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Startup angolana Sementes vence a 1.ª edição do Conecta Challenge

A startup angolana Sementes conquistou o 1.º lugar na estreia do Conecta Challenge by INAPEM, concurso realizado no âmbito da 6.ª edição do ANGOTIC 2026, a maior feira de tecnologia e inovação de Angola.

Com uma proposta de valor focada em democratizar o acesso ao investimento agrícola, a Sementes conecta investidores e produtores rurais através de um modelo de financiamento partilhado, permitindo que mais projectos agrícolas obtenham recursos para crescer e aumentar a produção. A solução procura impulsionar o desenvolvimento do sector agrícola nacional, promovendo oportunidades de investimento acessíveis e contribuindo para a segurança alimentar e o fortalecimento da economia angolana.

Promovida pelo Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM), no quadro do Projecto Conectar, em parceria com o Projecto Crescer, a iniciativa reuniu 10 startups nacionais que apresentaram soluções inovadoras para diferentes desafios da economia angolana.

Sob o lema “Distinguir ideias que trazem inovação e criam valor”, a competição destacou projectos com potencial para gerar impacto económico e social. Após a avaliação do júri, a startup Sementes foi anunciada como a grande vencedora, graças à sua proposta focada na transformação do sector agrícola nacional através da adopção de soluções inovadoras.

O 2.º lugar foi atribuído à startup Ango Economic, enquanto o 3.º lugar ficou com o Cartão do Estudante Universitário (CEU).

O INAPEM reiterou o seu compromisso com a promoção da inovação e do empreendedorismo, destacando ainda a realização do Startup Summit Angola, agendado para os dias 29, 30 e 31 de Outubro, evento que reunirá empreendedores, investidores e especialistas para impulsionar o desenvolvimento tecnológico e económico do país.

ANGOTIC 2026: defendida criação de um novo quadro regulatório para a era digital

O tema foi abordado no painel sobre os Desafios da Regulação no Processo de Transformação Digital, que marcou o segundo dia da 6.ª edição do ANGOTIC 2026.

Durante o debate, os especialistas defenderam a criação de um modelo de regulação mais aberto, tanto em termos de territorialidade como de sectores de actividade, bem como a adopção de modelos mais colaborativos.

ANGOTIC 2026: Internet em Angola atinge 18 milhões de subscrições

Defenderam, igualmente, um maior investimento em infra-estruturas de telecomunicações capazes de responder às necessidades de uma conectividade segura e acessível a todos os consumidores.

O painel contou com a participação do presidente do Conselho de Administração do INACOM, Joaquim Muhongo, da presidente do Conselho de Administração da Autoridade Nacional de Comunicações de Portugal, Sandra Maximiano, da representante de Moçambique, Helena Fernandes, e do director-geral da Agência de Regulação dos Correios e Comunicações do Congo, Louis Marc Sakala.

Yango reúne mais de 200 líderes no Innovation Day 2026 em Abidjan

O Grupo Yango realizou, no dia 4 de junho, o Yango Innovation Day 2026, em Abidjan, reunindo mais de 200 líderes empresariais, empreendedores, representantes governamentais e especialistas em tecnologia para discutir o futuro da inovação digital em África. O encontro serviu de palco para a apresentação de novas tecnologias, debates sobre transformação digital e anúncios de iniciativas voltadas para o desenvolvimento económico do continente.

Durante o evento, a empresa apresentou soluções já utilizadas nos mais de 35 mercados onde opera, incluindo sistemas de otimização de rotas e previsão de tráfego baseados em Inteligência Artificial (IA), ferramentas de navegação, robôs de entrega autónomos e a assistente virtual Yasmina. As demonstrações destacaram o potencial das tecnologias digitais para impulsionar a mobilidade, a logística e os serviços urbanos nas cidades africanas.

A iniciativa também marcou a graduação da primeira turma do Programa de Bolsas Yango na Costa do Marfim. Os 20 participantes receberam certificados, computadores portáteis e apoio financeiro para dar continuidade à sua formação. A empresa anunciou ainda um programa de ligação dos bolseiros ao mercado de trabalho, através de estágios e oportunidades de início de carreira em empresas parceiras.

