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Terça-feira, Abril 7, 2026
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Starlink chega a São Tomé e Príncipe e amplia a conectividade digital no arquipélago

A Starlink confirmou ontem a activação do serviço através de anúncios coordenados na rede social X. A iniciativa prepara o terreno para a compra, instalação e integração imediata do sistema na nação insular situada ao largo da costa da África Central.

Com esta medida, São Tomé e Príncipe passa a integrar a lista crescente de países africanos que ganham acesso ao sistema de internet por satélite de órbita baixa da SpaceX.

Elon Musk, CEO da SpaceX e empresário responsável pela Tesla e pela X, amplificou a notícia ontem na sua plataforma social. Ao partilhar o mapa actualizado da cobertura da Starlink em África.

“A internet de alta velocidade e baixa latência da Starlink está agora disponível em São Tomé e Príncipe”. A publicação registou mais de 1,5 milhões de interacções poucas horas após a sua divulgação.

Zâmbia investe em Starlink para expandir internet nas áreas rurais

Ben MacWilliams, representante da Starlink na SpaceX, reforçou no LinkedIn o impacto do momento para a nação insular. “A Starlink está agora disponível em São Tomé e Príncipe, o nosso 26.º mercado em África”, afirmou.

A declaração de MacWilliams sublinhou o impulso acelerado do serviço em todo o continente, à medida que a Starlink se aprofunda em mercados carentes.

A activação segue a expansão metódica da Starlink em África nos últimos 12 meses. Durante este período, o fornecedor global de Internet por satélite obteve aprovações regulamentares e iniciou operações na Somália, Chade, Lesoto, Guiné-Bissau e República do Congo.

Com mais de 20 mercados africanos agora activados, a empresa continua a avançar, apesar de enfrentar obstáculos de licenciamento em vários países importantes. Para São Tomé e Príncipe, uma nação há muito limitada pelo seu afastamento e infra-estrutura terrestre limitada, a chegada da Starlink introduz uma nova era.

O pequeno país com uma população de apenas 240 000 pessoas tem historicamente dependido de cabos submarinos e redes terrestres irregulares, com investimento limitado em actualizações da infra-estrutura principal.

Embora os custos de hardware da Starlink continuem elevados para muitas famílias, espera-se que o serviço atraia departamentos governamentais, operadores turísticos, bancos e famílias de rendimentos mais elevados, à semelhança dos padrões de adoção observados noutros locais de África.

Para uma nação que enfrenta tanto o isolamento geográfico como uma lacuna no acesso digital, a entrada da Starlink representa uma oportunidade rara de acesso directo a banda larga de alta velocidade, sem ter de esperar por novos cabos ou torres.

Cabo submarino 2África reforça a soberania tecnológica e a conectividade do país

Mário Oliveira considerou que o 2África constitui uma das maiores redes de cabo submarino do mundo, que circunda o continente africano com os pontos cardeais costa, ocidental e oriental, e que conecta África, Europa e Ásia, passando por mais de 33 países.

“Estamos a presenciar a entrada em funcionamento de uma grande infra estrutura, que com certeza vai contribuir para o desenvolvimento do nosso país, no domínio da digitalização da nossa sociedade, da nossa economia e para a transformação digital de Angola”.

O ministro apontou que a presença do cabo submarino em Angola garante conquistas à Unitel como operadora nacional, para o sector das Tecnologias de Informação e Comunicação, o que vai contribuir para o alargamento da malha em terra, garantir maior conectividade e Internet de qualidade para os cidadãos.

O governante disse que a infra estrutura vai também contribuir para o aumento de plataformas digitais em cada espaço onde existirem angolanos, independentemente da localização geográfica.Espera se que com o cabo submarino 2África os serviços da Banca, Saúde, Educação, Agricultura cheguem aos cidadãos com a qualidade requerida, através da tecnologia, que contribui para o desenvolvimento da intelectualidade humana.

