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Sexta-feira, Abril 10, 2026
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Óculos Inteligentes são a nova tendência do mercado mundial

Realizou-se em Milão a MIDO 2024, a mais importante feira mundial de óculos, que veio confirmar a ascensão dos óculos inteligentes que incorporam tecnologia para sobrepor informação digital no campo de visão do utilizador, com capacidade para gerir outros aparelhos, nomeadamente telemóveis, sem a utilização das mãos. Estes óculos integram também sensores nas armações para monitorizar vários parâmetros de saúde, como o ritmo cardíaco, a pressão arterial e níveis de atividades física.

Como implementar trabalho remoto seguro?

Vivemos numa era onde a dinâmica do trabalho tem passado por transformações significativas, e a ascensão do trabalho remoto tornou-se uma peça-chave no novo normal das empresas. A capacidade de operar eficientemente a partir de qualquer lugar é agora uma necessidade crucial, impulsionando as organizações a explorar soluções inovadoras para garantir a continuidade dos negócios.

A transição para um modelo de trabalho remoto, apresenta desafios significativos em termos de segurança, como: o risco de acesso não autorizado a redes corporativas, a potencial falta de segurança dos dispositivos, a vulnerabilidade de redes Wi-Fi, e a necessidade de lidar com ameaças como phishing e engenharia social.

Uma abordagem eficaz para garantir a segurança nestes ambientes é seguir os princípios da arquitetura SASE (Secure Access Service Edge), que combina serviços de segurança da rede corporativa e acesso seguro à internet, para proporcionar uma solução holística para as necessidades de segurança no trabalho remoto.

  • AVALIAÇÃO DE RISCOS:

Antes de implementar qualquer solução, é fundamental realizar uma avaliação abrangente
dos riscos. Identificar os dados sensíveis, os pontos de vulnerabilidade e os possíveis vetores de ataque.

  • SEGMENTAÇÃO DE ACESSO:

Implementar a segmentação de acesso, garantir que apenas os colaboradores autorizados
tenham acesso aos recursos necessários. Utilizar políticas baseadas em identidade para garantir que cada colaborador tem apenas as permissões necessárias para realizar as suas tarefas.

ADOÇÃO DE CONECTIVIDADE GLOBAL DE ALTA PERFORMANCE:

Uma das características distintivas do SASE é a sua capacidade de oferecer uma conectividade global excecional. Através de uma rede distribuída de pontos de presença (PoPs), a solução otimiza o tráfego, garantir a baixa latência e alta disponibilidade.

IMPLEMENTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SEGURANÇA:

A segurança da informação é prioritária, especialmente em ambientes distribuídos. O SASE aborda esse desafio incorporando recursos avançados, como Firewall de Próxima Geração (NGFW), prevenção contra ameaças avançadas e inspeção SSL/TLS.

Adotar uma abordagem de zero trust, a solução autêntica colaboradores e dispositivos, criar uma barreira robusta contra ameaças cibernéticas.

APLICAÇÃO DE ZERO TRUST:

A abordagem de zero trust do SASE garante uma autenticação rigorosa dos colaboradores e dispositivos antes de conceder acesso à rede corporativa. Isso não protege apenas os dados sensíveis da empresa, mas também cria uma base sólida para uma postura de segurança proativa.

GESTÃO, MONITORIZAÇÃO E ANÁLISE CONTÍNUA:

A simplicidade na gestão é uma característica fundamental do SASE. Através de uma interface unificada, os administradores têm controlo total sobre a segurança e a conectividade da rede. Isso simplifica não apenas a implementação inicial, mas também a manutenção contínua da infraestrutura de trabalho remoto.

FLEXIBILIDADE ADAPTATIVA:

O SASE é projetado para se adaptar às necessidades específicas de cada organização. A sua arquitetura flexível permite uma integração suave com sistemas existentes, proporcionando uma transição gradual para o trabalho remoto. Essa flexibilidade é crucial num ambiente empresarial em constante mudança.

