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Segunda-feira, Fevereiro 9, 2026
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[Angola] Estudantes de Mecatrónica partem para especialização na China

Em declarações à imprensa, o director do CINFOTEC-Huambo, Geraldo Pambassange, disse tratar-se de um curso técnico-profissional de nível superior, a ser feito em três anos, sendo um ano e seis meses na China e outro igual período em Angola, no âmbito da cooperação existente entre os dois países.

Explicou que a formação terá mais de 80 por cento da tecnologia que o CINFOTEC utiliza, nomeadamente as áreas de robótica, automação, linhas de produção, máquinas CNC, programação avançada, entre outras competências.

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Disse que, nesta altura, existem 70 jovens, dos quais 35 escolhidos para se deslocarem ao país asiático e, quando regressarem, serão enquadrados numa instituição que garantiu contratá-los.

O responsável sinalizou a implementação dos cursos de técnico de soldadura e de instalações eléctricas industriais, duas áreas pilotos de formação do sistema nacional de qualificação, como um dos objectivos que satisfaz o centro.

Sobre o funcionamento do CINFOTEC-Huambo, Geraldo Pambassange disse que, em um ano e seis meses de existência, já formaram um total de três mil 175 jovens, sendo mil 958, em 2024, e 997 no primeiro semestre deste ano.

Disse que a instituição concedeu, até ao momento, mil e seis bolsas para jovens vulneráveis das províncias de Benguela, Bié, Cuando, Cubango, Huambo e Huíla, no quadro do programa intercalar e Jovens e Oportunidades de Bons Empregos (JOBE-Angola).

Anunciou estar na forja os cursos de mecanização agrícola, design gráfico e pilotagem de drones para turismo e agricultura, que pode iniciar entre Setembro e Outubro deste ano.

Microsoft prevê como será o Windows 12: mais voz, mais IA e menos cliques

Com o suporte para o Windows 10 a terminar em apenas alguns meses, felizmente teremos um ano extra de actualizações se forem cumpridos determinados requisitos. Claro que todos parecem já ter decidido migrar para o Windows 11, de forma mais ou menos obrigada. No entanto, o Windows 12 não estaria assim tão distante no tempo e a sua forma estará já a ser pensada.

No último episódio do Windows in the Cloud Podcast, publicado no canal oficial do Windows IT Pro, o responsável da divisão Windows, Pavan Davuluri, partilhou a sua visão sobre a evolução do sistema operativo e o que poderemos ver no próximo.

Especificamente, explica que o próximo Windows se concentrará fortemente na integração de voz, uma mudança significativa tendo em conta que o sistema operativo sempre dependeu do teclado e do rato. Destacou ainda o papel de ferramentas como o Copilot Vision, que permite ao computador reagir de forma mais inteligente a tudo porque consegue “olhar para o seu ecrã”.

Ou seja, o Windows 12 procura uma experiência mais fluída, capaz de combinar voz, texto, gestos e outras formas de entrada. Isto não quer dizer que o Windows 12, quando for lançado daqui a uns anos, será exatamente assim. Ainda assim, é muito interessante conhecer a visão de futuro destes executivos, porque terão muita influência na hora de tomar decisões.

Depois de muitos anos de incerteza e de dúvidas, a Microsoft mostra finalmente como fará crescer e melhorar o seu sistema operativo. Não terá obrigatoriamente de se chamar Windows 12, mas será uma evolução natural do que temos agora, face a todas as tecnologias que estão a chegar e a integrar-se no nosso dia a dia.

Egipto anuncia o lançamento do primeiro banco digital

Esta decisão surge após o Banco Central do Egipto (CBE) ter concedido uma autorização preliminar em maio do ano passado, marcando o fim da fase inicial que incluiu a análise de due diligence sobre a infraestrutura, os sistemas bancários e os protocolos de cibersegurança.

Segundo o jornal local Daily News Egypt, o banco digital Onebank prepara-se para lançar os seus produtos e serviços em 2026, abrindo um novo capítulo no panorama financeiro do Egipto.

