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Governo anuncia medidas para acelerar a transformação digital em Angola

O Governo angolano está a desenvolver políticas e iniciativas para acelerar a transformação digital no país, com foco na modernização da Administração Pública e na melhoria dos serviços prestados aos cidadãos.

A informação foi avançada esta quarta-feira, em Luanda, pelo secretário de Estado para a Comunicação Social, Nuno Caldas Albino, durante a abertura do 4.º Fórum Lusófono da Governação da Internet, que decorre no Centro de Convenções de Talatona.

Durante a intervenção, o responsável destacou a adopção de instrumentos legislativos relacionados com o ambiente digital, entre os quais a Lei de Políticas Fiscais na Internet, a Lei de Cibersegurança e o Regulamento de Assinaturas Digitais.

Nuno Caldas Albino reafirmou também o compromisso do Executivo em expandir o acesso às tecnologias de informação e comunicação, apoiar a formação dos jovens, incentivar o empreendedorismo tecnológico e reforçar a cibersegurança, além de criar condições favoráveis à inovação.

O secretário de Estado defendeu ainda o reforço da cooperação entre os países lusófonos para responder aos desafios associados à transformação digital. Segundo o responsável, a partilha de experiências, o desenvolvimento de projectos conjuntos e a harmonização de abordagens podem contribuir para enfrentar questões comuns relacionadas com a Internet.

O 4.º Fórum Lusófono da Governação da Internet reúne especialistas e representantes de Angola, Portugal, São Tomé e Príncipe e Moçambique para discutir o desenvolvimento, a utilização e a governação da Internet no espaço lusófono.

O encontro decorre até quinta-feira e aborda também os impactos da transformação digital sobre a diversidade linguística e cultural, além dos desafios resultantes da evolução do ambiente digital.

Meta prepara óculos inteligentes sem câmera em meio a preocupações com privacidade

A Meta deve apresentar nesta quarta-feira (23), novos modelos de óculos inteligentes durante a conferência anual Connect, realizada na Califórnia, nos Estados Unidos. Entre as novidades esperadas estão versões sem câmera, numa altura em que a utilização destes dispositivos levanta questões relacionadas com privacidade e gravações sem consentimento.

Os óculos da Meta são desenvolvidos em parceria com a fabricante de lentes EssilorLuxottica e tornaram-se um dos principais exemplos da aposta da indústria em dispositivos de inteligência artificial que vão além dos smartphones e computadores. As vendas dos modelos ultrapassaram os 7 milhões no ano passado.

Segundo o site The Information, a empresa deverá apresentar dois novos modelos sem câmera, identificados pelos codinomes Clubmaster e Burbank. Também é esperada uma nova versão dos Meta Ray-Ban, que contam com câmera integrada, além de uma versão mais fina e leve de óculos de realidade aumentada, de codinome Phoenix.

Por que lançar óculos sem câmera?

A remoção da câmera surge como uma possível resposta às preocupações relacionadas com a utilização destes dispositivos para fotografar ou gravar pessoas sem o seu conhecimento.

Os modelos actuais da Meta permitem tirar fotografias e gravar vídeos através de uma câmera integrada na armação. Os dispositivos também contam com microfones e alto-falantes e podem utilizar inteligência artificial para responder a comandos do utilizador e interpretar informações presentes no ambiente.

Com os novos modelos, a Meta procura ampliar as possibilidades de utilização dos seus óculos inteligentes, enquanto enfrenta o desafio de tornar estes dispositivos mais aceitáveis em situações do quotidiano onde a privacidade de outras pessoas pode estar em causa.

Deixar o notebook ligado à tomada o dia todo estraga a bateria?

Deixar o notebook ligado à tomada durante todo o dia não significa, necessariamente, que a bateria vai estragar mais rapidamente. Nos modelos mais recentes, o sistema de gestão de energia consegue alimentar o computador directamente através da corrente eléctrica, reduzindo o uso dos ciclos de carga e descarga da bateria.

Ainda assim, as baterias têm uma vida útil limitada e sofrem desgaste natural ao longo do tempo, mesmo quando não são utilizadas. Segundo Bruno Lima, coordenador do curso de Engenharia da Computação da Universidade Presbiteriana Mackenzie, a durabilidade pode variar entre dois e três anos, dependendo do fabricante e da qualidade dos componentes.

