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Consultório MenosFios: As grandes vantagens de usar o WhatsApp no computador

O WhatsApp é mais conhecido pela sua aplicação para dispositivos móveis mas, felizmente, os utilizadores de computadores podem também ter acesso à versão web do serviço de mensagens

Esta versão da aplicação de mensagens pode ser facilmente acedida através do portal WhatsApp Web no navegador de Internet, apresentando um código QR que terá de ser analisado com o telemóvel.

A partir daí, poderá guardar o telemóvel e continuar a usar o WhatsApp diretamente através do ecrã do computador. Esta é uma das grandes vantagens de usar o WhatsApp Web e que lhe permitirá passar menos tempo a olhar para o ecrã do telemóvel.

Outra vantagem será responder a mensagens mais rapidamente com o teclado do computador. Por outro lado, o ecrã maior do computador também o ajudará não só a ler as mensagens mais facilmente, como também a mudar de conversas mais rapidamente.

Outra forma de se tornar mais rápido a usar o WhatsApp através desta versão web é utilizando atalhos no teclado, os quais vão ajudá-lo a tornar as suas sessões de trabalho mais produtivas. Caso queira saber que atalhos de teclado poderá utilizar, o WhatsApp tem uma lista disponível com todas as dicas que precisa saber.

Por fim, sabia que o WhatsApp Web lhe permite criar os seus próprios ‘stickers’ diretamente através da plataforma. Numa conversa terá simplesmente de pressionar o ícone do ‘clipe’ e escolher a opção ‘Sticker’, o que lhe permite escolher uma imagem presente no seu computador para personalizar como pretender.

Dado que o WhatsApp Web está constantemente sincronizado com o seu telemóvel, poderá usar estes ‘stickers’ futuramente na aplicação móvel.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Instagram e Threads adotarão conteúdo político

O responsável pelo Instagram e pela Threads, Adam Mosseri, partilhou um vídeo na sua própria página onde se pronuncia sobre as mudanças na política de moderação da Meta. Mais ainda, Mosseri refere que estas redes sociais passarão a mostrar conteúdo político aos utilizadores.

No vídeo em questão, Mosseri recapitula todas as mudanças anunciadas por Zuckerberg e indica que o objetivo é introduzir uma abordagem mais personalizada à exibição de conteúdo político de páginas que não são seguidas pelos utilizadores. Para o responsável pelo Instagram e Threads, o objetivo também será dar aos criadores com conteúdos políticos um lugar para falarem sobre esses temas.

“O Instagram foi criado com os princípios de criatividade e de dar a todos uma voz e este foco em liberdade de expressão ajudar-nos-á a voltar a essas raízes”, afirma Mosseri, notando que as mudanças se devem sentir ainda esta semana e que se tornarão mais evidentes ao longo do tempo.

MAIS: Dona do Facebook segue X e troca verificação de factos por notas de comunidade

Serve recordar que, no lançamento da Threads em 2023, Mosseri afirmou que a receita proveniente da exibição de mais conteúdo político na rede social “não justificava todo o escrutínio, negatividade e riscos de integridade” que resultaria nessa aposta. Pois bem, Mosseri parece ter agora uma perspetiva diferente sobre o assunto.

“Tenho dito publicamente e por muito tempo que não nos compete mostrar às pessoas conteúdo político de páginas que não seguem, mas muitas pessoas têm sido muito claras a dizer que querem este conteúdo e tem sido provou-se impraticável desenhar uma linha vermelha em relação ao que é ou não conteúdo político”, escreveu Mosseri na Threads.

Ministério do Interior pede maior atuação do SIC no combate a crimes cibernéticos

O Ministério do Interior quer maior engajamento do Serviço de Investigação Criminal (SIC) no combate aos crimes cibernéticos no País., para quem constitui “ameaça” à economia e “coloca em risco” a segurança nacional.

As palavras vieram do próprio ministro, Manuel Homem, frisando que “o SIC deve intensificar a capacitação dos quadros e continuar a dedicar especial atenção à prevenção e combate aos crimes cibernéticos, ao crime organizado”, referiu o titular do Ministério do Interior (MININT).

Angola registrou um total de 1.430 crimes cibernéticos no ano de 2024, destacando-se 654 casos de burlas informáticas, revelou o Serviço de Investigação Criminal (SIC).

MAIS: Digitalização da Administração Pública vai aumentar risco de ataques cibernéticos, alerta PGR

Estes dados foram divulgados pelo representante do SIC, Manuel Fragão, durante a 2.ª edição da Conferência Nacional sobre Cibercrime. O evento, que encerra na quarta-feira, conta com a participação de profissionais de diversas áreas, como Direito, Justiça e instituições financeiras.

