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Cleantech angolana fatura mais de 150 milhões de kwanzas em 2022

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Cleantech angolana fatura mais de 150 milhões de kwanzas em 2022

A cleantech angolana Narisrec saiu de 5 milhões de kwanzas de faturação em 2021, ainda em fase experimental da atividade, para 150 milhões de kwanzas em 2022, no seu primeiro ano de atividade efetiva.

Este salto na faturação deve-se com o aumento de contratos para a gestão de resíduos eletrónicos de grandes empresas que atuam no mercado nacional. Este aumento está também relacionado com a recuperação de ativos informáticos e com as vendas de resíduos e equipamentos eletrónicos reparados e reaproveitamento, com destaque para computadores, impressoras, workstations, monitores e outros equipamentos.

Segundo o CEO da startup angolana, Décio Silva, este crescimento é um sinal claro de que o negócio do “bem-estar do meio ambiente” é um caminho sem volta e da preocupação que as empresas têm em descartar equipamentos eletrónicos de forma adequada, tal como está na lei.

Nós introduzimos novas metodologias, estamos a apresentar soluções eficazes e sustentáveis. Anteriormente as empresas tinham algum receio em descartar os seus resíduos, mas hoje a Narisrec já garante esta confiança“, disse o gestor, reiterando que a preocupação das empresas com descarte adequado do lixo eletrónico acontece porque existe a necessidade de responder às auditorias e regras de compliance, deforma adequada.

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Em 2022, a Narisrec coletou mais de 23,9 toneladas de lixo eletrónico, onde foram geradas oito toneladas de plásticos, oito de metal, três de placas eletrónicas e três toneladas de resíduos com características de material inflamável tóxico.

A Narisrec é uma startup angolana que atua na atividade de reciclagem e a destruição de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos (REEE), que consiste em recolher o lixo eletrónico das empresas e particulares, dando-lhe dar o devido tratamento, sendo que no final do processo de reciclagem, emitem um Certificado de Reciclagem/Destruição para as empresas poderem apresentar às entidades competentes com a garantia de que os equipamentos obsoletos foram descartados adequadamente, o que significa uma mais-valia para as empresas.

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