Outro factor importante são os chamados ciclos de carga. Cada ciclo corresponde, de forma simplificada, ao uso acumulado de uma carga completa da bateria. À medida que o número de ciclos aumenta, a capacidade de armazenamento tende a diminuir.

Em notebooks mais antigos, a bateria continuava a ser utilizada mesmo quando o equipamento estava ligado à tomada. Nos modelos actuais, porém, o sistema pode consumir energia directamente da fonte de alimentação quando o carregador está ligado, evitando ciclos desnecessários.

“Estando em operação ou não, as baterias têm um tempo de vida limitado”, explicou Bruno Lima . O especialista acrescenta que manter o equipamento ligado à tomada não provoca, por si só, um desgaste significativo além daquele associado aos ciclos normais de carga e descarga.

O calor pode ser um problema

Embora deixar o notebook ligado à tomada não seja necessariamente prejudicial para a bateria, manter o equipamento ligado durante longos períodos pode aumentar a exposição ao calor.

O aquecimento excessivo é um dos factores que pode contribuir para a degradação da bateria e de outros componentes internos. Além disso, manter o computador em funcionamento durante dias significa manter os componentes constantemente energizados e sujeitos ao calor produzido pelo equipamento.

Ricardo Ciuccio, coordenador do curso de Engenharia da Computação do Centro Universitário Senac, também chama atenção para o facto de uma bateria completamente carregada poder permanecer sob condições que favorecem o desgaste quando existe aquecimento.

Depende do fabricante

Não existe uma recomendação única entre todos os fabricantes. Alguns notebooks possuem sistemas que limitam a carga da bateria ou permitem definir um limite de carregamento, mantendo-a, por exemplo, abaixo dos 100% quando o equipamento permanece ligado à tomada durante muito tempo.

Por isso, quem utiliza o notebook principalmente ligado à corrente pode consultar as opções de gestão da bateria disponibilizadas pelo fabricante. Em alguns casos, activar um limite de carga pode ajudar a reduzir o desgaste da bateria a longo prazo.

Assim, deixar o notebook ligado à tomada durante o dia não significa automaticamente que a bateria será danificada. Nos equipamentos mais recentes, o sistema de energia foi desenvolvido para reduzir o uso desnecessário da bateria. O cuidado maior deve estar relacionado com o calor, a ventilação e as funcionalidades de gestão de carga disponíveis em cada modelo.

FONTE: G1

Concurso Nacional de Foguetes desafia estudantes angolanos a construir e lançar foguetes

Estudantes do Ensino Médio e de universidades de todo o país podem participar no Concurso Nacional de Foguetes “Rocket Revolution – Angola 2026”, iniciativa que pretende aproximar os jovens angolanos da ciência espacial, engenharia e inovação tecnológica.

Promovido pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), através do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN) e parceiros, o concurso está integrado na programação da Semana Mundial do Espaço 2026.

As inscrições estão abertas até 25 de Setembro de 2026, e os participantes habilitam-se a ganhar prémios e bolsas de estudo.

Durante o concurso, as equipas serão desafiadas a conceber, construir, testar e lançar foguetes, passando por diferentes etapas de formação e acompanhamento técnico.

Os participantes terão acesso a kits, materiais educativos e orientação, com o objectivo de transformar conhecimentos teóricos em experiências práticas. A iniciativa pretende ainda desenvolver competências como trabalho em equipa, resolução de problemas, criatividade e pensamento científico.

O desafio inclui também a elaboração de propostas de missões espaciais capazes de responder a problemas ou necessidades concretas de Angola, incentivando os estudantes a explorar aplicações da tecnologia espacial no contexto nacional.

O “Rocket Revolution – Angola 2026” terá um modelo híbrido, combinando formação e acompanhamento online com actividades práticas realizadas localmente.

As equipas seleccionadas para a fase final deslocar-se-ão a Luanda, onde apresentarão os seus projectos e colocarão à prova os foguetes desenvolvidos durante o programa.

A avaliação terá em conta critérios como desempenho e estabilidade do foguete, segurança, conhecimento científico, criatividade, inovação e capacidade de apresentação.

A grande final está prevista para 5 de Outubro de 2026, integrada na programação da Semana Mundial do Espaço, que este ano adopta o tema “Rocket Revolution”.

Como participar?

Os estudantes interessados devem formar as suas equipas e realizar a inscrição até 25 de Setembro através da plataforma do GGPEN.

