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Sábado, Abril 11, 2026
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iOS 18 poderá ser maior atualização de sempre ao sistema operativo do iPhone

Ainda faltam vários meses até a próxima edição da Worldwide Developers Conference (WWDC), mas espera-se que o iOS 18 seja um dos pontos de destaque do evento anual da Apple. Aliás, segundo Mark Gurman da Bloomberg, esta poderá ser a maior atualização ao sistema operativo do iPhone.

Embora não avance com muitos mais detalhes em relação às novidades que podem chegar ao iOS 18, anteriormente, Mark Gurman tinha avançado que a Apple estava a planear o lançamento de uma versão melhorada da Siri, com capacidades alimentadas por inteligência artificial generativa.

MAIS: [Rumor] Apple pondera lançar iOS 18 em junho

Ao que tudo indica, as funcionalidades de IA generativa da Siri vão permitir uma maior personalização, além de conversas mais naturais com a assistente inteligente. A gigante de Cupertino terá intenção de integrar IA noutras funcionalidades dos seus smartphones, mas também em apps como a de Mensagens ou no serviço Apple Music.

Outra das funcionalidades que pode ser incluída no iOS 18 é o suporte ao protocolo RCS. A Apple já confirmou ir adotar o protocolo a partir de 2024, que chegará sob a forma de uma atualização de software, trazendo um conjunto de funcionalidades ao estilo do iMessage às mensagens entre quem tem um iPhone e quem usa um smartphone Android.

Recorde-se que, com a adoção do protocolo RCS, o iMessage não deixará de existir, passando a funcionar em paralelo com esta nova opção, realça a Apple, que continua a defender que o seu serviço de mensagens é mais seguro e privado.

Jovens devem apostar na formação tecnológica, defende Governo

Os jovens angolanos devem apostar na formação tecnológica, técnica e profissional, de modo a garantirem o autoemprego, através de iniciativas empreendedoras, segundo a vice-governadora do Uíge para o Sector Político, Social e Económico, Sónia Cahombo.

Falando no ato de abertura da 3ª edição da Feira de Inovação Tecnológica, evento que teve como objectivo descobrir talentos no ramo das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) na região, avançou que o Governo Angolano está ciente que, não havendo capacidade de absorver todos no mercado de emprego, os jovens, com conhecimentos em tecnologia, podem criar o seu próprio negócio ou microempresas e poder, também, empregar outros que esperam por uma oportunidade.

A governante valorizou a iniciativa, promovida pela FETFOPE (Feiras do Ensino Técnico, Formação Profissional e Empreendedorismo), na medida em que, referiu, serve de oportunidade para que os empreendedores e estudantes de várias escolas do ensino técnico e formação profissional possam trocar experiências e apresentar projetos, produtos e serviços.

 “Agradecemos à FETFOPE pelo projeto, porque os jovens vão poder mostrar ao país e não só tudo que estão a aprender nas escolas do ensino técnico, para terem o seu emprego, no futuro”, referiu, lembrando mais adiante que na província do Uíge existem vários projetos que estão a contribuir na formação profissional dos jovens, muitos dos quais já enquadrados em distintos sectores.

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Temos dados bastante satisfatórios, porque muitos jovens conseguiram emprego e os rendimentos têm servido para o seu sustento e das famílias”, frisou a vice-governadora, que visitou e conversou com a maior parte dos 100 expositores.

Alguns expositores, com destaque para os inventores, abordados pelo Jornal de Angola, não esconderam a satisfação por terem a oportunidade de apresentar as suas criações e projetos tecnológicos.

Manuel Kuyeka, 19 anos, que faz parte de um grupo de estudantes afetos ao Instituto Médio Politécnico do Uíge, denominado “Manuel Quarta Punza”, que levou à feira um moedor de amendoim elétrico, feito à base de materiais reciclados, disse que o equipamento, avaliado em 375 mil kwanzas, tem uma bateria e um alternador, podendo ser utilizado em zonas onde não há energia elétrica.

Outro grupo de estudantes do mesmo instituto apresentou, na feira, um “Software”, que pode ajudar os agricultores na determinação dos períodos propícios para a plantação e colheitas, bem como a natureza dos solos para o plantio de distintos produtos.

