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Domingo, Fevereiro 15, 2026
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Inteligência Artificial já é aplicada na banca e nas telecomunicações em Angola

A Inteligência Artificial (IA) já é uma realidade em Angola, com aplicação crescente, sobretudo nos sectores da banca e das telecomunicações. No sistema bancário, esta tecnologia tem vindo a ser utilizada para reforçar a análise de risco, melhorar os serviços de atendimento digital e aumentar a capacidade de prevenção e detecção de fraudes, contribuindo para maior segurança e eficiência nas operações financeiras.

No sector das telecomunicações, a IA é aplicada principalmente através de chatbots, ferramentas digitais que permitem aos utilizadores interagir com as operadoras por meio de mensagens de texto ou comandos de voz. Estas soluções têm igualmente um papel relevante na automação de serviços, reduzindo o tempo de resposta e optimizando o atendimento ao cliente.

As declarações foram feitas em Luanda pelo director-geral da empresa TIS, William Oliveira, que sublinhou que a adopção da Inteligência Artificial representa um passo importante no processo de transformação digital do país, ao permitir às instituições modernizar os seus sistemas e oferecer serviços mais rápidos, seguros e personalizados aos cidadãos.

FONTE: JORNAL DE ANGOLA

É hora de actualizar o WhatsApp! Google descobre falha de segurança grave

A Meta corrigiu uma importante vulnerabilidade de segurança no WhatsApp, que tinha sido anteriormente reportada pela equipa de cibersegurança da Google. A falha, reportada há algumas semanas pelo Google Project Zero, foi tornada pública depois de a Meta não ter cumprido o habitual prazo de 90 dias para implementar uma correcção completa .

A vulnerabilidade permitia que os atacantes adicionassem os seus alvos a grupos do WhatsApp de uma forma específica e enviassem ficheiros multimédia que eram descarregados automaticamente para a base de dados do dispositivo. Se o conteúdo malicioso fosse sofisticado, poderia desencadear operações prejudiciais dentro do sistema.

A gravidade da vulnerabilidade residia no facto de o ataque poder ser realizado sem qualquer interação por parte da pessoa afectada. Este vector de ataque era especialmente preocupante, pois abria caminho para explorações silenciosas e difíceis de detectar.

A Google notificou a Meta sobre a vulnerabilidade em setembro de 2025, concedendo-lhes o prazo padrão de 90 dias para a resolver. No entanto, a Meta apenas implementou uma correcção parcial em novembro, o que levou a equipa de segurança da Google a divulgar publicamente a vulnerabilidade , em conformidade com as suas políticas.

Após a divulgação pública do problema, a Meta tomou finalmente medidas sérias para resolver completamente o erro reportado. Até ao momento, os detalhes técnicos da correcção e das variantes detectadas não foram divulgados. Felizmente, a vulnerabilidade aparece agora como completamente resolvida.

O que é recomendado aos utilizadores é que actualizem de imediato os seus dispositivos e que usem as lojas de apps oficiais para esse processo. É improtante que a app do WhatsApp esteja sempre na versão mais recente e que assim estejam presentes todas as correcções necessárias.

Microsoft corrige falha crítica no Office explorada activamente

Microsoft lançou correcções de segurança para a vulnerabilidade CVE-2026-21509, uma falha zero-day no Microsoft Office que está a ser explorada activamente em ataques dirigidos. A falha permite contornar mecanismos de proteção da aplicação e foi identificada pelos próprios investigadores de segurança da empresa norte-americana.

De acordo com a descrição oficial, a vulnerabilidade resulta da utilização de entradas não fiáveis em decisões de segurança no Microsoft Office, permitindo a um atacante não autorizado contornar funcionalidades de proteção a nível local. Em concreto, a falha possibilita ultrapassar as mitigações OLE existentes no Microsoft 365 e no Microsoft Office, que têm como objetivo proteger os utilizadores de controlos COM/OLE vulneráveis.

