
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) detiveram, na capital do país, quatro cidadãos nacionais envolvidos em crimes cibernéticos, traduzidos em clonagem de cartões multicaixa.
Segundo o porta-voz do SIC, Manuel Halaiwa, falando aos jornalistas, informou que a detenção dos indivíduos ocorreu no passado dia 12, na sequência de uma participação criminal de uma cidadã portuguesa, de 47 anos. Na participação, a lesada alegava movimentos estranhos na sua conta, como pagamentos, transferências e levantamentos via multicaixa, tendo sido subtraídos mais de dois milhões de kwanzas, no passado dia 11.
O efetivo frisou ainda que a cidadã, após notar movimentos estranhos na sua conta bancária, se deslocou ao banco, sem, contudo, conseguir ter explicações sobre o que se passava, porque se tratava de um período pós-laboral.
No dia seguinte, acrescentou, além de participar à banca, a cidadã deslocou-se ao Serviço de Investigação Criminal (SIC), onde comunicou a ação criminal.
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O SIC, explicou, desencadeou uma ação operativa que culminou com a detenção, em flagrante delito, de um cidadão, por sinal o chefe da quadrilha, quando se encontrava numa dependência para o levantamento de dinheiro no balcão, depois de várias tentativas nos terminais de pagamento automático (TPA e ATM), no momento em que a conta já se encontrava cativa.
“Na sequência, foram detidos mais três integrantes do grupo”.
O porta-voz do SIC fez saber que, na sequência das investigações, se apurou que os detidos haviam clonado outros cartões, com destaque ao de uma empresa, com pretensão de retirar da conta bancária 14 milhões de kwanzas.
Manuel Halaiwa disse que, em posse dos detidos, foram encontrados quatro cartões de débito (multicaixa), de bancos diferentes, mas com informações de outros bancos, como o do Banco Sol que, na verdade, contém informações do BFA. Realçou que, dos cartões apreendidos, três pertencem a cidadãos portugueses.









Decorre neste momento a 7ª edição do TEDxLuanda com o tema “Tocando as Estrelas”, que culmina com o regresso do evento no formato presencial pós-COVID-19, com cerca de 20 oradores de várias áreas do saber. O evento conta ainda com empresas como o BNI a expor o seu serviço “Guita”, a Universidade Gregorio Semedo, a DP World, Paratus, etc.
Nelsa Colsoul que é Engenheira Informática de formação, abordou a sua história superação que sobreviveu a seis tentativas de suicídio, mas em contrapartida já foi a melhor aluna da Universidade da Gregório na sua época. A mesma abordou ainda sobre os julgamentos e critica que a sociedade faz, onde a mesma passou a informação de que a “depressão é uma doença que mata, e que devemos julgar menos as pessoas e sermos mais empáticos. Deixou a ainda a mensagem de que a cada nível que chegas na tua vida, novos demónios se levantam. A menina que passou por isso é hoje Presidente do Conselho de Administração de uma grande empresa e que é ainda gestora de topo de uma grande empresa de tecnologia em Angola.
Sara Marilyn Medica integrativa e Biohacker abordou sobre os problemas de saúde que frequentou onde não tinha respostas obvias, garantindo que é possível Controlar a informação por intermédio da alimentação, a mesma passou por um processo que a levou-a tornar-se vegetariana por causa dos problemas de saúde que frequentava, mas graças a informação conseguiu reverter a informação e ajudou ainda amigos próximos com o problemas similares.
Kahina Ferreira com uma doença que tinha esperança de apenas 3% de vida que envolveu 20 sessões de quimioterapia e cirurgias em 5 países diferentes, para poder sobreviver nessa jornada muito longa onde lhe foi limitado aos médicos de que não passaria dos 18 anos de vida. Sobreviveu ao “Paraganglioma” que cresce no organismo como se fossem “estrelas”, forma de como o mesmo abordou a problemática considerando-se um “rato de laboratório” e que contribuiu como sendo uma informação científica para que a próxima geração não sofra pelos menos processos em que passou.