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Já são conhecidos os resultados da Liga Mundial de Banda Larga. Veja como fica Angola

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A empresa britânica Cable realizou medições em 224 países e compara as velocidades de acesso à Internet em cada região. Angola aparece em 172º lugar.

A Cable.co.uk organizou mais de 1,1 mil milhões de medições de velocidade no acesso à Internet em 224 países e criou o ranking que disponibiliza sob a forma de um mapa interativo ou de todo o conjunto de dados.

A empresa apurou que a Europa Ocidental, com oito dos dez países com acessos mais rápidos, é a região com acessos mais rápidos do mundo. Jersey bate o recorde, com uma velocidade média de 274,27 Mbps e Macau (128,56 Mbps) e Hungria (104,07 Mbps) são as duas únicas nações de fora da região a integrar o top 10.

A região do Norte de África, como um todo, apresenta uma média conjunta de 5,68 Mbps, a mais baixa de que há registo. Angola no lugar 172 com uma média de 5.88 Mbps.

Moçambique aparece em 158º nesta lista, com a mediana das velocidades a chegar aos 7.17 Mbps e é preciso 1 hora e 35 minutos para descarregar um ficheiro de 5 GB.

Portugal aparece em 34º nesta lista, com a media das velocidades a chegar aos 63 Mbps e a demora-se cerca de dez minutos para descarregar um ficheiro de 5 GB.

Os cinco países do mundo com velocidades de rede mais lentas são Turcomenistão (0,50 Mbps), Iêmen (0,68 Mbps), Etiópia (1,20), Guiné-Bissau (1,24 Mbps) e Guiné Equatorial (1,30 Mbps).

Os cinco países com a Internet mais rápida do mundo são Jersey (274,27 Mbps), Liechtenstein (211,26 Mbps), Islândia (191,83 Mbps), Andorra (164,66 Mbps) e Gibraltar (151,34 Mbps).

Os cinco países com acessos mais rápidos conseguiram 276 vezes mais velocidade do que os cinco países mais lentos no ano passado, valor que passou a 202 vezes esse ano, mostrando que o fosso entre os dois conjuntos está a diminuir.

Da lista, 94 países não conseguem atingir os 10 Mbps, valor considerado mínimo para fazer face às necessidades de um pequeno agregado ou um pequeno negócio, tendo o número baixado dos 109 registados em 2020, o que assinala uma evolução significativa em vários locais.

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