
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) desmantelou, sexta-feira, no município do Sequele, província de Icolo e Bengo, um local onde era feita a mineração de criptomoedas e deteve quatro indivíduos chineses e cinco angolanos.

O Serviço de Investigação Criminal (SIC) desmantelou, sexta-feira, no município do Sequele, província de Icolo e Bengo, um local onde era feita a mineração de criptomoedas e deteve quatro indivíduos chineses e cinco angolanos.
Rui Faria, membro do conselho de administração executivo e director comercial da Angola Cables, foi nomeado para o recém-constituído Conselho Internacional de Resiliência de Cabos Submarinos, com 42 membros.
A União Internacional das Telecomunicações (UIT), a Agência das Nações Unidas para as Tecnologias Digitais e o Comité Internacional para a Proteção dos Cabos (ICPC), um grupo do sector que promove a proteção dos cabos submarinos, anunciaram recentemente a formação do Órgão Consultivo Internacional.
Os cabos submarinos e o equipamento conexo constituem a base da economia digital global, permitem mais de 99% do intercâmbio internacional de dados e possibilitando que as comunicações, as finanças, os serviços em nuvem e as principais infra-estruturas funcionem sem esforço além-fronteiras.
Apesar da sua importância crucial, os cabos submarinos são vulneráveis a uma série de ameaças, incluindo catástrofes naturais e danos inadvertidos. Com a dependência mundial de uma Internet estável e de alta velocidade a aumentar de dia para dia, a resiliência e a proteção destes cabos contra ameaças naturais e humanas tornaram-se críticas.
Rui Faria afirmou que o Órgão Consultivo desempenha um papel importante na garantia da integridade futura destes cabos submarinos intercontinentais críticos.
“Como empresa, temos prestado apoio técnico a um extenso projecto de investigação científica realizado pelo Departamento de Geografia e Ciências da Terra da Universidade de Durham, no Reino Unido, sobre a causa e o impacto das falhas naturais de cabos que ocorreram no rio Congo próximo à África Ocidental”.
“Com a entrada em funcionamento de mais cabos no futuro, será necessário envidar mais esforços para identificar e atenuar os danos acidentais ou outros riscos existenciais que podem afectar negativamente as redes de cabos submarinos, o que torna a tarefa deste órgão consultivo multilateral muito mais importante,” avançou Rui Faria.

A partir de 15 de Janeiro de 2025, o pagamento da tarifa, a bordo dos autocarros públicos, em dinheiro físico será gradualmente retirado, começando pelas rotas de actuação do Giramais nas províncias de Luanda, Benguela, Huambo, Malanje, Cabinda e Huíla.
Dessa forma, os bilhetes electrónicos GiraMais vão substituir o pagamento de bilhetes convencionais nos autocarros, informou em comunicado a Empresa Nacional de Bilhética Integrada (ENBI), onde o valor mínimo diário de carregamento passará a ser 600 kwanzas, contrariamente aos 1.500 que vinha sendo praticado.
A Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou na última semana o Tratado do Cibercrime, que permite abrir as portas para mudanças significativas na forma como os diferentes governos policiam a Internet. Esta convenção contra o cibercrime foi aprovada em consenso depois de cinco anos de negociação.
Este tratado fornece uma framework para a forma como as forças de aplicação da lei em diferentes países coordenam as investigações de cibercrime. A convenção está a ser apresentada como uma forma de reduzir o número de refúgios seguros para os cibercriminosos, bem como de ajudar as nações em desenvolvimento a proteger melhor os seus cidadãos contra o cibercrime.
MAIS: Angola vai integrar a Convenção Internacional Contra Cibercrimes proposta pela ONU
No entanto, ativistas de direitos humanos, especialistas de cibersegurança e algumas das grandes tecnológicas manifestaram-se com a convenção apresentada, alertando que pode ser utilizada indevidamente por ditaduras e pode permitir uma série de violações de privacidade. Durante o ano passado, existiram tentativas para acrescentar a linguagem sobre direitos humanos e privacidade ao tratado, mas as negociações acabaram por falhar.
Uma cerimónia de assinatura oficial terá lugar durante o ano de 2025 e entrará em vigor 90 dias após ser ratificada.

