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Amazon mira Angola como novo destino de expansão

A intenção foi avançada pela responsável de licenciamento e regularização da Amazon, Helen Kyeyune, quando intervinha no painel subordinado ao tema “Trazendo o espaço para a Terra para fortalecer as economias africanas” na 17ª Cimeira de Negócios Estados Unidos da América (EUA)-África.

Fez saber que se reuniu com responsáveis do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS) para concertação de como a multinacional pode prestar serviço em Angola. Garantiu que vão trabalhar em conformidade com os regulamentos em vigor no país.

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Entretanto, Helen Kyeyune falou da aposta da Amazon na melhoria do acesso à Internet nas zonas rurais e aceleração digital no continente africano, para além da prestação de apoios às empresas emergentes, com 17 biliões de dólares/ano.

O painel foi também animado pelo ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário de Oliveira, e responsáveis de empresas do sector.

Inovações tecnológicas marcam o Mundial de Clubes 2025 nos Estados Unidos

 

A edição de 2025 do Mundial de Clubes da FIFA, a decorrer nos Estados Unidos, está a servir como um verdadeiro campo de testes para inovações tecnológicas que prometem revolucionar o futebol. Desde a arbitragem até à experiência do adepto no estádio, várias medidas inovadoras foram implementadas, antecipando o que poderá vir a ser o padrão nos grandes torneios internacionais.

Saiba que inovações são essas:

1. Árbitros com câmeras corporais (body cams)

Pela primeira vez na história de uma competição FIFA, os árbitros estão a utilizar câmeras corporais. Estas body cams fornecem uma perspectiva em primeira pessoa dos lances mais importantes do jogo, sendo utilizadas em transmissões e análises posteriores. O objectivo é aumentar a transparência e aproximar os adeptos da realidade de decisões tão difíceis como as da arbitragem ao mais alto nível.

2. VAR visível nos ecrãs gigantes dos estádios

Outra medida inovadora foi a transmissão das revisões de VAR nos ecrãs gigantes dos estádios. Isto permite que os adeptos acompanhem em tempo real os replays e o processo de tomada de decisão, promovendo maior compreensão e envolvimento.

3. Sistema semi-automático de fora-de-jogo

Combinando sensores na bola com câmaras de alta velocidade, o sistema semi-automático de detecção de fora-de-jogo acelera e automatiza a sinalização de infracções de posicionamento. O sistema envia sinais instantâneos para a equipa de arbitragem, que apenas precisa de validar as decisões. Esta tecnologia já foi testada no Mundial do Catar e está agora a ser utilizada em maior escala.

4. Substituições digitais via tablets

A gestão de substituições também foi modernizada. As equipas técnicas utilizam agora tablets, que vieram substituir os tradicionais papéis e a comunicação manual, com o objectivo de tornar o processo de substituição mais rápido e organizado. Cada equipa recebe um tablet antes do início do jogo para gerir os pedidos de substituição de forma digital, garantindo que todos os envolvidos tenham acesso à informação actualizada e proporcionando uma visão clara das substituições ainda disponíveis.

5. Inteligência artificial para estatísticas em tempo real

Em parceria com a Hawk-Eye, a FIFA introduziu um sistema de inteligência artificial que recolhe e analisa dados em tempo real. Cada toque na bola, corrida, passe ou acção táctica é registado e disponibilizado para comentadores, equipas técnicas e adeptos. Esta tecnologia melhora a qualidade da transmissão e abre portas a novas formas de análise desportiva.

6. Dispositivos tácteis para adeptos com deficiência visual

Num notável avanço em termos de inclusão, o torneio está a disponibilizar dispositivos hápticos que permitem aos adeptos com deficiência visual sentirem em tempo real o que se passa no relvado. Estes dispositivos simulam os movimentos da bola e dos jogadores num tabuleiro tátil, criando uma experiência imersiva e inovadora.

Estas inovações estão também a servir de ensaio para o Campeonato do Mundo de 2026, que decorrerá igualmente nos Estados Unidos (em conjunto com o México e o Canadá). O Mundial de Clubes 2025 funciona assim como um “laboratório vivo”, que permite testar tecnologias e operações logísticas em ambiente real.

