24.5 C
Angola
Segunda-feira, Abril 13, 2026
Início Site Página 153

Google remove mais de dois milhões de apps para Android em 2023

A Google anunciou que, ao longo de 2023, conseguiu impedir que 2,28 milhões de aplicações ficassem disponíveis na sua loja virtual de telemóveis, a Play Store.

A empresa refere numa publicação de blogue que as apps em questão violavam as respetivas políticas de utilização, adiantando que mais de 333 mil developers foram banidos por repetidamente realizarem atividades maliciosas na plataforma.

MAIS: ChatGPT recebe aplicação oficial para Android na Google Play Store

A publicação serviu também para a Google anunciar alterações no seu processo de admissão de aplicações, notando que os developers têm agora de providenciar informação de identidade de forma a terem as suas contas na Play Store.

Unitel abre candidaturas para formação de estudantes na Huawei

A operadora Unitel em parceria com Huawei abriu as candidaturas para a edição 2023 do programa “Seeds for the Future”, um programa global de responsabilidade social corporativa que tem como objectivo capacitar os melhores estudantes universitários nas mais avançadas tecnologias de informação e comunicação (TIC).

O programa Seeds for the Future está desenhado para proporcionar aos estudantes universitários uma experiência de imersão cultural e de introdução ao mandarim em Pequim- China, bem como uma visita ao campus da Huawei em Shenzhen, onde os estudantes poderão experienciar o ambiente de trabalho de uma gigante na área das tecnologias de informação e comunicação.

Desde 2020, a organização decidiu reprogramar para o critério virtual, ou seja, promover uma viagem à China no formato virtual, via Skype, para 60 estudantes universitários angolanos, que este ano está prevista para data a anunciar.

Os estudantes interessados, devem apresentar candidatura até ao dia 3 de maio, preenchendo o formulário e enviar para o email [email protected], acompanhado de:

  • Bilhete de Identidade, Curriculum Vitae, Declaração de Notas e Carta de Apresentação;
  • Um vídeo pessoal de 2 minutos de apresentação (em inglês) sobre o interesse nas TICs, na China e a experiência que pretende adquirir com o evento;
  • Uma apresentação em Power Point, que espelhe o conhecimento básico das TICs (em inglês)

Podes consultar mais informação sobre o programa, incluindo o formulário de candidatura, clicando em aqui.

ByteDance prefere sair dos EUA a vender TikTok

O presidente dos EUA, Joe Biden, assinou na semana passada a lei que obriga a ByteDance a vender o TikTok no espaço de nove meses e, caso falhe em fazê-lo, verá a Apple e a Google removerem a app das respetivas lojas virtuais.

No entanto, de acordo com o que a Reuters apurou, a ByteDance não só não tem qualquer plano para vender o TikTok, como também prefere encerrar a rede social nos EUA caso seja obrigada a fazê-lo.

MAIS: Chegou! TikTok lança aplicativo para rivalizar com o Instagram

Sublinhar que o algoritmo do TikTok – que decide quais os vídeos que devem ser exibidos aos utilizadores – é considerado de importância nuclear para a ByteDance, motivo pelo qual uma venda da plataforma não é considerada pela empresa chinesa.

GGPEN esclarece ciência por trás dos satélites no Centro de Ciência de Luanda

Com o objetivo de dotar os estudantes angolanos com conhecimentos sobre sistema solar, rotação dos corpos, tipos de satélites, decorreu recentemente uma palestra sobre “Ciência por trás dos satélites” no Centro de Ciência de Luanda, feita pelos Embaixadores para a Educação Espacial.

Com duração de duas horas, a palestra teve como objetivos despertar o interesse na área de ciências espaciais, mostrar a importância e aplicação dos satélites, bem como a relação das ciências de base com os satélites artificiais.

Contou com a participação de mais de cem pessoas, que aprenderam sobre sistema solar, rotação dos corpos, tipos de satélites, Lei da Gravitação Universal, assim como puderam visitar as exposições do CCL sobre o Sistema Solar e Planetário.

