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Sábado, Abril 11, 2026
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CPLP implementa “Agenda Digital” para servir como guião estratégico em matéria digital

Os Ministros das Comunicações da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) implementaram a “Agenda Digital”, onde em conjunto vão estabelecer vários princípios e práticas para servir como “guião estratégico em matéria digital” para a formulação e implementação de iniciativas digitais pelos Estados-membros, bem como o seu potencial para fomentar o trabalho em rede, articulado entre diferentes sectores de desenvolvimento na Comunidade.

Reunidos na XI Reunião do sector, os ministros alertaram para a necessidade de identificar mecanismos que possibilitem a monitorização da implementação da “Agenda Digital para a CPLP”, reafirmando o compromisso político e a implementação nos Estados-membros, promovendo o acompanhamento e a monitorização, bem como o reforço da cooperação nos domínios da Cibersegurança, Proteção de Dados Pessoais e Sector Espacial, preparação e adoção futura de uma “Carta de Direitos e Princípios Digitais da CPLP”.

Segundo Manuel Lapão, diretor de Cooperação da CPLP, as comunicações sempre ocuparam um lugar central nas tendências tecnológicas, sendo cada vez reconhecidas como cruciais para o processo de desenvolvimento, dado o carácter geopolítico e geoestratégico da localização dos Estados-membros, dispersos por quatro continentes, com ambições partilhadas, mas desafios distintos.

Fez saber que as organizações internacionais como as Nações Unidas, o Banco Mundial, a Comissão Europeia ou a União Internacional das Telecomunicações consideram as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) como fatores para a prossecução do desenvolvimento sustentável e não consequências.

Manuel Lapão explicou que as comunicações estão positivamente relacionadas com a realização de metas sociais, económicas e políticas, tal como plasmadas na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e, também, nos objetivos gerais da CPLP.

A Internet, especialmente, tornou-se um fator crítico de mudança social e económica, transformando a forma como o Governo, as empresas e os cidadãos interagem e oferecem novas formas de enfrentar os desafios do desenvolvimento”, realçou o diretor de Cooperação da CPLP.

O mesmo responsável acrescentou que a Internet e as Tecnologias associadas assumem, hoje, um papel absolutamente central na promoção da democracia, na participação política, no envolvimento cívico, na educação e na partilha de conhecimentos, assim como no fomento do comércio e do desenvolvimento económico, sendo, atualmente, parte das tecnologias “básicas” ou de “propósito geral”, possuindo características ilustrativas da sua capacidade de contribuir para o desenvolvimento.

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O diretor da Cooperação da CPLP classificou-as como omnipresentes, verificando-se a utilização dessas tecnologias na maioria dos sectores, onde estão em constante evolução, contribuindo para a redução de custos aos utilizadores e melhoria dos processos produtivos, além de serem fontes de inovação na própria evolução, pois contribuem no desenvolvimento de novos produtos e processos.

As redes de comunicações são os pilares centrais das tecnologias que se estão a espalhar pelo mundo (Inteligência Artificial, Big Data e Plataformas Over the Top) e a tecnologia 5G parece afirmar-se como a base tecnológica da sociedade emergente”, apontou Manuel Lapão.

Para o responsável da CPLP, enquanto os serviços tradicionais de telecomunicações estão ameaçados por atores disruptivos, protagonistas que adquirem visibilidade crescente nas plataformas OTT, os serviços de conectividade permanecem essenciais para a digitalização e o surgimento de novos modelos de governação e negócio.

Manuel Lapão realçou que todos os participantes reconheceram o sector das Comunicações como um dos poucos que ganhou terreno e expressão no contexto da pandemia da Covid-19, sublinhando o facto de a sua importância ser amplamente testada, tendo mostrado resiliência e capacidade de resposta nos longos períodos de confinamento.

TikTok vai sair dos telemóveis de funcionários do Governo de Nova Iorque

A cidade de Nova Iorque, nos EUA, decidiu banir a aplicação de vídeos de curta duração TikTok nos dispositivos usados por oficiais do governo local. As agências governamentais do estado têm agora 30 dias para garantir que a app não está instalada em dispositivos móveis dos trabalhadores.