O ministro Mário Oliveira felicitou a Unitel por ter abraçado o projecto em nome de Angola, tendo considerado que o sector surge, actualmente, como base para o desenvolvimento, pelo facto de as tecnologias e a Comunicação Social facilitarem a conectividade de serviços, formação e informação dos cidadãos.

Para o presidente do Conselho de Administração da Unitel, Aguinaldo Jaime, a estação de aterragem do cabo submarino comporta elevados padrões internacionais de modernidade, garantindo que a sua implementação trará benefícios ao país em termos de maior capacidade e eficiência na transmissão de dados.

A infra estrutura permite que o país dê um salto estrutural na transformação digital, como o aumento significativo da capacidade internacional da banda larga, maior velocidade e estabilidade para os serviços fixos e móveis.

“Estamos a presenciar a entrada em funcionamento de uma infra estrutura que vai contribuir para o rápido desenvolvimento do país”.

Para Aguinaldo Jaime, o 2África é um dos mais relevantes projectos de infra estrutura digital da última década a nível mundial, por se tratar de um cabo submarino de nova geração, com capacidade projectada superior a 180 Tbps, utilizando a mais recente tecnologia de transmissão de dados.

Segundo o PCA da Unitel, representa muito mais do que a activação de uma nova infra estrutura tecnológica, mas uma visão, ambição e compromisso para o desenvolvimento social e económico do país.

Para Angola, avançou, foram adicionadas 2,3 Tbps por segundo, capacidade que permite ao país responder às necessidades tecnológicas da próxima década, com maior segurança, modernidade e escalabilidade.

“Esta acção faz parte das prioridades assumidas pelo Executivo angolano, no período 2023 2027, alinhadas com a Angola 2050, no âmbito da inclusão digital no país”, disse.

Samsung desenvolve nova tecnologia de sensor para eliminar distorções em fotografias de acção

A Samsung está a desenvolver uma nova tecnologia de sensor que promete eliminar a distorção em fotografias de objectos em movimento rápido, problema comum nos smartphones actuais. O novo sensor utiliza uma estrutura de pixels redesenhada e algoritmos de fluxo óptico, permitindo atingir um nível de nitidez semelhante ao de um obturador global, capaz de “congelar” cenas instantaneamente.

Durante anos, as câmaras de smartphones têm sofrido com o chamado efeito gelatina, onde objectos em movimento surgem inclinados ou distorcidos devido ao uso do obturador rolante, que captura a imagem linha por linha. Segundo um relatório do SisaJournal, a Samsung pode ter solucionado este desafio ao criar um sensor de alta resolução que imita o funcionamento de um obturador global.

A inovação é possível graças à integração de conversores analógico-digitais directamente nos pixels, acelerando drasticamente o tempo de captura. De acordo com uma fonte da Samsung Electronics citada pelo SisaJournal, quatro pixels passam a partilhar um único conversor, permitindo um processamento de dados muito mais rápido. Além disso, um algoritmo de fluxo óptico corrige matematicamente o movimento, reduzindo a distorção.

O sensor apresenta 12 MP de resolução e pixels de 1,5 mícron, características que indicam que esta tecnologia deverá ser aplicada em lentes ultra-largas ou teleobjectivas dos futuros modelos Galaxy, em vez da câmara principal.

A Samsung acredita que esta tecnologia poderá marcar um avanço significativo na fotografia móvel, especialmente para utilizadores que captam imagens de desporto, veículos em movimento ou qualquer situação de acção intensa.

FONTE: Notebookchek

New Cognito e Check Point reforçam parceria para consolidar o ecossistema digital na SADC

A New Cognito recebeu, esta semana, nas suas instalações em Talatona, uma delegação da Check Point Software Technologies, líder global em cibersegurança, para alinhar estratégias conjuntas para 2026. Durante o encontro, a empresa angolana foi distinguida como Parceiro do Ano da região da SADC, reconhecimento atribuído a parceiros com elevada maturidade técnica, certificações avançadas e capacidade de execução em projectos de grande escala.