Aproveitamos o momento para falarmos sobre as soluções que o GGPEN têm desenvolvido de impacto direto na sociedade, bem como se falou também dos satélites para fins académicos, como Cansats”, disseram as embaixadoras Bruna e Menankwanzambi, acrescentando que a atividade gerou grande interesse entre os participantes e coordenação do Centro.

Solicitaram que realizássemos mais atividade, em parceria com o CCL. Pediram ainda que apresentássemos o Cansat também para crianças”, referiram.

Africell chega a mais 5 províncias do país

Os serviços da Africell vão chegar nos próximos tempos a mais 5 províncias de Angola, nomeadamente Huambo, Cabinda, Zaire, Malanje e Cunene numa altura em que já conta com mais de sete milhões de clientes em apenas um ano de operações.

Pelo que a redação da MenosFios apurou, a morosidade no processo de expansão da rede da Africell em todo o país não é devido a um problema financeiro, mas sim estruturais, bem como outras questões.

Temos que fazer obras em todas as províncias, temos que importar material, instalar, otimizar, licenciar e testar. Todo este trabalho leva tempo e a demora não tem a ver com a questão financeira“, disse Gonçalo Farias, administrador para estratégia da Africell.

Falando no V Fórum de Transformação Digital do Jornal Expansão, o gestor frisou também que as dificuldades se batem com a capacidade de assegurar que os fabricantes forneçam os equipamentos necessários no decurso das datas estipuladas, reiterando que existe uma grande procura de equipamentos de telecomunicações em todo o mundo.

Quanto a pressão feita pela comunicação social e pelos clientes sobre a Africell não ter cobertura nacional, Gonçalo Farias deixou como exemplo o caso da Unitel, que demorou três anos para se alargar para lá das fronteiras de Luanda e seis anos para atingir a cobertura nacional, ressaltando que a Africell opera há menos de um ano.

Cisco lança centro tecnológica em cibersegurança no Quénia

A Cisco, uma empresa multinacional de tecnologia, inaugurou na semana passada um novo Centro de Experiência Tecnológica em Cibersegurança na Universidade de Nairobi, no Quénia.

O novo centro de experiências foi inaugurado em colaboração com a Autoridade para as Tecnologias da Informação e da Comunicação (ICTA) e a Universidade de Nairobi.

Localizado na Universidade de Nairobi, o centro tem como objetivo apoiar as iniciativas de ciberdefesa do Quénia através de programas de competências e formação através da Cisco Networking Academy.

A iniciativa faz parte do programa Country Digital Acceleration (CDA) da Cisco no Quénia, que procura impulsionar a empregabilidade e permitir a economia digital.

A Cisco afirma que o centro também servirá como um espaço para os clientes e parceiros aprofundarem os seus conhecimentos sobre cibersegurança e aprenderem mais sobre as suas soluções, tirando partido dos avanços da inteligência artificial (IA) e da realidade virtual.

Durante o lançamento, Francine Katsoudas, vice-presidente executiva e diretora de pessoas, políticas e objetivos da Cisco, referiu que, com a IA a aumentar o ritmo de mudança no trabalho e na vida, é necessário garantir que as comunidades estão ligadas e têm as competências necessárias para participar e responder a ameaças.

“Esta parceria entre a CDA e a Cisco Networking Academy permite-nos equipar mais pessoas com as competências necessárias para o futuro e reforçar as defesas cibernéticas do país. Estamos ansiosos por trabalhar com o Ministério da Informação, Comunicações e Economia Digital e com a ICTA no avanço dos objetivos que definiram no plano de desenvolvimento do Quénia”, afirmou Katsoudas.

A Autoridade das Comunicações do Quénia documentou um aumento sem precedentes de ataques cibernéticos em 2023. Ao mesmo tempo, países de todo o mundo, incluindo o Quénia, enfrentam um grande défice de competências.

De acordo com o último Cisco Cyber Security Readiness Index, 86% das organizações a nível mundial são afetadas por uma escassez de talentos em matéria de cibersegurança.

Stanley Kamanguya, Diretor Executivo da ICTA, salientou que a colaboração era oportuna, acrescentando que a escalada das ciberameaças exige investimentos significativos para criar resiliência e reforçar as defesas.

