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Terça-feira, Agosto 16, 2022
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Cibercrimes custou prejuízo de 120 milhões de dólares/ano as Pequenas e Médias Empresas

As Pequenas e Médias Empresas (PME) a nível mundial tiveram prejuízos na ordem de 120 milhões de dólares/ano e 2,5 mil milhões de dólares para as grandes empresas devido aos ataques cibernéticos, revelou o coordenador de produto na Angola Cables, Crisóstomo Mbundu.

Segundo o especialista, que falava no âmbito da última actualização mundial sobre os crimes informáticos, informou que nestes prejuízos estão contabilizados o tempo em que a infra-estrutura fica sem disponibilizar serviços, às penalidades jurídicas pelos incumprimentos de termos contratuais rígidos, bem como a conotação negativa da imagem da empresa.

Na opinião de Crisóstomo Mbundu, nota-se  um crescimento anual acentuado de crimes cibernéticos, que já atingiu valores acima de 170 por cento no auge da pandemia, tendo como base os números de 2020.

Por isso, é imperativo proteger o espaço virtual com a mesma intensidade que se protege o território de uma nação”, frisou.

MAIS: Angola Cables lança serviço para proteger o país contra ataques cibernéticos

Sobre o mercado angolano, o também engenheiro informático sublinha que os sectores alvos de ataques cibernéticos incidirão nas operadoras de Internet a grosso, móveis, Governo  e no sistema financeiro.

Adiantou ainda que o aumento de equipamentos, serviços, aplicações e pessoas ligadas à internet fruto da economia digital, há cada vez mais a possibilidade do aumento da superfície de ataques cibernéticos.

Angola conta com uma capacidade de interligar internacionalmente, o que por si é extremamente positivo, doutro lado nos tornamos visíveis a ataques cibernéticos”, sustentou e onde aconselha que “para minimizar os efeitos dos ataques cibernéticos, recomenda o uso do sistema “AntiDDoS”, capaz de monitorar, detectar e mitigar em tempo real qualquer ataque o mais próximo possível da sua origem.

Instagram aumentou duração dos vídeos nas Stories

O Instagram decidiu estender o tempo limite das Stories publicadas por todos os utilizadores. Anteriormente limitadas a 15 segundos, os utilizadores do Instagram podem agora partilhar Stories com até 60 segundos de duração.

MAIS: Instagram expande suporte de NFTs para mais de cem países

Recordar que, até aqui, todos os vídeos carregados para as Stories eram divididos em segmentos de 15 segundos. Agora que é possível carregar vídeos com um minuto de duração, os utilizadores terão uma liberdade muito maior na forma como partilham vídeos nas Stories.

Estamos sempre a trabalhar para melhorar as formas como as pessoas podem criar e partilhar conteúdos no Instagram. Agora, é possível criar e reproduzir vídeos de Stories mais longos de até 60 segundos, em vez de os ter divididos automaticamente em conteúdos de 15 segundos, pode ler-se no comunicado partilhado pela Meta com o site CanalTech.

[Vídeo] Confira as principais notícias tecnológicas que marcaram a última semana #34

Hoje é Segunda-Feira… Dia de as “As Melhores da Semana”, aquele vídeo curto que reúne as 5 notícias que tiveram mais engajamento na nossa plataforma, na última semana.

Para essa semana, como é habitual, tivemos várias matérias que receberam um  grande “feedback” da vossa parte, sejam aqui na plataforma bem como na página oficial do Menos Fios nas redes sociais.

O facto de Angola estar fora do Top 10 dos países africanos com internet mais rápida em 2022 foi um dos tópicos que vocês deram um grande retorno na semana que passou, pelo que está no nosso Top 5, assim como a notícia que dá conta que uma empresa portuguesa em recondicionados Apple vai abrir a su primeira loja de telemóveis no país também a figurar nas matérias preferidas dessa mesma semana.

Mas como sempre, não vamos dizer o Top por completo, visto que o vídeo na íntegra já está disponível  no nosso canal oficial do Youtube. Então, para ver o vídeo é só clicar aqui.