O CEO da New Cognito, Sérgio Lopes, sublinhou que a visita reforça o compromisso de ambas as entidades em consolidar um ecossistema digital seguro e preparado para enfrentar novas ameaças, alinhado com padrões internacionais de protecção de dados e governança digital.

No balanço das iniciativas desenvolvidas em 2025, destacaram-se projectos de modernização de infra-estruturas críticas, implementação de arquitecturas Zero Trust, fortalecimento de capacidades de defesa avançada e expansão de serviços de resposta a incidentes. Foram também traçadas prioridades para 2026, com foco em soluções escaláveis para sectores estratégicos e na capacitação contínua de especialistas angolanos.

Segundo Analise Ferreira, Territory Account Manager da Check Point, a visita demonstra o reconhecimento do papel de Angola na digitalização regional e da crescente necessidade de protecção de infra-estruturas essenciais.

A New Cognito mantém o estatuto de Check Point PREMIER Partner em Angola, o nível mais alto de parceria atribuído pela fabricante. Para Sérgio Lopes, a distinção reforça o papel da empresa como líder na integração de soluções de cibersegurança para sectores como banca, telecomunicações, energia, administração pública e infra-estruturas governamentais.

Disney investirá 1 mil milhão de dólares na OpenAI e licencia mais de 200 personagens para vídeos gerados por IA

A OpenAI anunciou esta quinta-feira (11), que vai receber um investimento de 1 mil milhão de dólares da Disney, no âmbito de um acordo que também prevê o licenciamento de personagens para uso no Sora, a plataforma de vídeos curtos gerados por Inteligência Artificial desenvolvida pela empresa.

Ao abrigo desta parceria, com duração de três anos, o Sora passará a permitir a criação de vídeos sociais curtos com mais de 200 personagens da Disney, Marvel, Pixar e Star Wars, conforme comandos definidos pelos utilizadores.

O licenciamento inclui figurinos, adereços, veículos e cenários pertencentes aos universos das marcas.

De acordo com as empresas, uma selecção dos vídeos criados pelos utilizadores será igualmente disponibilizada para streaming no Disney+.

FONTE: G1

Angola registou em Novembro uma média de 4.251 ataques cibernéticos por semana

Dos quatro países africanos incluídos no relatório, Angola enfrentou 4.251 ataques cibernéticos por organização por semana, seguido pela Nigéria com 3.374, Quénia com 2.384 e África do Sul com 1.863 ataques por organização por semana.

No geral, os ataques em África diminuíram 13% em relação ao ano anterior. Em termos de sectores industriais africanos, o governo, os serviços financeiros e os bens e serviços de consumo foram os mais atacados em novembro.

Isso representa um aumento de 3% em relação a outubro e de 4% em relação ao ano anterior, reflete uma escalada contínua nas ameaças cibernéticas globais impulsionadas pela expansão do ransomware e pelos riscos associados à IA generativa (GenAI).

Com a rápida expansão do uso empresarial de ferramentas de IA generativa (GenAI), a Check Point Research identificou um aumento na exposição de dados confidenciais. Em novembro, 1 em cada 35 solicitações de GenAI enviadas a partir de redes empresariais representava um alto risco de vazamento de dados, afetando 87% das organizações que usam GenAI regularmente e ressalta o quanto a IA se tornou parte integrante dos fluxos de trabalho diários.

Angola aprova Estratégia Nacional de Cibersegurança com reforço da regulamentação do sector digital

Outros 22% das solicitações continham informações potencialmente confidenciais, como comunicações internas, dados de clientes, código proprietário ou identificadores pessoais. Embora parte do uso ocorra por meio de ferramentas gerenciadas, as organizações ainda utilizam, em média, 11 ferramentas GenAI diferentes por mês, a maioria das quais provavelmente sem supervisão e operando fora da governança de segurança formal.

