
O Governo da Grécia anunciou que vai proibir o acesso às redes sociais a crianças com menos de 15 anos, a partir de 1 de Janeiro de 2027. A medida foi confirmada pelo primeiro-ministro Kyriakos Mitsotakis, que justificou a decisão com base nos efeitos negativos do uso excessivo das plataformas digitais.
Segundo o governante, o aumento de casos de ansiedade, dificuldades de sono e outros problemas ligados à saúde mental dos jovens está directamente associado ao uso intensivo das redes sociais. Mitsotakis destacou ainda que muitas destas plataformas são desenhadas para prender a atenção dos utilizadores, o que agrava o problema, sobretudo entre crianças e adolescentes.
Antes desta decisão, o Executivo grego já tinha implementado outras medidas de controlo, como a proibição do uso de telemóveis nas escolas e o desenvolvimento de ferramentas de supervisão parental, que permitem aos encarregados de educação limitar o tempo de ecrã dos filhos.
Dados de uma pesquisa divulgada em Fevereiro indicam que cerca de 80% da população apoia esta iniciativa, mostrando uma forte preocupação social com o impacto da tecnologia na vida dos mais novos.
Com esta decisão, a Grécia posiciona-se entre os primeiros países a adoptar uma política mais rígida no controlo do acesso de menores às redes sociais, numa altura em que o debate sobre a regulação digital ganha força a nível internacional.
FONTE: G1



O IMA participou na 1.ª edição do Angola Quality Summit 2026, um evento dedicado à promoção da qualidade, inovação e transformação digital, reunindo especialistas, instituições públicas e parceiros estratégicos para debater os desafios e avanços na modernização administrativa em Angola.

De acordo com o documento oficial, a proposta de lei visa prevenir os riscos relacionados com o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo, proteger os consumidores da natureza altamente especulativa dos activos digitais e garantir a integridade e a transparência do mercado. Tem ainda como objectivo preservar a estabilidade financeira, limitar os riscos sistémicos associados à crescente interligação entre os activos digitais e o sistema financeiro tradicional.
A iniciativa surge num contexto de crescente utilização de activos digitais, mas também de riscos crescentes. As autoridades ruandesas relataram vários casos de fraude relacionados com projectos falsos de activos digitais. De acordo com dados apresentados durante os debates parlamentares, o Gabinete de Investigação do Ruanda identificou 35 casos de esquemas piramidais e fraudes que envolveram as chamadas criptomoedas, e causaram perdas financeiras significativas ao público.
A plataforma, criada em 2025, nasceu da convicção de que tecnologia deve servir à produtividade real, combinando engenharia de software de ponta com uma compreensão profunda dos processos empresariais para criar soluções que fazem a diferença no dia a dia das organizações.
A Autoridade Nacional de Identificação do Gana (NIA), organismo oficial responsável pelo sistema nacional de identificação, integrou uma carteira digital no Ghana Card, o documento de identificação utilizado para serviços como o registo de cartões SIM e os pedidos de passaporte.