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Sábado, Abril 25, 2026
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[Moçambique] Tmcel moderniza e expande a sua rede de transmissão

A Moçambique Telecom (Tmcel) procedeu recentemente à modernizaçãoe e expansão da rede de transmissão, com a instalação do “backbone” de elevado desempenho e fiabilidade, num investimento de 123 milhões de dólares norte-americanos.

A melhoria da rede vai permitir o aumento da capacidade da espinha dorsal de transmissão, aperfeiçoando, deste modo, o desempenho na ligação dos clientes (empresas e instituições) à internet, através do aproveitamento total da banda larga, cuja capacidade passará de 50 para 400 gigas.

Esta informação foi dada a conhecer pelo Presidente do Conselho de Administração da Tmcel, Mahomed Rafique Jusob, à margem da cerimónia de assinatura de um memorando de entendimento, entre aquela operadora de telecomunicações e a Agência para a Promoção de Investimento e Exportações (APIEX), ocorrida no decurso da Feira Internacional de Maputo (FACIM), em Ricatla, distrito de Marracuene.

MAIS: Moçambique: Tmcel descarta despedimento massivo de funcionários

O acordo, segundo explicou Mahomed Rafique Jusob, visa o fornecimento de serviços de banda larga (internet) e de telecomunicações às próximas edições da maior feira agrícola, industrial e comercial do País, para serem disponibilizados aos expositores nacionais e estrangeiros.

Estamos a fazer a transformação e modernização da nossa rede, investindo 132 milhões de dólares norte-americanos. Está em curso a instalação do ‘backbone’ em fibra óptica, que vai passar de 50 gigas de capacidade, para 400 gigas, com vista a alargar a capacidade do serviço a partir de Inchope para Tete, Inchope-Chimoio, Inchope-Nampula e Inchope-Pemba”, frisou.

Trata-se de um projeto que vai permitir a expansão da cobertura e melhoria da qualidade da rede da Tmcel, especificamente no que respeita aos serviços de voz e dados, bem como o aumento da capacidade e de disponibilidade de serviços prestados aos clientes.

Neste momento, avançou, o projeto de modernização da rede desenrola-se na província de Gaza, após ter já alcançado o distrito de Morrumbene, em Inhambane.

Em paralelo com esta empreitada, a operadora de telefonia fixa e móvel procede à instalação de várias antenas na cidade da Beira, província de Sofala.

FBI alerta que uso do TikTok pode ter implicações na segurança

O diretor do FBI, Chris Wray, manifestou hoje preocupações de segurança nacional em relação ao TikTok, alertando que o controlo da famosa rede social pertence a um Governo chinês que não partilha os mesmos valores dos Estados Unidos.

Wray realçou que a polícia federal norte-americana está preocupada com o facto de os chineses terem a capacidade de controlar o algoritmo de recomendação da aplicação, o que lhes permite “manipular o conteúdo e, se quiserem, utilizá-lo para influenciar operações“.

O responsável do FBI também destacou que a China pode utilizar a rede social de partilha de vídeos para recolher dados dos seus utilizadores, que podem ser usados para operações de espionagem.

Todas estas coisas estão nas mãos de um Governo que não partilha os nossos valores e que tem uma missão que está em desacordo com o que é do melhor interesse dos Estados Unidos. Isso deve-nos preocupar“, sublinhou Wray durante uma audiência na Escola de Políticas Públicas Gerald R. Ford, da Universidade de Michigan.

MAIS: TikTok banido de telemóveis oficiais em estado nos EUA

Estas preocupações são semelhantes às que o diretor do FBI tinha levantado durante as aparições no Congresso norte-americano em novembro, quando a questão foi levantada.

O TikTok é propriedade da ByteDance, com sede em Pequim. Um porta-voz desta rede social não respondeu imediatamente a estas declarações, noticiou a agência Associated Press (AP).

