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Meta vai eliminar 600 postos de trabalho na divisão de IA, segundo a imprensa


A Meta, empresa-mãe do Facebook e do Instagram, vai eliminar cerca de 600 postos de trabalho na sua divisão de Inteligência Artificial (IA), numa medida que, segundo a própria companhia, visa optimizar as operações depois de um período de contratações em massa, noticiaram esta quarta-feira vários meios de comunicação dos Estados Unidos.

De acordo com o The Wall Street Journal e o The New York Times, os cortes não afectarão o TBD Lab, uma unidade criada pelo director-executivo da Meta, Mark Zuckerberg. Este laboratório tem vindo a crescer rapidamente, impulsionado pela contratação de pesquisadores de topo, muitos deles atraídos de empresas rivais como a OpenAI e a Apple, com pacotes salariais bastante competitivos.

As reduções de pessoal vão incidir sobretudo sobre equipas que trabalham com produtos e infra-estrutura de IA, numa tentativa de aumentar a eficiência dos projectos mais ambiciosos da empresa, refere o Wall Street Journal. Ainda assim, parte dos trabalhadores afectados poderá ser realocada para outras áreas da companhia.

O New York Times descreve a medida como uma resposta ao “excesso organizacional” que se seguiu à fase de contratação agressiva voltada ao desenvolvimento do programa de IA da Meta.

Os jornais citam um memorando interno do chefe do departamento de IA, Alexandr Wang, que afirmou que os cortes significam que “serão necessárias menos conversas para se tomar uma decisão”.

Até ao momento, a Meta não respondeu aos pedidos de comentário feitos pela AFP sobre o assunto.

Samsung enfrenta o Vision Pro da Apple com o novo Galaxy XR

Depois de meses de expectativa, a Samsung apresentou oficialmente o seu novo fone de ouvido de realidade mista, o Galaxy XR, desenvolvido para rivalizar directamente com o Vision Pro da Apple.

O dispositivo funciona com o Android XR, sistema operacional do Google, e é alimentado pela plataforma Snapdragon XR2+ Gen 2, da Qualcomm.

Com um preço de 1.800 dólares praticamente metade do valor do Vision Pro , o Galaxy XR já está disponível nos Estados Unidos e na Coreia do Sul. A autonomia promete duas horas de uso geral e cerca de duas horas e meia em reprodução de vídeo.

Ecrã e desempenho

O Galaxy XR vem equipado com um ecrã micro-OLED que oferece 27 milhões de píxeis, ou seja, seis milhões a mais do que o Vision Pro, com uma resolução de 3.552 x 3.840.

A taxa de actualização é de 90 Hz, um pouco abaixo dos 120 Hz do rival da Apple.

O fone de ouvido conta ainda com:

  • duas câmaras de passagem de alta resolução,
  • seis câmaras de rastreamento voltadas para o ambiente,
  • e quatro câmaras de rastreamento ocular.

Em termos de peso, o Galaxy XR é mais leve, com 545 gramas, contra as 750 a 800 gramas do Apple Vision Pro.

Design e conforto

Num comunicado oficial, a Samsung destacou que o Galaxy XR combina materiais avançados, design ergonómico e optimização estrutural para garantir conforto durante o uso prolongado.

“A estrutura ergonomicamente equilibrada distribui a pressão entre a testa e a parte de trás da cabeça, reduzindo o desconforto facial e assegurando um suporte constante”, explica a marca.

Experiências imersivas com IA e apps Google

O Galaxy XR chega com diversas experiências optimizadas para realidade estendida (XR), incluindo Google Maps, YouTube, Circle to Search e Google Fotos.

Os utilizadores poderão, por exemplo, pedir ao assistente Gemini para navegar em Mapas 3D imersivos, encontrar vídeos no YouTube ou converter imagens 2D em 3D no Google Fotos e tudo sem sair do ambiente virtual.

Com o Galaxy XR, a Samsung entra com força no mercado da realidade mista, oferecendo uma alternativa mais acessível e leve ao dispositivo premium da Apple.