FORMAÇÃO AOS COLABORADORES:

Educar os colaboradores sobre práticas seguras, como a escolha de senhas robustas, a deteção de phishing e a consciencialização sobre segurança. Os colaboradores são uma parte vital da segurança e devem estar cientes dos riscos e das melhores práticas.

A implementação de trabalho remoto seguro é uma necessidade crescente, e a arquitetura SASE oferece uma abordagem abrangente para atender a essa procura. A integração de serviços de segurança e a análise contínua garantem uma postura defensiva sólida contra ameaças emergentes.

Ao seguir estes passos, as organizações podem proporcionar aos seus colaboradores a flexibilidade de trabalhar remotamente, sem comprometer a segurança dos dados e da rede corporativa.

Sistemas Linux expostos a vulnerabilidade crítica

Uma vulnerabilidade de execução remota de código no Shim por permitir que os atacantes tomem o controlo de um sistema Linux vulnerável.

Uma vulnerabilidade crítica no Shim pode permitir que um atacante ultrapasse o secure boot e tome controlo de um sistema Linux vulnerável. O Shim é uma aplicação que contem certificados e código para verificar o bootloader e é utilizado pela maioria das distribuições Linux durante o processo de boot.

Identificado no handling do protocolo HTTP do Shim, a vulnerabilidade (CVE-2023-40547) tem, de acordo com o NIST, uma severidade de 9.8. A Red Hat, no entanto, coloca a severidade em 8.3.

A Red Hat escreve que “o suporte de inicialização do Shim confia em valores controlados pelo atacante ao analisar uma resposta HTTP. Essa falha permite que um atacante crie uma solicitação HTTP maliciosa específica, levando a um controlo primitivo out-of-bounds e ao comprometimento completo do sistema”.

Google muda nome da Inteligência Artificial “Bard”

A Google anunciou esta quinta-feira, dia 8 de fevereiro, que decidiu alterar o nome da ferramenta de Inteligência Artificial (IA) Bard.

Doravante, o Bard terá como nome Gemini, com as funcionalidades Duet do Google Workspace a também terem direito à mesma alteração para o nome.

MAIS: Google libera IA Bard para experiências ao público

Serve recordar que o Gemini diz respeito ao grande modelo de linguagem (LLM, na sigla em inglês) desenvolvido pela Google e que serve de base às funcionalidades de IA desenvolvidas pela Google.

Aplicativos da Apple recebem versão do Windows

A Apple lançou oficialmente algumas das suas aplicações em Windows, o que significa que os utilizadores com este sistema operativo não estarão tão dependentes do iTunes.

As apps já disponíveis para Windows são a Apple TV, a Apple Music e a Apple Devices, aplicações que foram lançadas em versão ‘preview’ no ano passado e que ficam agora disponíveis a 100% no Windows da Microsoft.

MAIS: [Rumor] Apple planeia desenvolver dois iPhones com ecrãs dobráveis

Nota o site The Verge que estas apps estão disponíveis em versão x86 para Windows 10 e Windows 11, sendo que não há ainda sinais das versões ARM64 para dispositivos com processadores Qualcomm.

Angola 1º Fórum de Governança da Internet

Acontece no próximo dia 22 de fevereiro, o primeiro Fórum de Governança da Internet em Angola, numa iniciativa do Instituto Nacional de Fomento da Sociedade de Informação (INFOSI), cujo evento tem como objectivo juntar diversos especialistas para analisar e discutir o futuro desta ferramenta de trabalho.

Segundo o site oficial do evento, além da agenda de temas de debate que decorrerão ao longo do dia, um outro destaque vai para a criação de um prémio para a melhor empresa angolana que desenvolve o negócio no universo da internet.

Governança da Internet é essencial para garantir que a Internet continue a ser uma ferramenta valiosa para a humanidade, promovendo o desenvolvimento económico, a liberdade de expressão e a colaboração global”. Pode ler-se no site do evento.

