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Projeto da BayQi prevê capacitar 1 milhão de comerciantes em economia digital

O projecto “Comércio mais Inclusivo – Bairros Digitais”, da plataforma BayQi, vai capacitar mais de 1.000.000 comerciantes em ferramentas necessárias para prosperar na economia digital, revelou Fátima de Almeida, CEO da plataforma.

Falando à Assembleia Nacional, por ocasião do Workshop em alusão ao Dia da Mulher Africana,  organizado pelo Grupo de Mulheres Parlamentares, sob o lema “Investir na Educação:  Garantir o Futuro das Mulheres e Meninas em África”, a responsável frisou que o projecto visa promover a inclusão digital e  comercial em bairros estratégicos de Luanda, facilitando o acesso a serviços  financeiros digitais.

A nossa visão é de uma sociedade sem dinheiro físico,  onde todos tenham acesso a serviços financeiros digitais. Estamos  comprometidos em transformar os bairros de Luanda em comunidades mais  inteligentes e conectadas“, disse Fátima Almeida.

Além disso, Fátima de Almeida explicou que o projecto também inclui a oferta de formação para capacitar moradores e  comerciantes locais.

Segundo o que foi revelado a nossa redacção, o Comércio Mais Inclusivo é uma iniciativa que se insere no Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) e no Programa de Reconversão da Economia Informal, que visa, entre outros aspectos, conectar moradores e comerciantes em um ecossistema digital dinâmico, impulsionando a economia local e abrindo novas oportunidades.

Dados da plataforma indicam que o projecto pretende sensibilizar, até Junho de 2026, mais de 1.000.000 comerciantes, proporcionando-lhes as ferramentas necessárias para prosperar na economia digital e atingir 10% da população angolana, oferecendo educação financeira, capacitação digital e promovendo uma visão de futuro mais inclusiva.

Para o consumidor final, por exemplo, prevê a facilidade de uso, segurança, acessibilidade, conveniência, economia, e apoio à política monetária ao reduzir a necessidade de emissão de papel-moeda.  Para os vendedores, prevê segurança e eficiência, aumento nas vendas, redução de custos operacionais, acesso a relatórios detalhados de transações e capacitação digital.

Liga Inglesa vai usar iPhones para detetar foras de jogo

A introdução de tecnologias como o VAR têm oferecido ao mundo de futebol novos métodos e ferramentas para garantir que as regras são devidamente aplicadas durante os jogos. Uma delas é a regra de fora de jogo que, de acordo com o site Wired, está prestes a ter a ajuda de um sistema que recorrer a múltiplos iPhones para um grau mais elevado de precisão.

A publicação refere que a Genius Sports, uma empresa conhecido pelo trabalho de dados nos EUA e com a NBA, vai integrar na Premier League em Inglaterra este novo sistema – conhecido como Dragon.

MAIS: iPhone 16 Pro e Pro Max terão aumento na capacidade de bateria

Ao que parece, este sistema usa as câmaras de um total de 28 iPhones posicionados em volta do campo, proporcionando assim múltiplos ângulos de observação para uma deteção mais precisa da posição do jogador adversário em relação à defesa.

Com recurso a Inteligência Artificial (IA) capaz de levar câmaras a captarem imagens a 200fps, acredita-se que será mais fiável do que nunca. Sabe-se que este sistema vai ser implementado em todos os estádios da Premier League.

iPad robótico? Apple prepara novidade

A Apple parece estar a trabalhar num novo dispositivo que, alegadamente, corresponde a um iPad equipado com um braço robótico.

A informação foi avançada pela Bloomberg, que adianta que o dispositivo está a ser desenvolvido com o objetivo de lançar em 2026 ou 2027. Ao que parece, o objetivo é lançar um iPad que possa ser usado como dispositivo caseiro para videochamadas e ser usado para aceder a câmaras de vigilância.

MAIS: Apple desvenda data para apresentar o iPhone 16

As informações disponíveis indicam que este novo iPad estará equipado com a assistente digital Siri e contará com uma versão personalizada do iPadOS.

CSMJ lança website para fornecer dados em tempo real dos tribunais

O Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ) lançou recentemente a sua página oficial na internet, dipsonível no domínio www.csmj.ao .

O canal digital do CSMJ vai fornecer dados em tempo real dos tribunais da jurisdição comum em funcionamento no país, com realce para a sua composição, localização, agenda semanal, além das estatísticas processuais.