Em setembro, durante uma audiência no Senado, a diretora de operações da TikTok, Vanessa Pappas, garantiu que a empresa protege todos os dados de utilizadores norte-americanos e que as autoridades ligadas ao Governo chinês não têm acesso a estes.

Nunca partilharemos dados, ponto final“, vincou Pappas.

Preocupado com a influência da China sobre o TikTok, o Governo de Donald Trump ameaçou em 2020 proibir a aplicação nos EUA e pressionou a ByteDance a vender o TikTok a uma empresa norte-americana.

As autoridades dos EUA e a empresa estão agora em negociações sobre um possível acordo que resolveria as preocupações de segurança dos norte-americanos, um processo que Wray disse estar a decorrer em agências do Governo dos EUA, liderado por Joe Biden.

Gigante de empréstimos cripto BlockFi entra com pedido de falência nos EUA

O mercado das criptomoedas atravessa um momento terrível. Depois de a FTX ter aberto falência, deixando um buraco de mais de 3,1 mil milhões, é a vez da plataforma de empréstimos cripto BlockFi pedir proteção contra credores, ao abrigo do capítulo 11 da lei de insolvência nos Estados Unidos.

Os primeiros sinais chegaram quando a empresa congelou o levantamento de criptoativos. A plataforma deve à falida FTX 400 milhões de dólares e na sua lista de credores tem mais de 100 mil clientes.

A BlockFi, uma das maiores empresas do segmento de empréstimos com criptoativos, entrou com um pedido de falência nos Estados Unidos nesta segunda-feira, 28, semanas após ter congelado os levantamentos de fundos dos seus clientes devido à quebra da FTX.

A informação sobre o pedido foi partilhada primeiro pelo site Decrypt, citando fontes ligadas ao caso, e confirmada pela rede de televisão CNBC. Segundo o canal, a BlockFi informou que possui cerca de 100 mil credores e passivos variando entre mil milhões de dólares e 10 mil milhões de dólares. A empresa diz ter 256,9 milhões de dólares em reservas disponíveis.

Na lista de credores aparece em segundo lugar a FTX com 275 milhões de dólares em dívida para com a plataforma, que era liderada até há pouco tempo por Sam Bankman-Fried. A liderar essa lista aparece a Ankura Trust, uma empresa dedicada à representação de credores, com um crédito de 729 milhões de dólares.

Em julho, a FTX assinou um acordo com a BlockFi para a concessão de uma linha de crédito de 400 milhões de dólares, com opção de compra da plataforma por parte da FTX até 240 milhões em caso de incumprimento. Isto após o colapso do mercado cripto na primeira metade do ano ter sido agravado pelo tombo do ecossistema Terra USD e atirado a plataforma ao chão.

Com o colapso da FTX, o mercado começou a assistir a uma onda de contágios entre outros “players” dos criptoativos. Sobretudo a crise de confiança assombra de sobremaneira os clientes que revivem de novo o momento do “crash” do ecossistema Terra USD, levando as pessoas que investiram a levantar os seus ativos.

Para se defender deste contágio, algumas empresas, como a Genesis, igualmente uma plataforma amplamente dedicada a empréstimos de cripto, suspendeu as operações de resgate de ativos, justificando a decisão “com um número anormal de pedidos de levantamento”.

Também a plataforma AXX, com sede em Hong Kong, suspendeu o levantamento de ativos esta segunda-feira durante dez dias, após informar que está com falta de liquidez.

BAD lança iniciativa de dados digitais para capacitar negócios angolanos

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) lançou o projeto Avaliação, Supervisão, Monitorização e Avaliação Remota (RASME) em Angola, após uma sessão de formação de três dias na capital, Luanda.

O RASME é um conjunto de ferramentas e processos de coleta de dados digitais em tempo real que, segundo a instituição financeira, permite que os seus clientes e parceiros de desenvolvimento preparem melhor os projetos, relatem o progresso e avaliem o impacto de forma aberta e transparente.

