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Domingo, Abril 12, 2026
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Consultório MenosFios. Como criar um avatar personalizado no WhatsApp

Depois do Facebook e do Instagramos avatares chegaram ao WhatsApp. A funcionalidade faz parte do conjunto de novidades da mais recente atualização à aplicação de mensagens instantâneas da Meta, disponível tanto para Android como iOS.

Através dela poderá criar uma versão digital de si mesmo, acedendo a uma variedade de opções de personalização disponíveis no editor de figurinhas. O avatar pode depois ser utilizado como foto de perfil na aplicação, assim como em autocolantes para decorar as mensagens que envia aos amigos e família.

Para veres como podes criar o teu avatar personalizado no WhatsApp clica na galeria abaixo.

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1 – Abra o WhatsApp e clique no ícone com três pontos verticais no canto superior direito. De seguida selecione a opção “Definições”.

2 – Clique em “Avatar”.

3 – Selecione “Criar Avatar”.

4 – Clique em “Começar”.

5 – Ao entrar no editor de avatares, o primeiro passo é escolher o tom de pele.

6 – A partir daqui poderá dedicar-se à personalização dos diversos elementos que compõem o avatar, começando pelo penteado. Se desejar, pode clicar no ícone do espelho, que ativa a câmara do smartphone, para ajudar no processo de criação.

7 – Passando à roupa, há uma vasta seleção de conjuntos para experimentar.

8 – É possível selecionar também a forma do corpo, dos olhos e nariz, assim como do rosto.

9 – Os acessórios não foram esquecidos e pode adicionar óculos, brincos ou chapéus, entre muitas outras opções.

10 – Se precisar sempre pode voltar atrás para fazer alterações. Quando estiver satisfeito com o aspeto do avatar clique em “Concluído” e depois em “Guardar alterações”.

11 – Clique em “Seguinte” para continuar.

12 – O avatar personalizado está pronto e poderá utilizá-lo como foto de perfil no WhatsApp, assim como ver os novos autocolantes para mensagens com a sua figura. Se, por algum motivo, se cansar de ter um avatar é possível eliminar, clicando na opção “Apagar avatar”.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Huila. INAPEM e empreendedores abordam aspetos à inovação e ao empreendedorismo digital

O Instituto Nacional de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) e os empreendedores da província da Huila discutiram recentemente vários pontos de vistas ligados à inovação e ao empreendedorismo digital e como essas ferramentas podem ser aplicadas como instrumentos catalisadores de mudança socioeconómica em Angola.

As conversas surgiram no âmbito da apresentação do Projeto Envolver e da Rede Nacional de Incubadoras, uma iniciativa liderada pelo INAPEM em parceria com a Agência para a Competitividade e Inovação (IAPMEI) Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), ambas instituições de Portugal.

Ao falar num encontro de apresentação do Projeto, o seu coordenador, Nuno Teixeira, afirmou que a ideia é contribuir para o crescimento e diversificação da economia de Angola, levando as startups, micro, pequenas e médias empresas a terem maior facilidade no financiamento.

Destacou ser um desafio “grande”, principalmente para as micro e pequenas empresas por serem segmentos que abarcam muita desconfiança, por parte dos financiadores, pelo que auguram que os jovens da Huíla se interessem e participem da iniciativa.

Optamos por fornecer ferramentas, instrumentos de trabalho que aproximasse o sector financeiro, o público e o privado, desde a elaboração de planos de negócios, estudos de viabilidades, análises de risco sobre as empresas ao controlo financeiro dos projetos, tudo devidamente ajustado à realidade de Angola”, disse.

MAIS: Startup Angola. INAPEM revela objetivos do programa

Nuno Teixeira referiu que estão a convidar agora incubadoras e empresas de consultoria a candidataram-se para poderem reunir entidades que vão ser certificadas, para posteriormente, cada uma, poder ter projetos para acompanhar.

Declarou que a ideia é não terem muitos projetos no início, mas nos primeiros meses criar capacidade de testar e ver se vai funcionar e, a partir do segundo semestre, alargar a possibilidade de apresentar uma candidatura com o projeto testado e disponibilizar um pacote financeiro de grande dimensão.

Avançou que lançam o concurso em abril próximo para ter as incubadoras e aceleradoras, bem como as empresas de consultoria para poderem candidatar-se a acompanhar os projetos e em maio, abrir as portas às iniciativas para serem seguidas.

Dona do ChatGPT vai lançar novo modelo de IA

O cofundador e CEO da OpenAI, Sam Altman, marcou presença no mais recente episódio do podcast de Lex Fridman e afirmou que a empresa pretende lançar um “incrível” novo modelo de Inteligência Artificial (IA) durante este ano de 2024.