A exploração do zero-day requer que o atacante convença a vítima a abrir um ficheiro Office malicioso, o que implica técnicas de engenharia social. A complexidade do ataque e a necessidade potencial de cadeias de exploração em várias fases sugerem que esta vulnerabilidade está a ser utilizada em operações altamente direcionadas, como espionagem ou ataques de elevado valor, e não em campanhas massivas e oportunistas.

França diz adeus ao Microsoft Teams e Zoom para apostar em plataforma própria

A Microsoft disponibilizou atualizações para todas as versões afetadas do Office, incluindo Office 2016, Office 2019, Office LTSC 2021, Office LTSC 2024 e Microsoft 365 Apps for Enterprise. Para organizações que não consigam aplicar de imediato as atualizações, a empresa indica que existem também medidas de mitigação alternativas.

Entretanto, a agência norte-americana CISA adicionou a CVE-2026-21509 ao seu catálogo de Known Exploited Vulnerabilities, determina que as entidades governamentais devem corrigir a falha até 16 de fevereiro.

A correção deste zero-day integra o conjunto de actualizações do Patch Tuesday de janeiro de 2026, no qual a Microsoft resolveu mais de 110 vulnerabilidades, incluindo outra falha zero-day no Windows cuja exploração também foi detectada internamente pela empresa. Até ao momento, a Microsoft não divulgou detalhes adicionais sobre os ataques associados a estas vulnerabilidades.

Angola reforça compromisso com a cultura de privacidade de dados

O responsável falava no seminário sobre protecção de dados pessoais, numa iniciativa da Agência de Protecção de Dados, em parceria com o Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências, enquadrado no Dia Internacional da Privacidade e Protecção de Dados Pessoais.

A actividade decorreu sob o lema “Academia, Tecnologia e Protecção de Dados: Um compromisso com o futuro”, que considerou oportuno, justificando que “vivemos uma era marcada pela transformação digital, expansão da inteligência artificial, internet e outros avanços”.

Considerou que esses avanços, apesar de trazerem desenvolvimento económico e social, colocam igualmente desafios relacionados à segurança da informação, privacidade e protecção dos dados pessoais dos cidadãos.

“Na economia digital, o volume de dados resultantes das actividades governamentais, económicas e sociais crescem exponencialmente e, com isso, a necessidade da existência de um quadro legal regulatório apropriado para garantir a soberania nacional e salvaguardar o direito à privacidade, respeito à legalidade, justiça e confidencialidade, assim como o manuseio de dados de maneira responsável, ética e em conformidade com os ditames da Lei”, disse.

Neste sentido, referiu que a Agência de Protecção de Dados, no quadro das suas atribuições estatutárias, tem realizado acções de sensibilização, capacitação e formação em matérias de protecção de dados pessoais sensíveis, promovendo a literacia digital e reforçando a responsabilidade das entidades que procedem ao seu tratamento.

Ângelo João disse ser importante proteger os dados pessoais, a privacidade e garantir a privacidade digital, através da realização dessas actividades que visam sensibilizar o público, educar as pessoas e adoptar práticas seguras online.

Por sua vez, o administrador executivo da Agência de Protecção de Dados, Amaro Figueiredo, apelou às instituições públicas e privadas, que têm acesso aos dados das pessoas, a cumprir regras a serem observadas, desde os direitos dos titulares dos dados, à garantia de medidas de segurança, para a protecção dos dados dos cidadãos.

Explicou que essas medidas podem ser físicas e lógicas, daí a necessidade de as instituições disporem de medidas robustas para a protecção dos dados dos cidadãos, desde aqueles ligados à saúde, financeiros, entre outras informações sensíveis.

Referiu que o incumprimento da protecção de dados, por parte das instituições que os congregam, constitui uma transgressão passível de aplicação de multa, sendo que o valor mínimo é equivalente a 65 mil dólares, podendo chegar aos 450 mil dólares.

“Ano passado mais de quatro instituições privadas foram sancionadas por violarem os direitos dos cidadãos”, concluiu.

Já a PCA da Agência de Protecção de Dados, Maria das Dores Pinto, destacou a importância das universidades e centros de investigações na construção de bases teóricas, jurídicas, éticas e científicas para facilitar a compreensão do impacto social.