No âmbito do apoio ao empreendedorismo, a Yango assinou um memorando de entendimento com a GUDE-PME, agência pública responsável pelo desenvolvimento das pequenas e médias empresas marfinenses. A parceria pretende reforçar o acesso ao financiamento, a capacitação empresarial e a transformação digital de negócios ligados aos setores da mobilidade e logística.

A empresa revelou ainda planos para lançar um novo serviço premium da Yango Food na Costa do Marfim, reforçando a expansão do seu ecossistema digital e a aposta em novas experiências para consumidores e parceiros locais.

MINTTICS neutraliza ataque cibernético ao portal do ANGOTIC

O MINTTICS esclarece que apesar de a acção maliciosa ter provocado constrangimentos temporários no funcionamento da plataforma, as equipas técnicas responderam prontamente à ocorrência, assegurando a preservação dos dados e a rápida normalização dos serviços.

[ANGOTIC 2026] Angola e Namíbia assinam memorando de cooperação no domínio das TIC

A nota adianta, igualmente, que a intervenção imediata das equipas especializadas permitiu conter os efeitos do incidente, sem comprometer a segurança da informação alojada no portal.

O MINTTICS garante ainda que continuam em vigor medidas reforçadas de protecção para assegurar a estabilidade e a integridade dos sistemas digitais

[ANGOTIC 2026] Angola e Namíbia assinam memorando de cooperação no domínio das TIC

O acordo foi assinado pelos ministros Mário Augusto da Silva Oliveira, por Angola, e Ema Diófilos, pela Namíbia, com o objectivo de fortalecer a colaboração bilateral no sector tecnológico, promoção da troca de conhecimentos, desenvolvimento de competências e implementação de projectos conjuntos na área das tecnologias de informação e comunicação.

A realização do ANGOTIC 2026 reafirma o papel de Angola como um dos principais pólos de discussão e promoção da inovação tecnológica na região.

O certame congrega especialistas, empresas e representantes governamentais para debater o futuro digital.

O fórum serve como plataforma para troca de conhecimentos, apresentação de inovações e incentivo ao empreendedorismo digital, reunindo os principais actores do ecossistema tecnológico nacional e internacional.

A edição deste ano tem como lema “Na Rota da Transformação Digital” e espera movimentar 20 mil visitantes e superar os 10 mil de 2025.

    ANGOTIC 2026: ministro realça papel do fórum na economia moderna

    Ao intervir na abertura da 6.ª edição do Fórum Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação de Angola (ANGOTIC), o governante sublinhou que, desde 2018, o evento consolida-se como principal plataforma de diálogo, cooperação e promoção tecnológica de Angola.

    O certame, acrescentou, vem ganhando relevância e um impacto significativo na geração de respostas concretas às diferentes necessidades dos angolanos e das instituições e empresas nacionais.

    De iniciativa do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), o ANGOTIC – Angola ICT FORUM é o principal evento de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) de Angola que reúne, anualmente, empresas, startups, especialistas, académicos e instituições governamentais num espaço de inovação, debate e networking.

    O evento tem como objectivo impulsionar a transformação digital do país, promovendo soluções tecnológicas que fortalecem sectores estratégicos, desde a conectividade e cibersegurança até a inteligência artificial e o governo digital.

    O fórum serve como plataforma para troca de conhecimentos, apresentação de inovações e incentivo ao empreendedorismo digital, reunindo os principais actores do ecossistema tecnológico nacional e internacional.

    A edição deste ano tem como lema “Na Rota da Transformação Digital” e espera movimentar 20 mil visitantes, superando os 10 mil de 2025.

    Em termos de atractivos para crianças, está reservado o espaço “profissões do futuro”, um recinto de descoberta, criatividade e aprendizado, onde os pequenos poderão explorar as TICs de forma interactiva.