A MDI foi fundada em 2020 para desenvolver o primeiro banco digital em conformidade com as diretrizes e regulamentos do CBE. O Onebank pretende promover a inclusão financeira, disponibilizando serviços e produtos bancários de forma simples através dos seus canais digitais.

África pressionada a desenvolver quadro de resiliência da Internet

Khaled El Attar, ex-vice-ministro da Transformação Digital, Automação e Desenvolvimento Administrativo no Ministério das Comunicações e Tecnologia da Informação, foi nomeado presidente. O conselho de administração integra ainda líderes globais nas áreas da tecnologia, direito, investimento, políticas públicas e inovação.

De acordo com a MDI, a diversidade de conhecimento contribuirá para o objectivo do Onebank de expandir a inclusão financeira e acelerar a transformação digital do país.

Além disso, o banco digital eliminará a necessidade de agências físicas, apoiar os objectivos nacionais de transformação digital e reforçar a inclusão financeira.

Sherif El-Behiry, CEO e director executivo da MDI, afirmou que o novo banco pretende redefinir o futuro do sector bancário no Egipto.

“Não estamos apenas a lançar um novo banco digital, estamos a redefinir o futuro da banca no Egipto. O nosso conselho reúne uma vasta experiência e visão estratégica que nos permite oferecer soluções financeiras inovadoras, alinhadas com as crescentes aspirações dos consumidores egípcios.”

“Este é um novo começo na história financeira do Egipto e um passo decisivo para integrar a transformação digital na economia nacional. A nossa missão é clara: disponibilizar serviços bancários mais inteligentes, inclusivos e acessíveis a todos os cidadãos egípcios.”

Estudantes de Cabinda pedem expansão de internet gratuita

De acordo com o ANGOP, os estudantes entrevistados realçaram as vantagens dos pontos públicos de internet instalados há oito anos, nos largos de Ambiente, António Agostinho Neto, Rainha do Mundo e no Instituto Superior de Ciências de Educação (ISCED) na melhoria do processo de ensino e aprendizagem.

Para a estudante Maria Buanga, a iniciativa, inserida no projecto “Angola Online”, para além de poupar os recursos financeiros dos alunos, tem contribuído significativamente na formação académica e profissional dos jovens.

“É um projecto muito benéfico que tem ajudado não só os estudantes como também a população em geral”, referiu.

Pedro Francisco, também estudante, a massificação da rede de internet para além facilitar as pesquisas de conteúdos escolares, também ajudam na comunicação entre pessoas de várias latitudes.

Por sua vez, o inventor Alberto Sebastião, disse que a expansão dos pontos gratuitos de internet reduz a exclusão digital dos cidadãos e promove o desenvolvimento socioeconómico.

O projecto “Angola Online” foi implantado em 2018 em algumas escolas e largos da cidade de Cabinda e tem um raio de cobertura de 300 metros.

O sistema proporciona a cada usuário de internet duas horas de navegação por dia.

Bateria do seu iPhone descarrega rapidamente durante a noite? Eis algumas razões

Erros de software ou versões desactualizadas do iOS

Embora as falhas de software ou versões desactualizadas sejam frequentemente associadas ao consumo de bateria durante a utilização diária, também podem ser a causa de um consumo noturno inesperado.

Alguns processos em segundo plano podem funcionar de forma anómala ou não entrar correctamente em modo de suspensão, mantendo o sistema ou as aplicações activas quando o telemóvel deveria estar em repouso.

Este tipo de consumo anómalo ocorre quando uma aplicação com erros fica “presa” a tentar sincronizar dados ou quando processos específicos do iOS não se comportam como esperado. Se a bateria do seu iPhone se aguentava bem durante a noite e o problema surgiu subitamente após uma atualização do sistema, uma falha de software é a principal suspeita.