Inscrições: portal.ggpen.gov.ao

A iniciativa pretende usar a competição como uma forma de aprendizagem prática e de incentivo ao interesse dos jovens angolanos pelas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM).

iOS 27.2 Beta revela recurso ‘AutoLock’ contra roubo de iPhone


O iOS 27.2 Beta 2 trouxe novas pistas sobre um possível recurso de segurança desenvolvido pela Apple para proteger o iPhone em situações de roubo.

Os indícios foram identificados pelo site 9to5Mac no código da versão de testes do sistema operativo. A função, conhecida internamente como “AutoLock”, poderá utilizar diferentes sensores do iPhone para detectar quando o aparelho é retirado bruscamente das mãos do utilizador.

A tecnologia deverá analisar diferentes sinais para determinar se o dispositivo foi removido de forma repentina, numa situação que possa indicar uma tentativa de roubo. Caso a acção seja identificada, o sistema poderá activar automaticamente mecanismos de bloqueio para dificultar o acesso ao conteúdo do aparelho.

O código encontrado no iOS 27.2 Beta 2 também aponta para a existência de mecanismos destinados a reduzir falsos positivos. Entre eles está a possibilidade de utilizar a verificação biométrica, além de um mecanismo de recuo que impede que o bloqueio automático seja accionado repetidamente.

Este último recurso poderá ser particularmente importante em situações nas quais o iPhone é sujeito a movimentos bruscos, como durante a prática de actividades físicas.

A ferramenta de detecção de roubo do iOS 27 ainda está em desenvolvimento. Como as pistas encontradas permanecem no código da versão beta, poderá levar algum tempo até que o recurso seja disponibilizado para todos os utilizadores. As próximas actualizações do iOS 27.2 Beta deverão revelar mais detalhes sobre o funcionamento do mecanismo.

UNITEL aumenta receitas em 17% para 274 mil milhões de kwanzas no primeiro semestre


A UNITEL registou receitas de 274 mil milhões de kwanzas no primeiro semestre de 2026, um crescimento de 17% face ao mesmo período do ano anterior, segundo os resultados apresentados pela operadora.

Durante os primeiros seis meses do ano, a empresa alcançou um EBITDA de 91 mil milhões de kwanzas, correspondente a uma margem de 33,3%. O resultado líquido fixou-se em 66,3 mil milhões de kwanzas, reflectindo a evolução positiva dos principais indicadores financeiros.

O desempenho financeiro foi acompanhado pelo crescimento da base de clientes. Até ao final do primeiro semestre, a UNITEL contabilizava mais de 21,2 milhões de clientes, reforçando a sua presença no mercado angolano de telecomunicações.

A evolução ocorre num contexto de aumento da procura por serviços de conectividade e de utilização das comunicações móveis, com a operadora a manter a aposta na expansão do acesso aos seus serviços em diferentes regiões do país.

Os resultados do primeiro semestre mostram, assim, um crescimento das receitas e do resultado líquido, acompanhado por um EBITDA de 91 mil milhões de kwanzas.

No total, entre Janeiro e Junho, a UNITEL alcançou 274 mil milhões de kwanzas em receitas, 91 mil milhões em EBITDA e 66,3 mil milhões de kwanzas em resultado líquido, enquanto a sua base de clientes ultrapassou os 21 milhões.

WhatsApp prepara suporte para até três contas no mesmo telemóvel


O WhatsApp está a preparar uma nova funcionalidade que poderá permitir aos utilizadores gerir até três contas no mesmo telemóvel, directamente a partir do aplicativo. A novidade foi identificada na versão Beta do WhatsApp para iOS 26.37.10.15.

Actualmente, a plataforma permite utilizar duas contas no mesmo aplicativo, uma opção que facilita a gestão de números destinados, por exemplo, a assuntos pessoais e profissionais. Com a nova funcionalidade, a Meta pretende ampliar esse limite para três contas.

De acordo com informações divulgadas pelo site especializado WABetaInfo, a alternância entre os perfis deverá manter o mesmo funcionamento. A partir da área de Definições, o utilizador poderá tocar no nome apresentado no topo do ecrã para abrir a lista de contas associadas e seleccionar aquela que pretende utilizar.

Cada conta continuará a funcionar de forma independente. As conversas, notificações, definições de privacidade, cópias de segurança e ficheiros multimédia permanecerão separados entre os diferentes perfis.