Referiu que, sem o respeito aos princípios da legalidade, transparência, segurança e responsabilidade, a tecnologia pode transformar-se num factor de vulnerabilidade para os direitos fundamentais, em especial, o direito à privacidade e à autodeterminação informativa.

PGR admite que transformação digital vai travar vazamento de documentos nas redes sociais

A Procuradoria-Geral da República (PGR) reconhece que a implementação de um processo de transformação digital poderá ajudar a travar o vazamento de documentos administrativos para as redes sociais, prática que tem vindo a preocupar aquele órgão do Ministério Público.

A informação foi avançada pelo porta-voz da PGR, Álvaro João, que revelou estar em curso um processo de digitalização, materializado na criação de um portal interno destinado a reforçar a segurança e o controlo da comunicação institucional.

Falando recentemente à imprensa, à margem do Conselho Consultivo da PGR, realizado na cidade do Huambo, o também coordenador do projecto de transformação digital explicou que a nova plataforma visa proteger a vida interna da instituição e salvaguardar matérias sujeitas a segredo administrativo.

Segundo Álvaro João, o portal permitirá reduzir significativamente o risco de divulgação indevida de documentos, sobretudo nas redes sociais, ao garantir maior controlo sobre a circulação da informação. “A plataforma vem conferir mais segurança e permitir à PGR um melhor controlo da sua comunicação”, afirmou.

O responsável esclareceu ainda que o processo se encontra em fase de construção e que, por se tratar de um portal interno, o acesso será limitado. No entanto, está prevista a criação de ligações específicas para conteúdos de carácter público, que poderão ser consultados pelos cidadãos.

Álvaro João sublinhou que a iniciativa se enquadra no processo normal de modernização do Estado, num contexto em que a digitalização tem sido adoptada um pouco por todo o mundo, com vista a tornar as instituições mais seguras, eficientes e transparentes.

FONTE: O PAÍS

Egipto pondera limitar uso das redes sociais por crianças para travar “caos digital”

O Egipto prepara-se para discutir a adopção de medidas que visam restringir o acesso de crianças às redes sociais, numa tentativa de combater o chamado “caos digital” e proteger o futuro das novas gerações.

Em comunicado divulgado no domingo (25), o Parlamento egípcio informou que vai trabalhar na elaboração de uma legislação destinada a regulamentar o uso das plataformas digitais por menores de idade. A iniciativa surge em resposta às crescentes preocupações com os efeitos negativos das redes sociais no comportamento, no pensamento e no desenvolvimento social das crianças.

De acordo com a nota, os deputados pretendem auscultar o Governo e entidades especializadas, com vista à criação de uma lei que proteja as crianças egípcias de conteúdos e práticas que possam colocar em risco a sua formação moral e psicológica.

A proposta do Egito acompanha um movimento que ganha força a nível internacional. Países como a França e o Reino Unido também analisam mecanismos para limitar a presença de menores nas redes sociais. Em Dezembro, a Austrália tornou-se o primeiro país do mundo a proibir o acesso de crianças às plataformas digitais.

As autoridades defendem que a regulação do espaço digital é fundamental para garantir um ambiente mais seguro e adequado à idade, numa altura em que o uso excessivo da internet por crianças e adolescentes continua a gerar preocupação em vários países.

FONTE: G1

França diz adeus ao Microsoft Teams e Zoom para apostar em plataforma própria

A transição, que deverá estar concluída no próximo ano, marca um ponto de viragem na estratégia tecnológica europeia, colocando a segurança e a independência à frente da conveniência das plataformas globais.

A nova “arma” do governo francês chama-se Visio. Não se trata apenas de uma cópia básica das ferramentas existentes, mas sim de uma plataforma robusta de videoconferência que já está a ser testada por cerca de 40.000 funcionários públicos há um ano. Tal como os seus rivais americanos, o Visio incorpora ferramentas modernas, incluindo funcionalidades de transcrição alimentadas por inteligência artificial, com vista a garantir que a productividade não sai prejudicada com a mudança.