Além disso, tarefas como a reindexação de ficheiros ou a atualização de dados de aplicações após uma nova versão do iOS podem aumentar temporariamente o consumo de energia e até tornar o dispositivo mais lento.

Felizmente, este consumo pós-actualização tende a normalizar-se ao fim de um ou dois dias. Se o problema persistir, pode indicar uma falha de software mais complexa. Nesses casos, a primeira solução é reiniciar o iPhone. Se não resolver, verifique se existem novas atualizações, pois a Apple pode já ter corrigido o erro na versão mais recente do iOS. Manter o sistema operativo actualizado é fundamental.

Actividade das aplicações em segundo plano

No iOS, certas aplicações continuam a executar tarefas em segundo plano mesmo depois de as fechar, consumindo a bateria silenciosamente. Exemplos comuns incluem redes sociais, aplicações de mensagens e de geolocalização, que actualizam conteúdos ou sincronizam dados enquanto o telemóvel está inactivo.

Embora o impacto de uma única aplicação possa parecer mínimo, o efeito cumulativo de várias pode ser suficiente para esgotar uma parte significativa da bateria durante a noite.

Para identificar as aplicações que mais gastam, vá às “Definições” > “Bateria”. Aí, poderá ver uma lista detalhada do consumo de cada aplicação.

Se notar que uma aplicação apresenta uma actividade em segundo plano invulgarmente alta, pode limitar o seu funcionamento.

Para tal, vá às “Definições” > “Geral” > “Actualizar em segundo plano” e desactive o switch para as aplicações que não necessitam de estar constantemente actualizadas. Esta ação garante que as aplicações só consomem recursos quando estão a ser activamente utilizadas. Para uma medida mais drástica, pode desactivar completamente a função “Actualizar em segundo plano”.

As notificações que activam o ecrã gastam bateria

Cada vez que o ecrã do seu iPhone se acende para mostrar uma notificação, seja uma mensagem, um e-mail ou um alerta de calendário, o dispositivo é “acordado” momentaneamente. Pode não parecer nada de especial, mas dezenas de notificações ao longo da noite podem, em conjunto, consumir a bateria de forma considerável.

Cada ativação do ecrã consome energia, especialmente se este permanecer ligado durante vários segundos ou se a notificação acionar a resposta tátil do dispositivo.

Para minimizar este consumo, ative um modo de concentração, como o modo “Dormir”, durante as suas horas de descanso. Vá às “Definições” > “Concentração” > “Dormir” e personalize quais as aplicações ou contactos que podem enviar-lhe notificações. Lembre-se que pode editar estas definições a qualquer momento.

Sincronização com o iCloud e cópias de segurança

O seu iPhone sincroniza regularmente fotografias, vídeos e dados de aplicações com o iCloud, especialmente quando está ligado a uma rede Wi-Fi e com bateria suficiente. No entanto, se a saúde da bateria do seu dispositivo já estiver degradada, poderá notar quebras acentuadas durante a noite, mesmo que o telemóvel tenha carga para iniciar a sincronização.

Estes processos podem ser particularmente exigentes se tiver captado muitas fotografias ou vídeos durante o dia. Embora ocorram discretamente em segundo plano, utilizam poder de processamento e, consequentemente, energia: um factor especialmente notório em dispositivos mais antigos.

Para mitigar este efeito, ativar o “Modo de baixo consumo” antes de dormir pode ajudar significativamente. Pode ativá-lo através da Central de Controlo. Este modo limita ou desativa temporariamente atividades em segundo plano, como a sincronização com o iCloud e a receção de e-mails, o que ajuda a preservar a bateria.

Serviços de localização também gastam imensa bateria

Os serviços de localização são outra fonte comum de consumo de bateria noturno. Muitas aplicações pedem acesso à sua localização não apenas durante a utilização, mas também em segundo plano (por vezes, até enquanto dorme).

Se uma aplicação tiver essa permissão, pode “acordar” periodicamente o iPhone para verificar a sua localização ou executar tarefas de geofencing. Com o tempo, esta atividade acumula-se e consome a bateria, sobretudo se várias aplicações o estiverem a fazer.