MAIS: Digitalização dos tribunais ainda é um desafio, revela Presidente do Tribunal Supremo

Para o CSMJ, o site vai ainda munir a sociedade angolan com uma ferramenta credível na busca e consulta de informação sobre a actividade de interesse público a nível da magistratura judicial.

De informar ainda que o mesmo se enquadra no processo de modernização tecnológica do CSMJ, que já conta com um perfil nas redes sociais e um canal no Youtube onde são publicadas, permanentemente, informações actualizadas sobre os tribunais da jurisdição comum.

Clonagem do seu WhatsApp | Saiba como se proteger

Nos últimos tempos tem surgido muitas burlas via WhatsApp, a novo normal tem sido agora a clonagem dos números no WhatsApp, onde já pude certificar-me na primeira pessoa, em alguns grupos onde o utilizador envia mensagem sobre a venda de 8000 USD, e pessoas próximas alertaram que o não era o mesmo a enviara mensagem, e que o seu número foi clonado.

Como é que os Burladores tem acesso a essa conta no WhatsApp?

Como é feito esse processo, ao ponto do utilizador permitir isso? Essas e outras questões despertaram em mim essa curiosidade, ao ponto de certificar-me quais são os possíveis Modus Operandi utilizado por esses burladores. Vou deixar aqui os quatro possíveis cenários que acontecem para o seu WhatsApp ser clonado.

  1. Engenharia Social – Hackear número do WhatsApp

Engenharia social é um método de manipulação de pessoas para extrair informações sensíveis, como senhas ou códigos de verificação. No contexto do WhatsApp, hackers podem registrar o seu número no dispositivo deles e solicitar um código de verificação para acessar a sua conta, a posterior o Burlador entrará em contacto e tentará enganá-lo para entregar o código.

Como se proteger?

Caso recebas uma mensagem de texto com um código de verificação do WhatsApp e um dos seus contatos do WhatsApp entrar em contato com você imediatamente, pedindo para você compartilhar o código de verificação, não o forneça. Porque, uma vez que você fizer isso, o hacker pode usá-lo para acedera  sua conta e fazer das suas. Então que fique claro que, não deves partilhar esse código com absolutamente “NINGUÉM”.

  1. Encaminhamento de chamada do WhatsAp

O Encaminhamento de chamadas do WhatsApp é um método usado por pelos burladores para obter acesso à conta da vítima e a todas as chamadas recebidas. O utilizador pode receber uma mensagem, e-mail ou chamada telefônica que o induz a discar um número com um código de Interface Homem-Máquina. Se o utilizador cair no truque e fizer a ligação, suas chamadas serão automaticamente encaminhadas para o número do invasor. Depois que o invasor encaminhar suas chamadas para o telefone dele, ele pode instalar o WhatsApp, registrar seu número e solicitar um código de verificação por ligação telefônica.

Como se proteger?

Evite ao máximo responder a mensagens ou solicitações de contatos desconhecidos. Evite também ligar para números desconhecidos.

  1. Hacking do WhatsApp Web

Um outro método não menos importante, é hackear a versão web do WhatsApp. Para aceder e fazer login no WhatsApp Web, os utilizadores precisam escanear um código QR que aparece no serviço do navegador da web. Os hackers pegam o código QR do WhatsApp Web e o colocam em uma página maliciosa. Se o utilizador escanear esse código QR falso usando o WhatsApp ou às vezes até mesmo com a câmara do seu telefone, eles podem roubar suas credenciais de login e usá-las para hackear sua conta.

Como se proteger?

O conselho é, verifique qualquer código QR antes de escaneá-lo. Você pode usar ao aplicação Bitdefender Scamio para confirmar se um código QR é genuíno.

  1. Spyware do WhatsApp

Hackers podem usar spyware para aceder a conta do WhatsApp da vítima instalando-o no dispositivo dela. As formas mais comuns de as pessoas infectarem seus telefones involuntariamente com spyware são por meio de links maliciosos, aplicativos de terceiros e anexos de e-mail nos quais clicam e/ou baixam.

Uma vez instalado, o spyware pode gravar as mensagens do WhatsApp da vítima e enviá-las ao hacker, que pode obter acesso a mensagens, áudio, status, fotos, vídeos e muito mais.

Como se proteger?

Por favor, mas por favor mesmo, Protejam os vossos telefones com uma solução de segurança móvel que detecta e bloqueia textos, mensagens e links maliciosos, verifica páginas da web e aplicativos e alerta você em caso de perigo. Revisem regularmente as permissões dos aplicativos em seu telefone e verifique se há aplicativos suspeitos que você não se lembra de ter instalado.

