MTN anuncia testes dos serviços e-SIM na Nigéria

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A MTN anunciou os testes dos serviços e-SIM na Nigéria na sua rede, depois de ter recebido a aprovação por parte Comissão de Comunicações da Nigéria (NCC). Isso ocorre dias após o NCC aprovar a criação de um novo departamento de economia digital.

O período de avaliação será de um ano e está aberto por ordem de chegada a um número limitado de assinantes que possuem dispositivos compactíveis. Mazen Mroue, director de operações da MTN na Nigéria, disse que a empresa estava ansiosa para passar pelo processo de testes para que a tecnologia pudesse ser implantada em benefício de todos os nigerianos.

“Com a introdução do e-SIM, ofereceremos aos clientes uma experiência digital perfeita e distinta, com novos níveis de flexibilidade, simplicidade e conveniência”.

Os e-SIMs foram projectados para oferecer liberdade e flexibilidade sem precedentes. Diferente dos SIMs físicos, os e-SIMs são incorporados a smartphones e dispositivos vestíveis. Eles suportam vários perfis e permitem que os clientes conectem vários números aos seus dispositivos e-SIM.

Não obstante a sofisticação dos e-SIMs, os requisitos de integração são os mesmos que os exigidos para um SIM físico. Portanto, o registro do SIM, de acordo com as prescrições regulamentares existentes, continua sendo um requisito para activar um dispositivo incorporado a um e-SIM.

Os e-SIMs são úteis para pessoas que desejam gerenciar linhas pessoais e comerciais de maneira fácil e eficaz ou desejam um perfil separado para dados. A nova tecnologia será muito conveniente para viajantes frequentes e turistas, facilitando a opção e a manutenção de uma assinatura local ao visitar a Nigéria, disse Mazen Mroue.

O termo “e-SIM” refere-se a um novo padrão que está a ser promovido pela GSMA (Sistema Global para Comunicações Móveis, em português), a associação que representa as operadoras de telefonia em todo o mundo. e-SIM virá em forma de SIM card integrado, que permanece dentro do telefone e não precisa ser removido – algo que os fabricantes de dispositivos eletrônicos também têm interesse em adoptar para outros aparelhos que podem ser integrados à Internet das Coisas.

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