Todos já conhecemos a história de Copy+Paste da série Call of Duty. Mas depois de vários spoilers, rumores e boicotes com o nome de “Modern Warfare 4” e “COD:Blacksmith” a Activision e a TreyArch conseguiram descer mais uma vez à escala com o COD: Advanced Warfare, ao ponto de deixar imitações flagráveis à olho nú.
Com a Menos Fios hoje, Billy Blaze (Meme Mwangolé), aponta alguns flagras, e diz o que pensa sobre esse assunto!
Se existe um tumor no mundo dos videojogos que é odiado pela maioria, é sem duvida a utilização de hacks online. Num mundo perfeito nenhum jogador alguma vez utilizaria algum tipo de programa para alterar o jogo de forma a ter uma grande vantagem sobre os seus adversários, mas infelizmente ainda são muitos os que querendo ganhar a qualquer custo independentemente da sua capacidade de o fazerem obtêm os famosos hacks. Se no passado os hacks eram relativamente difíceis de obter, mas regra geral bastante baratos e difíceis de encontrar, o mesmo não se pode dizer do hack de Starcraft 2 “ValiantChaos MapHack” . Não só este hack está disponível ao publico geral e bem publicitado como actualmente é vendido por 62.50 Usd.
Farta de ver o um dos seus melhores produtos a serem constantemente adulterado por este hack e os seus clientes a serem prejudicados a Blizzard decidiu processar os criadores e vendedores deste programa ilegal. Apesar de a identidade de quem está por detrás do “ValiantChaos MapHack” não ser conhecida, os responsáveis pelo Starcraft 2 acreditam ser possível identifica-los e puni-los .
No processo a Blizzard acusa estes piratas ainda desconhecidos de “ criar e vender os seus produtos de software ilegais com o conhecimento que estão a possibilitar e promover que outros utilizadores violem as os direitos de autor da Blizzard, quebrar os seus contactos com a Blizzard e violar os direitos da Blizzard” .
Apesar de neste momento não se saber como é que a investigação está a decorrer é de esperar que quem está por detrás deste hack , ao o vender de forma tão pública, seja relativamente fácil de identificar, restando saber se esta nova batalha contra o hack se irá focar apenas nos criadores e vendedores ou irá se expandir também para os compradores e utilizadores, visto que como foi indicado a Blizzard considera os seus direitos violados não apenas pelos criadores e vendedores.
Numa publicação no Facebook em que fui identificado anunciavam vagas para articulistas no site MenosFios.com; dentre os vários requisitos talvez tenha sido identificado mais pela escrita, do que pelo expertise em tecnologia. Sendo que, numa e noutra sou um velho-iniciado; na escrita inexplicavelmente… porém a dinâmica tecnológica, principalmente das TIC’s deixa-nos em estado de ignorância permanente, venham com mais ou menos fios.
Vi a notificação no smartphone, mas conversei com o Editor do blog no chat instalado no tablet, escrevi o texto no PC, ainda não sei de onde vou enviar, mas há fortes chances de ser a partir do mp3 player. Sim… é o mundo dos gadget’s ou gizmos, objectos ou aplicações de determinada utilidade! Mesmo em era de escassez de tempo a demanda de informação é grande; leituras de poucos caracteres, música, jogos virtuais, vídeos, imagens, fazem desses instrumentos plataformas de múltiplo conteúdo informativo e de entretimento.
Os gadgets, geringonças em bom português, quando não entendidos como widgets ou aplicativos, são objectos de culto e status cuja atracção assenta no consumismo, disfarçado de utilidade espalhada nos diversos objectos resultantes da excelência na inovação do produto seguinte…
Rendidos ao forte assédio comercial, só resta tirar o máximo de rendimento de determinado gadget, porém o desafio coloca-se ao nível da funcionalidade, que ora é repetida em todos os tipos de aparelhos; ora é exclusiva em apenas um, obrigando todos a ter tudo. E começa a dor de cabeça, por um lado na especialidade dom dispositivo, ao sentir a experiência única de dado jogo em consola portátil, que até fotografa; por outro lado na comutação dos dados para outro dispositivo. Todos os fios, bluetooth, Wi-fi, air-drop, nuvens e aplicações de compatibilidade são poucas para tê-los funcionais em conjunto; não há tech-expertise que nos safe se não formos realmente aficionados. Caso para reflexão: gadget’s para que vos quero? Em desabafos de um simples usuário.