Mário Oliveira anuncia nova era das telecomunicações em Angola

Entre as principais prioridades, o governante destacou a expansão da rede nacional de fibra óptica, a implementação de um cabo submarino doméstico e o lançamento do Programa Espacial Nacional, que inclui o desenvolvimento de um satélite de observação da Terra.

Em entrevista à Rádio Eclésia, Mário Oliveira sublinhou que estas iniciativas fazem parte de uma estratégia integrada de modernização, voltada para o reforço da conectividade, a inovação tecnológica e a soberania digital do país.

“Estamos a construir um ecossistema mais robusto, inclusivo e sustentável, capaz de colocar Angola na vanguarda das telecomunicações e da comunicação social em África”.

O ministro anunciou igualmente a modernização da Angola Telecom, a melhoria da gestão e regulação do espectro radioelétrico e a meta de transformar Angola num hub regional de telecomunicações, capaz de integrar e dinamizar o mercado africano das tecnologias de informação e comunicação.

De acordo com o ministro, o futuro do sector assenta em três pilares fundamentais: modernização tecnológica, expansão dos serviços e formação contínua de quadros nacionais.

OpenAI lança navegador Atlas para competir com o Google Chrome

A OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT, anunciou esta terça-feira (21) o lançamento do Atlas, o seu novo navegador de internet com inteligência artificial. A ferramenta surge como uma alternativa direta ao Google Chrome, que também tem vindo a incorporar funcionalidades de IA nos últimos meses.

De acordo com a OpenAI, o Atlas já está disponível para notebooks da Apple e deverá chegar em breve ao Windows, iOS (iPhone) e Android.

“Com o Atlas, o ChatGPT pode acompanhá-lo em qualquer lugar da internet, ajudando-o directamente na página onde está, compreendendo o que pretende fazer e concluindo tarefas por si, tudo isto sem necessidade de copiar, colar ou mudar de separador”, afirmou a empresa em comunicado.

A OpenAI revelou ainda que, para os assinantes do ChatGPT, o navegador já chega com o modo Agente integrado, uma funcionalidade que permite ao robô executar tarefas de forma autónoma.

“O modo Agente no Atlas está disponível, em versão prévia, para utilizadores Plus, Pro e Business”, acrescentou a empresa.

Principais funcionalidades do Atlas

  • Memória de navegação: o navegador guarda o histórico das actividades do utilizador, permitindo reabrir páginas, automatizar tarefas e retomar trabalhos interrompidos.
  • Integração com o ChatGPT: é possível abrir uma nova aba para colocar perguntas, pesquisar ou pedir ajuda para escrever, tudo directamente na mesma página, sem alternar entre janelas.
  • Personalização inteligente: o Atlas utiliza dados do histórico, das páginas abertas e dos sites em que o utilizador está autenticado para oferecer respostas e sugestões mais relevantes.

Com o lançamento do Atlas, a OpenAI reforça a sua aposta em integrar o ChatGPT de forma mais natural no quotidiano digital dos utilizadores, transformando a experiência de navegação numa actividade assistida por inteligência artificial.

Congo aposta na maior central hidroeléctrica do mundo para alimentar data centers de IA

A República Democrática do Congo deu início ao lançamento da maior central hidroeléctrica do mundo, que servirá como fonte de energia renovável e acessível para alimentar data centers, num contexto de crescente procura global impulsionada pela Inteligência Artificial (IA).

O Complexo de Inga, localizado no rio Congo, gera actualmente menos de 2 gigawatts de energia, uma pequena fracção do seu potencial estimado em 44 gigawatts, segundo dados divulgados pela Bloomberg.

De acordo com Bob Mabiala Mvumbi, director da Agência de Desenvolvimento de Inga, o governo congolês acredita que parcerias com operadores de data centers poderão ser decisivas para desbloquear todo esse potencial energético.

Com o avanço da IA e da computação em nuvem, o mundo enfrenta uma necessidade de energia sem precedentes. Empresas como a OpenAI e a Oracle Corp. estudam a construção de data centers com capacidade de vários gigawatts, suficiente para abastecer cerca de 900 mil habitações por ano.

O interesse pela expansão de infra-estruturas tecnológicas em África também tem vindo a crescer. Gigantes como a Google, da Alphabet, e a Amazon Web Services (AWS) já anunciaram projectos de grande escala na África Oriental e Austral, revelou Luvuyo Masinda, CEO do Standard Bank.

