
O Ministério das Finanças (MINFIN), através do Serviço Nacional de Tecnologias de Informação e Comunicação das Finanças Públicas (SETIC-FP), lançou esta quinta-feira(26) o i.Lab – Laboratório de Inovação das Finanças Públicas, uma iniciativa estratégica voltada para acelerar a transformação digital e impulsionar a criação de valor nos serviços públicos em Angola.
A nova plataforma surge como um instrumento estruturado para experimentação, validação e escalabilidade de soluções digitais, com foco na melhoria da eficiência, segurança e centralidade nos utilizadores.
A iniciativa enquadra-se no lema do Ministério das Finanças para 2026 — “Rigor e inovação ao serviço dos angolanos” — reforçando o compromisso com uma administração pública mais ágil, transparente e orientada para resultados concretos.
“A transformação digital das finanças públicas só faz sentido quando gera valor real. O i.Lab permite testar soluções, medir impacto e escalar aquilo que efectivamente melhora os serviços”, destacou Maer Neto.
Prova de conceito reforça confiança nos serviços digitais
Durante o lançamento, foi apresentada uma Prova de Conceito (PoC) centrada na implementação de assinaturas digitais qualificadas no Sistema Integrado de Gestão Documental (SIGD).
Desenvolvido internamente pelo SETIC-FP, o SIGD é uma plataforma que digitaliza os processos de gestão documental no Ministério das Finanças e conta actualmente com cerca de 200 utilizadores activos.
A integração das assinaturas digitais vem reforçar três pilares essenciais:
- Autenticidade dos documentos;
- Integridade da informação;
- Segurança nos processos;
Com esta evolução, espera-se reduzir significativamente as validações manuais, ao mesmo tempo que se aumenta a confiança nos fluxos digitais.
“Estamos a evoluir de processos digitalizados para serviços digitais com confiança, simplicidade e valor para quem utiliza”, referiu o responsável.
Solução validada e pronta para fase operacional
A solução encontra-se actualmente no nível 6 de maturidade tecnológica (TRL 6), o que significa que já foi validada em ambiente relevante com integração no SIGD.
Com o lançamento do i.Lab, o próximo passo será a evolução para o TRL 7, que prevê a realização de pilotos operacionais em contexto real.
Este avanço permitirá acelerar a adopção de soluções digitais com impacto directo na:
Qualidade dos serviços;
Rapidez de execução;
Fiabilidade dos processos;
Alinhamento com prioridades nacionais e ODS
O i.Lab está alinhado com as principais prioridades estratégicas do país, nomeadamente:
- Transformação digital
- Modernização da administração pública
- Melhoria da experiência do cidadão
A iniciativa contribui igualmente para os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com destaque para:
- ODS 16 – Instituições eficazes e transparentes
- ODS 9 – Infra-estruturas e inovação
- ODS 8 – Crescimento económico e eficiência

Na abertura do encontro, o governador provincial de Malanje, Marcos Nhunga, foi peremptória: os sinais de rádio, televisão e internet ainda não chegam a todas as localidades do território.
Segundo Mário Oliveira, apesar dos resultados alcançados, há metas de cobertura a serem alcançadas. O país conta com tecnologias 3G e 4G no Plano de Desenvolvimento Nacional e avança para a implementação do 5G.
Após 40 horas de deliberação, ao longo de nove dias, os jurados concluíram que a Meta e o
Emma Theofelus, Ministra da Tecnologia da Informação e Comunicação, e Tulimevava Mufeti, Presidente da Autoridade Reguladora das Comunicações da Namíbia, apresentaram a decisão durante uma conferência de imprensa na terça-feira, 24 de março.
O grupo em causa é o Salt Typhoon, que funciona como uma elite cibernética financiada pelo Estado chinês e não tem qualquer interesse em roubar dados de cartões de crédito. O que realmente procura é atacar infra-estruturas críticas de outros países e recolher informações confidenciais de governos e instituições.
A
O estudo foi apresentado, na Conferência Africana de Direito Cibernético de 2026, com o tema: “Soberania Algorítmica em África: Responsabilidade Constitucional e a Governança da IA em Economias Digitais Emergentes”, no Chalsty Centre, na Faculdade de Direito da Universidade de Witwatersrand.
No entanto, África encontra-se numa fase diferente do seu percurso em matéria de conectividade. Embora as tecnologias de última geração estejam a expandir-se, o continente continua a depender fortemente das gerações anteriores. No final de 2024, pouco mais de metade das ligações móveis em África ainda funcionavam em 3G, cerca de um terço em 4G e aproximadamente 10 % em 2G, com apenas cerca de 1 % a utilizar 5G.