Para verificar que aplicações estão a usar a sua localização, vá a “Definições” > “Privacidade e segurança” > “Serviços de localização”. Reveja as permissões de cada aplicação e altere para “Ao usar” ou “Nunca”, a menos que o acesso em segundo plano seja verdadeiramente essencial.

O consumo de bateria durante a noite pode ser frustrante, mas é quase sempre solucionável. Ao manter o seu iPhone atualizado, gerir a atividade em segundo plano e ajustar algumas definições-chave, pode travar este consumo e acordar com um telemóvel pronto para o seu dia.

Crypto24: ransomware que apaga a defesa do antivírus antes de atacar

Apesar de a sua actividade ter sido registada pela primeira vez em Setembro de 2024, o grupo tem mantido um perfil discreto. No entanto, segundo uma investigação da Trend Micro, o Crypto24 já atacou várias grandes organizações nos Estados Unidos, Europa e Ásia, tendo como alvo sectores de alto valor como o financeiro, industrial, tecnológico e de entretenimento.

Os investigadores acreditam que o grupo é composto por membros experientes de outras operações de ransomware já extintas, devido ao seu elevado conhecimento técnico.

Tácticas de ataque e persistência

Após obterem o acesso inicial às redes empresariais, os atacantes do Crypto24 activam contas de administrador padrão do Windows ou criam novos utilizadores locais para garantir um acesso persistente e furtivo aos sistemas.

Numa fase de reconhecimento, utilizam ficheiros batch e comandos específicos para analisar as contas existentes, o hardware do sistema e a estrutura dos discos. De seguida, criam serviços maliciosos no Windows e tarefas agendadas para manter a sua presença. Entre estes serviços encontram-se o WinMainSvc, um keylogger que regista todas as teclas premidas, e o MSRuntime, responsável por carregar o malware de encriptação.

Como o Crypto24 consegue “cegar” o software de segurança

A táctica mais alarmante do Crypto24 é o uso de uma versão personalizada da ferramenta open-source RealBlindingEDR. Este utilitário foi concebido para desactivar os controladores de kernel de uma vasta lista de programas de segurança, incluindo soluções de empresas como Trend Micro, Kaspersky, Sophos, SentinelOne, Malwarebytes, McAfee e Bitdefender.

Ao analisar os metadados dos controladores, a ferramenta identifica o nome da empresa de segurança e, caso corresponda à sua lista de alvos, desactiva as funções de monitorização a baixo nível, “cegando” assim os motores de detecção. No caso específico dos produtos da Trend Micro, os atacantes chegam a utilizar o desinstalador legítimo da empresa, XBCUninstaller.exe, para remover a protecção Trend Vision One quando dispõem de privilégios de administrador.

Exfiltração de dados e o golpe final

Com as defesas desactivadas, o grupo utiliza um keylogger disfarçado de “Microsoft Help Manager” para registar não só as teclas premidas, mas também os títulos das janelas activas. Desta forma, consegue roubar credenciais e outras informações sensíveis.

Os dados roubados são posteriormente enviados para o Google Drive através de uma ferramenta personalizada. Antes de iniciarem o processo de encriptação dos ficheiros, os atacantes eliminam as cópias de segurança do Windows (Volume Shadow Copies) para impedir uma recuperação fácil dos dados, concluindo assim o seu ataque multifacetado.

África pressionada a desenvolver quadro de resiliência da Internet

A União Africana das Telecomunicações (ATU sigla em inglês), a Internet Society e o Centro Africano de Informação de Redes (AFRINIC) já aprovaram o quadro.

Segundo um comunicado conjunto das organizações, o quadro estrutura o desafio da resiliência da Internet em África em três áreas de enfoque interdependentes: redes e fornecedores de serviços de Internet (ISPs), infra-estruturas críticas como redes eléctricas e cabos, e condições de mercado que influenciam a acessibilidade e a procura.