“Se conseguirmos garantir um fornecimento estável de energia, África continuará a ser um ponto de entrada mais acessível em comparação com os mercados desenvolvidos”, destacou Masinda. “Alguns desses projectos chegam a custar entre 3 e 4 mil milhões de dólares. Nem todos se concretizarão, mas é dessa escala que estamos a falar.”

O local de Inga, no Congo, abriga actualmente duas barragens construídas há mais de quatro décadas. O projecto Grand Inga, que prevê um total de oito barragens, tem enfrentado repetidos adiamentos devido a custos elevados e desafios logísticos. No entanto, o ímpeto para a próxima fase, Inga III, começa a ganhar força, impulsionado pela crise energética que afecta o sector mineiro do cobre no país.

África: cresce a conectividade, mas a exclusão digital ainda resiste

De acordo com o relatório, a África Subsariana permanece como a região menos conectada do planeta. Em 2024, cerca de 10% da população ainda vivia em zonas sem cobertura de banda larga móvel, uma melhoria face aos 13% registados em 2023.

No entanto, a lacuna de utilização continua alarmante: apenas um quarto dos africanos (25%) utiliza a internet móvel, enquanto 72% permanecem desconectados.

A África Ocidental surge como a sub-região mais avançada, com cerca de 30% da população online, impulsionada por investimentos em redes 4G e políticas de inclusão digital. Já a África Central e a África Oriental enfrentam as maiores barreiras, tanto em cobertura como em acessibilidade.

Na África Central, por exemplo, apenas 16% da população está conectada, e a lacuna de cobertura reduziu-se de 34% para 25% num ano, um progresso que, embora notável, continua insuficiente.

África: Empresas defendem cortes fiscais para smartphones acessíveis

O relatório identifica um conjunto de barreiras estruturais que continuam a travar o acesso digital no continente. O custo elevado dos dispositivos e da internet móvel é um dos principais obstáculos, agravado por taxas de importação e impostos específicos sobre serviços digitais.

As desigualdades de género também permanecem marcantes: as mulheres africanas são 29% menos propensas a aceder à internet móvel do que os homens, principalmente devido a diferenças de rendimento, literacia digital e normas sociais restritivas.

Nas zonas rurais, o cenário é ainda mais desafiador. Apenas 25% dos adultos têm acesso à internet móvel, comparativamente a 48% nas áreas urbanas, o que revela uma forte lacuna urbano-rural na digitalização africana.

O relatório destaca a criação de novos instrumentos de avaliação, como o Digital Africa Index (DAI), que integra quatro indicadores essenciais:

  • Mobile Connectivity Index (MCI) — mede a infraestrutura e a acessibilidade;
  • Digital Nations and Society Index (DNSI) — avalia o grau de digitalização de governos, empresas e cidadãos;

  • Digital Policy and Regulatory Index (DPRI) — mede a eficácia das políticas públicas digitais;

  • Mobile Money Regulatory Index (MMRI) — analisa a regulação dos serviços financeiros móveis.

Os resultados revelam que 36 dos 48 países da África Subsariana obtêm pontuação inferior a 50 no DPRI, sinaliza que as políticas e regulações ainda não acompanham a velocidade da transformação digital.

A GSMA defende que o progresso africano dependerá de três eixos fundamentais:

  1. Acesso acessível e equitativo — através da redução de taxas sobre dispositivos e pacotes de dados;

  2. Capacitação digital — com formação em competências digitais básicas e incentivo à participação feminina;

  3. Políticas integradas e previsíveis — para criar confiança e atrair capital privado para infraestruturas digitais.

O relatório recomenda ainda a reforma dos fundos de serviço universal, actualmente subutilizados, e a harmonização das regulações regionais, de forma a permitir economias de escala e promover investimentos sustentáveis.

África: empresas defendem cortes fiscais para smartphones acessíveis

A GSMA, entidade reguladora da indústria móvel, em parceria com seis das principais operadoras móveis de África (Airtel, Axian Telecom, Ethio Telecom, MTN, Orange e Vodacom), propôs hoje um conjunto de requisitos básicos para um smartphone 4G básico a um preço acessível.