Angola está a entrar calmamente para uma era em que as compras online estão a tornar-se preferenciais para muitos utilizadores. Graças a serviços como o PayPal, em que podemos associar um cartão VISA/Mastercard à uma conta online, os outros países conseguiram popularizar imenso esse tipo compras. A explicação é simples, eles conseguem facilmente ter dinheiro disponível na internet para comprar aplicativos, filmes, músicas e outros produtos.
Quantas pessoas em Angola têm um cartão VISA?
Pois é, aí começa a dificultar a situação para as empresas que desejam vender os seus produtos online. A maior parte delas aceita o pedido dos clientes e posteriormente processa o pagamento com um TPA (Terminal de Pagamento Automático). E se houvesse uma forma de ultrapassar essa barreira? E se as pessoas pudessem enviar o dinheiro online, mesmo sem um cartão VISA?
O pessoal da startup Angolana “BCCL, Lda” decidiram resolver esse problema com um serviço de pagamento online em Kwanzas e que não obriga o utilizador a ter um cartão VISA. O serviço é foi baptizado de “Kwanza Online”.
Segundo a descrição oficial, o Kwanza Online funciona do seguinte modo:
O sistema processa o seu dinheiro depositado na conta bancária e relaciona-o a sua conta Kwanza Online. Quando disponibilizado, o utilizador tem a possibilidade de poder fazer compras online em sistemas e-commerce (lojas virtuais) que aceitem esse tipo de pagamento, enviar dinheiro a utilizadores que tenham uma conta hospedada no KO, tudo isso usando como indicador o seu e-mail. (leia mais detalhes aqui)
Até ao momento dois projectos já aceitam pagamentos com o serviço Kwanza Online:
Sendout , para envio de SMS para qualquer operadora do mundo
Saldo Online, que permitirá recarregar seu telemóvel ou subscrição da ZAP, NetOne a partir do seu computador
Fizemos um teste ao Kwanza Online
Para começar, crie a sua conta em: https://www.kwanzaonline.co.ao/ , escolha que tipo de conta pretende criar Pessoal ou Comerciante (se não tiver uma loja online, escolha a opção pessoal)
Preencha o formulário com os seus dados e espere receber a confirmação via e-mail
Depois de criada a sua conta, aponte o número das contas bancárias do serviço Kwanza Online, onde fará o depósito do dinheiro que quiser ter online. Para saber quais são as contas do Kwanza Online, clique aqui, em seguida escolha a opção “De que maneira eu terei o meu dinheiro online?“
Com o pagamento feito, digitalize(scaneie) o comprovativo e envie
Receberá um e-mail a confirmar que a sua conta está carregada.
Nos próximos artigos mostraremos como fazer compras online com a sua conta Kwanza Online.
Começou ontem o inusitado reality show “Big Brother Angola“. Como era de esperar, a organização definiu várias contas nas redes sociais para partilhar conteúdo.
Como é normal, alguns telespectadores não estão muito interessados em acompanhar as actualizações desse concurso. Nós decidimos dar uma ajuda. Vamos mostrar como filtrar o conteúdo que envolva as expressões “Big Brother Angola”, “BBA” ou outra expressão que não queira ver.
1. Como filtrar informações no Facebook/Twitter
Uma extensão para o Google Chrome resolve essa questão. Aliás, ela resolve o problema tanto para o Facebook, quanto para o Twitter. A extensão “No BBB” que foi projectada inicialmente para o Big Brother Brasil, poderá resolver o mesmo problema.Depois de instalar o “No BBB” a configuração é simples, basta clicar no ícone da extensão que ficará no canto superior direito. Em seguida clique em “Palavras” e adicione as expressões que deseja banir da sua vida digital. Este aplicativo pode tornar-se instável as vezes, portanto, se tiverem outras sugestões de aplicativos, não hesitem em enviar.
2. Como filtrar informações no Tweetdeck para Chrome
Um dos aplicativos Web mais usados para aceder ao Twitter é, sem dúvidas, o Tweetdeck para Chrome. Se quiser filtrar conteúdo relacionado com Big Brother Angola faça o seguinte:– Clique em “Settings” (configurações) e em seguida clique na Opção “Mute“– Escreva os termos que deseja filtrar. Por exemplo “BBA” e “Big Brother Angola”. Clique em “Done” e não terá mais de ler tweets relacionados. Por enquanto esses aplicativos resolverão os seus problemas, mas ficaremos atentos a outros.
