Programa do CMC de apoio às startups, pequenas e médias empresas com balanço positivo

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O “Programa Emergentes”, lançado para apoiar Startups, pequenas e médias empresas (PME), com elevado potencial de crescimento no mercado, teve um balanço positivo visto que vai captar financiamento junto do mercado de capitais, contribuindo, desta forma, para a diversificação das fontes de financiamento, promovendo a inclusão das Pequenas e Médias Empresas (PME) no mercado de capitais e potenciando o crescimento dos diversos sectores da economia.

Essa informação foi revelada por Vanessa Simões, Presidente do Conselho de Administração da Comissão do Mercado de Capitais (CMC), falando na 17.edição do Banca em Análise, estudo que se tem assumido como uma das principais iniciativas da Deloitte Angola, frisando que o Programa Emergentes foi desenhado e é implementado em parceria com aceleradoras, incubadoras e consultoras, tendo por objetivo a preparação das PMEs.

Segundo a PCA, após o processo de candidaturas, foram registadas cento e trinta e quatro empresas das diversas províncias do país, destacando a província de Luanda com um peso de 75%, Benguela com 7%, Huíla e Namibe com 4%, igualmente, nos diferentes sectores de atividade, com as prestadoras de serviços em maior representatividade, com o peso de 77%, seguindo o sector da agricultura e pecuária com 5% e o sector do comércio com 4%.

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De acordo com Vanessa Simões, o programa encontra-se em fase de seleção das dez startups que apresentam maior robustez, com vista a beneficiarem do programa de mentoria, perspetivando-se uma futura admissão dos projetos no segmento do mercado de PME da BODIVA.

Portanto, do ponto de vista operacional, faz-se um balanço positivo do programa uma vez que, até ao momento, decorre nas expectativas iniciais, o que nos faz acreditar que as empresas conseguirão alcançar o fim último do programa, sendo o de se financiarem junto do mercado de capitais“, disse.

Lançado no ano passado, o Programa Emergentes destina-se a apoiar as pequenas, médias empresas (PME) e statups, com elevado potencial em diversos estágios de crescimento, bem como aprimorar as práticas de governação e gestão, maturação dos seus produtos e serviços, de forma a habilitá-las a emitir instrumentos financeiros no mercado de capitais.

De acordo com a subdiretora do Gabinete de Desenvolvimento da CMC, Juceline Paquete, o programa enquadra-se no âmbito da missão desta instituição de regular, fiscalizar, supervisionar e promover o mercado de capitais, em Angola. Com duração de três anos, avançou, a iniciativa realiza-se também no quadro das ações de promoção do mercado de capitais, permitindo que a economia angolana tenha mais e diversificadas opções de financiamento (crowdfunding e capital de risco), potenciando o crescimento sustentável.

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