Vale realçar que, apesar da crescente sofisticação tecnológica, o futebol continua a ser decidido por pessoas. A tecnologia está disponível para ajudar os árbitros a mitigar o erro, fornecer elementos objectivos e reduzir as injustiças. Contudo, a decisão final permanece nas mãos do árbitro principal, que continua a ter a última palavra. Esta abordagem mantém o equilíbrio entre a precisão digital e a sensibilidade humana, essencial num desporto pautado por emoção e interpretação.

Metade das empresas paga resgate após ataques de ransomware

Ataques de ransomware: quase metade das empresas paga resgateO estudo, intitulado “State of Ransomware 2025”, baseia-se num inquérito a 3.400 líderes de TI e cibersegurança e revela uma complexa realidade sobre o impacto financeiro e operacional destes incidentes.

Apesar da elevada taxa de pagamento, o relatório aponta para uma maior capacidade de negociação por parte das vítimas. Mais de metade das empresas que pagaram o resgate conseguiu um valor inferior ao pedido inicial. Este facto, aliado a uma descida de 50% no pagamento médio de resgates entre 2024 e 2025, sugere uma maior preparação das organizações para mitigar os danos financeiros.

Negociação e o custo de pagar resgate ransomware

O pagamento mediano de um resgate situa-se nos 861 mil euros, de acordo com os dados recolhidos. No entanto, o montante exigido pelos atacantes varia substancialmente com a dimensão da empresa.

Organizações com receitas anuais superiores a mil milhões de dólares enfrentaram pedidos medianos acima dos cinco milhões de dólares. Em contrapartida, para empresas com receitas abaixo dos 250 milhões, o valor médio do pedido foi inferior a 350 mil euros.

O sucesso na redução do montante pago deve-se, em 71% dos casos, a processos de negociação, seja através de equipas internas ou de especialistas externos.

Esta tendência reflete uma maturação na forma como as empresas gerem a resposta a incidentes. Adicionalmente, o custo de recuperação de dados total registou uma queda, passando de uma média de 2,35 milhões de euros em 2024 para 1,32 milhões de euros em 2025.

Ataques de ransomware: Vulnerabilidades continuam a ser a principal porta de entrada

Pelo terceiro ano consecutivo, a exploração de vulnerabilidades de segurança foi a causa principal dos ataques de ransomware. Em 40% dos incidentes reportados, os atacantes aproveitaram uma falha desconhecida pela equipa de segurança da organização.

A falta de recursos foi identificada como um fator que contribuiu para o sucesso do ataque em 63% dos casos, com a escassez de conhecimento especializado a ser o principal obstáculo em grandes empresas e a falta de pessoal a afetar mais as organizações de média dimensão.

O sexto relatório anual ‘State of Ransomware’ destaca ainda que 44% das empresas conseguiram interromper um ataque antes da encriptação dos dados, o valor mais alto registado em seis anos. Simultaneamente, a recuperação através de cópias de segurança (backups) desceu para 54%, a percentagem mais baixa no mesmo período.

As primeiras 24 horas após um ataque de ransomware – o que deve fazer?

As empresas demonstram também maior agilidade, com 53% a recuperar totalmente no prazo de uma semana, um aumento face aos 35% do ano anterior.

Conclusão

Os dados de 2025 mostram que os ataques de ransomware continuam a ser uma ameaça persistente, com quase metade das vítimas a ceder ao pagamento do resgate.

Contudo, o cenário revela sinais de evolução positiva: as empresas negoceiam com mais eficácia, os custos globais de recuperação diminuem e a capacidade de resposta melhora.

A exploração de vulnerabilidades permanece como o principal vetor de ataque, o que reforça a necessidade de uma gestão de segurança proativa e de recursos adequados para proteger a superfície de ataque das organizações.

Operadoras de TV em Angola debatem combate à pirataria no sector

A iniciativa decorreu na última quinta-feira, 19 de junho, no ZAP Cinemas no Shopping Avennida Morro Bento, e permitiu partilhar boas práticas e estratégias para o combate aos crimes desta natureza.

A capacitação reforçou a importância do diálogo e da formação contínua como ferramentas essenciais no combate à pirataria, um fenómeno que continua a colocar em risco, não apenas o desenvolvimento do sector audiovisual em Angola mas também a sustentabilida económica em geral.

Na apresentação “O Impacto da Pirataria na ZAP e em Angola”, Nuno Costa, Subdirector de Engenharia da Direcção de Engenharia e Rede desta empresa, destacou“a necessidade de uma abordagem conjunta e estratégica para o combate à pirataria no sector de televisão por assinatura em Angola”.

