
Cinco quadros seniores do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN) foram seleccionados para frequentar programas de mestrado em França, no âmbito do Projecto ANGEO-1, iniciativa que prevê a construção, lançamento e colocação em órbita do primeiro satélite angolano de observação da Terra.
A formação faz parte dos compromissos assumidos no contrato celebrado com a Airbus Defence and Space e tem como objectivo reforçar as competências técnicas e científicas nacionais no sector espacial.
Os profissionais foram seleccionados com base em critérios como experiência profissional, domínio da língua inglesa, capacidade de liderança, maturidade institucional e recomendações hierárquicas.
Os quadros irão frequentar programas de especialização no prestigiado Instituto Superior de Aeronáutica e Espaço (ISAE-SUPAERO), em França, nas áreas de Engenharia de Sistemas, Inteligência Artificial, Gestão, Empreendedorismo e Inovação.
Além da componente académica, os formandos poderão integrar a equipa residente responsável pelo acompanhamento do projecto ANGEO-1, permitindo conciliar a formação teórica com actividades práticas directamente ligadas ao desenvolvimento do satélite junto da Airbus Defence and Space.
O ANGEO-1 está a ser desenvolvido pela Airbus e terá como base a plataforma tecnológica S250, uma arquitectura utilizada pela empresa europeia em satélites ópticos de última geração destinados à observação da Terra.
O projecto contempla igualmente um amplo programa de transferência de conhecimento e formação técnica, destinado a preparar dezenas de especialistas angolanos, incluindo engenheiros, investigadores e técnicos, para operar o satélite e desenvolver aplicações baseadas em dados espaciais.
A iniciativa enquadra-se na estratégia nacional de capacitação de quadros especializados, visando assegurar a sustentabilidade do Programa Espacial Nacional e fortalecer a capacidade de Angola no desenvolvimento e utilização de tecnologias espaciais.


O Presidente da República de Angola, João Lourenço, autorizou uma despesa avaliada em 9,7 mil milhões de kwanzas destinada à implementação e manutenção da infra-estrutura da rede de comunicação da Administração Pública, numa medida que visa melhorar a eficiência dos serviços públicos e expandir a cobertura tecnológica em várias regiões do país.

No que toca ao investimento para o aumento da técnica operativa da Polícia Nacional, segundo Manuel Homem, as polícias de ordem pública e de guarda fronteira estão a receber vários meios tecnológicos para a manutenção da segurança pública e das fronteiras.
O estudo, apresentado pelo presidente da Deloitte Angola, José Barata, enquadrou-se na 20ª edição “Banca em Análise” referente ao ano de 2025 e presente data.

