Empresas sofreram em média 270 ciberataques em 2021, com Angola em destaque

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O mais recente relatório do Fórum Económico Mundial (WEF na sigla em inglês)  mostrou que  as empresas em todo o mundo sofreram uma média de 270 ciberataques no ano passado, mais 31% do que em 2020, sendo que os ataques bem-sucedidos causaram prejuízos de 3,6 milhões de dólares, revela o Noticias Ao Minuto.
A investigação foi divulgada nessa última Terça-Feira(18), e mais uma vez alertou para um aumento do cibercrime em todo o mundo, onde os ataques com programas de ‘ransomware’ (ataque informáticos com pedido de resgate) aumentaram 151% no período em análise.

Segundo a WEF, Este tipo de crime é também muito prejudicial para a imagem pública de grandes empresas de tecnologia, que em média perderam 3% do valor das suas ações como resultado dos ataques, sustenta ainda o relatório.

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Para 80% dos líderes do setor tecnológico inquiridos, o ‘ransomware’ tornou-se uma ameaça real à segurança pública.

O relatório aponta também alguma falta de prontidão das empresas contra ciberataques, realçando que estas levam em média 280 dias para identificar, conter totalmente e responder ao ataque.

Por outro lado, a Check Point Research (CPR) revelou no seu mais recente que os ataques cibernéticos em Angola aumentaram em cerca de 58% em comparação ao ano de 2020.

De acordo com a CPR, a média semanal de ataques cibernéticos no país passou de 1.637, em 2020, para 2.586 em 2021. Ou seja, em média, uma organização em Angola foi atacada 2.586 vezes por semana, diz a responsável da Check Point Research para Angola, Marla Mendes, em entrevista pelo jornal Expansão.

Quanto aos principais alvos dos ataques, o relatório refere que um dos sectores mais afectados em Angola foi o financeiro/bancário, com uma média semanal de 1.620 ataques por organização. Em todo o mundo, o sector mais afectado foi o da Educação, com uma média de 1.605 ataques semanais por instituição do sector.

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