“Os piratas estão em constante adaptação e a simples existência de leis não é suficiente sem a sua devida aplicação, e uma cultura de denúncia efectiva”, disse Nuno Costa.

Nuno Costa considerou também que, apesar dos “desafios conjunturais”, a “redução dos preços” e a “acessibilidade e qualidade dos produtos” poderão ser “factores-chave para atrair consumidores” e diminuir a “partilha de contas e a criação de redes comunitárias de streaming IP, que tantos danos causam às empresas do sector”.

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No mesmo sentido, Estefânia Sousa, representante da DStv Angola, enfatizou que “o combate à pirataria exige uma abordagem multidisciplinar” que “alie tecnologia, legislação, educação e cooperação entre empresas e autoridades”.

Durante a formação, a responsável partilhou experiências e boas práticas a nível africano no combate ao cibercrime, destacou casos de sucesso e estratégias aplicadas por iniciativas dos PAP, muitas das quais poderão ser replicáveis no contexto angolano.

Pedro Bravo, da operadora NOS, apresentou, por seu turno, o impacto financeiro da pirataria no sector, destacou dados e indicadores financeiros. “A pirataria não é apenas um problema da indústria criativa, é uma ameaça à economia nacional, à saúde pública e à segurança digital”, expôs. “Proteger a propriedade intelectual é fundamental para garantir desenvolvimento, emprego e soberania”, concluiu.

O Programa de Formação Anti-Pirataria foi oficialmente aberto por Teresa Cassola, Directora-Geral do Serviço Nacional dos Direitos de Autor e Conexos (SENADIAC). Na sua intervenção, destacou a complexidade e os impactos nefastos da pirataria, sublinhou que esta prática para além de constituir uma violação dos direitos dos criadores, productores e distribuidores, compromete seriamente a sustentabilidade do sector cultural e criativo, fragilizando a posição dos seus principais protagonistas: os criadores.

Ao encerrar o discurso, Teresa Queta Cassola expressou o desejo de que esta formação constitua um espaço fértil para aprendizagem, partilha de estratégias e reforço do compromisso colectivo entre os parceiros no cambate à pirataria.

O evento contou com a presença de várias instituições como o Instituto Angolano da Propriedade Industrial (IAPI), União Nacional dos Artistas e Compositores (UNAC), Serviço de Investigação Criminal (SIC), Administração Geral Tributária (AGT), Autoridade Nacional de Inspecção Económica e Segurança Alimentar (ANIESA) e DSTV.

SADC alinha estratégias para impulsionar banda larga na região

Os Ministros relevantes, agências reguladoras nacionais, decisores políticos e peritos reuniram-se recentemente em Mbabane, Eswatini, para um workshop em que participaram delegações de organizações internacionais, como a União Internacional das Telecomunicações.

O objectivo era estabelecer normas de cobertura da Internet na SADC, promover o acesso à Internet a preços acessíveis, melhorar a inclusão digital e fornecer sistemas para medir o progresso e acompanhar as conclusões.

A SADC é composta por 16 Estados membros: Angola, Botswana, Comores, República Democrática do Congo, Eswatini, Lesoto, Madagáscar, Malawi, Maurícias, Moçambique, Namíbia, Seychelles, África do Sul, Tanzânia, Zâmbia e Zimbabué.

A reunião de dois dias, o Workshop de Desenvolvimento de Banda Larga e Metas 2030 da SADC, terminou nesta terça-feira, 24 de junho. Savannah Maziya, Ministro das Tecnologias de Informação e Comunicação de Eswatini, abriu oficialmente o workshop.

“A banda larga é a força vital das economias modernas. No entanto, uma implantação significativa exige uma política deliberada, um investimento sustentado e uma ação baseada em dados. Não podemos gerir o que não medimos”, afirmou Maziya.

A ministra disse aos delegados que as políticas nacionais de banda larga são vitais porque indicam a intenção, coordenam a ação e proporcionam a certeza regulamentar de que os investidores e os operadores necessitam.

E prosseguiu: “Como estados-membros, temos de continuar a aperfeiçoar os quadros nacionais para dar prioridade à inclusão, sustentabilidade e inovação.”