Em 2024 o X lançou na sua app para dispositivos móveis a capacidade de realizar chamadas de voz e de vídeo, uma funcionalidade que foi ativada por predefinição na rede social e que, como nota o site PC Mag, pode revelar informações sensíveis como é o caso do endereço IP.
Se pretende corrigir esta situação e impedir que realizem chamadas de voz e de vídeo para si, há uma alteração que deve fazer na sua app do X.
MAIS: X (ex-Twitter) aumentou preço de subscrição. Agora custa 20 mil kwanzas por mês
Para tal, deverá abrir a app, pressionar o ícone do seu perfil no canto superior esquerdo e ir até Configurações & suporte e, depois, a Configurações e privacidade. Será então levado para uma nova página e deverá escolher a opção Privacidade e segurança e, de seguida, a área das Mensagens diretas.
Uma vez nesta área, poderá decidir desativar a opção Habilitar chamadas de áudio e vídeo. Notar que, caso deseje manter ativo, poderá selecionar as pessoas que podem contactá-lo por esta vida.

Continuam a circular rumores sobre a próxima geração do iPhone SE que tem lançamento previsto nos próximos tempos e, graças a informações partilhadas na rede social X, é colocada a possibilidade do telemóvel ter direito a um novo nome.
A página de Majin Bu afirma que, de acordo com relatos das suas fontes, o novo iPhone SE não terá este nome mas sim iPhone 16E – uma decisão que deverá ajudar a ‘aproximar’ esta linha de telemóveis mais compactos e acessíveis do alinhamento principal da ‘Empresa da Maçã’.
MAIS: WhatsApp lança funcionalidade de digitalização de documentos para iPhone
A mesma página avança com outros detalhes sobre este novo dispositivo móvel da Apple, indicando que terá um design semelhante ao do iPhone 14, um ecrã OLED e também um botão Ação. Quanto às cores, o ‘iPhone 16E’ estará disponível em negro e branco.

Mais de 40 profissionais e estudantes angolanos de todo o país estão a participar do curso internacional “Construindo capacidade sustentável na força de trabalho espacial angolana: oportunidades e desafios”, soube a redacção da MenosFios através de uma nota do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN).
O ciclo formativo é ministrado pelo autor e sócio da Teaching Science & Technology (TSTI), Jerry Jon Sellers, o curso, com duração de dois meses, é derivado do bestseller Understanding Space: An Introduction to Astronautics (Compreendendo o Espaço: Uma Introdução à Astronáutica), e tem como objectivo transferir conhecimento sobre o sector Espacial.
Pelo que revela a nota, as projecções indicam que, até 2035, a economia espacial se pode expandir para USD 1,8 trilião, impulsionada por avanços na tecnologia de satélites, serviços de lançamento e aplicações espaciais.
O Departamento do Tesouro dos EUA confirmou esta semana que foi alvo de um ataque informático no início do mês de Dezembro. A confirmação foi deixada numa carta enviada para a Câmara dos Representantes, confirmando que o ataque terá sido realizado de forma bastante exaustiva no começo do mês.
Além de ter confirmado o ataque, a entidade também deixa a suspeita de que o mesmo foi orquestrado por um grupo com ligações à China, e que pode ter sido financiado pelo governo de Pequim.
O ataque terá afetado vários postos de trabalho da entidade, colocando em causa o correto funcionamento dos sistemas internos, e em particular, do software de um dos parceiros, a BeyondTrust. Este ataque aparenta ter sido realizado para causar perturbações nas atividades da instituição, não tendo levado a qualquer roubo de dados ou danos consideráveis.
Embora a entidade acuse um grupo sediado na China, e que terá ligações com o governo chinês, não foram deixados detalhes sobre o nome do mesmo ou da origem do ataque.
Os utilizadores que possuem algumas extensões do Chrome podem ter sido expostos a uma extensão maliciosa. Nas últimas horas, a startup de prevenção contra a perda de dados Cyberhaven informou que os hackers publicaram uma atualização maliciosa na sua extensão do Chrome e que esta era capaz de roubar palavras-passe e tokens de autenticação dos clientes.
A empresa enviou um e-mail aos clientes alertando-os para esta vulnerabilidade de segurança, e os hackers comprometeram uma conta da empresa para publicar a atualização maliciosa. Neste e-mail, os clientes esclareceram que a extensão comprometida para o Chrome possibilita que informações confidenciais, incluindo sessões autenticadas e cookies, vazem para o atacante.
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A empresa detetou a vulnerabilidade na tarde de 25 de dezembro e a extensão maliciosa foi substituída por uma atualização legítima. A Chrome Web Store mostra que a extensão tem cerca de 400 mil utilizadores empresariais, pelo que é um número muito significativo e que as vítimas podem ser elevadas.
Segundo esclarecem, os clientes afetados devem revogar logins e passwords baseados em texto, como os tokens API. A Cyberhaven iniciou uma revisão das práticas de segurança para implementar medidas para o futuro. Mesmo que seja uma extensão orientada para clientes empresariais, estes podem não estar totalmente seguros.