Em alguns casos, os burladores conseguem fazer isso, não porque são muito inteligentes, mas sim porque nós é que somos muito distraídos ao ponto de não perceber. A imagem acima é um conselho da Meta (Dono do Facebook, WhatsApp e Instagram), onde ensina a autenticação por dois factores, que ajudará a manter o WhatsApp seguro, caso ainda não o tenhas activado, te dou um último conselho: FAÇA ISSO AGORA.

Consultório MenosFios. Como ativar a privacidade na navegação anónima do Chrome no Android

Apesar de não ser totalmente incógnita na Internet, a navegação anónima do Chrome é uma vantagem dos utilizadores. Consegue garantir ao utilizador alguma privacidade, ao não registar localmente os sites onde navega e o que esteve a visitar.

Claro que ao dar acesso a um dispositivo, estes separadores podem ser facilmente visitados e consultados se estiverem abertos. A Google quis mudar isso no Android e trouxe uma novidade, ao garantir que apenas se acede aos separadores de navegação anónima do Chrome com uma autenticação.

Muitos utilizadores optam por usar o Chrome maioritariamente com separadores de navegação anónima. Estes oferecem uma privacidade, não total e não na Internet, mas ainda assim permitem que nada fique registado nos dispositivos usados.

Claro que ao entregar um smartphone a outro utilizador, este pode facilmente visualizar os separadores de navegação anónima abertos e os sites que estão a ser visitados. Isso pode não ser do agrado de todos, que podem agora ter mais privacidade no Android, com uma simples alteração.

Para ativar esta opção que agora chega ao Chrome do Android, basta abrir o menu do browser que está no canto superior direito. Aqui dentro devem escolher a opção Privacidade e Segurança, seguida depois do ativar de Bloquear os separadores de navegação anónima quando sai do Chrome.

Desse momento em diante, e sempre que o utilizador sair do Chrome, para ir a outra opção ou ao ecrã principal do Android, o utilizador vai ter um pedido do browser. Vai ter de se autenticar, usado a impressão digital ou o padrão/pin definido.

   

Só após esse passo ser executado com sucesso é que o acesso ao Chrome e aos separadores de navegação anónima. Esta é uma proteção que não pode ser contornada e que garante que toda a informação presente fica realmente privada e com a privacidade garantida.

Se tem necessidade de emprestar o seu smartphone com regularidade ou quer realmente bloquear o browser do seu smartphone, então esta é a opção a ter em conta. Fica de imediato com a certeza de que os separadores de navegação anónima estão inacessíveis e apenas o utilizador lhes pode aceder.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Governo vai apostar forte na educação digital, revela Instituto Angolano da Juventude

O Governo Angolano  está a prestar uma especial atenção à juventude, em especial no domínio das tecnologias de informação e comunicação, na opinião do director-adjunto do Instituto Angolano da Juventude(IAJ), José Mateus.

Falando na conferência sobre o percurso digital da juventude para o desenvolvimento, na capacitação do Banco Nacional de Angola sobre literacia, inclusão financeira e decursos digitais, o responsável sublinhou que o Executivo tem dado passos para garantir a inclusão digital dos jovens.

Desde 2020, existem aplicativos como o Oi, Kambas e o SMS Jovem com informações interactivas sobre Saúde e Direitos Sexuais e Reprodutivos”, disse.

MAIS: Angola defende programa de educação digital na SADC

Sobre a formação, os jovens foram dotados de conhecimentos sobre “importância da lietarcia financeira para o empoderamento dos jovens”, “os serviços financeiros digitais”, “os diferentes métodos de pagamento e Mobile Money”.

Urge a necessidade de os jovens relacionarem o conhecimento, a compreensão e aplicação dos conseitos financeiros que os permitirá gerir bem o dinheiro e alinha, também, a dimensão da inclusão digital“, considerou o director-adjunto do AIJ.

A formação decorreu sob o lema “Recurso digitais da Juventude para o Desenvolvimento Sustentável”, em parceria com a USAID-Angola e o governo provincial do Cuanza-Sul.

“Insegurança cibernética em Angola desencoraja investimento estrangeiro”, defende especialista

O ambiente de insegurança cibernética em Angola pode desencorajar investimentos estrangeiros e dificultar o crescimento de sectores que dependem da tecnologia digital, considera o especialista em cibersegurança, Fernando Samuel.