O sector de educação continuou a ser o mais visado globalmente, com uma média de 4.656 ataques semanais por organização (+7% em relação ao ano anterior). As instituições governamentais vieram em seguida, com 2.716 ataques semanais (+2% em relação ao ano anterior), enquanto associações e organizações sem fins lucrativos registraram um aumento dramático, com 2.550 ataques por semana, marcando um aumento de 57% em relação ao ano anterior.

O ransomware continuou a ser uma das ameaças cibernéticas mais prejudiciais, com 727 incidentes relatados publicamente em novembro em todo o mundo, o que representa um aumento de 22% em relação ao ano anterior. A América do Norte foi responsável por 55% de todos os casos relatados, seguida pela Europa, com 18%. Os Estados Unidos, por si só, representaram 52% dos incidentes globais, seguidos pelo Reino Unido (4%) e Canadá (3%).

Google investe 2,1 milhões de dólares no desenvolvimento da inteligência artificial na Nigéria

O Google anunciou um investimento de 2,1 milhões de dólares para apoiar o crescimento do sector de inteligência artificial na Nigéria, com o objectivo de impulsionar a criação de um milhão de empregos digitais e fortalecer a economia tecnológica do país.

A iniciativa surge numa altura em que se estima que a IA venha a acrescentar cerca de 15 mil milhões de dólares à economia nigeriana até 2030. Os fundos irão reforçar a Estratégia Nacional de IA através de parcerias com organizações locais dedicadas à formação tecnológica e à melhoria da segurança digital.

Durante o anúncio, foi destacado o caso de Joel Kiate, um jovem de Abuja que conseguiu emprego depois de participar num programa de capacitação digital do Google, após ter reprovado várias vezes nos exames de acesso à universidade. A sua história foi usada como exemplo do impacto social destas iniciativas.

Este compromisso reforça a posição da Nigéria como um dos principais centros de inovação tecnológica em África e evidencia o crescente interesse de grandes empresas globais no ecossistema digital do país.

FONTE: Tech in africa

As cinco previsões tecnológicas para 2026, segundo o CTO da Amazon

As previsões anuais de Werner Vogels, director-geral de Tecnologia (CTO) da Amazon, para 2026 já foram divulgadas e apontam o rumo das principais tecnologias emergentes que vão transformar indústrias e impactar o dia-a-dia das pessoas.

Vogels afirma que estamos a entrar numa nova era em que a Inteligência Artificial (IA) vai ampliar as capacidades humanas, criar soluções para problemas reais e, em alguns casos, transformar em oportunidades as mesmas ferramentas que inicialmente geraram desafios.

Da companhia assistida por IA ao reforço urgente da segurança pós-quântica, estas são as cinco grandes tendências destacadas pelo CTO da Amazon.

1. Tecnologia vai reinventar a forma como combatemos a solidão

Num contexto global em que o isolamento social afecta uma em cada seis pessoas, Vogels prevê o crescimento de robôs-companheiros alimentados por IA. Estes dispositivos irão apoiar cuidadores humanos e ajudar a reduzir a solidão, oferecendo interacção, monitorização e apoio emocional de forma segura e personalizada.

2. Surge o “developer do Renascimento”

A IA generativa não vai substituir programadores. Pelo contrário, irá torná-los profissionais mais completos. Segundo Vogels, o programador do futuro será uma espécie de “polímata moderno”, capaz de combinar o poder do código assistido por IA com criatividade, pensamento sistémico e curiosidade, competências tipicamente humanas.

3. Cibersegurança preparada para a era pós-quântica

A criptografia tradicional deixará de ser suficiente perante os futuros computadores quânticos, capazes de decifrar dados hoje considerados seguros. Empresas precisam de actualizar já os seus sistemas com tecnologias de criptografia pós-quântica, alerta Vogels. Criminosos digitais já estão a armazenar dados sensíveis para decifrar no futuro, quando o poder quântico estiver amplamente disponível.

4. Tecnologia de defesa vai gerar impacto civil

Inovações militares em sistemas autónomos robóticos e baseados em IA serão rapidamente adaptadas para uso civil. Estas tecnologias poderão apoiar operações de resposta a desastres naturais, reforçar a segurança em zonas remotas e expandir o acesso a cuidados de saúde em comunidades isoladas.