    Para esta edição, o certame vai reunir mais de 100 expositores e igual número de prelectores, 117 empresas nacionais e estrangeiras, sendo 21 estreantes, e mais de 300 startups.

    Até sábado, estão reservadas 10 sessões temáticas e igual número de mesas redondas, três bolsas de inovação e cinco workshops.

    Angola moderniza Data Center do Estado para reforçar a infraestrutura digital

    O  Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) vai contar, nos próximos momentos, com um moderno data center e centro de backup. A aquisição destes serviços tecnológicos vai custar aos cofres públicos 7,3 mil milhões de Kwanzas (cerca de 8 milhões de dólares), apurou a revista Economia & Mercado.

    No Despacho Presidencial n.º 228/26, de 10 de Junho, que autoriza a despesa, João Lourenço observa que o data center principal do INSS opera, actualmente, com infra-estruturas tecnológicas “em fim de vida”, situação que representa “um risco elevado” para a continuidade dos serviços, bem como da segurança da informação.

    Acrescenta que há a necessidade igualmente de se implementar o centro de backup, no âmbito do Programa de Reforma da Administração Digital e Interoperabilidade (PRADI), que preconiza a modernização das infra-estruturas tecnológicas do Estado, a digitalização dos serviços, o reforço da interoperabilidade entre os sistemas e a melhoria da prestação dos serviços públicos.

    [Angola] Domínio “ao” cresce de seis para 22.700 registos

    Para garantir a efectivação do programa por contratação simplificada, o PR delega à ministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social competência, com a faculdade de subdelegar, para a aprovação das peças do procedimento, bem como para a verificação da validade e legalidade de todos os actos praticados no âmbito do processo, incluindo a celebração e a assinatura dos contratos.

    A medida enquadra-se na estratégia do Executivo de modernização da administração pública e reforço da transformação digital do Estado.

    ANGOTIC 2026 arranca hoje com 310 startups

    De acordo com a organização, já não há espaço para mais admissões no pavilhão dedicado à promoção de ideias jovens. A organização revela que criativos de quase todo o país e de alguns países estarão, durante três dias, reunidos para a exibição de tecnologias inovadoras.

    O ANGOTIC – Angola ICT FORUM é o principal fórum de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) em Angola, reunindo empresas, startups, especialistas, académicos e instituições governamentais num espaço de inovação, debate e networking.

    O evento tem como objetivo impulsionar a transformação digital do país, promovendo soluções tecnológicas que fortalecem sectores estratégicos, desde a conectividade e cibersegurança até à inteligência artificial e ao governo digital.

    O fórum serve como plataforma para troca de conhecimentos, apresentação de inovações e incentivo ao empreendedorismo digital, reunindo os principais actores do ecossistema tecnológico nacional e internacional. Com edições anuais realizadas em Luanda, o ANGOTIC destaca-se como um catalisador da modernização de serviços, da inclusão digital e do desenvolvimento sustentável no sector tecnológico em Angola.

    O ANGOTIC-2026 promete ser um marco na vanguarda da tecnologia e inovação em Angola, trazendo consigo o lema “Na Rota da Transformação Digital”. Com foco na digitalização, modernização, oferta de serviços de proximidade, inovação sustentável, inclusão e reforço da cooperação, espera-se que o ANGOTIC-2026 se evidencie como o melhor na capacidade criativa e inovadora das empresas do sector das TIC, quer nacionais como estrangeiras, bem como promova a abordagem em torno de questões estruturantes do sector, desde a Inteligência Artificial, fake news, governação electrónica, produtos e serviços locais, televisão digital e Data Center.

    ANGOTIC 2026 reúne mais de 200 expositores em Luanda

    Segundo dados da organização, até ao momento, estão confirmadas a participação de mais de 200 expositores e empresas nacionais e estrangeiras.

    O programa reserva a realização de cinco seminários (workshops) durante os três dias do evento, com mais de 100 palestrantes, dez mesas-redondas e uma presença superior a 20 mil participantes.