“As empresas e indivíduos podem perder dinheiro directamente através de fraudes online, ransomware, phishing e outros tipos de ataques cibernéticos”, disse o especialista, em entrevista à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, apelando às empresas para que invistam em medidas de segurança adicionais, responder a incidentes de segurança e reparar danos causados pelos ataques, o que pode ser bastante oneroso.

Em Angola, segundo o especialista, os ataques cibernéticos geralmente são mais registados em hospitais e instituições de saúde, do governo e agências governamentais, incluindo ministérios, departamentos de defesa e outros órgãos governamentais que possuem dados sensíveis e informações confidenciais, em instituições financeiras públicas, como bancos estatais e outras entidades financeiras que lidam com grandes volumes de transações monetárias, assim como em universidades e escolas públicas, infra-estruturas críticas, sistemas de transporte público.

Esses setores são frequentemente alvos de ataques, devido ao valor dos dados que armazenam e à criticidade de suas operações, tornando-os suscetíveis a diversas formas de ataque, como ransomware, phishing e ataque de negação de serviço (DDoS)”, referiu.

Entre os crimes cibernéticos mais comuns em Angola, apontou, estão a clonagem de cartões de crédito, transferências ilícitas via internet banking, venda simulada de produtos pela Internet, espionagem e incitamento à violência.

Esses crimes têm causado significativos prejuízos económicos ao país”, afirmou Fernando Caetano, autor da obra literária “Crimes Cibernéticos”.

Para mitigar esses impactos, defende a necessidade da criação de um Centro de Estudos Respostas e Tratamento de Incidentes Informáticos (CERT) e a adesão de Angola à Convenção de Budapeste sobre crimes informáticos.

É crucial que Angola invista em infra-estrutura de segurança cibernética, promova a educação e conscientização sobre cibersegurança e desenvolva políticas robustas para proteger contra crimes cibernéticos”.

Relatórios globais de segurança cibernética indicam que os ataques cibernéticos estão aumentando em todo o mundo, com perdas globais estimadas em trilhões de dólares anualmente. Entretanto, em Angola, as perdas financeiras podem estar estimadas em mil milhões kwanzas.

Angola é o segundo país em África com maior registo de ciberataques, conforme declarações do director nacional de cibersegurança do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), Hediantro Wilson Mena.

No entanto, no primeiro semestre de 2023, mais de mil ataques cibernéticos foram registados em empresas públicas e privadas do país. A banca foi alvo de 6,9% desses ataques, enquanto os telemóveis representaram 34,9%, principalmente devido à falta de medidas de segurança por parte dos usuários.

Microsoft vai abandonar versão mais recente do Paint

A Microsoft anunciou que o Paint 3D, uma versão lançada em 2017 que era suposto substituir o Paint original em algum momento, será removido da loja oficial da empresa até ao final do ano.

O Paint 3D está obsoleto e será removido da Microsoft Store no dia 4 de novembro de 2024”, pode ler-se na nota oficial deixada pela tecnológica de Redmond.

MAIS: Falha no Microsoft 365 deixa utilizadores vulneráveis a phishing

Serve recordar que o Paint tem sido alvo de várias atualizações da Microsoft, passando até a receber algumas das funcionalidades do Paint 3D.

Estudantes universitários pedem mais aposta nas novas tecnologias

Os estudantes do ensino superior pedem que as instituições devem apostar mais nas novas tecnologias de informação e comunicação, de modo a elevar a qualidade do ensino.

Segundo o Coordenador da Associação dos Estudantes das Universidades Privadas do Moxico, Alberto Rufino, revelou que as Universidades da região não estão abalizadas com as novas tecnologias de informação e comunicação que se assiste em outros países.

O responsável lamentou o facto de as principais faculdades privadas do Moxico ainda não disporem de plataformas digitais para consultas de notas e de outras questões relacionadas com a vida académica dos estudantes.

MAIS: Angola já conta com um repositório científico nacional online

Por isso, os estudantes pedem que as instituições de ensino investiam mais nas tecnologias, visando se adequar a modrenização tecnológica para que os estudantes tenham acesso aos seus dados académicos individualmente.

Já o Presidente da Associação dos Estudantes do Instituto Superior Católico do Huambo, Osvaldo Temo, disse que na sua província a situação da falta de internet quase que ficou ultrapassada, porém, defendeu ser necessário melhorar