Apesar de ter avançado com esta informação, Altman não avançou com pormenores sobre o nome ou as capacidades acrescidas.

MAIS: OpenAI lança GPT Store, loja para baixar diferentes versões do ChatGPT

No entanto, tendo em conta as capacidades de ferramentas da OpenAI como é o caso do DALL-E e do recém-desvendado Sora, é provável que o novo modelo da empresa proporcione um bom avanço em relação à atual versão – o GPT-4.

Criminalidade digital destaque em “Semana Académica” no ISPLH

Com o objetivo de abordar o aprofundamento das investigações sobre a criminalidade digital, realizou-se recentemente uma “Semana Académica” promovida pelos estudantes do Instituto Superior Politécnico Lusíada do Huambo.

Segundo a coordenadora do curso de Informática da instituição universitária, Lanadiana Monsanto, falando à ANGOP, referiu que a Semana Académica vai até ao dia 22 e prevê juntar estudantes e professores, numa iniciativa que visa a consolidação das temáticas pedagógicas da instituição de ensino superior privado.

Disse que a abordagem da criminalidade digital surge para preparar os estudantes sobre os novos desafios relacionados aos crimes cibernéticos, numa altura em que se verifica o emprego das novas tecnologias de informação e comunicação no país.

MAIS: TIC-Huambo/2023 reúne vários expositores tecnológicos na província

Explicou que, para além dos assuntos tratados na sala de aula, os estudantes terão a oportunidade de partilhar os projetos acadêmicos elaborados e aprofundar os valores pedagógicos, de forma a contribuírem no desenvolvimento social e económico, por via das pesquisas contextualizadas na província do Huambo.

A responsável deu a conhecer que durante o evento os participantes vão, igualmente, abordar sobre a Nova Lei Geral do Trabalho, que entra em vigor a 26 do corrente mês, bem como aspetos ligados à saúde mental, para que os estudantes estejam, cada vez mais, abalizados nestes programas.

[Rumor] Apple ainda não desistiu de lançar um iPhone dobrável

A Apple continua a ser uma das grandes ausências no segmento dos telemóveis dobráveis, mas, de acordo com os mais recentes rumores, parece que a empresa se encontra a trabalhar em alguns dispositivos desta categoria.

Um deles é o tão esperado iPhone de ecrã dobrável, um dispositivo que estava (aparentemente) apontado para o final de 2026, mas que, de acordo com a publicação sul-coreana Alpha Business, terá sido ‘empurrado’ para o começo de 2027.

MAIS: Samsung pode perder liderança dos telemóveis dobráveis

Tal como vimos recentemente, esta decisão deverá levar em conta não só a necessária preparação para produzir o dispositivo em quantidades suficientes, mas também para coincidir com os 20 anos de existência do iPhone.

Antes deste iPhone dobrável deverá chegar ao mercado o iPad de ecrã dobrável. Alegadamente, a Apple encontra-se a trabalhar em dois modelos deste iPad, com o menor dos dois a estar planeado para 2026 ou 2027 e o maior para 2028.

Parlamentares aprovam entrada de Angola na S​mart Africa A​lliance

Os deputados angolanos aprovaram recentemente o relatório conjunto para a adesão de Angola ao Manifesto S​mart Africa A​lliance, que tem como objectivo transformar o continente africano num mercado digital único.

O documento estabelece vantagens na implementação de programas de desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação na mobilização de recursos financeiros junto de parceiros e do sector privado​, aonde vai à votação na próxima reunião Plenária da AN​, agendada para os dias 21 e 22 deste mês.

A S​mart Africa A​lliance é uma ​organização ​internacional ​não governamental, constituída por países africanos que aderiram ao seu manifesto de 29 de outubrode 2013, pela União Africana, Comissão Económica para África (ECA), Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Banco Mundial (BM), União Internacional de Telecomunicações (UIT) e pelo sector privado.

MAIS: Angola tem contribuído fortemente na transformação digital de África, revela governante

É uma plataforma que facilita o intercâmbio e o conhecimento entre os seus membros, visando a transformação do ​continente ​africano num mercado digital único e acelera o desenvolvimento s​ócio-económico sustentável, através d​a utilização das tecnologias de informação e comunicação.

O instrumento jurídico referente a adesão da República de Angola ao Manifesto da S​mart Africa ​lliance, sendo assinado no dia 29 de junho de 2022, pelo antigo ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem, garante aos seus membros ​têm melhor acesso aos serviços de banda larga.

África não dispõe de meios para lidar com ameaças da IA, revela investigador

O investigador norte-americano Nathaniel Allen afirmou à Lusa que a Inteligência artificial (IA) “está a desenvolver-se tão rapidamente que os governos africanos não dispõem – nem ninguém dispõe — de quadros legislativos para lidar com algumas das suas ameaças potenciais“.