Para o INFOSI, a criação de um fórum de governança da Internet em Angola é justificada pela importância da Internet na sociedade moderna, com benefícios que vão desde o desenvolvimento económico até à proteção dos direitos e liberdades dos cidadãos.

 “Desde logo, ao nível da tutela contamos com o apoio institucional do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias da Informação e Comunicação Social”, acrescentam os organizadores e ressaltando que o mesmo contará com o patrocínio de entidades públicas e privadas.

MAIS: Angola ainda regista baixa na penetração de internet

A agenda do 1º Fórum de Governança da Internet em Angola prevê abordar em mesa-redonda diversos assuntos, destacando-se “A importância da Internet na sociedade moderna, e a promoção do uso responsável e inclusivo da Internet”, “Regulação e Cooperação na Governança da Internet”, “Estratégias de Marketing Digital”, “A internet e as Infraestruturas de Comunicação em Angola”.

Além disso, vão ser, também, analisados “A importância da Internet na Sociedade moderna, e a promoção do uso responsável e inclusivo da Internet”, “Acesso à Educação Digital”, “Tecnologias Emergentes e Oportunidades de Carreira”, “Ética Digital e Responsabilidade social”, “Regulação e Cooperação na Governança da Internet”, “Harmonização Global de Normas”, “Proteção dos Direitos Humanos Online”.

O programa de atividades reserva, igualmente, abordagens sobre “Responsabilidade das Plataformas Online”, “Cooperação Multissectorial”, “Proteção da Infraestrutura Crítica e Cibersegurança”, “Redes Sociais, Direito à Privacidade e Segurança”, “Inovação e Adaptação Regulatória”.

Preveem-se, ainda, debates sobre “Comércio Eletrónico e Marketplace”, “Vantagens e Desafios do Marketing Digital em Angola”, “Atual estado da Internet em Angola”, “Desafios e soluções para a aceleração digital em Angola”, “Segurança Online e Prevenção de Ataques”, “Inovações Tecnológicas e Privacidade dos Dados”.

Bancos nacionais devem aumentar capacidades da digitalização financeira, alerta BNA

Os bancos do sistema nacional devem aumentar rapidamente os seus conhecimentos e capacidades para poderem identificar os potenciais riscos da digitalização financeira, segundo o administrador do Banco Nacional de Angola (BNA), Pedro Castro e Silva.

Falando no encerramento da 5ª Conferência de Transformação digital, sob o tema “Telecomunicações, digitalização e inclusão financeira, o gestor salientou que o assunto constitui um desafio para os bancos centrais e comerciais.

Para Pedro Castro e Silva, a realidade apresenta um cenário em que o banco central concorre com os bancos comerciais e estes com empresas de tecnologias de informação.

Referiu que tem se notado em Angola a evolução dos sistemas de pagamentos, sobretudo, instrumentos de pagamentos alternativos à banca tradicional e, que, apesar dessas soluções de pagamento, lançados pelos bancos comerciais, há também 16 sociedades prestadoras de serviços de pagamentos – uma boa parte delas a oferecer serviços de carteira móvel, incluindo duas empresas de telecomunicações.

Confirma-se que por serem mais ágeis, esse tipo de sociedades rapidamente capta clientes, sendo que uma delas, com base no número de clientes, já é maior que a maioria dos bancos comerciais licenciados pelo BNA”, salientou o administrador.

MAIS: Banco Nacional de Angola confirma que sofreu ataque cibernético

Falando sobre o “mobile Money” (pagamento móvel), no âmbito da inclusão e digitalização financeira, citou dois aspetos que considerou fundamentais para se poder, de facto, cumprir o seu papel e aumentar a inclusão financeira em Angola, sendo o modelo de negócio e a interoperabilidade.

Em primeiro lugar, explicou, “os promotores das soluções devem consolidar a expansão desse tipo de serviços à população não bancarizada, dado que a bancarizada usa os instrumentos disponibilizados pelos bancos locais que já são moveis, como é o caso do cartão e das soluções mobile banking”.