5. Aprendizagem personalizada vai impulsionar a curiosidade dos estudantes

Ferramentas educativas baseadas em IA vão remodelar o ensino. Professores poderão libertar-se de tarefas repetitivas e concentrar-se num ensino mais criativo e direccionado às necessidades de cada aluno. A aprendizagem personalizada será potenciada por sistemas que acompanham o ritmo, os interesses e os objectivos individuais de cada estudante.

FONTE:Link to Leaders

PR autoriza 40 mil milhões Kz para programa de transformação digital da AGT

O Presidente da República autorizou uma despesa de 40 mil milhões de kwanzas equivalente a cerca de 43 milhões de dólares, para apoiar o programa de transformação digital da Administração Geral Tributária (AGT).

De acordo com o despacho assinado pelo Chefe de Estado, será aberto um concurso limitado por prévia qualificação para a aquisição de serviços de tecnologia de informação especializada, no âmbito da modernização digital da AGT.

Segundo o documento citado pelo Novo Jornal, estes serviços destinam-se à capacitação dos técnicos responsáveis pelo controlo, melhoria e fiscalização do sistema informático tributário. O Executivo pretende, com este investimento, “garantir o desenvolvimento contínuo de inovações tecnológicas, a adopção de novos módulos e a integração de componentes que reforcem a capacidade de resposta da Administração Geral Tributária, de forma integrada, face aos desafios do actual contexto da gestão pública digital”.

O despacho determina ainda que caberá à ministra das Finanças com possibilidade de subdelegação aprovar todas as peças do procedimento concursal, bem como validar a legalidade dos actos praticados, incluindo a celebração do contrato resultante.

O investimento enquadra-se no esforço de modernização dos sistemas públicos e na necessidade de tornar a administração tributária mais eficiente, transparente e alinhada com as exigências da governação digital.

FONTE: NOVO JORNAL

UNITEL inaugura Cabo Submarino 2Africa e reforça conectividade internacional de Angola

A UNITEL vai realizar, no dia 12 de Dezembro, a cerimónia oficial de inauguração do Cabo Submarino 2Africa, no site Kanda, localizado no município de Cacuaco, em Luanda. O evento marca um passo estratégico na expansão da conectividade internacional e no reforço da capacidade de tráfego de dados em Angola e no continente africano.

O 2Africa é um dos maiores sistemas de cabos submarinos do mundo, com mais de 45.000 quilómetros de extensão. O cabo circunda o continente africano pelas costas ocidental e oriental, ligando-o à Europa, ao Médio Oriente e à Ásia. O projecto é desenvolvido por um consórcio que integra entidades como a Vodafone, WIOCC, China Mobile International, MTN, Orange, Telecom Egypt, Saudi Telecom Group (STC), Meta (Facebook), entre outros, representando um investimento estratégico para a modernização das telecomunicações globais.

Angola recebeu o primeiro desembarque do cabo a 30 de Julho de 2023, marcando o início de uma nova era de conectividade internacional para o país. Mais tarde, a 18 de Novembro de 2025, em Cape Town, teve lugar a cerimónia que assinalou a entrada operacional do sistema, reforçando o seu papel central para o desenvolvimento tecnológico em África.

Com uma capacidade projectada de até 180 Tbps nas suas principais secções, o 2Africa supera a capacidade combinada de todos os cabos submarinos actualmente em funcionamento no continente africano. A sua operação plena, iniciada em 2025, aumenta de forma significativa a resiliência, a eficiência e a capacidade de transmissão internacional de dados.

A UNITEL é a única operadora angolana envolvido no projecto, sendo responsável pelo ramal de ligação no país, que aterra em Luanda. Para isso, a operadora assegurou integralmente a construção da Estação de Aterragem do Cabo Submarino (CLS1), instalada no site Kanda, o mesmo local onde decorrerá a cerimónia de inauguração.