresentou alguns dos principais desafios que enfrenta actualmente no espaço cibernético. Entre as preocupações destacadas figuram os ataques informáticos dirigidos a sectores estratégicos, com destaque para o sector farmacêutico, bem como os acessos ilegítimos a bases de dados estatais.

O país alertou igualmente para o crescimento de práticas ilícitas associadas à mineração ilegal de criptomoedas e para a proliferação de conteúdos manipulados através de inteligência artificial, conhecidos como deepfakes, considerados uma ameaça crescente à segurança digital, à confiança pública e à integridade da informação.

A participação angolana na Tallinn Cyber Diplomacy Summer School permite o acesso a ferramentas práticas e conhecimentos especializados nas áreas da diplomacia digital, cooperação transnacional e partilha de inteligência, considerados essenciais para reforçar a capacidade de resposta das autoridades perante ameaças cibernéticas cada vez mais sofisticadas.

Para Anatoli Rebelo, a crescente complexidade do cibercrime exige uma abordagem coordenada entre os Estados e as instituições internacionais, baseada na cooperação e na partilha contínua de experiências e boas práticas.

“Num momento em que Angola enfrenta ameaças cibernéticas reais, esta formação oferece exactamente o que precisamos: ferramentas práticas de diplomacia digital, partilha de inteligência e cooperação internacional. Nenhum país combate o cibercrime sozinho. Esta é a diplomacia do século XXI”, afirmou o magistrado.

A presença de Angola no fórum internacional reforça os esforços nacionais para acompanhar a evolução das ameaças digitais e fortalecer a cooperação global no combate ao cibercrime, num contexto em que a segurança cibernética se torna cada vez mais estratégica para o desenvolvimento e a estabilidade dos Estados.

Fonte: JA

Angola e China reforçam cooperação em inteligência artificial e economia digital

Os domínios da inteligência artificial, da economia digital e das energias renováveis estiveram entre os principais temas abordados, esta terça-feira, durante um encontro entre o Presidente da República, João Lourenço, e o embaixador da China em Angola, Zhang Bin, realizado no Palácio Presidencial da Cidade Alta, em Luanda.

No final da audiência, o diplomata chinês afirmou aos jornalistas que Angola e a China mantêm o compromisso de aprofundar a cooperação económica bilateral e explorar novas áreas de parceria consideradas estratégicas para o desenvolvimento dos dois países.

Segundo Zhang Bin, a inteligência artificial e a economia digital figuram entre os sectores com elevado potencial de colaboração, numa altura em que ambas as nações procuram acelerar a modernização tecnológica e promover a inovação como motor de crescimento económico.

O embaixador destacou ainda a relevância das energias renováveis no quadro das relações bilaterais, sublinhando o interesse mútuo em desenvolver iniciativas que contribuam para a sustentabilidade energética e para a diversificação das economias.

Durante as declarações à imprensa, Zhang Bin recordou que o investimento chinês já está presente em vários sectores da economia angolana, com destaque para a produção de materiais de construção, imobiliário, indústria alimentar, sector têxtil e construção de parques industriais.

A reunião entre João Lourenço e o diplomata chinês insere-se no esforço contínuo de fortalecimento das relações entre Angola e a China, países que mantêm uma parceria estratégica abrangente e uma cooperação consolidada em diversas áreas económicas e sociais.

Nos últimos anos, a China tem sido um dos principais parceiros comerciais e investidores em Angola, desempenhando um papel relevante em projectos de infra-estrutura, industrialização e desenvolvimento económico.

Fonte: Jornal de Angola

ANGOTIC 2026 recebe mais de 34 mil visitantes e regista crescimento de 88%

A 6ª edição do ANGOTIC registou mais de 34 mil visitantes ao longo dos três dias de realização do evento, consolidando-se como a maior plataforma de inovação tecnológica, empreendedorismo e transformação digital de Angola.

A informação foi avançada pelo ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, durante a cerimónia de encerramento da feira, realizada no sábado, em Luanda.