De informar que muito recentemente o SIC informou que Angola está preparada para fazer face ao crime cibernético que tem aumentado nos últimos tempos, frisando que embora as actividades ilícitas envolvendo a internet no país estejam a crescer, o país tem adquirido os meios técnicos e operacionais para desmantelar essas inúmeras redes de burlas através do cibercrime.

Apple vai corrigir erro de IA responsável por notícias falsas

As ferramentas de Inteligência Artificial (IA) da Apple – conhecidas como Apple Intelligence – não demoraram a criar polémica, com os detentores do iPhone a receberem informações falsas geradas por IA e que foram atribuídas a canais de notícias como a BBC.

Serve recordar que, entre as informações falsas disseminadas por estas notificações enviadas para iPhones, era referido que Luigi Mangione se havia suicidado e que o tenista Rafael Nadal se havia assumido como homossexual.

MAIS: Apple Intelligence já está disponível no iPhone, iPad e Mac

“É essencial para nós que o nosso público possa ter confiança em cada informação ou artigo publicado em nosso nome”, notou a BBC, apontando estes erros como “problemáticos”.

Entretanto, conta o site The Guardian que a Apple já veio a público confirmar que pretende lançar uma atualização para a Apple Intelligence, a qual indicará quando estas notificações são geradas por IA para resumir artigos noticiosos.

A tecnológica de Cupertino diz que esta atualização será lançada nas próximas semanas.

Dona do Facebook segue X e troca verificação de factos por notas da comunidade

A Meta, empresa-mãe do Facebook e Instagram, anunciou uma mudança significativa na sua estratégia de combate à desinformação. A partir de agora, o programa de verificação de factos realizado por organizações externas será descontinuado, Este será substituído por um sistema de “Notas da Comunidade”, similar ao modelo implementado no X.

A decisão, que começa a ser implementada nos EUA, surge após a Meta reconhecer que o sistema atual, baseado em verificadores de factos independentes, apresentava “vieses” e resultava na verificação excessiva de conteúdos. A empresa acredita que o novo modelo, que se baseia na contribuição dos próprios utilizadores para identificar e contextualizar informações potencialmente falsas, será mais eficaz.

O sistema de “Notas da Comunidade” permite que os utilizadores adicionem notas a publicações que considerem enganosas ou que necessitem de contexto adicional. A Meta afirma que este modelo, já utilizado com sucesso no X, permite que a comunidade decida quais as publicações que precisam de ser sinalizadas. Isso promove uma maior transparência e participação dos utilizadores no combate à desinformação.

MAIS: Meta já lançou assinaturas pagas para o Facebook e o Instagram

Com esta mudança, a Meta pretende também “permitir mais discurso” nas suas plataformas, diminuindo as restrições em tópicos como imigração e género. Quer focar-se em “violações ilegais e de alta gravidade”, como terrorismo, exploração infantil e tráfico de drogas. A empresa reconhece que os seus sistemas de moderação de conteúdo “foram longe demais” e cometeram “muitos erros” ao censurar excessivamente conteúdos legítimos.

Mark Zuckerberg, CEO da Meta, admitiu que a mudança é, em parte, motivada por eventos políticos recentes e por uma mudança cultural que prioriza a liberdade de expressão. O Conselho de Supervisão da Meta, órgão independente que supervisiona as decisões de conteúdo da empresa, saudou as alterações. Manifestou também a sua intenção de colaborar com a Meta na implementação deste novo sistema.

A transição para o modelo de “Notas da Comunidade” será gradual e a Meta prevê que o sistema seja aperfeiçoado ao longo do ano. A empresa irá também substituir os avisos sobrepostos em publicações por etiquetas. Espera que isso vá simplificar a experiência do utilizador.

Resta saber como este novo modelo irá impactar a luta contra a desinformação nas plataformas da Meta. Há que saber também se será eficaz na identificação e combate às notícias falsas. A experiência com o X não tem sido pacifica e muitos entendem que a rede social de Elon Musk tornou-se um local onde as informações falsas são atualmente um foco e um lugar-comum.

Políticas de ciência e tecnologia devem impulsionar o desenvolvimento sustentável, defende Governo

As Políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação em Angola devem ser ferramentas de uma estratégia para o Desenvolvimento Sustentável, possibilitando a definição de orientações programáticas para articulação entre o Conhecimento, a Tecnologia e o Progresso Social, segundo o secretário de Estado para o Ensino Superior, Eugénio da Silva.

O dirigente que falava recentemente num Workshop que abordou Os desafios e potencialidades de desenvolvimento da Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (PNCTI), frisou que a revisão e actualização da PNCTI em Angola consta nos documentos de planeamento de longo prazo, como Estratégia de Longo Prazo Angola 2050, e de médio prazo, o Plano de Desenvolvimento Nacional 2023-2027.

 “Este processo está em curso com o apoio da União Europeia (UE) e da Organização dos Estados de África, Caraíbas e Pacífico (OACP), no âmbito do mecanismo do apoio à Política em ciência, tecnologia e Inovação”, disse.

