
Estão abertas as candidaturas para bolsas de estudo do Programa Pan-Africano para Ciência Planetária e Tecnologia (PAP2SN), uma iniciativa da Rede Pan-Africana para Ciência e Tecnologia Planetária no âmbito do programa de mobilidade académica intra-africana.
A oportunidade é destinada a cidadãos africanos interessados em áreas como Astronomia, Astrofísica, Ciência Espacial, Tecnologia Espacial, Ciência Planetária, Geologia Planetária e Sensoriamento Remoto, sectores considerados estratégicos para o avanço científico e tecnológico no continente.
O programa oferece formação em instituições africanas de referência, permitindo que estudantes e profissionais seleccionados participem em programas de pós-graduação, investigação científica, ensino e formação especializada.
No total, o PAP2SN disponibiliza quatro bolsas de doutoramento, seis bolsas de mestrado e três bolsas para mobilidade de curta duração, estas últimas dirigidas a profissionais e funcionários académicos.
As bolsas incluem cobertura de propinas, participação em actividades académicas, seguro de saúde, viagens, subsídio mensal, apoio para instalação e ainda contribuição para custos de investigação.
O consórcio destaca também o seu compromisso com a inclusão, garantindo que 50% das bolsas sejam atribuídas a mulheres e candidatos provenientes de grupos marginalizados.
Entre as instituições parceiras do programa constam a Universidade de Copperbelt, a Universidade Federal de Tecnologia de Akure, a Universidade de Addis Abeba, a Universidade da Namíbia de Ciência e Tecnologia e a Universidade de Witwatersrand.
As candidaturas decorrem até ao dia 31 de Maio de 2026.
Mais informações e submissão de candidaturas estão disponíveis no portal oficial:https://www.pap2sn.com/admissions.html




O projecto de estratégia foi apresentado durante o workshop «IA para o Bem» da União Internacional das Telecomunicações, no Quénia, por Lourino Chemane, presidente do conselho de administração do Instituto Nacional de Tecnologias da Informação e Comunicação (INTIC).
O acordo combina a infraestrutura de cabos submarinos da 
Durante o debate, o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, defendeu que o Estado e as famílias devem estar atentos ao elevado nível de disseminação de informações falsas na internet. Segundo o governante, o fenómeno das fake news não se limita ao campo político ou ao activismo, tendo impactos profundos, sobretudo, no plano social.
A colaboração, que será válida até ao final de 2026, introduz um novo modelo de interação entre a federação e as plataformas digitais. Será criado um espaço totalmente focado no Campeonato do Mundo, a funcionar como um agregador central onde os utilizadores poderão encontrar informações práticas sobre os jogos, detalhes de bilheteira e vídeos originais.