Hackers podem causar “colapso da ordem mundial”, diz CEO da Microsoft

O CEO da Microsoft, Satya Nadella, deu uma entrevista ao NBC Nightly News onde afirmou que há o risco que ciberataques levem ao “colapso da ordem mundial”.

Nadella apelou assim a que os EUA, a Rússia e a China cheguem a um acordo e procurem defender-se contra estados que apoiam este tipo de atividade. Mais ainda, o líder da Microsoft considera que deve ser criada uma Convenção de Genebra para estabelecer princípios e limites para ciberataques.

MAIS: Como identificar e impedir ciberataques internos

“Se isto é sobre nações que se atacam umas às outras, e especialmente alvos civis, então estamos numa nova ordem mundial. É o colapso da ordem mundial, que penso que é algo que não vimos antes”, afirmou Nadella.

PNUD forma jovens em inclusão digital e competências futuras

Mais de 20 jovens concluíram recentemente uma formação em “Inclusão Digital e Competências Futuras”, promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em parceria com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e o Instituto de Desenvolvimento Agrário (IDA).

Essa iniciativa foi centrada no desenvolvimento de habilidades digitais e na promoção da inclusão, representando assim um passo significativo em direção ao fortalecimento do setor tecnológico do país.

Através de um programa abrangente e acessível, os jovens foram equipados com as ferramentas necessárias para compreender e utilizar efetivamente as tecnologias digitais emergentes. Desde noções básicas de informática até habilidades avançadas em programação e desenvolvimento web, o currículo formativo abrangeu proporcionar uma base sólida para que os participantes pudessem prosperar numa sociedade civil angolana cada vez mais digitalizado.

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Além do aspeto técnico, a formação também abordou questões cruciais relacionadas à inclusão digital, destacando a importância de garantir que todos, independentemente da sua origem ou contexto socioeconómico, tenham acesso equitativo às oportunidades proporcionadas pela revolução digital. Essa abordagem não apenas capacitou os indivíduos, mas também contribui para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, onde o acesso à tecnologia é visto como um direito fundamental.

Segundo uma nota informativa, o impacto dessa iniciativa vai além do desenvolvimento individual, influenciando positivamente o panorama tecnológico do país como um todo. Ao capacitar uma nova geração de talentos digitais, Angola está pavimentando o caminho para a inovação e o progresso. Esses jovens não são apenas usuários de tecnologia, mas sim criadores e impulsionadores de mudanças, prontos para enfrentar os desafios e explorar as oportunidades que o mundo digital oferece.

Cibersegurança na era da transformação Digital em Cabo Verde

“O Governo cabo-verdiano pretende atrair investimento estrangeiro e transformar o país numa plataforma digital em África, até 2030, com a economia digital a contribuir com 25% do PIB (face a 6% em 2022)”, lê-se no documento.

Para atingir tal transformação, “é necessário enfrentar desafios, apesar de fatores favoráveis, como a elevada penetração da Internet, o fornecimento estável de eletricidade, os níveis de literacia e os conteúdos digitais existentes”.

“Os principais desafios incluem a preparação para a cibersegurança e a criação de um ecossistema para lidar com conteúdos digitais sensíveis”, reconhece o Governo.

Um ataque informático à Cabo Verde Telecom paralisou os serviços da operadora há três meses (19 de outubro) e alguns só foram recuperados plenamente passados alguns dias.

O incidente “foi devido a um ataque cibernético de ‘malware’ do tipo ‘ransomware lockbit’, conhecido como ‘vírus de criptografia'”, referiu a Agência de Regulação Multissectorial da Economia (ARME).

Cabo Verde liberalizou o mercado de telecomunicações em 2007, sendo composto por duas empresas, a Cabo Verde Telecom e a Unitel T+, oferecendo serviços de voz, banda larga, VoIP e TV por assinatura.

“A recente fusão das empresas do grupo CV Telecom exige uma revisão do mercado das telecomunicações”, nota-se no documento, indicando que “os serviços móveis dominam, mas a receita média por utilizado tem estado sob pressão, enquanto os serviços fixos apresentam taxas de penetração reduzidas”.

Segundo os dados apresentados, a CV Telecom “tem uma quota de mercado substancial, contribuindo com 2,7% para o Produto Interno Bruto (PIB) de Cabo Verde”.

