De acordo com os detalhes avançados pelo The Verge, o grupo concluiu que as principais acusações de Elon Musk prescreveram devido ao prazo de prescrição e que resultou na queda da acusação principal.
O julgamento, que decorreu num tribunal federal em Oakland ao longo de três semanas, marcou o culminar de uma intensa batalha legal que opôs figuras centrais do desenvolvimento da inteligência artificial.
Decisão do júri e posição da juíza
Neste caso específico, o júri actuava num papel puramente consultivo, tendo sido constituído para fornecer uma opinião adicional à juíza, sem que o seu veredicto tivesse carácter legalmente vinculativo imediato. Porém, a juíza distrital dos Estados Unidos, Yvonne Gonzalez Rogers, que detém a autoridade legal final sobre o processo, aceitou integralmente a decisão do grupo.
O júri determinou que a queixa apresentada por quebra de fidúcia numa instituição de caridade se encontrava prescrita pelo prazo de prescrição. Com a queda desta acusação, a alegação de que a Microsoft teria auxiliado e sido cúmplice nessa mesma infracção também caiu. Adicionalmente, o pedido de restituição financeira foi igualmente bloqueado pelo mesmo limite temporal.
O centro da disputa nos tribunais
O núcleo desta disputa legal centrava-se na acusação de que a OpenAI se havia desviado da sua missão fundacional, com a indicação de que o capital inicialmente investido estava especificamente reservado a uma entidade sem fins lucrativos. As alegações apontavam directamente que Sam Altman, CEO da empresa, e Greg Brockman, presidente, quebraram essa fidúcia e participaram num esquema de enriquecimento sem causa justificada.
Durante as sessões no tribunal, ambas as partes aproveitaram todas as oportunidades para denegrir a imagem do adversário. A apresentação de provas sensacionalistas e os testemunhos surpreendentes partilhados ao longo do processo acabaram por criar um cenário em que ambas as facções terminaram com uma imagem pública ainda menos credível do que aquela que detinham antes do início do julgamento.

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