Xiaomi começa a investir em mercados emergentes. África pode estar na mira.

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Xiaomi Red Ric
Xiaomi Red Rice, um dos maiores sucessos de venda na China

Quem ainda não conhece a Xiaomi, é melhor que guarde este artigo e daqui a alguns anos poderá sempre notar onde ouviu falar a primeira vez.

Essa empresa Chinesa existe há 4 anos e o seu foco é a produção de dispositivos electrónicos de baixo custo. Actualmente a empresa está a concentrar as baterias no mercado dos dispositivos móveis, tendo contratado um dos Ex-Vice directores da Google, Hugo Barra.

Quando Hugo Barra saiu da Google para assumir a direcção da Xiaomi, algumas pessoas questionaram a sua decisão, mas ele ripostou dizendo que em breve a Xiaomi será tão grande como a Apple ou Samsung.

Para mostrar que não estava a brincar, a Xiaomi revelou durante esta semana os seus planos para “invadir” os mercados emergentes, onde podemos citar o Brasil, Rússia, Índia, Turquia e México. É hora de exportar porque na China os dispositivos Xiaomi são um sucesso tremendo. Algo que virou notícia mundialmente, é que durante as vendas de natal, a Xiaomi vendeu mais telemóveis do que as gigantes Apple e Samsung no território Chinês.

Com esses novos mercados a Xiaomi atingirá um nível elevado de clientes que terão interesse em comprar os seus dispositivos muito por causa dos preços mais acessíveis.

O plano da Xiaomi é vender 40 milhões de aparelhos em 2014, e estabeleceu ainda uma meta de 100 milhões de aparelhos em 2015. Para isso deverão contar já com a ajuda do mercado Africano que mostrou que não tem preconceito quanto a marcas e ainda por cima a Xiaomi usa Android, que é um sistema conhecido no nosso continente, tem os ingredientes para dar certo. Angola, que tem estado atenta a todos lançamentos das grandes companhias, incluindo as Asiáticas, decerto que não ficará fora dessa grande campanha.

Será que as nossas companhias de telefonia móvel em Angola estão atentas para começarem a fazer contratos com a Xiaomi? Bons telemóveis, preços aceitáveis. Os utilizadores agradecem.

[Via]: The Guardian

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