Ele comentou: “Temos orgulho em colaborar com líderes tecnológicos como a Cisco para apoiar os nossos esforços na construção de uma economia digital segura. Com a ajuda do recém-inaugurado Centro de Experiência Tecnológica em Cibersegurança, podemos apoiar melhor as organizações na formação de pessoas e na segurança de ativos e infraestruturas digitais.”

Além disso, o secretário principal do departamento estatal para as TICs e a economia digital, o engenheiro John Tanui, anunciou que o governo está a criar uma agência que irá lidar especificamente com a cibersegurança, pelo que o Centro da Cisco será de grande ajuda neste esforço.

“A proteção dos cidadãos contra o cibercrime exige colaboração. A Cisco e a ICTA convidam o governo, as instituições de ensino, as organizações do sector privado e as entidades empenhadas na infraestrutura de cibersegurança e na transformação digital do Quénia a participarem nesta iniciativa histórica”, afirmou Shain Rahim, responsável nacional da Cisco no Quénia.

“Acreditamos que podemos fazer uma diferença importante e tangível na indústria e ajudar a acelerar a transformação digital do país.”

90% dos ataques contra empresas começam com phishing

A Check Point Software estudou a evolução do correio eletrónico para ver como este se desenvolveu para se tornar numa das principais ferramentas de comunicação e, por sua vez, num ponto central de ataque por parte dos cibercriminosos.

Segundo a Check Point Software, atualmente, mais de 90% dos ataques às empresas têm origem em e-mails maliciosos. Nos últimos trinta dias, 62% dos ficheiros maliciosos foram distribuídos por correio eletrónico, tendo sido demonstrado que um em cada 379 e-mails contém este tipo de ficheiros, sendo o formato PDF o mais comum, com uma percentagem de frequência de 59%.

A Check Point Software também revela como o phishing é predominante em diferentes regiões: na Europa, uma organização está a ser alvo de uma média de 871 vezes por semana nos últimos seis meses, enquanto 89% dos ficheiros maliciosos foram entregues por e-mail. Especificamente em Portugal, as organizações foram atacadas, em média, 1.239 vezes por semana nos últimos seis meses, um valor acima da média europeia. No entanto, a percentagem de ficheiros maliciosos entregues por e-mail é inferior que a europeia: 83%.

O phishing tem evoluído ao longo do tempo, empregando técnicas sofisticadas como a falsificação de identidade e colocando ao seu serviço a Inteligência Artificial e a tecnologia DeepFake. O spoofing é uma técnica em que a utilização da IA é fundamental, diz a Check Point: o atacante falsifica o endereço de correio eletrónico para se fazer passar por outra pessoa ou organização, com o principal objetivo de enganar o destinatário, fazendo-o acreditar que o correio eletrónico provém de uma fonte legítima.

Os ataques de ransomware utilizam muito frequentemente este tipo de métodos para encriptar os ficheiros da vítima ou bloquear todo o sistema até que o resgate seja pago. De acordo com a Check Point Software, 10% das empresas em todo o mundo sofreram ataques de ransomware, o que representa um aumento de 33% em comparação com o ano anterior.

O alcance dos ataques de phishing é ilimitado e afeta principalmente as grandes empresas: de acordo com a Check Point Research (Brand Phishing Report Q1 2024) sobre ataques de phishing, a Microsoft foi a mais visada (38% dos ataques de phishing em todo o mundo), seguida da Google e do LinkedIn. Este tipo de ameaça pode levar a fugas de dados em grande escala, como aconteceu recentemente com o conhecido caso “Mother of all Breaches” em janeiro de 2024, uma fuga super massiva de mais de 26 mil milhões de registos que contém dados de utilizadores do LinkedIn, Twitter, Tencent e outras plataformas.

Banco Nacional de Angola define novas metas para o Sistema de Pagamento

O Banco Nacional de Angola (BNA) prevê aprovar a Visão do Sistema Nacional de Pagamento, para o período 2023/2028, em novembro próximo, com vista ao reforço do acesso aos serviços financeiros de baixo valor, inclusão da tecnologia e inovação (fintech), bem como das startups.