A grande diferença reside na infra-estrutura: o Visio corre inteiramente na “cloud” de uma empresa francesa, garante que os dados permanecem sob jurisdição local. Para além da segurança, o factor económico pesou na decisão. As estimativas governamentais apontam para uma poupança significativa, na ordem de 1 milhão de euros por ano por cada 100.000 utilizadores, ao cortar nas licenças pagas a empresas estrangeiras.

Esta mudança não é um caso isolado, mas sim parte de um projecto mais vasto denominado “Suite Numérique”. O objectivo é claro: reduzir drasticamente a dependência de serviços de software estrangeiros, particularmente os provenientes dos Estados Unidos. Na mira das autoridades francesas estão também outros pesos pesados, como o Gmail e o Slack, que deverão ser progressivamente substituídos por alternativas soberanas para uso governamental.

Internet descentralizada? Um único país concentra um terço dos data centers mundiais

David Amiel, ministro da Função Pública e da Reforma do Estado, foi perentório ao justificar a decisão: “O objectivo é acabar com a utilização de soluções não europeias e garantir a segurança e a confidencialidade das comunicações electrónicas públicas, para nos apoiar numa ferramenta poderosa e soberana”.

Numa altura em que as tensões geopolíticas aumentam e o receio de vigilância estrangeira ou interrupções de serviço se torna mais real, a França posiciona-se na vanguarda da autonomia digital europeia. Resta saber se outros países da União Europeia seguirão o mesmo exemplo nos próximos anos.

Zimbábue aposta na Starlink para expandir o ensino digital nas escola

O Ministério das TIC transferiu formalmente o equipamento para o Ministério da Educação Primária e Secundária na quarta-feira, 21 de janeiro. O ministro das TIC, Tatenda Mavetera, disse que o programa tem como objectivo reduzir a exclusão digital e dar aos estudantes de todo o Zimbábue acesso a uma Internet acessível e fiável.

Numa publicação no X, o Ministério das TIC afirmou que a implementação deverá reforçar a aprendizagem digital, melhorar o acesso a recursos educativos globais e ajudar a preparar os alunos para competir na economia digital. Acrescentou ainda que a iniciativa faz parte de um esforço mais amplo para modernizar o sector da educação e alargar o acesso a ferramentas digitais.

Crescimento digital de África será decidido por custos baixos e tecnologia simples

O Zimbábue já faz parte do Projecto Giga, uma iniciativa conjunta da União Internacional de Telecomunicações (UIT) e da UNICEF que visa conectar todas as escolas do mundo à Internet. Dados governamentais publicados pela Giga em março de 2025 mostraram que 3.500 das 7.000 escolas do Zimbábue já estavam conectadas. A ITU comprometeu-se a trabalhar com as autoridades nacionais para identificar as soluções mais eficientes e económicas para as escolas restantes.

Embora a conectividade digital possa apoiar os resultados da aprendizagem, o uso da internet via satélite da Starlink, conhecida por sua ampla cobertura e velocidades relactivamente altas, também levanta questões sobre se as escolas têm dispositivos suficientes, se os professores têm as competências digitais necessárias, acesso à electricidade, a qualidade dos materiais de aprendizagem online e a acessibilidade financeira do modelo a longo prazo, dadas as taxas de assinatura mensais da Starlink.

MINSA e Huawei firmam parceria estratégica para acelerar a saúde digital em Angola

O Ministério da Saúde (MINSA) e a empresa tecnológica Huawei Technologies assinaram, em Shenzhen, na República Popular da China, um Memorando de Entendimento para o reforço da Saúde Digital em Angola. O acordo foi formalizado no âmbito da visita oficial da ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, e visa acelerar a modernização do Sistema Nacional de Saúde através da adopção de soluções tecnológicas inovadoras.

A parceria contempla a digitalização progressiva de hospitais e unidades sanitárias, a implementação de serviços de telemedicina e telenfermagem, o uso de imagiologia digital e a aplicação de Inteligência Artificial na área da saúde. Está igualmente prevista a realização de mais de 500 mil consultas médicas remotas, ao longo de quatro anos, bem como a formação de cerca de 38 mil profissionais de saúde em todo o país.

