
A Meta, empresa-mãe do Facebook e do Instagram, vai eliminar cerca de 600 postos de trabalho na sua divisão de Inteligência Artificial (IA), numa medida que, segundo a própria companhia, visa optimizar as operações depois de um período de contratações em massa, noticiaram esta quarta-feira vários meios de comunicação dos Estados Unidos.
De acordo com o The Wall Street Journal e o The New York Times, os cortes não afectarão o TBD Lab, uma unidade criada pelo director-executivo da Meta, Mark Zuckerberg. Este laboratório tem vindo a crescer rapidamente, impulsionado pela contratação de pesquisadores de topo, muitos deles atraídos de empresas rivais como a OpenAI e a Apple, com pacotes salariais bastante competitivos.
As reduções de pessoal vão incidir sobretudo sobre equipas que trabalham com produtos e infra-estrutura de IA, numa tentativa de aumentar a eficiência dos projectos mais ambiciosos da empresa, refere o Wall Street Journal. Ainda assim, parte dos trabalhadores afectados poderá ser realocada para outras áreas da companhia.
O New York Times descreve a medida como uma resposta ao “excesso organizacional” que se seguiu à fase de contratação agressiva voltada ao desenvolvimento do programa de IA da Meta.
Os jornais citam um memorando interno do chefe do departamento de IA, Alexandr Wang, que afirmou que os cortes significam que “serão necessárias menos conversas para se tomar uma decisão”.
Até ao momento, a Meta não respondeu aos pedidos de comentário feitos pela AFP sobre o assunto.

Depois de meses de expectativa, a Samsung apresentou oficialmente o seu novo fone de ouvido de realidade mista, o Galaxy XR, desenvolvido para rivalizar directamente com o Vision Pro da Apple.
Entre as principais prioridades, o governante destacou a expansão da rede nacional de fibra óptica, a implementação de um cabo submarino doméstico e o lançamento do Programa Espacial Nacional, que inclui o desenvolvimento de um satélite de observação da Terra.
A OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT, anunciou esta terça-feira (21) o lançamento do Atlas, o seu novo navegador de internet com inteligência artificial. A ferramenta surge como uma alternativa direta ao Google Chrome, que também tem vindo a incorporar funcionalidades de IA nos últimos meses.
A República Democrática do Congo deu início ao lançamento da maior central hidroeléctrica do mundo, que servirá como fonte de energia renovável e acessível para alimentar data centers, num contexto de crescente procura global impulsionada pela Inteligência Artificial (IA).
De acordo com o relatório, a África Subsariana permanece como a região menos conectada do planeta. Em 2024, cerca de 10% da população ainda vivia em zonas sem cobertura de banda larga móvel, uma melhoria face aos 13% registados em 2023.
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Entre trotes, tentativas de golpe e chamadas indesejadas, atender o telefone tornou-se cada vez mais complicado. Para facilitar a vida dos utilizadores, os smartphones mais recentes da Apple e da Samsung já contam com o apoio da inteligência artificial (IA), capaz de atender e filtrar chamadas automaticamente, sem que o dono do aparelho precise dizer uma única palavra.