O anúncio foi feito esta segunda-feira, em Luanda, pela diretora do departamento do Sistema de Pagamentos do BNA, Cristina Caniço, durante a 2ª reunião da Comissão Técnica para o Desenvolvimento do Sistema de Pagamentos de Angola (CTDSPA).

Em declarações à imprensa, a diretora clarificou que o Sistema Nacional de Pagamento aborda questões relacionadas com a inovação e inclusão financeira, assim como apresenta a criação de mais inovações a nível do laboratório de sistema de pagamentos de Angola e da Sand Box.

Com isso, continuou, o documento traz mais concorrência e a possibilidade de se fazer pagamentos transfronteiriços a nível da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), numa primeira fase, e posterior abranger todo continente africano, em geral.

Segundo Cristina Caniço, o documento vai ser discutido em sede do grupo técnico de estratégia e inovação, para ser, definitivamente, aprovado em novembro deste ano, caso seja concluído.

Referiu que o estudo sobre esse sistema já está concluído, mas neste momento decorre a revisão de uma norma que está relacionada com os limites de valores no sistema de pagamentos, para definir o custo de utilização.

A propósito, o administrador executivo da Empresa Interbancária de Serviços (EMIS), Pedro de Abreu, disse que foram apresentadas algumas iniciativas para dinamizar o sistema de débito, que permite ao cliente final autorizar o débito em conta de um serviço custado por uma empresa, para que ele se torne cada vez mais utilizado em Angola.

Por seu turno, o presidente da Associação Angolana de Bancos, Mário Nascimento, afirmou que a banca olha com realismo e otimismo à Visão do Sistema de Pagamentos de Angola.

“Nós temos uma visão daquilo que está a ser feito para a modernização do nosso sistema de pagamentos, no sentido de fazer todo o tipo de transações, utilizando todo o sistema”, acrescentou.

Na ocasião, o presidente da Comissão Executiva da Pay4all, Nuno Veigas, sublinhou que a maior parte das instituições financeiras não bancárias estão preparadas para dar resposta ao novo sistema, enquanto umas procuram integrar ao sistema de transferências instantâneas.

A 2ª reunião da Comissão Técnica para o Desenvolvimento do Sistema de Pagamentos de Angola, CTDSPA, foi orientada pelo Governador do Banco Nacional de Angola (BNA), para de contar com a participação entidades ligadas ao sistema financeiro e não financeiro do país.

O papel vital do protocolo HTTPS

ligação segura em websiteExistem várias formas de avaliar a segurança de um website, durante a navegação diária pela internet. Faz até algum tempo, uma das dicas mais vezes encontrada era de avaliar se o site tem uma ligação segura – HTTPS.

No entanto, se é utilizador ativo da internet nos últimos anos, certamente deve ter verificado que a maioria dos sites atualmente existentes possui todas as ligações HTTPS. Isto partiu de uma mudança que ocorreu faz alguns anos, em que a Google começou a puxar para o uso das ligações seguras pela internet.

Hoje em dia é difícil encontrar um site que não tenha uma ligação HTTPS – até mesmo sites usados para esquemas, burlas e outros ataques. Mas, e o que aconteceu à dica de verificar por uma ligação segura?

Antes de mais, é necessário compreender o que significa exatamente o HTTPS.

Para começar, o HTTPS (Hypertext Transfer Protocol Secure) é uma versão mais segura do HTTP, um protocolo bastante antigo para a transmissão de dados na internet. A versão original permitia a ligação direta entre sistemas, mas sem qualquer género de encriptação de dados.

Isto permitia que terceiros poderiam aceder aos mesmos, e consequentemente, aceder aos dados que eram transmitidos – como dados bancários, senhas e outras informações. O HTTPS veio alterar isso, integrando um sistema seguro para a transmissão dos dados.

Basicamente, os dados transmitidos via HTTP começaram a ter uma camada segura (dai o S final), que aplica várias técnicas para impedir que terceiros possam aceder aos dados durante a transmissão. Isto impede que olhares indiscretos entre a ligação do utilizador e do servidor possam aceder aos dados.