“Apesar dos indicadores positivos, o setor das comunicações eletrónicas exige esforços contínuos para garantir condições de mercado equitativas, regras de concorrência coerentes, quadros jurídicos inovadores e quadros regulamentares que apoiem as tecnologias emergentes”, acrescenta-se no documento.

O contexto é traçado para enquadrar a necessidade da estratégia 5G.

“Para atingir os seus objetivos de transformação digital, o Governo planeia desenvolver uma Estratégia Nacional para a implementação da rede 5G, incluindo um estudo de viabilidade económica, em colaboração com operadores de telecomunicações e reguladores”.

O objetivo é “alavancar as vantagens técnicas do 5G, como: velocidades mais rápidas, menor latência, maior capacidade, maior confiabilidade e cobertura expandida, para atender às necessidades de transformação digital de Cabo Verde de forma eficaz”.

O Governo tem aberto até 9 de fevereiro um período de receção de propostas de consultoria e assistência técnica para a elaboração da estratégia nacional de implementação da rede 5G

IMA defende uso de certificados digitais para travar crimes cibernéticos

As instituições angolanas devem utilizar certificados digitais como medida para travar os constantes crimes cibernéticos, que comprometem a integridade dos serviços bancários e de outros sectores do país, segundo o diretor-geral do Instituto de Modernização Administrativa (IMA), Meick Afonso.

Para o responsável, os certificados digitais “é de extrema importância por permitir envio de arquivos de dados seguros e criptografados“, reforçando assim a identidade de pessoas e ativos eletrónicos na internet ou nas redes privadas de organizações.

Os certificados digitais permitem comunicação online segura e criptografada e são consequentemente usados para proteger transações online“, disse Meick Afonso.

Ainda na sua abordagem no III Congresso Angolano de Direito Bancário, o dirigente frisou que todas as vezes que se fala sobre evolução tecnológicas e digitalização, deve-se falar também sobre a “segurança e formas de prevenir o cibercrime“.

Angola tem cada vez mais crimes e ações que comprometem a integridade dos serviços, tanto em bancos tradicionais como em serviços financeiros digitais“, recordou.

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Pelo que se recomenda a aplicação de um conjunto de procedimentos para reduzir e acabar com a fraude na clonagem de cartões e roubo de identidade e promover a integridade dos dados“, considerou.

Quanto a posição do Governo Angolano, o dirigente da IMA informou que o mesmo tem consciência que os serviços financeiros digitais “são um caminho para o crescimento e prosperidade de Angola“, sublinhado que “vários esforços têm sido desenvolvidos para a concretização deste objetivo de forma segura e confiável“.

Por fim, Meick Afonso reforçou que a implementação do “Electronic Know Your Customer”, de uma infraestrutura de Chaves Pública para a emissão de certificados digitais e suporte para assinatura eletrónica e carimbos temporais e o fortalecimento do “open banking” são algumas das ações em curso.

Governo italiano diz que ChatGPT viola regras de proteção de dados

O ChatGPT viola as regras de proteção de dados – foi esta a informação fornecida pela Garante, a autoridade de proteção de dados de Itália, à OpenAI, que desenvolveu o chatbot de inteligência artificial. A informação consta numa declaração da autoridade, de segunda-feira, segundo cita a Reuters.

De notar que a autoridade tem em curso uma investigação iniciada no ano passado e é, segundo destaca a agência noticiosa, uma das mais proativas na União Europeia no que diz respeito à avaliação da conformidade da plataforma com o regime de privacidade de dados dos 27.

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No ano passado, por exemplo, a autoridade chegou a impor uma limitação temporária ao ChatGPT em Itália por alegadas violações das regras de privacidade da UE. A OpenAI resolveu algumas questões e o serviço acabou por ser reativado.

Contudo, a autoridade disse que iria continuar as suas investigações e acabou por concluir que há elementos que apontam para uma potencial violação da privacidade dos dados.

Conheça os vencedores da 1ª edição do Prémio de Inovação e Tecnologia Ambiental

José Adão, com o projeto que ressalta a criatividade na ciência e inovação e na criação de projetos viáveis para a resolução de problemas da seca, foi o grande vencedor da 1ª edição do prémio de Inovação e Tecnologia Ambiental (PITA), que teve como objetivo reconhecer e promover talentos angolanos que se destacam na criação de soluções tecnológicas e projetos ambientais inovadores para o país.