Segundo o governante, o número representa um crescimento de 88% em relação à edição anterior, reflectindo o interesse crescente de empresas, instituições, estudantes e profissionais pelas tecnologias digitais e pela inovação.

Mário Oliveira destacou ainda que o evento reuniu 118 participantes, entre expositores e entidades parceiras, incluindo empresas internacionais e representantes de diversos países africanos e europeus, reforçando a projecção internacional de Angola no sector tecnológico.

No domínio do empreendedorismo, o ANGOTIC 2026 contou com a participação de 211 startups, um aumento significativo face à edição passada, demonstrando a dinâmica do ecossistema nacional de inovação e a capacidade criativa da juventude angolana.

Para o ministro, os resultados alcançados confirmam o impacto das políticas públicas voltadas para a transformação digital e para o fortalecimento das tecnologias de informação e comunicação, sectores considerados estratégicos para o desenvolvimento económico e social do país.

Na ocasião, Mário Oliveira agradeceu o envolvimento dos parceiros, expositores e visitantes, reafirmando o compromisso de continuar a promover iniciativas que acelerem a inovação e a modernização tecnológica em Angola.

Fonte: Economia & Finanças 

Cinco startups angolanas vencem Hackathon Espacial do ANGOTIC 2026 e garantem programa de aceleração em França

As startups angolanas VundaX, Inauditos, Tecmicro, Agri IA e Dronesig foram anunciadas como vencedoras do Hackathon ANGOTIC 2026: Startups Espaciais, uma iniciativa promovida pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS),através do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN), em parceria com a Airbus e a Aerospace Valley.

O anúncio foi feito neste sábado, durante a realização do ANGOTIC 2026, na presença do ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, do ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, do director-geral do GGPEN, Zolana João, entre outras entidades governamentais e representantes do sector tecnológico.

Como prémio principal, as cinco startups seleccionadas vão beneficiar de uma semana de imersão no ecossistema espacial de Toulouse, considerada uma das principais referências europeias da indústria aeroespacial. O programa inclui visitas institucionais, workshops especializados, sessões de networking e encontros com actores relevantes do sector espacial europeu.

As equipas vencedoras terão ainda acesso a três meses de integração no acelerador DISTRICT, onde receberão mentoria especializada, formação empresarial, apoio à internacionalização e oportunidades para o desenvolvimento de parcerias estratégicas. As despesas de viagem e alojamento serão suportadas integralmente pela organização.

Além da experiência internacional, os vencedores receberam prémios complementares disponibilizados pelos parceiros da iniciativa, entre os quais sessões de consultoria, produção de vídeo institucional, sessão fotográfica profissional, formação empresarial, kits para empreendedores, computadores e registo de domínio “.AO”.

A iniciativa reforça a aposta de Angola no desenvolvimento do ecossistema espacial e na capacitação de startups com potencial para criar soluções inovadoras baseadas em tecnologias avançadas, promovendo a sua inserção em mercados internacionais e aproximando-as de alguns dos principais actores da indústria espacial mundial.

 

Bié conquista prémio de Melhor Startup no ANGOTIC 2026 com o projecto VIVA+

O projecto VIVA+, desenvolvido por estudantes do Instituto Superior Politécnico Ndumduma, na província do Bié, foi distinguido com o prémio de Melhor Startup da 6.ª edição do ANGOTIC 2026, evento que decorreu em Luanda e reuniu algumas das principais iniciativas tecnológicas do país.

Criado por Alcedo Madruga e Isabel Sapesse, o VIVA+ apresenta uma solução tecnológica voltada para a saúde materna, combinando uma pulseira inteligente com uma aplicação móvel para acompanhar o estado de saúde das mulheres durante os períodos pré e pós-parto.

A tecnologia permite a monitorização contínua de indicadores essenciais, facilitando o acompanhamento médico e contribuindo para a prevenção de riscos associados à gravidez e ao pós-parto, sobretudo em contextos com acesso limitado a serviços de saúde especializados.