Moçambique. Especialistas realçam as qualidades para singrar no empreendedorismo digital

Decorreu no último de mês de Maio a edição de 2022 do MozTech,  onde vários especialistas mostraram as qualidades decisivas para quem pretende singrar na área do empreendedorismo digital, entre as quais “essência e fé“.

Segundo Daniel David, PCA do Grupo SOICO e fundador da MAKAGUI, é importantes os jovens moçambicanos aprenderem a questionar, inclusive, aqueles que os formam, visto que existe muitas pessoas que tratam do tema empreendedorismo só do ponto de vista teório, sem a experiência.

Aquele que ensina tem de dominar e saber. Eu tenho uma experiência de 40 anos, que medá legitimidade para partilhar a minha história e contribuir para que os outros tenham diferencial na vida. Enquanto tivermos sopro de vida no nosso corpo, devemos perguntar-nos qual é a razão de termos nascido. Às vezes, a pessoa cresce e forma-se sem estar certo sobre o que deveria ser. Se não soubermos qual é o nosso propósito, levaremos uma jornada que é precioso para ser o humano”, informou.

MAIS: Moçambique. Empreendedorismo digital é o o caminho do sucesso, reforça especialista

Ainda no seu discurso no principal evento tecnológico de Moçambique, o também fundador da plataforma Wise Up exortou aos mais jovens que, embora o dinheiro seja importante para o equilíbrio financeiro, o mesmo não é tudo.

O dinheiro é um meio que nos ajuda a realizar os nossos projectos rumo ao sucesso que queremos atingir”, afirmando categoricamente que o sucesso “depende de corpo, de alma (relações com as pessoas, família, amigos e nossos sentimentos) e do nosso espírito (a forma como acordamos e olhamos para o universo). Sem este triângulo equilibrado, não há como ter sucesso na vida“.

Daniel David que falou sobre o “Empreendedorismo na prática: oportunidades de negócio on-line – no caso de estudo: Wiser Sales Platforma”, mostrou o seu historial de vida profissional, desde o ano do seu nascimento, em 1966, até a criação da MAKAGUI, plataforma especializada em criar desenvolvimento humano através de palestras e variadas iniciativas inerentes.

De informar ainda que no seu discurso, o founder destacou que sempre procurou fazer o seu melhor nas piores condições por que passou.

Ensino à distância atingiu apenas 20% das escolas angolanas em tempos de Covid-19

Apenas 20% das escolas angolanas conseguiram implementar a modalidade de ensino à distância durante a suspensão das aulas presenciais devido à Covid-19, revelou uma pesquisa do Ministério da Educação (MED).

Segundo o relatório daquele órgão público, practicamente 80% das escolas nacionais não conseguiram implementar o ensino à distância, que tinha sido estipulado pelas autoridades competentes, no âmbito das medidas de preucação e distanciamento para fazer face à suspensão forçadas das aulas presenciais, começando em Março de 2020.

A investigação denominada “Estudo sobre o Impacto da Covid-19 no Sector da Educação em Angola”, de autoria do MED e do Fundo das Nações Unidas para a Infância, foi divulgada no final de Julho e que mostrou que, apesar de o Ministério da Educação  ter implementado o programa de tele-aulas e rádio-aulas, apenas um pequeno número de professores e alunos utilizou tais ferramentas para estudar.

De acordo ainda com o semanário angolano Novo Jornal, entre os incumpridores, a justificação dada é da falta de electricidade, rádio e televisão nas localidades em que estão inseridos.

MAIS: Governo lança “Escola Virtual Xilonga” para alunos do ensino primário e secundário

O estudo concluiu também que para as escolas onde foi implementado o sistema de ensino à distância, os métodos de aprendizagem mais notados foram os de atribuição de tarefas aos alunos, de modo a estudarem de forma autónoma, e onde outros optaram por utilizar meios de comunicação e os serviços de mensagens para a atribuição de novas tarefas.