MAIS: Angola ganha Política Nacional da Ciência e Tecnologia

O evento foi realizado pelo Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI), em parceria com a Organização dos Estados de África, Caraíbas e Pacífico (OACPS), com o apoio da União Europeia (UE).
De acordo com o MESCTI, no Facebook, o encontro serviu para compreender os entraves do desenvolvimento tecnológico e da inovação no país.

Netflix multada em 4,75 milhões de euros por falhas na política de privacidade

Um legislador de privacidade dos Países Baixos multou a Netflix em 4,75 milhões de euros por não informar os consumidores sobre como o serviço de streaming trata os dados.

A multa resulta da falha da Netflix em fornecer aos clientes informações sobre como lidou com os dados pessoais dos clientes de 2018 a 2020, informa a Autoridade de Proteção de Dados dos Países Baixos (DPA) num comunicado de imprensa. O regulador referiu que as informações que a Netflix forneceu também não eram claras.

A decisão surge em resposta a uma queixa que a organização austríaca sem fins lucrativos None of Your Business (Noyb) apresentou à DPA em 2019. Desde então, a Netflix já reviu a sua política de privacidade e melhorou as informações que fornece, refere a DPA num comunicado de imprensa.

O serviço de streaming recolhe diversos dados pessoais dos clientes, incluindo números de telefone, endereços de email, dados de pagamento e que os consumidores veem no serviço e quando o veem.

Além de não oferecer as informações suficientemente claras na sua política de privacidade, a Netflix também não forneceu aos consumidores informações adequadas quando os clientes pediram pormenores sobre os dados recolhidos. Ambas as falhas violam a lei europeia sobre a privacidade de dados, o Regulamento Geral de Proteção de Dados.

“Uma empresa como a Netflix, com um volume de negócios de milhares de milhões de euros e milhões de clientes em todo o mundo, tem de explicar corretamente aos seus clientes a forma como trata os seus dados pessoais”, declara Aleid Wofsen, presidente da DPA holandesa.

A DPA informou que a Netflix não era clara quanto à finalidade e à base legal para a recolha e utilização dos dados pessoais, que dados partilhava com outras entidades e porquê, durante quanto tempo armazena a informação e como a empresa protege os dados quando os transfere para fora da Europa.

CES 2025. Apresentada nova geração do cabo HMDI

O HDMI Forum aproveitou o começo do Consumer Electronics Show (CES) para anunciar a versão 2.2 do ‘standard’ HMDI, uma opção que será certamente mais indicada para resoluções 4K e 8K.

Como conta o site Engadget, o HDMI 2.2 mantém a forma do conector mas aumenta a largura de banda para até 96Gbps para facilitar a transferência de conteúdos com resoluções e taxas de atualização mais altas.

Sabe-se que esta nova versão do HDMI será lançada na primeira metade de 2025, ainda que os dispositivos compatíveis possam demorar um pouco mais para chegar às lojas.

Cuanza-Norte ganha projecto de inclusão digital

A província do Cuanza Norte ganhou recentemente mais um projecto de inclusão digital, denominado Projecto Roaming Ilumina Angola, que visa transformar a inclusão digital e o acesso à energia em nas áreas recônditas.

Na opinião do ministro das Telecomunicações, Tecnologia de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, que fez a inauguração do projecto, o Projecto Roaming Ilumina infantiza o compromisso do Governo angolano em integrar todos os cidadãos ao progresso tecnológico.

A iniciativa, realizada em parceria com a multinacional tecnológica Huawei tem como principal objectivo levar a digitalização e conectividade a regiões rurais e remotas do país, promovendo a inclusão tecnológica e o acesso a serviços essenciais.

Spyware Pegasus foi usado para espiar 1400 contas do WhatsApp

Em 2019, o WhatsApp apresentou uma queixa contra o NSO Group, onde acusava a empresa de ser responsável pela espionagem de utilizadores da plataforma.

Agora, o tribunal deu razão à empresa que faz parte do grupo Meta e considera que o NSO Group é responsável pelo ataque a 1400 dispositivos usados por jornalistas, activistas e políticos. O caso vai seguir agora para avaliar “o tema dos danos”.

O NSO Group argumenta que não pode ser responsabilizado pelo uso dado ao seu software pelos clientes que estariam a investigar crimes e casos de quebra de segurança nacional. O tribunal, no entanto, refuta esta defesa, que podia criar um precedente para outras empresas no mesmo sector.

Will Cathcart, responsável pelo WhatsApp, considera que “a decisão é uma grande vitória para a privacidade (…) Passámos cinco anos a apresentar o nosso caso porque acreditamos que as empresas de spyware não se podem esconder atrás da imunidade ou evitar a responsabilização pelas suas ações ilegais”.

O NSO Group ainda não reagiu publicamente a esta decisão.