Inventor angolano de 13 anos beneficia de uma bolsa de estudo de cinco mil euros

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Roberto João Mukeba, inventor angolano de 13 anos de idade e considerado como novo “génio” angolano, vai beneficiar de uma bolsa de cinco mil euros (Kz 3.357.140) para que possa dar continuidade dos estudos e desenvolver o seu projecto de engenharia tecnológica.

O jovem Roberto é um aspirante a inventor, que no seu catálogo já contam um leque variado de invenções, como a criação de pilhas de longa duração e montagem de uma mini central eléctrica geradora de energia,projectos esses que já começaram a ganhar notoriedade tanto na comunidade nacional, bem como internacional.

A doação dos valores vem da Ordem dos Engenheiros de Angola (OEA), em convénio com a Ordem dos Engenheiros Técnicos de Portugal (OETP) e o Governo Provincial do Bengo, que ficaram encantada com as invenções do prodígio angolano, que prontificaram-se em serem os padrinhos do novo talento angolano, tendo como objectivo incentivar o rapaz de 13 anos a continuar com os estudos.

O acto da doação foi no IV Congresso Internacional da OEA, decorrido de 18 a 19 deste mês, em Luanda, e onde o bastonário da Ordem dos Engenheiros Técnicos de Portugal, Augusto Guedes, fez saber que 4.500 euros do valor total servirão para custear os estudos de Roberto Mukeba, que deverá ser apadrinhado até a conclusão do ensino superior.

Tendo em conta a complexidade e os custos que envolvem os cursos de engenharia, o também engenheiro técnico civil apela, por outro lado, a boa vontade das demais instituições públicas ou privadas e pessoas singulares, para apoiar os novos talentos desta profissão.

Guedes ainda lembrou que o ramo da engenharia desempenha um papel fundamental para o desenvolvimento socieconómico de cada país, facto que deve merecer a atenção de todos cidadãos, apoiando os futuros engenheiros dentro da possibilidade de cada cidadão.

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Além do dinheiro doado, exclusivamente, para o menino Roberto Mukeba, que frequenta a 9ª classe, o aludido acordo também contempla a disponibilidade de outros 5.000 euros por cada ano, para apoiar a escola primária nº 708, localizada na comuna de Canacassala, município do Nambuangongo, província do Bengo.

Segundo Augusto Guedes, o valor a ser disponibilizado servirá para reforçar a compra de materiais escolares, como lápis, borracha, esferográficas, cadernos, papel, entre outros bens gastáveis.

“É muito importante apoiar o ensino pré-escolar e primário, por ser o viveiro dos futuros quadros de cada país”, reconheceu.

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