“Quando temos algoritmos orientados por IA que conseguem ultrapassar sistemas de verificação, e criar falsificações profundas — “deep fakes” – convincentes de líderes mundiais, é difícil saber como responder e, normalmente, as respostas demoram tempo”, acrescentou Nate Allen, investigador e professor de Estudos de Segurança no Africa Center for Strategic Studies (ACSS), em Washington.

“Muitos governos africanos vão enfrentar grandes desafios em matéria de segurança e de aplicação de quaisquer quadros reguladores, que proporcionem uma base ética comum pela qual os governos, as empresas e os cidadãos possam ser responsabilizados”, disse.

O que acontece com a IA, ilustrou ainda, está neste momento a ocorrer com a tentativa de tipificação da cibercriminalidade a nível mundial.

“Não se pode aplicar uma lei se não se sabe ao que se aplica, e este é o grande problema do cibercrime, em que o mundo não consegue chegar a acordo sobre o que o constitui e há grandes disputas entre regimes autoritários e democráticos sobre um tratado global que o impeça, globalmente entendido o cibercrime enquanto tal”, explicou o investigador do ACSS.

Por outro lado, sublinhou, o simples facto de existir uma lei “pode fazer uma enorme diferença”, porém, “tão ou mais importante do que ter diretrizes, é que os países considerem o impacto da IA nas leis que já estão em vigor”.

MAIS: OpenAI lança inteligência artificial que transforma texto em vídeo

Por exemplo, perguntou o especialista, “o que é que as ‘deep fakes’ impulsionadas pela IA significam para as leis sobre fraude e falsificação de identidade e para as leis sobre difamação? E como é que essas leis podem ter de ser atualizadas no sentido de tomarem em conta o potencial de utilização da IA para fins de fraude”.

“Isso é tão importante, se não mais importante, do que ter em vigor algum tipo de normativo abrangente sobre a IA”, concluiu.

Na elaboração de políticas de utilização da IA em África, disse Allen, “o foco está um pouco mais na forma como é incorporada essa tecnologia para vários fins relacionados com o desenvolvimento e não se tem centrado suficientemente nos seus danos potenciais”.

Normalmente, são os ministérios da comunicação e outros do género que se ocupam do problema, mas, em contrapartida, “não há quase nenhum esforço de reflexão sobre as implicações militares e de segurança para os países africanos, no que diz respeito à IA, apesar de a IA já ter sido incorporada há algum tempo em algumas tecnologias militares”, disse.

“Sempre que um drone utiliza — e os drones estão a proliferar — a IA nos sistemas de reconhecimento de imagem, desde a leitura de matrículas a dados biométricos” há questões éticas, mas não apenas, que se colocam, disse Allen, chamando a atenção para o facto de os drones com incorporação de IA estarem a “ser cada vez mais utilizados na definição de alvos” militares.

“Segundo consta, a primeira arma autónoma, com incorporação de IA, foi utilizada em solo africano em 2020, durante o conflito na Líbia. Além de adotarem a tecnologia, não tenho conhecimento de nenhum Governo africano que esteja realmente a pensar em como utilizar e empregar eticamente este tipo de avanços, o que é um grande problema”, afirmou.

Nate Allen considerou que a principal forma como a IA está a ter um “impacto estratégico” em África é no modo como “molda o conteúdo com que as pessoas interagem online”.

“Esta é uma preocupação importante, porque, apesar de haver alguns países em África onde apenas 20% da população tem acesso à Internet, as conversas na Internet influenciam o que se passa ‘offline’ ainda que as pessoas não tenham consciência disso”, disse.

A questão que se coloca, sublinha Nate Allen, é: “E se esse conteúdo está a ser influenciado por um ator estrangeiro que está a espalhar desinformação? Ou por um algoritmo concebido por uma empresa de redes sociais que visa otimizar o envolvimento em vez de estar atenta ao facto ser veículo de um discurso político baseado em factos”.

“As consequências são problemáticas, desestabilizadoras e, em particular, os países onde não há muita capacidade e experiência no Estado para lidar com isto, vão ter problemas”, defendeu o investigador do ACSS.

A tecnologia progride à frente dos reguladores e “estará sempre à frente da capacidade da maioria deles de compreender, quanto mais de fazer alguma coisa”, disse Allen.

Mas, para dar resposta a este tipo de questões, acrescentou o investigador, “não é sequer necessário criar uma regulamentação sólida, basta ter consciência de que existe um problema em primeiro lugar”, em África, como em qualquer parte do mundo.