A diretiva foi emitida esta quarta-feira, dia 16, e tem efeitos imediatos. Notar que o estado de Nova Iorque já havia emitido uma proibição semelhante em 2020, mas, até agora, alguns telemóveis de departamentos de marketing ainda tinham acesso à app.

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Mesmo que as redes sociais sejam excelentes formas de ligar os, nova iorquinos com a cidade, temos de garantir que usamos sempre estas plataformas de forma segura, pode ler-se no comunicado enviado por um porta-voz do governo local ao site The Verge.

Recordar que o TikTok continua a ser alvo de suspeitas devido às ligações entre a empresa e o governo chinês, com vários países a terem já proibido a aplicação de ser instalada em telemóveis dos respetivos trabalhadores por receios de espionagem.

Mudanças no iOS 17: o botão para terminar chamadas volta ao seu devido lugar

A Apple decidiu reverter uma decisão polémica tomada com a 5.ª versão beta do iOS 17, que viu ser alterada a posição do botão de terminar chamada que, no iOS 16, estava localizado na base do ecrã.

A 5.ª versão da beta do iOS 17 colocou o botão de terminar a chamada no canto inferior direito do ecrã, uma mudança que não caiu bem aos utilizadores do iPhone e que (aparentemente) foi motivo suficiente para a Apple lançar uma nova versão beta a efetuar a alteração.

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Agora, com a 6.ª versão da beta do iOS 17 já a chegar aos developers, muitos têm apontando a mudança e notaram que o botão de terminar chamada voltou a ficar ao centro – entre os botões de adicionar contacto e de acesso ao teclado.

Serve recordar que a próxima atualização do iPhone não deverá demorar a ser lançada na sua versão final, com o lançamento a estar previsto para o mês de setembro.

UNESCO vai ajudar Angola na recolha de indicadores sobre Ciência e Tecnologia

Angola vai contar com a ajuda da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) na capacitação de técnicos que trabalham na recolha, análise e divulgação dos indicadores de ciência, tecnologia e inovação.

Segundo a secretária de Estado para a Ciência, Tecnologia e Inovação, Alice Almeida, falando na abertura da campanha de recolha de Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTI) e do Seminário Metodológico de Recolha de Indicadores, referiu que a existência de quadros capacitados no sector tecnológico é uma condição importante para a produção correta dos indicadores.

A secretária de Estado frisa que a campanha de recolha de dados para a produção de indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação é de âmbito nacional e é referente ao período de 2015 a 2018.

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Para Alice Almeida, os resultados obtidos permitirão aferir o desempenho e a qualidade da atividade de CTI no país, bem como dos atores do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Alice Almeida explicou ainda que a recolha de indicadores de CTI visa a materialização dos objetivos da política nacional no quadro do Plano de Desenvolvimento Sectorial 2023 – 2027, do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI).

Rutura de cabos submarinos afeta emissão dos Registos Criminais e dos Bilhetes de Identidade

A emissão dos Registos Criminais e dos Bilhetes de Identidade está ser afetada pelos cortes nos cabos submarinos, informou em nota oficial o Consulado Geral de Angola em Lisboa, Portugal.

Na nota, aquela instituição diplomata frisa que todos os seus serviços estão sobre uma situação imprevista que está afetando as comunicações internacionais entre o país e o Ocidente foram prejudicadas, e essa situação deverá continuar até o mês de setembro.

Infelizmente, essa interrupção tem impactado diretamente os serviços de emissão do Registo Criminal e do Bilhete de Identidade, o que está afetando o processo de atendimento e cumprimento dos prazos pré-estabelecidos para entregas.

Diante dessa situação, o Consulado Geral de Angola em Lisboa solicita a compreensão de todos os usuários até que a normalidade seja restabelecida. Estamos trabalhando incansavelmente para resolver essa questão o mais rápido possível e minimizar os inconvenientes causados.

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No respetivo comunicado, o Consulado salienta que está empenhado em prestar um serviço de qualidade aos seus, e lamentam profundamente qualquer transtorno causado por essa situação fora do nosso controle.