Obviamente, isso veio adicionar uma camada de segurança na ligação, mas… nem tudo é um mar de rosas.

Antes de o HTTPS ser a “norma”, muitos websites usavam apenas a ligação HTTP, levando a que os dados fossem transmitidos de forma insegura. Plataformas como sites bancários e plataformas de pagamentos até poderiam usar o HTTPS, mas por norma, a grande maioria dos sites não usavam a técnica.

Portanto, nesta altura, uma das dicas de segurança em usar sites HTTPS (seguros) era certamente válida.

No entanto, isso mudou quando a Google começou a intensificar as medidas para que os sites adotassem a ligação segura como um padrão geral de segurança. O Chrome, e pouco depois vários outros navegadores, começaram a puxar a ideia de usar o HTTPS como forma básica de segurança.

Isto fez também com que começassem a surgir formas de ser mais simples obter um certificado SSL (necessário para obter o HTTPS), tanto que existem mesmo alternativas gratuitas para tal. Obviamente, este género de acesso facilitado também veio tornar mais simples a tarefa para sites maliciosos de usarem os mesmos.

De acordo com um estudo da empresa Phishlabs, de 2017, cerca de 25% dos sites maliciosos nesse ano usavam já ligações HTTPS, enquanto que faz menos de um ano antes o valor encontrava-se abaixo de 1%.

Foi aqui que a ideia antiga de “procurar um site HTTPS” para garantir segurança veio trazer alguns problemas. Isto porque, agora, os sites maliciosos também teriam uma forma de rapidamente obter esta certificação, e começarem a ter a ligação segura – que muitos usavam para validar se estavam num local correto ou não.

Isto levou a que muitas das vítimas apenas olhassem para a parte inicial dos sites, vissem o HTTPS, e considerassem o acesso “seguro”, mesmo que o resto do site não o fosse.

Com o tempo, navegadores como o Chrome e Firefox deixaram de dar destaque ao HTTPS no domínio, tanto que as versões mais recentes nem apresentam a ligação – apenas o domínio em si. Anteriormente, o HTTPS era destacado para indicar que o site era seguro, surgindo com um cadeado e com o tom verde na barra de navegação. Agora, nem o mesmo aparece.

Portanto, a ideia de HTTPS é seguro ainda se mantêm?

Como vimos anteriormente, não. Por um site ter uma ligação HTTPS segura, isso não quer dizer que o site seja legítimo. Os dados que são transmitidos no mesmo podem estar seguros, mas o que o site realiza, e os dados que recolhe, não o torna diretamente um conteúdo “seguro”.

Devem ser adotadas outras técnicas para garantir que o conteúdo é seguro, como analisar o link do site, e se este corresponde à entidade que se pretende, ou avaliar o conteúdo presente no próprio site.

A ideia de “HTTPS é seguro” deixou de ser válida faz alguns anos, e os utilizadores devem adaptar-se a essa realidade. Felizmente, isso começou a mudar conforme o HTTPS começou a tornar-se também mais “banal”, mas ainda existe muita plataforma que indica aos utilizadores para “verificarem por HTTPS”, o que não é inteiramente correto.

Africell. Mercado angolano de telecomunicações favorável a investimentos

O mercado angolano de telecomunicações está favorável para receber novos investimentos e diversificar os serviços deste sector no país, segundo o diretor da área corporativa da operadora de telefonia móvel Africell, Sérgio Possevelo.

Falando no lançamento do “Plano Chefe Africell”, o gestor frisou que o sector das telecomunicações em Angola é apetecível aos investidores, fruto do elevado índice de procura destes serviços em todo o território nacional.

O responsável mostrou-se satisfeito com o desempenho da empresa no mercado angolano, onde opera desde 7 de abril de 2022, prevendo impulsionar cada vez mais o sector, com vista a desenvolver novos negócios.

Em dois anos em Angola, a quarta operadora de telefonia móvel do país conta com 500 mil clientes, o que representa uma quota de mercado de cerca 30 por cento, estando presente, ainda de forma parcial, em Luanda, Huíla, Benguela e Cuanza-Sul, num investimento de mais de 100 milhões de dólares.