A iniciativa foi lançada em novembro pela Dra. Rossana Silva, chefe do Departamento de Cooperação Económica Internacional do Ministério das Finanças de Angola, e pelo Country Manager do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento para Angola, Pietro Toigo.

“Garantir relatórios abertos e transparentes das nossas iniciativas de desenvolvimento é fundamental para a nossa missão. O RASME é um reforço importante da nossa capacidade para o fazer,” disse Rossana Silva.

“Acredito que este projeto pode melhorar significativamente a recolha de dados que usamos para avaliar a eficácia do nosso trabalho de desenvolvimento aqui em Angola. É significativo que estejamos a lançar o RASME em parceria com o Governo da República de Angola,” disse Tiogo.

O AfDB está a ajudar a implantar o RASME em parceria com a equipa da iniciativa Geoenabling para Monitoramento e Supervisão (GEMS) do Banco Mundial – Fragilidade, Conflito e Violência (FCV) e a fundação KoBoToolbox.

O conjunto de ferramentas de coleta de dados digitais usado para o projeto RASME é baseado na plataforma KoBoToolbox, uma solução de TIC de código aberto desenvolvida por pesquisadores afiliados à Harvard Humanitarian Initiative.

A RASME está atualmente operacional em 14 países em toda a África. O esquema vai aumentar a coleta de dados relacionados a projetos em áreas inacessíveis ou remotas, inclusive aquelas com desafios logísticos e de segurança, melhorar assim o monitoramento e a avaliação dos projetos de desenvolvimento do Banco.

O AfDB disse que é especialmente relevante no contexto da crise do COVID-19 e em zonas com instabilidade, insegurança e problemas logísticos. Em abril deste ano, a organização financeira reservou um investimento de capital de €9,8 milhões para apoiar investimentos de capital de risco em startups africanas, desde a semente até os estágios de crescimento.

WhatsApp. Nova funcionalidade vai permitir libertar espaço no smartphone

Garantir o espaço necessário num smartphone não é sempre simples. Muitas das apps presentes ocupam espaço de forma aleatória, sem qualquer controlo e sem nenhuma atenção, o que acaba por complicar a utilização dos equipamentos.

Como o WhatsApp é uma destas apps responsáveis por este comportamento, surge agora uma novidade. O serviço de mensagens quer ajudar os utilizadores e mostra uma forma simples para combater a falta de espaço num smartphone.

Com todas as imagens e vídeos que os utilizadores do WhatsApp recebem, rapidamente esta app começar a ser uma fonte indesejada de ocupação de espaço. Os elementos ficam guardados nos smartphones e muitas vezes sem se saber.

Apagar e controlar os ficheiros não é complicado, como já mostramos, mas a verdade é que poucos são os que tratam deste elemento. Assim, os ficheiros acumulam-se de forma eterna e os recursos são consumidos de forma desnecessária.

Uma novidade do WhatsApp, ainda em testes na versão Android, vem agora tentar ajudar os utilizadores deste serviço da Meta. Uma nova notificação está a ser mostrada e que pode ser útil para qualquer utilizador poupar espaço no seu smartphone e assim ser útil para todos.

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MAIS: Ataque ao WhatsApp afetou mais de 500 mil registos angolanos

Falamos da possibilidade de usar as mensagens temporárias conversas, algo que o WhatsApp já oferece há algum tempo. Estas vão poder ser configuradas pelo utilizador, definindo o tempo de duração e como estas se comportam na app deste serviço.

Ao escolher esta opção, as mensagens recebidas vão ser eliminadas ao final do tempo definido pelos utilizadores. Da mesma forma, todos os ficheiros recebidos, sejam imagens ou vídeos, são eliminados no mesmo tempo que o utilizador marcou na configuração do WhatsApp.

Pode parecer algo simples e desnecessário, mas vai certamente lembrar todos para esta opção que ajuda os utilizadores. Com o atalho para as mensagens temporárias, o acesso direto a esta funcionalidade fica garantindo, sendo uma ajuda útil.