As notificações também deverão indicar a conta à qual pertence cada nova mensagem, permitindo ao utilizador identificar rapidamente em qual dos números recebeu a comunicação.

Embora a possibilidade de utilizar três contas possa beneficiar sobretudo utilizadores que precisam de gerir diferentes números, a funcionalidade ainda está numa fase inicial de desenvolvimento.

Por enquanto, não existe uma previsão oficial para o lançamento da opção. O recurso ainda não está disponível nem para os testadores da versão Beta, pelo que poderá levar algum tempo até chegar à versão pública do WhatsApp.

Trump considera “Inteligência Artificial” um nome pouco eloquente e propõe três alternativas


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a abordar o tema da inteligência artificial e sugeriu que a tecnologia deveria ter outro nome.

Numa publicação na sua rede social, Truth Social, Trump afirmou que a expressão “inteligência artificial” é imprecisa e “pouco eloquente”. Para testar alternativas, lançou uma enquete aos seus seguidores com três propostas: Inteligência Superior (IS), Inteligência Extrema (IE) e Inteligência Suprema (IS).

Trump não explicou, no entanto, como uma eventual mudança de nome poderia ser implementada nem indicou qualquer participação da indústria tecnológica na escolha.

Na publicação, o presidente norte-americano pediu aos seus seguidores que votassem na opção que consideram mais adequada para designar aquilo que chamou de uma “revolução” em crescimento.

A proposta abre uma discussão curiosa sobre a própria terminologia usada para descrever uma das tecnologias que mais tem avançado nos últimos anos.

Angola prepara-se para mais uma Semana Mundial do Espaço


Angola
 vai participar, pelo nono ano consecutivo, na Semana Mundial do Espaço, que decorre de 4 a 10 de Outubro, numa iniciativa promovida pelas Nações Unidas para destacar os avanços e o impacto da ciência e tecnologia espacial.

Em 2026, o evento terá como tema global “Rocket Revolution” (Revolução dos Foguetes). Em Angola, a programação será desenvolvida sob o mote “O espaço como motor de desenvolvimento: conectividade, conhecimento e oportunidades para Angola”.

A iniciativa é promovida pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), através do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN), em parceria com outras entidades.

Entre as actividades previstas estão palestras, debates técnicos, formações, actos regionais e um concurso de foguetes, reunindo estudantes, investigadores, empreendedores e profissionais ligados à ciência e tecnologia.

A programação pretende também aproximar os jovens das áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM), incentivando a investigação, inovação e criação de novas oportunidades no sector espacial.

Além da componente educativa, a Semana Mundial do Espaço pretende reforçar as ligações entre o sector espacial e áreas estratégicas da economia angolana, promovendo parcerias entre universidades, empresas, startups, centros de investigação e instituições públicas e privadas.

Anthropic unifica interfaces do Claude para reduzir fricção

Até ao momento, a aplicação separava as funcionalidades Chat, Cowork e Code em diferentes separadores. Posteriormente, as duas primeiras passaram a integrar o mesmo espaço, com alternância através de um selector no ecrã. Com a nova configuração, essa decisão fica a cargo da própria inteligência artificial, que selecciona automaticamente o recurso mais adequado para cada pedido, desde pesquisas simples com dados da Internet até à criação de documentos e outros artefactos a partir de uma descrição escrita.

O Claude Design passou igualmente a integrar-se de forma mais consistente na plataforma e encontra-se acessível a partir de qualquer área do chatbot.

A Anthropic adicionou ainda um botão dedicado à criação de apresentações e documentos, à semelhança do que o Gemini disponibiliza para imagens, vídeos e música. Abaixo do campo de texto, um menu permite escolher o tipo de resultado pretendido, entre Artefacto, Slides, Documentos e Design.

Esta abordagem apresenta, contudo, uma limitação ao nível da gestão do consumo. Quando cada ferramenta funcionava de forma independente, era mais fácil identificar onde os tokens eram utilizados, sobretudo em funcionalidades como Cowork e Code, que tendem a exigir mais recursos. Com a unificação das ferramentas, o consumo torna-se menos transparente e mais difícil de monitorizar.

A disponibilização desta actualização ocorre de forma gradual. Segundo a Anthropic, a novidade chega aos planos Pro e Max, com acesso através do navegador e das aplicações para computador e dispositivos móveis.