No âmbito da inclusão financeira, sugeriu que devem ser priorizadas as transferências de pessoa para pessoa, à semelhança do que aconteceu nos outros mercados, uma vez que grande parte das operações económicas nacionais é informal e os agentes que aí operam são indivíduos.

PROPRIV vai acelerar processos de alienação da UNITEL

O Programa de Privatizações (PROPRIV) tenciona acelerar os processos de alienação adjacentes à privatização por via de oferta pública inicial, este ano, com destaque para a UNITEL.

A informação foi avançada, na terça-feira, pelo secretário de Estado para as Finanças e Tesouro, Ottoniel dos Santos, durante a 5.ª reunião da Comissão Interministerial do PROPRIV, sob coordenação do ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano.

De informar que a UNITEL está entre os 73 ativos e empresas a privatizar no ano de 2024, segundo o secretário de estado da economia.

Pelo que foi revelado em conferência de imprensa, o novo calendário do PROPRIV para o período 2023 – 2029 contempla 73 ativos e empresas, dos quais 21 são empresas de referência nacional, com destaque para as empresas de telecomunicações, TV CABO e a Unitel.

Sobre a UNITEL, o Instituto de Gestão de Ativos e Participações do Estado (IGAPE) anunciou, no final de 2022, o início do processo de reprivatização da UNITEL em mercado concorrencial, com várias reuniões já feitas do grupo de trabalho.

MAIS: Não houve partilha de infraestruturas entre Africell e UNITEL

O IGAPE esclarece que a Unitel, S.A é a maior empresa de telecomunicações móveis de Angola, revestindo-se de excecional interesse público para o estado, dada a posição estratégica do sector, o conhecimento técnico agregado, o perfil tecnológico moderno e a sua referência na empregabilidade nacional.

Por estes factos, importa referir que todas as medidas estão a ser acauteladas no sentido de salvaguardar o bom funcionamento do referido ativo e garantir a continuidade e a salvaguarda do bem comum”, assegura a IGAPE.

Governo reconhece empenho das TICs na proximidade com os cidadãos

O Executivo Angolano reconheceu que as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC’s) impõem uma nova atitude na relação de proximidade entre o Executivo e os cidadãos.

Para o Secretário de Estado para as Telecomunicações Tecnologias de Informação, Pascoal Borges Alé Fernandes, falando na sobre Transformação Digital, com o tema Telecomunicações, Digitalização e Inclusão Financeira, referiu que para concretização desta empreitada, torna-se necessária com o suporte das TICs continuar a apoiar iniciativas que permitam o fomento e a inclusão financeira no seio da sociedade, independentemente da sua localização.

Angola conta com investimentos nas Infraestruturas das TICs, que permitem os operadores de comunicações eletrónicas criarem carteira móvel, que possibilita o 0depósito, consulta, levantamento, transferências instantâneas de valores e compra de produtos diversos por via do telemóvel”, disse Pascoal Fernandes.

MAIS: Rede 5G vai dominar as conexões móveis até 2026, revela especialista

O secretário frisou que as TICs desempenham um papel significativo na transformação da relação entre o Executivo (governo) e os cidadãos, promovendo uma maior proximidade e interação entre ambas as partes.

No seu discurso, o secretário referiu algumas maneiras pelas quais as TICs têm influenciado essa relação.

As TICs tornam a informação governamental mais acessível aos cidadãos. Por meio de portais governamentais, sites, aplicativos móveis e redes sociais, as pessoas podem acessar uma ampla gama de informações, incluindo políticas, programas, serviços públicos, orçamentos e dados governamentais abertos“, enfatizou.