Serviços financeiros digitais em destaque na 12.ª edição da Semana Global do Dinheiro

Arrancou neste início da semana a 12.ª edição da Semana Global do Dinheiro, sob o lema “Proteja o seu dinheiro, garanta o seu futuro”, e onde a atenção estará também virada para os serviços financeiros digitais e para moeda eletrónica, com a divulgação e dinamização do sistema eletrónico “KWiK“.

O evento que vai até sexta-feira vai ainda abordar os instrumentos de pagamentos modernos, inclusivos e de fácil utilização, adaptado à realidade da população não bancarizada, e que começa a consolidar os seus passos no sistema financeiro angolano.

MAIS: USAID e Africell lançam projeto para apoiar o desenvolvimento de sistema de pagamentos digitais

A Semana Global do Dinheiro é uma iniciativa coordenada pela Organização de Cooperação para o Desenvolvimento Económico (OCDE), que se realiza todos os anos, desde 2012, em mais de 176 países, com a finalidade de consciencializar as pessoas, sobretudo os jovens, sobre as principais temáticas relacionadas com a literacia financeira.

Em Angola, durante seis dias, nas províncias de Luanda, Cabinda, Malanje, Huambo, Huíla, Namibe, Cunene, Cuanza-Sul, Moxico, Uíge e Cuando Cubango vão ser realizadas palestras de educação financeira, campanhas de sensibilização para abertura de contas bancárias e de moeda eletrónica, com a participação dos supervisores do sistema financeiro, bancos, prestadores de serviços de pagamentos móveis, parceiros do sector público e privado.

Cuidado! Trojan é capaz de desviar pagamentos feitos com telemóvel

O Pix é uma das plataformas de pagamentos mais populares no Brasil e, tendo em conta que foi criado pelo Banco Central do Brasil, é tido como um serviço confiável para realizar este tipo de operações. No entanto, conta a Folha de S. Paulo que há agora uma ameaça capaz de burlar os utilizadores de telemóveis Android.

Chama-se PixPirate e começou por ser identificado no final de 2022 pela empresa de cibersegurança Cleafy. Trata-se de um ‘trojan’ bancário que é capaz de se esconder em telemóveis Android de forma a desviar pagamentos. Depois do utilizador apontar a câmara para um código QR – tal como se faz em Angola com o MultiCaixa Express – esse valor é desviado para outro destino à escolha dos piratas informáticos.

Mas como acontece a disseminação deste ‘trojan’? Ao que parece, o PixPirate pode infetar o telemóvel Android por via de mensagens de WhatsApp ou de vulgares SMS com um código URL. Notar, no entanto, que para correr o risco de ser infetado deverá clicar nesse código URL – aconselhando-se, portanto a que evite fazê-lo caso o tenha recebido de um remetente desconhecido.

Ao infetar um telemóvel, o PixPirate é capaz de instalar e desinstalar outras apps, realizar o registo de teclas premiadas (de forma a recolher palavras-passe e outros códigos de autenticação), aceder a contas, ler mensagens alheias e também desbloquear o sistema de proteção da Google.

Serve recordar que, mesmo que a grande maioria dos casos só tenham sido detetados no Brasil, este tipo de software ‘viaja’ rapidamente e, tendo em conta que está em constante mutação e adaptação, pode muito bem vir a tornar-se compatível com outros sistemas de pagamentos.

Aberta as inscrições para a 4ª edição do UNITEL Code Robótica

A UNITEL lança neste segunda-feira, dia 18 de março, a abertura das inscrições para a 4ª edição do UNITEL Code Robótica. O UNITEL Code Robótica, é uma formação que visa transmitir conhecimentos básicos sobre programação, ciência, tecnologia, engenheira, artes e matemática. A iniciativa visa essencialmente despertar o interesse pela robótica, através de metodologias inovadoras às crianças e adolescentes dos 8 aos 16 anos.

Os candidatos deverão ter noções básicas de matemática (soma, subtração, multiplicação e divisão), informática e internet na ótica do utilizador. As inscrições poderão ser feitas clicando aqui, no período de 18 de março a 28 de abril, sendo que o início das aulas está agendado para as seguintes datas:

Huíla – março
Bié – abril
Huambo – abril
Móxico – maio
Luanda- maio
O UNITEL Code Robótica, foi lançado em março de 2022 tendo já formado mais de 1.200 crianças e adolescentes nas Províncias de Cabinda, Huila, Malanje, Benguela, Namibe, Huambo, Kwanza Norte, Kwanza Sul, Bengo, Zaire, Uíge e Luanda A formação UNITEL Code Robótica, é uma iniciativa que visa promover o empoderamento digital das comunidades, e é desenvolvida no âmbito da estratégia de Responsabilidade Corporativa da UNITEL, com o apoio da Arotec.