Apesar destes métodos criados, poucos alunos participaram das actividades, visto que alguns país não vinham à escola para levantar os conteúdos para os seus filhos. Em suma, continua o estudo, cerca de 70,6% dos encarregados de educação não receberam materiais ou assistência em espécie das escolas dos seus filhos, de modo a apoiar a aprendizagens sustentada durante a pandemia.

Banco Mundial Feminino abre inscrições para o Desafio de Inovação Fintech 2023

Estão abertas as candidaturas para o concurso Desafio de Inovação Fintech 2023,  que é aberto para todas aquelas fintechs que estão desenvolvendo soluções financeiras de ponta para superar as dificuldades em curso no atendimento ao mercado feminino de baixa renda.

O concurso que é da iniciativa do Banco Mundial Feminino e com foco principalmente para candidaturas femininas, é extremamente competitivo, onde seleciona e promove quatro fintechs em estágio incial e que está desenvolvendo soluções financeiras de ponta para superar as dificuldades em curso para alcançar o mercado feminino de baixa renda.

Para diminuir a diferença de gênero no mercado feminino de baixa renda, o Desafio de Inovação Fintech atrai mais de 100 aplicações fintech de todo o mundo, e onde o programa está em busca de fintech que atualmente está criando bens e soluções de ponta que atendam às necessidades das mulheres de baixa renda.

MAIS: ReStart. Se és mulher, empreendedora e tens um negócio este programa é para ti

Estão abertas as candidaturas para todas aquelas fintech que:

Usa a tecnologia para beneficiar as mulheres;
Usa a tecnologia para oferecer soluções financeiras para mulheres carentes e de baixa renda;
Fornece para mercados emergentes;
Atende clientes em áreas emergentes;
Preparando-se para as Séries A e Além;

O vencedor do prêmio principal, juntamente com os outros três finalistas, receberá receberá mentorias, design UX especializado e consultas a investidores, participação em networking especializado e acesso preferencial a eventos fintech que são atendidos por investidores e parceiros de todo o mundo.

As candidaturas estão abertas até ao dia 15 de Setembro, onde podes inscrever a sua fintech clicando em aqui.

11 profissões que vão surgir até 2030 devido ao Metaverso

Ainda que muitos não consigam defini-lo com exatidão, o metaverso já encontrou espaço nos nossos dicionários. E vai mudar não apenas a forma como trabalhamos, mas também os empregos que conhecemos. Em 2030, deverá já existir 11 novas profissões, resultantes do metaverso. O metaverso, e a forma como as tecnologias são incorporadas, permitirá que trabalhos que exigem a presença física no escritório – como o atendimento ao cliente – possam ser feitos também à distância.

Muitos dos novos trabalhos que vão emergir com a transformação do metaverso requerem competências como programação de código, mas há outras profissões, que replicam as já existentes. Também a forma como compramos, comemos ou o que vestimos surgirão com o fim dos limites entre humanos e avatars. As empresas têm, por isso, de desenhar rapidamente estratégias que respondam a este novo mundo. Pensar e concretizar novas competências e planos de qualificação e requalificação para os trabalhadores será essencial. A mudança vem sempre de mão dada com a oportunidade”, defende uma empresa especializada em recursos humanos.

Todas estas mudanças revelam-se terreno fértil para o aparecimento de novas carreiras, inimagináveis há alguns anos. E as oportunidades são imensas. Estes são os 11 exemplos e que terão “muita procura” em 2030.

 

1. Designers de vestuário para avatars

Se o metaverso permite que continuemos a existir como avatars, coexistindo em realidades paralelas, alguém terá de nos vestir. E esse alguém serão os designers de vestuário para avatars.

2. “Caçadores” de dados

Os dados são como o “ouro do século XXI”, e, no metaverso, a sua importância é ainda maior. “Para assegurar a posse de todos os seus dados, chegam os ‘caçadores’ de dados, que calcorrearão o mundo virtual em busca da sua informação pessoal. Estes caçadores terão de ser especializados em questões jurídicas e em extração de dados“, explica um especialista.

3. Metamédicos

Em teoria, os nossos dados biométricos e físicos ficarão disponíveis nos nossos avatars. Esta possibilidade permitirá aos profissionais da saúde, como médicos, realizar diagnósticos e testes à distância, assim como potenciais tratamentos.