Futuro Verde. Inovação e empreendedorismo como caminho para uma Angola sustentável

Angola está numa encruzilhada importante na sua história económica. Enquanto enfrenta os desafios da globalização e das mudanças climáticas, o país tem que decidir entre seguir o caminho tradicional ou abraçar uma abordagem mais moderna e sustentável para o desenvolvimento. É aqui que entra a Economia Verde, uma resposta promissora para construir um futuro melhor e mais próspero.
Mas o que é essa tal de Economia Verde? É simples! É um jeito de fazer as coisas que respeita a natureza, enquanto cria oportunidades para as pessoas e para os negócios. Em vez de só pensar no lucro, a Economia Verde olha para o todo, considerando o meio ambiente, a sociedade e a economia.
Por que isso é tão importante para Angola? Bem, olha só:
Diversificação Económica: Angola sempre dependeu muito do petróleo, mas já deu para ver que não dá para confiar só nisso. A Economia Verde oferece outras opções, como investir em energias renováveis (tipo solar e eólica), agricultura sustentável, turismo responsável e tecnologias limpas.
Resistência às Mudanças Climáticas: Com as mudanças climáticas batendo à nossa porta, é hora de agir. A Economia Verde nos ajuda a reduzir as emissões de
gases de efeito estufa e a nos preparar melhor para os desafios que estão por vir, como secas e inundações.
Inclusão Social: Queremos um país onde todos tenham oportunidades, certo? A Economia Verde promove empregos e empreendedorismo em áreas como energia renovável, agricultura sustentável e gestão de resíduos. Além disso, ela também incentiva a igualdade de género e fortalece as comunidades locais.
Na da Economia Verde, existem várias áreas ou subsetores que estão prontos para decolar:
Energias Renováveis: É a hora de deixar o sol e o vento trabalharem a nosso favor! Com o investimento em energias renováveis, podemos gerar eletricidade de
forma limpa e sustentável, reduzindo a nossa dependência de combustíveis fósseis.
Agricultura Sustentável: Vamos cuidar da nossa terra e garantir alimentos saudáveis para todos! A agricultura sustentável utiliza práticas que respeitam o meio
ambiente e promovem a biodiversidade, garantindo uma produção de alimentos mais segura e sustentável.
Turismo Responsável: Angola é um país cheio de belezas naturais e culturais, prontas para serem exploradas! O turismo responsável valoriza e protege esses recursos, garantindo que as gerações futuras também possam desfrutar de tudo o que o nosso país tem para oferecer.
O Ecossistema de Empreendedorismo Digital em Angola: Oportunidades e Desafios
Angola está testemunhando um rápido crescimento no ecossistema de empreendedorismo digital, com um número crescente de startups e empresas inovadoras surgindo em todo o país. Este boom oferece uma plataforma ideal para impulsionar a transição para uma Economia Verde.
Oportunidades: O empreendedorismo digital oferece oportunidades únicas para desenvolver soluções inovadoras e escaláveis para os desafios ambientais e sociais. Desde aplicativos móveis que promovem o consumo consciente até plataformas de comércio eletrónico que facilitam a venda de produtos sustentáveis, há um vasto campo de possibilidades para empreendedores visionários.
Desafios: Apesar do crescimento promissor, o ecossistema de empreendedorismo digital em Angola ainda enfrenta uma série de desafios, incluindo acesso limitado a financiamento, infraestrutura de tecnologia subdesenvolvida e barreiras regulatórias. Superar esses obstáculos exigirão uma abordagem colaborativa, envolvendo o governo, o sector privado e a sociedade civil para criar um ambiente propício ao crescimento e inovação.
Conclusão:
Construindo um Futuro Sustentável para Angola Em última análise, a transição para uma Green Economy não é apenas uma escolha moral, mas uma necessidade económica e ambiental. Ao investir em capacitação, inovação e empreendedorismo, os angolanos podem criar um futuro sustentável e próspero para as gerações futuras.
Com visão, determinação e colaboração, Angola pode se tornar um líder regional em economia verde, beneficiando não apenas o seu povo, mas também o planeta como um todo. Este é o momento de agir – juntos, podemos construir um futuro melhor para todos.
Resumindo, a Economia Verde é o caminho do futuro para Angola.
É hora de investir em capacitação, inovação e empreendedorismo, e construir juntos um país mais verde e próspero para todos nós!

 

Este artigo foi publicado no blog do Founder Institute Luanda.