Quando nos sentamos, suspiramos e perguntamos para nós mesmos “O que será que inventarão agora?!“, duvido que tenham tido a mesma ideia do que o pesquisador da Universidade de Tóquio, Dr. Takao Someya, que projectou uma fralda inteligente.
A fralda inteligente funciona com um sensor orgânico descartável que pode ser incorporado na fralda e sem fios e avisa à mãe (ou outra pessoa que estiver a cuidar do bebé) que a fralda está molhada. O sinal transmitido pela fralda poderá ser captado por um smartphone.
Segundo o criador da fralda, o circuito integrado flexível impresso em um filme plástico único transmite informações e recebe a sua energia sem fio, e tem o custo de fabrico a rondar os cêntimos de dólares, pelo que poderá ser adoptado pelos fabricantes.
Outro ponto de destaque é que essa tecnologia poderá ser utilizada futuramente para diagnósticos médicos, por exemplo na confecção de roupas que verificação o estado de saúde dos pacientes.
A apresentação da tecnologia foi feita em Fevereiro, mas com toda certeza merece o reconhecimento pelas aplicações futuras que poderá ter.
WhatsApp ainda é o líder das aplicações de mensagens instantâneas apesar de que cada dia que passa conta com mais rivais (como Line, Telegram e Wechat, por exemplo). Uma das aplicações concorrentes mais curiosas é o WhatsApp Plus, uma aplicação gratuita não oficial que promete ser melhor que a versão original trazendo mais opções. WhatsApp Plus foi criado por um desenvolvedor espanhol Rafalense (Sergio Navaro), que numa das entrevistas chegou a declarar que “não é ilegal” usar esta aplicação e que ninguém do WhatsApp chegou a contacta-lo ou a pedir-lhe para retirar o programa do ar. Trata-se de uma modificação do WhatsApp Original. Tanto é que cada tela é igual e inclusive aparecem as janelas de pagamento da aplicação comprada pelo Zuckerberg (Facebook) e links que apontam para o blog oficial do WhatsApp. “O que é ilegal, segundo seus termos e condições, é que eu faça: engenharia reversa sobre a aplicação”, esclarece, ao explicar que o único que recebeu foi um pedido para a remoção do APK dos Fóruns do XDA-Developers. Trata-se de uma aplicação não oficial para Android, que não se encontra no Google Play. Conta com mais opções que o WhatsApp original. As várias opções de personalização e as funcionalidades mais acessíveis são as principais características do WhatsApp Plus, além das suas cores, já que em vez do verde a que estamos acostumados, o WhatsApp+ utiliza a cor azul tanto no ícon como nas caixinhas das mensagens.
Como baixar se não se encontra no Google Play
O primeiro passo para baixar o WhatsApp Plus é desinstalar o versão oficial do WhatsApp. WhatsApp+ não é uma capa ou complemento ao WhatsApp Oficial, mas sim uma substituição da versão original, o que faz com que as duas aplicações não possam ser utilizadas em simultâneo. No entanto, é possível fazer o inverso, desinstalar o WhatsApp+ e voltar à versão oficial se o usuário assim o desejar. O APK do WhatsApp Plus pode ser baixado em diferentes páginas da Internet, como é o caso do Uptodown, para os usuários com dispositivos Android. Uma vez baixado o arquivo, desinstalado a versão original e executado, já é possível começar a usar o WhatsApp Plus.
Um WhatsApp personalizado e com mais opções
Com o WhatsApp Plus se pode alterar praticamente todos os parâmetros que se deseja e conseguir assim que o serviço se adapte ao gosto do usuário. A partir do próprio programa pode-se ter acesso a doze temas completos, que também podem ser eliminados em qualquer momento. Além disso, podes variar desde a transparência de cada janela até a aparência e a duração das notificações das mensagens, e também a foto de ícon dos contactos, por exemplo. Conta com mais de cem emoticons novos que não se encontram no WhatsApp original. O problema destes emoticons é que só são visíveis entre os usuários do WhatsApp Plus, mas para os usuários do WhatsApp original aparece uma linha vazia. WhatsApp Plus também permite o envio de imagens e vídeos na resolução original, e arquivos multimédia de grande tamanho, evitando a grande compressão e limitação dos 16Mb da versão oficial. Além disso, o WhatsApp Plus conta com opções de acesso directo ao envio de arquivos. Por exemplo, junto ao botão de envio de notas de voz que se encontra ao lado direito da caixa de texto, aparece outro para enviar fotos a partir da câmara. Tal como na versão original, o whatsApp Plus conta com a opção de ocultar a última hora de conexão, algo implementado faz pouco tempo, e além disso, vai um passo mais além ao permitir o usuário esconder o seu estado de conexão. Por último, no WhatsApp Plus o estado do usuário aparece na parte superior da conversa, justamente debaixo do nome que atribuímos a este contacto. Algo que na versão oficial só era possível ao aceder a ficha (perfil) do contacto.