Brian Mwansa, secretário executivo interino da Associação de Reguladores de Comunicações da África Austral, também falou no evento, afirmou que a banda larga tem o poder transformador de apoiar o crescimento económico, o desenvolvimento do capital humano, a prestação de serviços públicos e a inclusão social.

“Através da ligação de pessoas e empresas a informações e serviços vitais, a banda larga cria oportunidades de inovação, educação, acesso a cuidados de saúde e melhoria geral da qualidade de vida”, afirmou Mwansa.

A banda larga permite que as populações urbanas e rurais acessem conteúdos educacionais, notícias, serviços públicos e reduz a exclusão digital.

Primeira-Dama inaugura Sala Inteligente no Liceu 14 de Abril

Actualmente, as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) desempenham um papel fundamental no desenvolvimento do ensino, ao tornarem as aulas mais dinâmicas, interactivas e acessíveis. Elas facilitam o acesso à informação, promovem a inclusão digital e preparam os estudantes para os desafios de um mundo cada vez mais tecnológico.

No acto de inauguração, a Primeira-Dama da República, esteve acompanhada da ministra da Educação, Luísa Grilo, e do vice-governador de Luanda, Manuel Gonçalves.

Patrocinada pela multinacional de tecnologia Huawei, a “Sala Inteligente”, a segunda no país, tem a capacidade para ensinar mais de 1.000 alunos ao mesmo tempo com dois professores (online e presencial) por meio de tele-aulas, conferências, debates, vídeos, elaborar exames, entre outras funções.

O projecto enquadra-se também nos esforços de promoção da inclusão digital, ao proporcionar acesso a ferramentas tecnológicas, incentivar o uso pedagógico das TICs e reduzir a exclusão no ambiente educacional.

Luanda será palco do I Fórum Nacional de Inteligência Artificial

Inteligencia artificialTrata-se de uma iniciativa liderada pela Business & Innovation Forum, com apoio Institucional do Instituto de Modernização Administrativa ( IMA), que vai reunir mais de 300 participantes, incluindo mais de 30 oradores nacionais e internacionais.

De acordo com Jornal de Angola, no evento será debatida a transição digital na administração pública, o impacto da inteligência artificial generativa nos negócios, os desafios éticos e regulamentares, e a integração de tecnologias (cloud computing e big data).

Os especialistas vão ajudar, igualmente, a definir metas concretas para a implementação de uma Estratégia Nacional de Inteligência Artificial, analisar soluções para captação de investimentos e parcerias para novos projectos, bem como consolidar o ecossistema nacional.

Inteligência Artificial: Angola entre os 30 países africanos mais preparados

O objectivo deste certame é ainda de posicionar Angola como referência continental na reflexão e aplicação ética e estratégica da Inteligência Artificial (IA), bem como fomentar o diálogo multidisciplinar entre o governo, empresas, academia e sociedade civil, para a adopção consciente e responsável destas soluções.

De acordo com o porta-voz do Fórum, Eng.º Estêvão Zinga, o país encontra-se num ponto estratégico para acelerar a adopção da Inteligência Artificial em larga escala.

“O crescimento contínuo da conectividade, o avanço das infra-estruturas de computação em nuvem e o acesso progressivo a grandes volumes de dados criam uma base sólida para essa transformação tecnológica”, declarou, citado pelo mesmo documento.

Samsung Unpacked 2025: novidades a caminho na apresentação de 9 de Julho

A Samsung está pronta para agitar o mercado tecnológico com mais um evento Unpacked, marcado para 9 de julho de 2025, às 15h (hora de Luanda), directamente de Brooklyn, Nova Iorque. E para os fãs angolanos da marca, esta é uma oportunidade de descobrir as inovações que chegarão em breve.

O evento será transmitido ao vivo no site da Samsung, no Samsung Newsroom e no canal oficial do YouTube, permitindo que todos acompanhem as novidades em tempo real.

Galaxy, Galaxy Galaxy…

Com o foco na “próxima evolução da Galaxy AI e do ecossistema Galaxy”, a Samsung promete revelar os seus mais recentes smartphones dobráveis, incluindo o Galaxy Z Fold 7 e o Galaxy Z Flip 7.

Há também rumores de um Galaxy Z Fold Ultra, sugerido por teasers com a frase “Ultra Unfolds”, que pode trazer um design ainda mais premium e funcionalidades avançadas.

