Anonymous voltam a atacar sites do governo Angolano

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Em finais do ano 2015, O maior grupo de hackers e activistas do mundo “Anonymous” informou que atacou sites do governo Angolano, em protesto da libertação dos presos políticos, e liberdade de expressão, na operação OpLusofonia, LiberdadeJa.

Até tempos atrás parece que a situação tinha sido ultrapassada, mas depois da ser conhecida a condenação dos jovens envolvidos no caso apelidado de “15+2”, o mesmo grupo voltou a atacar sites do governo Angolano, deixando-os fora do ar por alguns minutos.

Neste novo ataque cerca de duas dezenas de páginas de Internet do Governo central, ministérios, governos provinciais e entidades públicas angolanas ficaram inacessíveis durante o dia, tendo o grupo auto denominado ‘Anonymous Portugal’ reivindicado tratar-se de um ataque.

Entre as páginas que estiveram inacessíveis durante o dia de terça-feira contavam-se a do governo central (www.governo.gov.ao), da secretaria do conselho de ministros (www.scm.gov.ao) e ministério da Saúde (www.minsa.gov.ao), entre outros. que consta na imagem supracitada.

Com esses acontecimentos, acreditamos que os gestores de TI dos sites do estado angolano devem estar em alerta maximo.

Qual é a lição que os Departamentos de TI de Angola devem tirar destes ataques?

Hoje em dia acredita-se que nos departamentos de TI das empresas Angolanas nem sempre encontra-se pessoal capacitado, o ideal seria ter pelo menos um especialista em cada área chave de TI na qual o departamento encontra mais desafios, desde a Programadores, Helpdesk, Web Manager e o mais essencial: um Técnico de Segurança de Rede (não importa o quão pequena seja a empresa).

Desde o momento que temos uma página Web no ar, um servidor no qual são arquivadas informações, deve-se ter muita precaução quanto à segurança, e no meu ponto de vista os sites do Governo Angolano não são muito seguros e não há muito pessoal capacitado para enfrentar um Grupo da dimensão dos Anonymous.

 

Será que um ataque desta dimensão voltará a repetir-se?