Depois de cumprir com os trâmites legais e técnicos, na sexta-feira, dia 23 de Março, foi dado o “pontapé de saída”, ou seja, a primeira chamada interna foi feita pela Unitel STP (subsidiária da Unitel em São Tomé e Príncipe).
A chamada foi feita no acto de inauguração do Centro de Comutação, fazendo assim o lançamento técnico da actividade da Unitel em São Tomé e Príncipe.
Para prestigiar o lançamento da operadora, estiveram presentes várias entidades, com destaque para o Presidente da República de São Tomé e Príncipe, Manuel Pinto da Costa; e de Angola e do lado de Angola, o Ministro da Telecomunicações e Tecnologias de Informação.
Qual será o próximo passo da maior empresa de telefonia móvel de Angola?
Um grupo de Físicos do Imperial College em Londres, pretende provar que é possível transformar a luz em matéria (teoria de Breit e Wheeler, de 1934).
Em 1934 quando Gregory Breit e John Wheeler levantaram a hipótese de que dois fotões podiam se combinar para formar um electrão( matéria) e um positrão(anti-matéria), não havia tecnologia suficiente para demonstrar tal processo, agora com a tecnologia existente, cientistas Ingleses do Imperial College, pretendem fazer um conjunto de experimentos nos próximos 12 meses para demonstrar que é possível transformar a luz em matéria.
O experimento consistirá no seguinte:
1.Acelerar electrões numa velocidade aproximada a da luz, usando um laser.
2.Os Físicos dispararão um laser de alta potência no interior de um recipiente de ouro chamado Hahlraum, de modo a criar um campo de radiação térmica.
3.Combinarão o fluxo de fotões (luz) com o campo de radiação térmica, causando uma colisão entre fotões e a posteriori originando electrões e positrões (anti-matéria).
Segundo o Físico Oliver Pike, um dos cientistas envolvidos no experimento, este processo acaba por ser uma recriação dos 100 segundos iniciais de criação do Universo e uma demonstração da teoria de Einstein “ E=mC2 “ , quer dizer a matéria pode se transformar em energia e vice-versa.
Até agora nada está demonstrado,vamos acompanhar os experimentos do grupo de pesquisadores do Imperial College e esperar por resultados positivos.
Num ano em que as gigantes decidiram comprar pequenas empresas por valores bilionários, como a Apple que tornou o Dr Dre num homem bilionário ou mesmo o Zuckerberg que decidiu gastar “apenas” uns biliões para ter o Whatsapp e, quando tudo aparentava ficar mais calmo, a Google decide pôr o olho na Skybox Imaging, uma pequena empresa que provê imagens por satélite em alta resolução.
No mês passado haviam surgido rumores de que o Google estava a negociar a aquisição da Skybox, mas ainda não se falavam de preços. Mas hoje há rumores de que 1 bilhão de USD será a quantidade a ser desembolsada pelo Google para se tornar detentora da Skybox, ou seja, mais uma compra bilionária a par dos seus rivais mais queridos.
Nos últimos meses o Google e o Facebook mostraram interesse em empresas que usam satélites como principal recurso. Como prova disso em primeiro surge o Google que adquiriu o Titan Aerospace em Abril para ajudar a expandir o acesso à Internet em novas regiões.
Se analisarmos, esta possível aquisição faz todo o sentido visto que o Google possui serviços que usam imagens capturadas por satélite, o mais famoso deles é o Google Maps e melhorar a qualidade deste produto é vital visto que a Microsoft possui um concorrente de peso, o Bing Maps.
A Skybox foi fundada em 2009, ela fornece imagens em tempo real e vídeos para empresas tomam decisões tendo como base dados muito específicos, ou seja, imagens ou vídeos. Por exemplo: pode-se usar Skybox para ter uma noção mais clara da demanda do consumidor com base no número de carros em um estacionamento. Assista a demonstração do serviço em funcionamento: