O Vice-Presidente da Nigéria, Kashim Shettima, fez esta declaração durante a cerimónia de abertura da 8.ª edição da Conferência e da Assembleia Geral Anual da Rede de Autoridades Africanas para a Proteção de Dados (NADPA, sigla em inglês). O evento, subordinado ao tema “Equilibrar a Inovação em África: Proteção de dados e privacidade em tecnologias emergentes”, foi organizado pela Comissão de Proteção de Dados da Nigéria (NDPC, sigla em inglês) com o apoio dos seus parceiros em Abuja.
“Reconhecemos que os dados não são apenas um recurso digital. São uma história humana contada em números – o tecido da confiança nas nossas economias e a moeda da fiabilidade nas nossas instituições”, afirmou Shettima.
“A nossa capacidade de partilhar dados de forma segura e legal definirá a nossa capacidade de prosperar à medida que a Zona de Comércio Livre Continental Africana se expande”, acrescentou.
“O percurso da Nigéria em matéria de proteção de dados tem sido uma narrativa evolutiva de progresso, prova de que, quando uma nação se compromete com a privacidade e a dignidade, a transformação vem a seguir.
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“O Regulamento de Proteção de Dados da Nigéria entrou em vigor em 2019 e, num dos passos mais ousados desta administração, apenas 14 dias depois de assumir o cargo, o Presidente Bola Tinubu promulgou a Lei de Proteção de Dados da Nigéria e criou a Comissão de Proteção de Dados da Nigéria, que acolhe hoje este evento”, afirmou.
No seu discurso de abertura, o presidente da NADPA, Iro Adamou, afirmou que o principal objectivo do organismo é fomentar a colaboração entre os membros e amplificar as vozes africanas nos compromissos com as partes interessadas na proteção de dados a nível mundial.
A Rede de Autoridades Africanas de Proteção de Dados (NADPA) foi criada em setembro de 2016 em Ouagadougou, Burkina Faso, como um organismo que une as autoridades nacionais de Proteção de Dados e as Agências Reguladoras em toda a África. A sua missão é promover a colaboração, o desenvolvimento de capacidades e a harmonização dos quadros de proteção de dados para reforçar os direitos de privacidade e a governação responsável dos dados em todo o continente.
A NADPA 2025 reuniu participantes de mais de 30 países africanos, juntamente com delegados da Europa, Ásia, Médio Oriente e Estados Unidos.

Em 2017, o WannaCry abalava o mundo. Em apenas alguns dias, o ransomware lançou o caos nos sistemas informáticos, afectou centenas de empresas e entidades, levou os hospitais no Reino Unido ao colapso e paralisou as fábricas e serviços críticos em vários continentes. Estima-se que mais de 200.000 computadores Windows tenham sido afectados, com prejuízos na ordem dos milhares de milhões de dólares.
O número de utilizadores de Internet em Angola cresceu de 6,6 milhões em 2020 para 12 milhões em 2024, ultrapassou a média de crescimento de outras regiões do mundo, segundo dados do ministério das Telecomunicações, Tecnologias de informação e Comunicação Social.
O Ministro das Comunicações, Inovação e Economia Digital, Bosun Tijani, revelou a iniciativa durante a 8.ª conferência anual da Rede de Autoridades Africanas de Proteção de Dados, que teve início ontem em Abuja.
A empresa por associada ao spyware
O representante da
A empresa anunciou que, como parceiro de revenda grossista premium, vai utilizar o extenso ecossistema de interconexão da DE-CIX para melhorar as suas ofertas de serviços, dando às empresas e aos negócios acesso a uma das maiores e mais avançadas plataformas IX do mundo.
A hipótese é levantada por um grupo de investigadores do Medialab do ISCTE, num relatório divulgado hoje, em parceria com a Comissão Nacional de Eleições de Portugal (CNE), para monitorizar a desinformação durante a campanha para as eleições legislativas de 18 de maio.