Como prémio, o jovem embolsou Kz 1.000.000, parte dos quais pretende aplicar num projeto ambiental já em curso.

O segundo e o terceiro classificado saíram da província de Luanda, tendo com os projetos “Cuango” e “AgroLAMTEC, arrecadado Kz 700.000 e Kz 500.000, respetivamente.

Os 3 classificados, além de dinheiro, vão ter direito a cursos de seis meses em mentoria ambiental.

O presidente do júri, José Rufino, explicou que a qualidade, apresentação do trabalho e o fator social dos projetos apresentados foram tidos em conta e determinaram a seleção das melhores propostas.

Na abertura do evento, a diretora nacional das Tecnologias Ambientais (TA), Vilma Mbumba, disse que, mais do que uma cerimónia, o concurso representa um avanço, porque “reúne mentes brilhantes para um farol de esperança para um amanhã mais verde”.

Para a representante do Ministério do Ambiente, Aurélia Botelho, o evento antecede o Dia Nacional do Ambiente, que se assinala hoje, o que representa uma inspiração para os jovens no domínio da competitividade de talentos, visando o desenvolvimento tecnológico e projetos amigos do ambiente, bem como criar soluções para problemas sociais e ambientais no país.

O prémio foi realizado pela Omuenho e a AEGAA com um corpo de jurados especializados, incluindo o Professor Jorge Rufino, Tommaso de Pippo, Mateus Esteita e a renomada ambientalista Fernanda René, onde o PITA pretende premiar os melhores projetos que demonstrem inovação, tecnologia ambiental e um impacto positivo na sociedade.

Apple já terá vendido 200 mil unidades dos seus óculos de realidade virtual

Será na próxima sexta-feira, dia 2 de fevereiro, que chegará às lojas dos EUA o primeiro novo produto da Apple desde 2015. Trata-se do Vision Pro, que é também o primeiro dispositivo da Apple na área da realidade virtual e aumentada.

O facto de o Vision Pro ser vendido apenas nos EUA (neste período inicial) e de custar $ 3.499 (cerca de Kz 2.912.917) poderia levar a alguma hesitação dos consumidores, mas, aparentemente, a empresa verifica um interesse ‘saudável’ neste novo produto.

MAIS: Conheça os Vision Pro. Os óculos de realidade aumentada da Apple de 2 milhões de kwanzas

Diz o site MacRumors que, de acordo com pessoas próximas do assunto, a Apple já vendeu cerca de 200 mil unidades do Vision Pro neste período de pré-compra. O número ultrapassa até a previsão do analista Ming-Chi Kuo, que indicava que a Apple poderia vender entre 160 a 180 mil unidades do Vision Pro no período de lançamento.

Serve ainda recordar que a ‘Empresa da Maçã’ tem como meta vender 500 mil unidades do Vision Pro até ao final de 2024.

UCAN promove sessão de ideação de startups. Saiba como candidatar-se

Com o objetivo de resolver problemas reais das startups angolanas utilizando a experiência, sabedoria e pensamento crítico de todos, decorre no próximo dia 7 de Fevereiro uma “Sessão de Ideação” promovido pelo Centro de Inovação Social e Incubação da Universidade Católica de Angola.

Segundo a nota informativa, o evento vai contar com mentoria da EmpvisionHub, uma incubadora de Startups Portuguesa que acredita em fundadores com visão de futuro que procuram servir a sociedade e é especializada em projetos ligados à sustentabilidade, tecnologias emergentes e economia criativa.

MAIS: UCAN realiza evento para promover empreendedorismo e inovação

Tendo duração de 3 horas, os jovens empreendedores angolanos vão ser desafiados a darem as suas contribuições e ideias para soluções de ideação que ajude outras startups.

São convidados a inscreverem-se todos os founders e “consultores” visionários para participar nesta sessão de ideação moderada pela Lara Serafim, co-fundadora da Empvision (consultora de inovação) e EmpvisionHub (incubadora de Startups) e Daniel Leitão, fundador da PoodleIT (Consultora de IT & Cibersegurança).

Para se inscreveres a sessão de ideação é enviando um e-mail para [email protected].