Após a implementação, as entidades ou operadores responsáveis por uma parte importante do ecossistema de Internet de um país, como empresas de energia eléctrica, operadores de redes móveis, ISPs, pontos de troca de tráfego de Internet ou registos de domínios de topo com código de país, devem elaborar um plano de resiliência no prazo de um ano após a adopção oficial do quadro.

O comunicado menciona também várias interrupções passadas que prejudicaram as comunicações, como a avaria do Sistema de Cabos da África Ocidental, em Março de 2024, que deixou 13 países sem ligação durante vários dias.

As organizações explicaram que o plano deve ser avaliado e actualizado anualmente, devendo ser compatível com os planos de continuidade e recuperação da entidade ou operador.

O quadro deve igualmente especificar como a organização pretende integrar nas suas operações as características de resiliência, como redundância, capacidade de adaptação e recuperação rápida, que são componentes essenciais para garantir robustez.

A ATU alertou que cada apagão representa um sinal de aviso urgente e que o quadro funcionaria como um seguro contra falhas.

“A conectividade continua a ser o sistema nervoso de África e, quando falha, as escolas, os hospitais e os mercados também falham. Este quadro é a nossa apólice de seguro contra a escuridão”, afirmou John Omo, secretário-geral da ATU.

Arthur Carindal, responsável pelo envolvimento com as partes interessadas no AFRINIC, elogiou as instituições pelo esforço coordenado.

“É uma grande honra para o AFRINIC colaborar com a ATU e a ISOC nesta iniciativa transformadora, que permite a todos os intervenientes participar no desenvolvimento do quadro-modelo de resiliência da Internet em África, o qual destaca recomendações políticas essenciais e boas práticas para reforçar a infra-estrutura da Internet no continente,” disse John Omo.

Barragem na Noruega alvo de ciberataque, comportas abertas remotamente

O ataque visou a barragem de Bremanger e consistiu numa demonstração de força, culminando na abertura remota das comportas de escoamento de água.Este ato de sabotagem é visto pelas autoridades não como uma tentativa de causar destruição massiva, mas sim como uma exibição das capacidades dos atacantes para gerar instabilidade e medo.

Ataque foi uma demonstração de força

Durante o fórum nacional Arendalsuka, a chefe do PST, Beate Gangås, abordou o incidente, explicando a intenção por detrás da operação. “Eles não pretendem necessariamente causar destruição, mas sim mostrar do que são capazes”, afirmou Gangås. “O objetivo deste tipo de ações é exercer influência e criar medo ou agitação na população”, acrescentou, sublinhando que a Rússia se tornou mais perigosa.

O ciberataque comprometeu um sistema digital que controla o fluxo de água, permitindo que os hackers abrissem as válvulas de saída. Este tipo de ações tem sido associado a grupos patrocinados por estados, como o Sandworm (APT44), que procuram exagerar o impacto das suas operações para criar incerteza e humilhar publicamente as organizações comprometidas.

Milhões de litros de água libertados

De acordo com o meio de comunicação norueguês VG, os operadores da barragem demoraram cerca de quatro horas a detetar e reverter a configuração maliciosa das válvulas. Nesse período, mais de 7,2 milhões de litros de água foram libertados.

O Serviço Nacional de Investigação Criminal da Noruega (Kripos) chegou à mesma conclusão em junho, após analisar vídeos que os próprios hacktivistas publicaram na plataforma Telegram para provar a sua intrusão. O vídeo, com a duração de três minutos, mostrava o painel de controlo da barragem e incluía uma marca de água associada a um conhecido grupo de cibercriminosos pró-russos.

Rússia é a maior ameaça para a Noruega

Este incidente marca a segunda vez que a Rússia é associada a ataques contra entidades norueguesas, sendo o anterior um ataque de negação de serviço distribuído (DDoS) contra os serviços estatais do país.