O reconhecimento foi atribuído após uma avaliação que envolveu dezenas de projectos provenientes de várias províncias do país, destacando o potencial inovador da solução e o seu impacto social. Além do VIVA+, a província do Bié participou no ANGOTIC 2026 com outros três projectos desenvolvidos por jovens empreendedores e estudantes.

A distinção do VIVA+ reforça o crescente papel da inovação tecnológica na resposta aos desafios sociais em Angola, evidenciando o contributo das instituições de ensino superior na criação de soluções com potencial de transformação para diferentes sectores da sociedade.

Startup angolana Sementes vence a 1.ª edição do Conecta Challenge

A startup angolana Sementes conquistou o 1.º lugar na estreia do Conecta Challenge by INAPEM, concurso realizado no âmbito da 6.ª edição do ANGOTIC 2026, a maior feira de tecnologia e inovação de Angola.

Com uma proposta de valor focada em democratizar o acesso ao investimento agrícola, a Sementes conecta investidores e produtores rurais através de um modelo de financiamento partilhado, permitindo que mais projectos agrícolas obtenham recursos para crescer e aumentar a produção. A solução procura impulsionar o desenvolvimento do sector agrícola nacional, promovendo oportunidades de investimento acessíveis e contribuindo para a segurança alimentar e o fortalecimento da economia angolana.

Promovida pelo Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM), no quadro do Projecto Conectar, em parceria com o Projecto Crescer, a iniciativa reuniu 10 startups nacionais que apresentaram soluções inovadoras para diferentes desafios da economia angolana.

Sob o lema “Distinguir ideias que trazem inovação e criam valor”, a competição destacou projectos com potencial para gerar impacto económico e social. Após a avaliação do júri, a startup Sementes foi anunciada como a grande vencedora, graças à sua proposta focada na transformação do sector agrícola nacional através da adopção de soluções inovadoras.

O 2.º lugar foi atribuído à startup Ango Economic, enquanto o 3.º lugar ficou com o Cartão do Estudante Universitário (CEU).

O INAPEM reiterou o seu compromisso com a promoção da inovação e do empreendedorismo, destacando ainda a realização do Startup Summit Angola, agendado para os dias 29, 30 e 31 de Outubro, evento que reunirá empreendedores, investidores e especialistas para impulsionar o desenvolvimento tecnológico e económico do país.

Instagram, Facebook e WhatsApp registam instabilidade global

Os serviços da Meta, empresa responsável pelo WhatsApp, Instagram e Facebook, registaram uma instabilidade global na tarde desta sexta-feira (12), afectando milhões de utilizadores em diferentes países.

As falhas foram reportadas tanto nas aplicações móveis como nas versões para computador, levando milhares de pessoas a recorrerem a outras plataformas para confirmar se o problema era generalizado.

Entre as principais reclamações estão dificuldades no envio e recepção de mensagens pelo WhatsApp, falhas no carregamento do feed do Instagram e problemas de acesso ao Facebook.

Utilizadores também relataram dificuldades para publicar stories, visualizar imagens, actualizar conteúdos e concluir sessões de login nas plataformas.

Com os serviços da Meta a apresentarem falhas, muitos utilizadores recorreram ao X, antigo Twitter, para partilhar relatos e procurar informações sobre a situação.

Alguns internautas afirmaram ter pensado inicialmente que os seus dispositivos apresentavam problemas ou que as suas contas tinham sido comprometidas, antes de perceberem que se tratava de uma falha generalizada.

A instabilidade teve impacto significativo em actividades profissionais e empresariais, sobretudo entre organizações que utilizam o WhatsApp Web e o Facebook como ferramentas de comunicação e atendimento ao cliente.

Profissionais independentes, equipas de trabalho e empresas relataram dificuldades em manter o fluxo normal das suas operações durante o período da interrupção.

Até ao momento, a Meta não divulgou detalhes sobre as causas da instabilidade nem indicou um prazo para a normalização completa dos serviços.