Segundo a titular da pasta da Saúde, o memorando está alinhado com o processo de construção e apetrechamento do novo Hospital Américo Boavida, unidade de referência de nível terciário, e com o reforço de programas estruturantes do sector, com destaque para a formação e capacitação contínua de quadros nacionais.

O acordo abrange ainda o desenvolvimento de talentos angolanos nas áreas das Tecnologias de Informação e Comunicação aplicadas à saúde, promovendo a integração de jovens profissionais em iniciativas de inovação tecnológica. Durante a visita às instalações da Huawei, a delegação angolana teve contacto com soluções.

FONTE: JORNAL DE ANGOLA

Angola realiza primeiro implante de dispositivo inteligente para monitorizar arritmias cardíacas

Angola deu um passo histórico na área da tecnologia médica com a realização do primeiro implante, no país, de um marcador de eventos cardíacos intradérmico, um dispositivo avançado utilizado no diagnóstico e monitorização de arritmias cardíacas, com impacto directo na prevenção de doenças cardiovasculares, incluindo o Acidente Vascular Cerebral (AVC).

O procedimento pioneiro foi realizado no dia 19 de Janeiro, na Clínica Girassol, em Luanda, num paciente do sexo masculino, de 61 anos, conforme informou a cardiologista arritmologista Domingas Baião.

Cirurgia rápida e recuperação imediata

Segundo a especialista, a intervenção teve a duração aproximada de 15 minutos e decorreu sem intercorrências. O paciente recebeu alta hospitalar apenas duas horas após o procedimento, com indicação para retomar normalmente as suas actividades quotidianas, sem restrições.

A cirurgia foi conduzida por uma equipa integralmente composta por profissionais angolanos, sob a liderança de Domingas Baião, contando ainda com a participação da cardiopneumologista Joelma Sousa, dos enfermeiros Cassefe Inglês e Suzete da Costa, além do anestesista Costa António.

Como funciona o dispositivo implantável

O marcador de eventos cardíacos implantável é um pequeno dispositivo colocado de forma subcutânea na região superior do tórax esquerdo, através de uma incisão mínima. A tecnologia permite a monitorização contínua do ritmo cardíaco por um período prolongado, podendo funcionar por até três anos.

De acordo com a cardiologista, o equipamento realiza registos automáticos de episódios de arritmias e permite também o armazenamento de eventos sintomáticos, que podem ser activados manualmente pelo próprio paciente.

Algumas versões do dispositivo incluem ainda tecnologia de monitorização remota sem fios (wireless), possibilitando a avaliação médica à distância e o envio automático de alertas sempre que são detectadas alterações relevantes no ritmo cardíaco.

Indicações clínicas e benefícios tecnológicos

Este método é indicado para pacientes com palpitações, episódios de síncope (desmaios), Acidente Isquémico Transitório (AIT), AVC sem causa aparente, fibrilação auricular paroxística e para pessoas com risco elevado de desenvolver arritmias cardíacas.

Entre os principais benefícios destacam-se a detecção precoce de arritmias, inclusive em pacientes assintomáticos, a avaliação mais precisa do risco de AVC e AIT, a melhor orientação terapêutica e, em casos de arritmias malignas, a prevenção da morte súbita.

Mais eficaz do que métodos tradicionais

Em comparação com o método tradicional de Holter, utilizado por períodos entre 24 e 72 horas, o marcador de eventos cardíacos implantável permite uma monitorização electrocardiográfica contínua e de longo prazo. Segundo a especialista, essa tecnologia aumenta em até cinco vezes a capacidade de detecção de arritmias, especialmente da fibrilação auricular paroxística, uma das principais causas de AVC.

Trata-se, de um método seguro, eficaz e com baixa taxa de complicações, alinhado com as recomendações internacionais mais recentes na área da cardiologia.

FONTE: JORNAL DE ANGOLA