“Quis dar um murro no Kanye West”, admite Elon Musk

O atual dono do Twitter, Elon Musk, revelou numa conversa tida através do Spaces da rede social o que sentiu quando Kanye West partilhou uma publicação com uma suástica dentro de uma Estrela de David.

Recordar que esta publicação acabou por levar a empresa a banir o rapper norte-americano da rede social, alegando incitação à violência. Pessoalmente quis dar um murro ao Kanye [West], por isso estava definitivamente a incentivar-me a ser violento, explicou Elon Musk. “É importante que as pessoas saibam que foi decisão minha”.

MAIS: Elon Musk quer aumentar limite de caracteres no Twitter

Recordar que, quando tomou controlo do Twitter, Musk tinha como intenção devolver as contas a pessoas banidas na rede social – mostrando-se contra a ideia de suspensões permanentes na plataforma.

Descoberta mais uma falha de segurança grave no Android!

Os mecanismos de segurança do Android são complexos para garantir que conseguem proteger os utilizadores e os seus smartphones. No caso das apps assentam na utilização de certificados, que provam a autenticidade dos programadores e das suas criações.

É precisamente aqui que está a mais recente falha e que ameaça os utilizadores. Os certificados de vários fabricantes caíram nas mãos de atacantes e estão agora a valida muitas apps maliciosas e que se julgavam ser fidedignas.

Este é o mais recente caso a afetar os smartphones Android e tem um grau de severidade muito elevado. Tudo assenta num conjunto de certificados que foram acedidos e que permitiu que muitas apps maliciosas fossem tornadas como fidedignas e seguras.

Os certificados colocaram em causa smartphones de marcas como a Samsung, LG, Xiaomi, Mediatek e outros fabricantes menores. As apps criadas estão a ser tomadas como válidas e com permissões que permitem o acesso a dados dos utilizadores. A parte melhor é que a falha já terá sido resolvida.

MAIS: Relatório aponta crescimento de malware em aplicativos nos Androids

O problema parece ter sido tanto maior quanto mais apps os fabricantes estão a disponibilizar. Cada uma destas pode ser alterada para conter malware e depois assinada para ser similar a uma pré-instalada pelo fabricante. A título de exemplo, temos a lista das apps potenciais para a Samsung que foram assinadas com o certificado da marca.

Para entender a falha, deve ser explicado que as apps assinadas com os certificados são executadas com um “id de utilizador altamente privilegiado – android.uid.system – e possui permissões do sistema, incluindo permissões para aceder aos dados do utilizador. Qualquer outra app assinada com o certificado pode declarar que pode usar o mesmo id.

Não se sabe desde quando os certificados estão acessíveis aos atacantes. A Samsung revelou num comunicado que as atualizações necessárias foram lançadas desde 2016 e que “não houve incidentes de segurança conhecidos em relação a essa vulnerabilidade potencial”.

Para aumentar ainda mais a segurança neste caso, a Google tem medidas específicas em campo, na Play Store e no Google Play Protect. Ainda assim, porque as apps podem sempre ser instaladas de outras fontes, importa os utilizadores terem o máximo de cuidado com as apps que colocam nos seus smartphones.

Executivo já investiu mais de 3 mil milhões de dólares em energia verde

O Executivo Angolano já investiu mais de 3,7 mil milhões de dólares em energia verde, que é a energia gerada a partir de matérias-primas naturais e renováveis, como a água, o ar, o calor da Terra e o Sol. Sua principal diferencial está no impacto ambiental que causa: a energia verde produz pouquíssima poluição.

Os valores gastos foram revelados pelo Secretário de Estado para as Finanças e Tesouro, Ottoniel dos Santos, falando na “Conferência Internacional e Missão Empresarial sobre Energia Renovável”, reiterando que nestes números incluí cerca de 755 milhões de dólares ao longo do ano de 2022, tendo acrescentado, por outro lado, que os projetos de energia em fase de enquadramento financeiro em todo o território totalizam cerca de 5,28 mil milhões de dólares.