O apelo à ação foi feito pelas operadoras presentes no Mobile World Congress Kigali, que está a decorrer no Ruanda.

O apelo aos governos faz parte da GSMA Handset Affordability Coalition, que visa promover a inclusão em todo o continente, reduzir o custo da aquisição de smartphones para milhões de pessoas que ainda não têm acesso à Internet.

O conjunto básico de requisitos sugerido pelo grupo fornece especificações de referência para memória, RAM, qualidade da câmara, tamanho do ecrã, desempenho da bateria e outros elementos que garantirão uma experiência viável e duradoura com smartphones 4G a um custo substancialmente mais baixo.

A acessibilidade dos smartphones continua a ser o obstáculo mais significativo à adoção da Internet móvel na África Subsaariana.

De acordo com o Relatório sobre o Estado da Conectividade à Internet Móvel em 2025, mais de 3 mil milhões de pessoas em todo o mundo vivem dentro da cobertura de banda larga móvel, mas não utilizam a Internet, sendo a acessibilidade dos dispositivos considerada o obstáculo mais significativo.

A GSMA Intelligence estima que um smartphone de 40 dólares pode fornecer acesso à Internet móvel a mais 20 milhões de pessoas na África Subsaariana, enquanto um telemóvel de 30 dólares pode conectar até 50 milhões.

O acesso a um smartphone não é um luxo, é uma linha de vida para serviços essenciais, oportunidades de rendimento e participação na economia digital. Ao unirem-se em torno de uma visão comum para dispositivos 4G acessíveis, as principais operadoras africanas e a GSMA estão a enviar um sinal poderoso aos fabricantes e decisores políticos. Este é um passo importante para colmatar o fosso digital e garantir que mais milhões de pessoas possam colher os benefícios da conectividade móvel, avançou Vivek Badrinath, director-geral da GSMA.

Nos próximos meses, a GSMA afirmou que irá colaborar com fabricantes de equipamentos originais e empresas de tecnologia para consultar sobre os requisitos mínimos propostos e obter apoio para dispositivos 4G acessíveis.

Ao mesmo tempo, a indústria móvel está a apelar aos governos de toda a África para que ajam rapidamente para eliminar os impostos sobre smartphones básicos com preços inferiores a 100 dólares. Em alguns países, o IVA e os direitos de importação podem aumentar os preços dos dispositivos em mais de 30%, aumentar directamente os custos para os cidadãos e dificultar os esforços de inclusão digital- Vivek Badrinath.

De acordo com a GSMA, no início deste ano, a África do Sul introduziu reformas fiscais sobre smartphones básicos – uma política que a indústria insta outros governos africanos a replicar para criar impulso para a transformação digital.

Saiba como atender chamadas sem precisar falar ao telefone

Entre trotes, tentativas de golpe e chamadas indesejadas, atender o telefone tornou-se cada vez mais complicado. Para facilitar a vida dos utilizadores, os smartphones mais recentes da Apple e da Samsung já contam com o apoio da inteligência artificial (IA), capaz de atender e filtrar chamadas automaticamente, sem que o dono do aparelho precise dizer uma única palavra.

A tecnologia utiliza uma voz digital que conversa com quem está do outro lado da linha, enquanto o utilizador acompanha em tempo real, através do ecrã, o motivo da chamada e decide se quer atender ou encerrar.

Como activar a função no iPhone

Nos aparelhos da Apple, o recurso chama-se “Filtragem de Ligações”.

Para activar:

  1. Vá em Ajustes > Apps > Telefone > Filtrar números desconhecidos
  2. Selecione a opção “Perguntar motivo da ligação”
  3. Também é possível bloquear todas as chamadas de números não guardados

Quando esta filtragem está activa, o assistente virtual atende automaticamente chamadas de números desconhecidos e mostra o motivo informado pelo contacto.

O recurso está disponível apenas em modelos compatíveis com a Apple Intelligence, como o iPhone 15 Pro e a linha iPhone 16, incluindo o 16e.

Como activar a função nos smartphones Samsung

Nos aparelhos da Samsung, a ferramenta aparece como “Chamada por Texto”, dentro do menu Assistente de Chamada.