4. Arquitetos de metaverso

A interação e a mobilidade são fatores cruciais para o metaverso. Nesse sentido, as construções — que podem ser de objetos, lugares ou experiências — precisam de ser desenvolvidas para tornar o metaverso uma realidade.

5. Diretores de eventos no metaverso

Concertos, exposições e conferências já tiveram lugar no metaverso. Uma tendência que, estima a recrutadora, continuará a crescer. Por isso mesmo, os diretores e coordenadores de eventos que entendam esta nova realidade vão ser muito procurados.

MAIS: Gigantes tecnológicas formam aliança para impulsionar o metaverso

6. Cientista de metaverso

O metaverso é uma réplica digital da realidade. “Um cientista especializado em investigação nesta área será essencial e terá de ser capaz de criar uma arquitetura aglutinadora de todas as competências necessárias: engenharia de software, engenharia informática, desenvolvimento de jogos, data science, machine learning, visão computacional, deep learning e big data.”

7. Criador de ecossistemas

O criador de ecossistemas, por sua vez, será projetar e trazer à realidade as possibilidades apresentadas pelo metaverso. “Assegurar que as infraestruturas conseguem suportar as ligações tecnológicas, e que os seus utilizadores conseguem interoperar de forma eficaz, implicará não apenas esforços de lóbi, como um conhecimento aprofundado na indústria de XR (a nova indústria tecnológica que inclui áreas como a realidade aumentada ou o metaverso)”, informa um especialista. O criador de ecossistemas será também responsável por convencer os governos sobre as novas potencialidades do metaverso.

8. Gestor de segurança

As questões relacionadas com a privacidade sempre acompanharam as questões relacionadas com a Internet. No metaverso, o nível está ainda mais elevado. Assegurar a segurança será fulcral para que se possa viver e trabalhar de forma confortável neste novo mundo complexo e, para isso, o gestor de segurança será uma peça essencial.

9. Criador de hardware

Câmaras, microfones, sensores, headsets... No metaverso, o hardware será tão necessário como a programação. Para responder a esta nova necessidade, é preciso que alguém crie estas ferramentas.

10. Criador de mundos

O nome deste novo trabalho pode ser tanto fabuloso como aterrador. Um criador de mundos no metaverso será semelhante a um programador de jogos de vídeo, mas com responsabilidades superiores.” Saber pensar o futuro será chave para esta função, assim como será essencial considerar todos os impactos sociais e possibilidades que este novo mundo trará.

11. Bloqueadores de anúncios

Estando o seu eu virtual e físico muito próximos, os anunciantes vão querer atingir o seu target com publicidade direcionada e permanente. Os bloqueadores de anúncios virtuais serão, por isso, essenciais para escapar a este ataque”.

Angola Telecom com incapacidade financeira de continuar curso normal de negócios

A Angola Telecom E.P está nesse momento com uma incerteza significativa que pode colocar em causa a capacidade da empresa de telecomunicaçõe em continuar o seu curso normal de negócios.

Essa informação foi revelada por um auditor independente, visto que  o facto dos Capitais Próprios serem negativos e do passivo corrente exceder o activo corrente em 137.898.181 milhões Kz, sem considerar os potenciais efeitos das matérias apresentadas nas bases para opinião com reservas.

Segundo os números divulgados pelo jornal angolano Mercado, Angola Telecom E.P teve um resultado líquido positivo de 27.036 milhões Kz no exercício económico de 2021, ao passo que resultado financeiro foi de 19.237,5 milhões Kz positivo, tendo diminuído em 160,94% face ao exercício de 2020, refere o Relatório e Contas de 2021.

MAIS: Angola Telecom vai passar toda a sua infra-estrutura a empresas privadas

Sendo assim, a continuidade da empresa está dependente do apoio a prestar pelo Estado ou da realização de futuras operações lucrativas.

