
No ano de 2016 surgiu a informação, garantido que os automóveis em Angola passariam a ter matrícula digital, mas foi agora revelado que as mesmas começam a vigorar já em novembro deste ano e terão chips e códigos QR.
Segundo o Novo Jornal, as novas matrículas entrarão no País pelas mãos de quatro empresas privadas, licenciadas pela Direção de Trânsito e Segurança Rodoviária (DTSER), mediante o resultado de um concurso público realizado em 2020 que contou com 29 empresas.
As empresas ‘Liftrent’, ‘Controlauto’, ‘Globaso’ e ‘Tecnafrica’ liderarão a implementação de uma medida inserida no Decreto Presidencial n.º 202/2016, de 27 de setembro, que regula as atribuições de chapas de matrículas para veículos automóveis e reboques.
Para a Direção Nacional de Viação e Trânsito (DNTV), as novas matrículas vão poder ajudar as autoridades policiais na prevenção e o combate ao crime.
Segundo Rui Bram (Superintendente – Chefe), o sistema tecnológico adotado para a implementação da nova chapa de matrículas dos veículos adequa-se às soluções tecnológicas da atualidade, seja do ponto de vista de segurança, de gestão do veículo, desde a sua importação, até ao usuário.
“Essa chapa de matrícula vai permitir, no âmbito do combate ao crime, identificar o seu legítimo proprietário, através de dados biométricos inseridos no chip e poderá ser emitida de forma simplificada”.
O oficial superior fez saber também, que este serviço vai funcionar de forma desconcentrada, em todas as províncias onde forem estendidos os sistemas informáticos da DNVT, permitindo com que cada província possa emitir a sua chapa de matrícula com designação própria e específica, o que de momento, só ocorre em 7 províncias, admitindo, assim, uma maior gestão, controlo e monitorização das viaturas, desde a importação até ao proprietário.





Decorre neste momento a 7ª edição do TEDxLuanda com o tema “Tocando as Estrelas”, que culmina com o regresso do evento no formato presencial pós-COVID-19, com cerca de 20 oradores de várias áreas do saber. O evento conta ainda com empresas como o BNI a expor o seu serviço “Guita”, a Universidade Gregorio Semedo, a DP World, Paratus, etc.
Nelsa Colsoul que é Engenheira Informática de formação, abordou a sua história superação que sobreviveu a seis tentativas de suicídio, mas em contrapartida já foi a melhor aluna da Universidade da Gregório na sua época. A mesma abordou ainda sobre os julgamentos e critica que a sociedade faz, onde a mesma passou a informação de que a “depressão é uma doença que mata, e que devemos julgar menos as pessoas e sermos mais empáticos. Deixou a ainda a mensagem de que a cada nível que chegas na tua vida, novos demónios se levantam. A menina que passou por isso é hoje Presidente do Conselho de Administração de uma grande empresa e que é ainda gestora de topo de uma grande empresa de tecnologia em Angola.
Sara Marilyn Medica integrativa e Biohacker abordou sobre os problemas de saúde que frequentou onde não tinha respostas obvias, garantindo que é possível Controlar a informação por intermédio da alimentação, a mesma passou por um processo que a levou-a tornar-se vegetariana por causa dos problemas de saúde que frequentava, mas graças a informação conseguiu reverter a informação e ajudou ainda amigos próximos com o problemas similares.
Kahina Ferreira com uma doença que tinha esperança de apenas 3% de vida que envolveu 20 sessões de quimioterapia e cirurgias em 5 países diferentes, para poder sobreviver nessa jornada muito longa onde lhe foi limitado aos médicos de que não passaria dos 18 anos de vida. Sobreviveu ao “Paraganglioma” que cresce no organismo como se fossem “estrelas”, forma de como o mesmo abordou a problemática considerando-se um “rato de laboratório” e que contribuiu como sendo uma informação científica para que a próxima geração não sofra pelos menos processos em que passou.