Galaxy Watch 8

Além dos dobráveis, espera-se a apresentação do Galaxy Watch 8, que pode trazer melhorias em relação ao modelo anterior, como maior eficiência energética e novos recursos de saúde.

Há ainda especulações sobre a possível revelação de um headset de realidade aumentada (XR) Android, desenvolvido em parceria com a Google, o que seria uma novidade empolgante para os angolanos interessados em tecnologias imersivas.

Galaxy AI

Outro destaque é a integração da Galaxy AI, que promete funcionalidades mais inteligentes e personalizadas, como assistentes baseados em IA e ferramentas de câmara optimizadas.

Pré-venda

Para quem já está a pensar em actualizar o seu dispositivo, a Samsung abriu reservas no seu site, oferecendo um crédito de 50 dólares para compras futuras.

Gana e Serra Leoa utilizam drones e inteligência artificial para combater a Malária

Um projecto inovador está a transformar a luta contra a malária no Gana e Serra Leoa, utilizando drones equipados com inteligência artificial (IA) para identificar e neutralizar criadouros de mosquitos, numa estratégia revolucionária de prevenção de surtos. Desenvolvido em parceria com a startup japonesa SORA Technology, governos locais e comunidades, este projecto destaca-se como um marco na aplicação de tecnologia para enfrentar um dos maiores desafios de saúde pública em África.

No Quénia, onde a malária afecta gravemente a população, a situação é preocupante. Com mais de 5 milhões de casos e 12 mil mortes anuais, a doença representa uma ameaça significativa, sobretudo para crianças. Em regiões como o condado de Busia, famílias enfrentam o impacto devastador da malária, que compromete não só a saúde, mas também a produtividade económica e o bem-estar social.

A solução implementada no Gana e Serra Leoa é tão simples quanto eficaz. Drones equipados com câmaras de IA sobrevoam áreas de risco, como campos agrícolas, pântanos e margens de rios, procurando águas paradas – o ambiente ideal para a reprodução de mosquitos. Ao detectar esses locais, os drones aplicam larvicidas com precisão, eliminando os mosquitos antes que atinjam a fase adulta. Esta abordagem preventiva contrasta com estratégias tradicionais, como redes mosquiteiras e tratamentos médicos, que, embora essenciais, não são suficientes para erradicar o problema.

A colaboração com comunidades locais é um pilar central do sucesso. A SORA trabalha em estreita parceria com ministérios da saúde, líderes comunitários e pilotos de drones formados localmente, assegurando que a tecnologia seja eficiente e culturalmente aceite. Este modelo de capacitação fortalece a sustentabilidade do projecto e promove a confiança das populações beneficiadas.

Com África a representar mais de 90% das mortes por malária no mundo, e face ao aumento da resistência a medicamentos e insecticidas, soluções inovadoras como esta são urgentes.

Atenção: Windows 10 fica obsoleto em Outubro

A DECO PROteste respondeu a algumas das principais questões associadas ao tema, lembrando que um dos problemas que surgem é que nem todos os computadores podem fazer a atualização para o Windows 11.

Se for este o caso, é necessário pagar um ano suplementar de atualizações ou escolher um novo sistema operativo. Caso queira pagar para prolongar, pode obter informações no site norte-americano da empresa.

A atualização para o Windows 11 é possível se o seu modelo tiver um processador (CPU) que remonte no máximo a 2018.

De realçar que a DECO PROteste aconselha a não continuar a utilizar o Windows 10 sem as novas atualizações, uma vez que aumenta as fragilidades de segurança.

Além disso, a Microsoft também permite forçar a instalação do Windows 11, mesmo em computadores não compatíveis, mas não recomenda que o faça.

Como fazer a atualização, de forma gratuita, para o Windows 11?

Comece por clicar em Iniciar > Definições > Windows Update. Se o seu dispositivo for compatível, refere a DECO, a atualização será automaticamente disponibilizada neste local. Caso não aconteça, atualize primeiro o seu sistema operativo.

Estes são os requisitos aplicáveis: Processador (CPU) Intel de 8.ª geração (ou mais recente); Processador (CPU) AMD de 3.ª geração (ou mais recente); Mínimo de 4 GB de memória RAM; Mínimo de 64 GB de armazenamento; Ecrã de 720p.
TPM 2.0.