O jornal IL Foglio, um diário com uma tiragem de cerca de 29.000 exemplares, afirma ser o primeiro jornal do mundo a imprimir edições inteiras criadas com recurso à IA, uma tecnologia emergente que está a mudar a forma como as redações funcionam, revela a AFP.
Cada edição de quatro páginas gerada com inteligência artificial inclui cerca de 22 artigos, desde política a finanças, bem como três editoriais.
Em termos práticos, os cerca de 20 jornalistas do jornal pedem ao ‘chatbot’ ChatGPT da OpenAI que escreva um artigo sobre um determinado assunto e com um determinado tom e a ferramenta produz o texto utilizando informações recolhidas na internet.
Entre os artigos escritos pela IA esta semana estão uma análise dos discursos da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, um editorial sobre o telefonema entre Donald Trump e Vladimir Putin e um artigo sobre moda.
O director do jornal, Cláudio Cerasa referiu que o objetivo é “testar e compreender os limites da inteligência artificial, mas também as suas oportunidades. As fronteiras que devem ser ultrapassadas e as que não podem”.
O director explicou ainda que o artigo pedido à ferramenta da IA deve seguir as normas do jornal e “se houver demasiados erros, mudamos o artigo, se houver poucos, deixamo-los, porque queremos mostrar onde estão os limites. Não é uma questão de beleza”, disse.

O chefe da Casa Civil lidera a delegação angolana na 2.ª Edição da Cimeira Digital do Banco Mundial, que decorre até 19, nos EUA, sob o tema central Caminhos Digitais para Todos.


A infra-estrutura é composta por três áreas especializadas como “Liderança”, “Inovação” e “Talentos” e prevê formar mais de três mil profissionais por ano.
Isto é de acordo com o Índice Global de Ameaças da Check Point para fevereiro de 2025, que mostra o aumento do AsyncRAT, um Trojan de acesso remoto (RAT) que ainda está a evoluir como uma ameaça significativa na cena cibernética.