Para activar:

  1. Abra o app Telefone
  2. Toque nos três pontinhos no canto superior e entre em Configurações
  3. Vá até Assistente de Chamada e active “Chamada por Texto”

Ao contrário do iPhone, a ligação não é atendida automaticamente. O utilizador precisa seleccionar a função na tela sempre que o telefone tocar.

O recurso está disponível em modelos equipados com a Galaxy AI, presente desde o Galaxy A56 até os topos de linha das séries S24, S25, Z Fold7 e Z Flip7.

Amazon identifica falha que deixou grande parte da internet fora do ar, mas ainda trabalha na restauração dos serviços

A Amazon confirmou ter identificado o problema que causou uma das maiores interrupções recentes na internet mundial, afectando diversos sites, bancos, aplicações e até alguns serviços governamentais. A falha teve origem nos servidores da Amazon Web Services (AWS), a plataforma de computação em nuvem da empresa, e provocou instabilidade global ao longo da segunda-feira (20).

Em comunicado divulgado no seu portal oficial, a Amazon informou que o problema estava relacionado com o sistema de resolução de DNS (Sistema de Nomes de Domínio), responsável por converter endereços de sites em endereços IP, permitindo que páginas e aplicações sejam carregadas correctamente.

“A AWS registou taxas elevadas de erro em vários serviços e determinou que a causa estava associada à resolução de DNS dos terminais da API DynamoDB na região norte da Virgínia (us-east-1)”, explicou a empresa.

Apesar de o erro técnico já ter sido resolvido, a Amazon adiantou que ainda trabalha para restaurar completamente todos os serviços e normalizar as operações o mais rápido possível. A empresa confirmou que a falha também afectou o seu próprio site, Amazon.com, assim como as plataformas das suas subsidiárias e as operações internas de apoio ao cliente.

A multinacional recomendou aos utilizadores que acompanhassem as actualizações mais recentes através do AWS Health Dashboard.

A interrupção teve início por volta das 3 horas da manhã (hora da Costa Leste dos Estados Unidos) e durou várias horas, deixando fora do ar alguns dos serviços digitais mais populares do mundo, como Coinbase, Fortnite, Signal, Perplexity e Zoom. Até mesmo produtos da própria Amazon, como as câmaras de vigilância Ring e os sistemas inteligentes de climatização Eight Sleep, foram afectados.

Milhões de empresas e organizações em todo o mundo dependem da AWS para hospedar os seus sites, aplicações e infra-estruturas digitais. Com centros de dados espalhados por vários continentes, a Amazon detém actualmente cerca de 30% do mercado global de computação em nuvem, sendo um dos pilares da internet moderna.

Mamboo ultrapassa um milhão de entregas e reforça presença no sector de delivery digital em Angola

 

A Mamboo, plataforma angolana de tecnologia e serviços de entrega criada em Abril de 2020, atingiu o marco de um milhão de entregas no país. O número confirma o crescimento da empresa no sector de delivery e serviços digitais, numa altura em que o comércio electrónico começa a ganhar maior expressão em Angola.

A operação da Startup é sustentada em soluções tecnológicas próprias, sistemas de monitorização em tempo real e ferramentas digitais que conectam utilizadores, parceiros e estafetas. A empresa tem apostado no desenvolvimento interno de software, integração com meios de pagamento e gestão de logística baseada em dados.

A actividade da plataforma está organizada em três áreas tecnológicas principais:

• Marketplace digital – Reúne restaurantes, supermercados, farmácias e lojas de conveniência, com mais de 600 parceiros activos.

• Logística inteligente – Oferece entregas para utilizadores e empresas, com modelos peer-to-peer, crowdsourcing e operação com frota própria, suportada por sistemas de gestão em tempo real.

• Serviços financeiros digitais – Através da Mamboo Pay, os utilizadores podem enviar dinheiro, partilhar despesas e fazer pagamentos dentro da aplicação.

Embora seja uma empresa digital, a Mamboo mantém presença física em vários pontos de Luanda, com equipas de apoio, atendimento, recolha e monitorização operacional. A província continua a ser, até agora, o único mercado de actuação.