    “Com foco na digitalização, modernização, oferta de serviços de proximidade, inovação sustentável, inclusão e reforço da cooperação, espera-se que o ANGOTIC 2026 se evidencie como o melhor na capacidade criativa e inovadora das empresas do sector das TIC, quer nacionais como estrangeiras, bem como promova a abordagem em torno de questões estruturantes do sector, desde a inteligência artificial, fake news, governação electrónica, produtos e serviços locais, televisão digital, data center, e não só”, lê-se na página do evento na Internet.

    O ministro Mário Oliveira e equipa afinam toda a máquina organizativa para que a edição deste ano supere as expectativas. Espera-se pela participação do ministro das Comunicações e Transformação Digital de Moçambique, AméricoMuchanga; da ministra das Tecnologias de Informação e Comunicação da Namíbia, EmmaTheofelus; o representante da UIT na África Austral, Halima Letamo; o ministro da Economia Digital da República Democrática do Congo (RDC), Augustin Kibassa Maliba; o ministro dos Correios e Telecomunicações da República do Congo, José Mpanda Kabangu; ministro das Comunicações e Tecnologias Digitais, Mondli Gungubele e vice-ministro das Comunicações e Tecnologias de Informação da República Unida da Tanzânia, Switbert Zacharia Mkama.

    Há também a confirmação da presença da directora-geral do Escritório das Nações Unidas para os Assuntos do Espaço Exterior, Aarti Holla Maini; o presidente do Conselho Espacial Africano, Tidiane Ouattara, e outras entidades, entre nacionais e estrangeiras, que vão prestigiar o sucesso do maior evento de Tecnologias de Informação e Comunicação realizado na região.

    [Angola] Domínio “ao” cresce de seis para 22.700 registos

    Este crescimento tem permitido à instituição uma arrecadação média entre 30 e 35 milhões de kwanzas por mês, com a prestação de diversos serviços tecnológicos, como alojamento de dados, venda de domínios, registo de empresas e homologação de software, disse o director-geral do INFOSI André Pedro.

    O engenheiro André Pedro avançou que, com os próximos serviços a serem implementados, se pretende ter uma empresa sustentável e retirar a carga financeira ao Estado. “Se tudo correr como planeado, o Instituto poderá, nos próximos tempos, funcionar apenas com receitas próprias”, afirmou.

    O director-geral destacou ainda que o crescimento dos serviços digitais acompanha o avanço dos principais projectos estruturantes do país, entre os quais o Angola Online, o Angola Digital e o desenvolvimento do ecossistema do domínio “ao”.

    De acordo com os dados apresentados, o número de domínios registados em Angola aumentou de cerca de seis mil há dois ou três anos para mais de 22.700 em 2026.

    A evolução, disse, demonstra o fortalecimento da presença digital do país e da sua economia baseada em tecnologia.

    Sobre o Data Center do Governo, André Pedro referiu que deverá servir de base para reforçar a soberania digital nacional e adiantou que o INFOSI prepara a implementação da Infra-estrutura de Chaves Públicas (ICP) e do sistema de Carimbo do Tempo do Governo de Angola, que vai permitir à instituição gerir a raiz nacional de certificação digital e emitir certificados electrónicos para empresas e organismos públicos.

    Para André Pedro, estas iniciativas representam poder, segurança e autonomia ao país, reduzindo riscos relacionados com o armazenamento de informação governamental em infra-estruturas externas e fortalece a protecção dos dados do Estado.

    O director-geral do INFOSI apelou também às instituições públicas para que mantenham cópias de segurança das suas informações no Data Center do Governo, para que os dados estratégicos do Estado permaneçam sob custódia nacional, como forma de garantir a soberania e a segurança digital de Angola.

    O Instituto Nacional de Fomento da Sociedade de Informação (INFOSI) vai estar também presente no ANGOTIC 2026 e deverá aproveitar o certame para reforçar a posição no mercado, atrair mais clientes e parcerias e consolidar a evolução em curso com foco na plena autonomização financeira do funcionamento.