MAIS: Energias renováveis vai abranger 2,4 milhões de cidadãos angolanos

De acordo com o Secretário, é crucial assegurar a atratividade do investimento privado para o sector da energia e águas, principalmente no domínio das energias renováveis, tendo como base a sua importância no exercício de manter a dívida pública em níveis perfeitamente sustentáveis.

Por fim, Ottoniel dos Santos ressaltou que o objetivo passa por garantir que 60% da população tenha acesso à eletricidade, onde Estado está  através de projetos de investimento público em energia solar fotovoltaica, a dar o seu impulso para a melhoria dos números, que por agora situam-se nos 42%, referiu o Secretário de Estado para as Finanças e Tesouro, que entre os projetos, apontou a instalação das centrais solares fotovoltaicas de Benguela e Biópio, na Província de Benguela, do Cuíto, do Bailundo, do Lucapa, no Luena, e do Saurimo, tendo sido lançados, igualmente, os projetos de iniciativa privada nas províncias da Huíla e do Namibe.

[Vídeo] Confira as principais notícias tecnológicas que marcaram a última semana #46

Hoje é segunda-feira, 5 de dezembro, e como é habitual do principal portal de tecnologia de Angola, e um dos melhores de África, trouxemos mais um episódio de “As Melhores da Semana”, o nosso espaço que fizemos uma compilação das notícias mais engajadas pelos nossos seguidores, durante a semana.

Como se mostrou o “preview” do vídeo acima, o artigo que dá conta que técnicos nacionais estão a ser formados sobre como trabalhar com o Angosat-2 teve um grande engajamento dos nossos seguidores, seja no Instagram ou Facebook, pelo que definitivamente deveria estar no Top 05.

A notícia sobre o facto de as marcas Tecno e Itel serem os smartphones mais vendidos em África também foi bastante comentado pelos nossos leitores, por isso está também na secção de As melhores Da Semana.

Mas para veres o Top completo, com narração exclusiva de Sued de Oliveira, é só ires no nosso canal do YouTube ou clicando em aqui.

Incubadora angolana presente no BIC ÁFRICA para estimular o empreendedorismo e a inovação

Decorreu na última semana o kick-off do primeiro BIC África bootcamp em Bruxelas, Bélgica, com incubadoras e aceleradoras dos países do projeto BIC ÁFRICA, nomeadamente, Angola, Etiópia, Madagáscar e Somália.

Segundo o que foi revelado, a representação angolana foi feita pelo Acelera Angola e o objetivo do bootcamp foi facilitar ligações intercontinentais entre incubadores europeias e africanas, partilhando experiências e estratégias que serão aproveitadas pelas incubadoras dos 4 países-alvo da BIC ÁFRICA.

As incubadoras presentes no evento vão poder conhecer, conectar e trocar conhecimento com especialistas em incubação e empreendedorismo inovador da European Business & Innovation Center Network.

MAIS: Acelera Angola e Loftyinc Capital assinam acordos para impulsionar startups nacionais

Nos dois dias do evento as incubadoras poderão também ter uma formação bem curada a facilitada pelos Membros do BIC da União Europeia, bem como aprenderam sobre vários modelos e estratégias comprovadas para a criação e gestão de incubadoras de empresas e como conceber currículos de incubação de qualidade para melhor apoiar os empreendedores nos seus programas.

O BIC Africa, financiado pela União Europeia, é uma rede regional de apoio a incubadoras de empresas selecionadas (I.B.) para estimular o empreendedorismo e criar e consolidar as novas startups inovadoras na África Oriental e Austral, com especial enfoque na juventude e nas mulheres.

O programa procura fortalecer o empreendedorismo e promover uma criação de emprego decente e meios de subsistência sustentáveis. O mesmo apoia, conecta e promove incubadoras de empresas, centros tecnológicos e inovadores de todos os tipos, e explora oportunidades de investimento público e público/privado com iniciativas e empresas locais e europeias.