O chefe dos serviços de informações da Noruega, Nils Andreas Stensønes, afirmou que, embora a Noruega não esteja em guerra com a Rússia, o presidente Putin mantém a tensão através de ataques híbridos contra todo o Ocidente. Stensønes descreveu a Rússia como um vizinho imprevisível e a maior ameaça que a Noruega enfrenta atualmente, reforçando a necessidade de uma vigilância constante em matéria de segurança.

Apple prepara nova geração de IA com Siri renovada

Apple Store em imagemSegundo uma investigação aprofundada da Bloomberg, estes novos projectos indicam que a casa inteligente será um campo de batalha fundamental para a tecnologia de IA da Apple.

Uma Siri com vida própria e um novo ecrã inteligente

Um dos pilares desta estratégia é a renovação completa da Siri, que passará a ser alimentada por grandes modelos de linguagem (LLMs). O objectivo é permitir conversas mais naturais e fluidas, à semelhança do que já é possível com o modo de voz do ChatGPT. A Apple está também a explorar uma vertente mais visual para a assistente, tendo testado uma versão animada do logótipo do Finder e outras ideias baseadas nos Memoji.

Para acompanhar esta nova Siri, a empresa planeia lançar, em meados do próximo ano, um ecrã inteligente para a casa. Este dispositivo, que se assemelha a um Google Nest Hub mas com um formato quadrado, permitirá controlar dispositivos de domótica, ouvir música, tomar notas e realizar videochamadas. Tanto o ecrã como os novos robôs poderão executar um novo sistema operativo multiutilizador, capaz de personalizar a informação apresentada através do reconhecimento facial de cada pessoa.

O robô de secretária que o segue pela casa

No campo da robótica, um dos projectos mais avançados é um robô de secretária que se assemelha a um iPad montado num braço mecânico. Este dispositivo será capaz de se movimentar e seguir o utilizador pela divisão. A empresa já demonstrou um conceito semelhante num vídeo de investigação, onde um robô de secretária com um design inspirado no candeeiro da Pixar exibia movimentos fluidos e até dançava. O lançamento deste robô de secretária está previsto para 2027 e será uma peça central para a nova experiência visual da Siri.

A aposta da Apple na robótica não fica por aqui

Além do modelo de secretária, a Apple está a trabalhar noutros robôs, incluindo um com rodas semelhante ao Astro da Amazon. A empresa também discutiu vagamente a possibilidade de desenvolver robôs humanóides, demonstrando uma ambição de longo prazo neste sector.

Como parte de um ecossistema de hardware e software completamente novo, a Apple planeia ainda desenvolver vários tipos de câmaras e produtos de segurança doméstica, reforçando a sua presença no interior das casas dos utilizadores.

Elon Musk Confronta Apple por Visibilidade do Grok na App Store

Em um novo capítulo da saga tecnológica, Elon Musk, líder da xAI, declarou guerra à Apple, acusando-a de restringir a visibilidade do seu chatbot de inteligência artificial, Grok, na App Store.

Num tom combativo, Musk usou o X para questionar por que o Grok e a plataforma X não aparecem na secção “Essencial” da loja, apesar de o X ser a principal aplicação de notícias e o Grok figurar entre as cinco mais descarregadas na categoria de produtividade.
Segundo Musk, a Apple estaria a favorecer o ChatGPT, da OpenAI, em rankings e promoções, numa prática que ele classifica como anticoncorrencial.

O conflito ganhou força após a integração do ChatGPT no iOS 18, anunciada na WWDC 2024, que colocou a IA da OpenAI em destaque nos dispositivos Apple. Musk, que já criticara esta parceria, sugere que a Apple manipula os rankings da App Store para limitar a concorrência.

Em publicações no X, afirmou que a xAI está a preparar uma acção judicial contra a gigante de Cupertino, intensificando o escrutínio sobre as políticas da App Store, já alvo de investigações por práticas monopolistas.

https://twitter.com/elonmusk/status/1955046467993059530