Em suma, o conselho fiscal indica que é pela primeira vez nos últimos três anos que a empresa apresenta um resultado líquido de 27.036 milhões Kz, reconhecendo-se o esforço implementado para inverter a condição negativa do Capital Próprio, decorrente dos sucessivos resultados negativos dos exercícios económicos anteriores.

De informar que os últimos meses tem sido muito atribulados na empresa estatal, onde os trabalhadores paralisaram os seus serviços há mais de dois meses, e onde reivindicam actualização e o pagamento regular dos salários, a atribuição de melhores condições laborais, de assistência médica e medicamentosa, bem como o pagamento das compensações de reforma.

Google condenada a pagar USD 60 milhões por recolher localização sem autorização

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A Google terá recentemente concordado em pagar uma multa de quase 60 milhões de dólares às autoridades na Austrália, por alegadamente seguir a localização dos utilizadores sem a respetiva autorização para tal.

O caso foi apresentado pela Comissão Australiana da Concorrência e Consumidor (ACCC), depois de ter sido revelado que a Google estaria a recolher a localização dos utilizadores do pais sem obter a respetiva autorização para tal. Esta medida era aplicada mesmo para os utilizadores que tinham desativado essa recolha nas configurações do sistema.

De acordo com o portal Australian Associated Press, a Google não estaria a ser clara sobre como este processo era desativado, e ainda usava outros serviços da empresa para realizar a recolha mesmo que a configuração fosse desativada no sistema operativo.

MAIS: Google aponta TikTok e Instagram como os seus grandes rivais

Face a esta situação, as autoridades locais terão decidido que a Google violou as leis, tendo condenado a empresa ao pagamento de duas multas, a primeira de 10 milhões de dólares, e uma segunda de 40 milhões, além de ser ainda obrigada a pagar 50% dos custos de tribunal da ACCC até ao dia da condenação.

Foi ainda deixada a indicação que a empresa deve rever as suas práticas para que a recolha da localização não seja mais realizada sobre o pais e os utilizadores no mesmo.

EUA oferecem recompensa de 10 milhões por informações sobre gangue de ransomware

O Departamento de Estado norte-americano está a tentar capturar os cinco elementos-chave do grupo criminoso Conti e oferece uma recompensa de dez milhões de dólares por informações que facilitem esta caça.

O gangue de ransomware Conti surgiu em força em 2020, atacando hospitais, governos e extorquindo várias empresas, tendo conseguido amealhar 180 milhões de dólares só no ano passado. Agora, com mais de mil organizações na sua lista de vítimas, os hackers estão a ser procurados ativamente pelas autoridades dos EUA, com o Departamento de Estado a anunciar uma recompensa de dez milhões de dólares por informações que levem à identificação e captura dos cinco cabecilhas.

Os elementos que estão no topo de prioridades das autoridades assumem os nomes de Professor, Reshaev, Tramp, Dandis e Target nas suas atividades online. As autoridades publicaram uma alegada fotografia que creem ser de Target. O anúncio da recompensa detalha que estão a ser procurados hackers ligados a governos estrangeiros e que possam ter desencadeado ações maliciosas contra infraestruturas críticas dos EUA. O gangue em questão dá pelos nomes de Conti, TrickBot ou Wizard Spider, entre outras nomenclaturas.

Esta foto é a primeira que o governo dos EUA alguma vez teve de um ator malicioso associado ao Conti”, afirma uma fonte das autoridades à Wired.

Um especialista em cibersegurança ucraniano publicou, há alguns meses, mais de 60 mil mensagens internas do grupo Conti. Acredita-se que o gangue tenha mais de cem membros, cada um a trabalhar em departamentos individuais. Segundo as mensagens, os elementos pedem por férias, são pagos de forma regular e são bastante profissionalizados na abordagem de extorsão às vítimas.

Muitos dos elementos do Conti serão russos ou de regiões limítrofes e o crê-se que o grupo esteja a atuar a soldo do governo de Putin.

“O Conti já assumiu publicamente a sua ligação com governos estrangeiros, especificamente o suporte ao governo russo”, acusa a major da Força Aérea Katrina Cheesman, porta-voz da Cyber National Mission Force.

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