Segundo Mário Oliveira, apesar dos resultados alcançados, há metas de cobertura a serem alcançadas. O país conta com tecnologias 3G e 4G no Plano de Desenvolvimento Nacional e avança para a implementação do 5G.
“Ainda não estamos satisfeitos, temos consciência que é necessário fazer mais, melhorara a qualidade dos serviços e reforçar os indicadores do sector e aumentar o contributo para o produto interno do país e estamos a fazer”, acrescentou, avançou ainda que, o sector está a implementar projectos estruturantes que vão reduzir a base tecnológica do país.
Além disso, acrescentou que a expansão da rede nacional de Banda larga e fibra óptica da RESTL será objecto de uma apresentação do Parque “Angola Telecom”, bem como do trabalho em curso para a implementação do cálculo de fibra óptica submarino doméstico, que interligará as principais cidades da costa nacional, com particular destaque para a ligação ao corredor do Lobito e com a ligação a cabos submarinos internacionais, nomeadamente ao “Ikea”.
Pesquisadora Valdirene Simão apresenta estudo sobre Governança da Inteligência Artificial
Sublinhou, também, que o projeto Conect Angola, com recursos do Ango-Sat2, tem proporcionado conectividade a populações remotas e que a implementação do Data Center Nacional vai proporcionar uma maior segurança dos dados e consequentemente uma maior soberania digital.
Já sobre o desenvolvimento do satélite de observação da Terra, Angel-1, assinalou que a acção centrar-se-á no estudo dos solos, apoio à agricultura, mapeamento urbanístico, ambiente, indústria mineira, indústria aquilífera, controlo fronteiriço e outros.
O titular da pasta do MINTTICS fez saber, igualmente, que o projecto “Iluminar” vai promover uma maior integração entre os operadores que permite o roaming entre operadores nacionais e cujos sites piloto estão instalados na localidade Maria Teresa do Cuanza-Norte, enquanto isso está em preparação a instalação de mais de 50 sites na primeira fase.
“Tais investimentos têm um objectivo claro de garantir soberania digital, aumentar a conectividade e criar condições para o crescimento económico sustentável”, referiu.
No domínio da Comunicação Social, o ministro revelou que o MINTTICS vai manter o foco na modernização, familiarização dos profissionais e no combate firme da desinformação.
“Porque entendemos que uma sociedade bem formada é um pilar essencial da democracia e do desenvolvimento”, vincou.
Por fim, declarou que para responder às necessidades da área está a ser implementada a fase 2 da modernização da Televisão Pública de Angola, o programa de expansão e modernização da Rádio Nacional de Angola, a fusão da gráfica DAMER com as Edições Novembro, que vai proporcionar melhores condições técnicas de edição dos títulos e o projecto de utilização digital de rede que proporcionará melhor qualidade de serviço, bem como sistemas de alertas em casos de catástrofes naturais.

Após 40 horas de deliberação, ao longo de nove dias, os jurados concluíram que a Meta e o
Emma Theofelus, Ministra da Tecnologia da Informação e Comunicação, e Tulimevava Mufeti, Presidente da Autoridade Reguladora das Comunicações da Namíbia, apresentaram a decisão durante uma conferência de imprensa na terça-feira, 24 de março.
O grupo em causa é o Salt Typhoon, que funciona como uma elite cibernética financiada pelo Estado chinês e não tem qualquer interesse em roubar dados de cartões de crédito. O que realmente procura é atacar infra-estruturas críticas de outros países e recolher informações confidenciais de governos e instituições.
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O estudo foi apresentado, na Conferência Africana de Direito Cibernético de 2026, com o tema: “Soberania Algorítmica em África: Responsabilidade Constitucional e a Governança da IA em Economias Digitais Emergentes”, no Chalsty Centre, na Faculdade de Direito da Universidade de Witwatersrand.
No entanto, África encontra-se numa fase diferente do seu percurso em matéria de conectividade. Embora as tecnologias de última geração estejam a expandir-se, o continente continua a depender fortemente das gerações anteriores. No final de 2024, pouco mais de metade das ligações móveis em África ainda funcionavam em 3G, cerca de um terço em 4G e aproximadamente 10 % em 2G, com apenas cerca de 1 % a utilizar 5G.