De informar que uma rutura de cabos submarinos, provavelmente associada a correntes fortes do rio Congo está a afectar as comunicações dos países a sul da República Democrática do Congo, onde a sociedade civil angolana tem sentido nos últimos dias uma “ligeira degradação na qualidade da Internet”.

O corte simultâneo nos três principais cabos submarinos (WACS, SAT3 e ACE), que ligam a costa ocidental de África à Europa, terá ocorrido a mais de 150 quilómetros do estuário do rio Congo, afetando sobretudo as comunicações internacionais com a Europa, refere um comunicado da Angola Cables.

Segundo a Angola Cables, os consórcios que gerem os respetivos sistemas submarinos já estão a trabalhar na reparação dos cortes, esperando-se que as comunicações sejam repostas até ao princípio de setembro.

Cabo submarino 2Africa já chegou ao norte de Moçambique

A operadora de telecomunicações Vodacom anunciou a chegada do primeiro–cabo submarino de fibra ótica ao norte de Moçambique, garantindo que permitirá apoiar o crescimento da economia digital no país.

Em comunicado, a operadora refere que o ‘2Africa‘, considerado o maior sistema de cabos submarinos de telecomunicações do mundo, chegou hoje à cidade de Nacala, província de Nampula, ligando a fibra ótica ao novo ‘data center’ também inaugurado localmente pela Master Power Technologies, parceiro do projeto, que vai ligar 33 países, 19 dos quais em África.

Este é o primeiro-cabo submarino a aterrar no norte do país, após ter aterrado em Maputo [sul] em fevereiro, com a promessa de maior capacidade de internet e conectividade acelerada para os clientes da Vodacom, apoiando a crescente economia digital em Moçambique“, destaca a operadora.

O cabo submarino ‘2Africa’ interliga Europa (com ligações em Portugal e o Reino Unido), África (Senegal, Gana, Angola, África do Sul, Moçambique, Somália, Egito, entre outros) e Ásia (Iraque, Irão, Paquistão, Índia, entre outros), num total de 46 pontos e regresso ao continente europeu através de Itália e França.

Prevê servir 3.000 milhões de pessoas quando estiver em pleno funcionamento, em 2024, num comprimento total de 45 mil quilómetros e uma largura de banda de 115 terabytes.

Através desta infraestrutura de cabo de fibra ótica submarina, a Vodacom fornecerá uma saída internacional direta para serviços de internet mais rápidos e confiáveis no país“, explica a operadora.

O consórcio “2Africa” inclui oito parceiros internacionais, casos da China Mobile International, Meta, Bayobab, Orange Telecom Egypt; Grupo Vodafone (empresa-mãe da Vodacom) e WIOCC, as quais se juntaram em 2020 para “aumentar significativamente a capacidade, qualidade e disponibilidade de conectividade de internet entre a África e o resto do mundo“.

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“A Vodacom é o parceiro designado para a aterragem em Moçambique, fornecendo infraestrutura para a instalação de cabos nos locais existentes na área do porto de Maputo e no porto de Nacala”, acrescenta.’

A aterragem do cabo submarino ‘2Africa’ reafirma o compromisso da Vodacom em potenciar a inclusão digital em Moçambique e no continente africano, aumentando o acesso a serviços de internet de qualidade e investindo em infraestruturas de rede para o suportar. Este é um desafio ambicioso para o qual não podemos alcançar resultados sozinhos. A colaboração entre outros ‘players’ da indústria e do setor público é fundamental, para permitir a ligação de mais cidadãos no país e em todo o continente“, assumiu José Mendes da Vodacom, citado no mesmo comunicado.

A partir dessa infraestrutura, os provedores de serviços em Moçambique “poderão obter capacidade de forma justa e equitativa, incentivando e apoiando o desenvolvimento de um ecossistema saudável de serviços de internet”.

A conectividade internacional direta pode então ser fornecida a centros de dados, empresas e clientes distribuidores. Assim que o sistema do cabo de fibra ótica for implantado, empresas e consumidores beneficiarão de melhor qualidade, confiabilidade e menor latência para serviços de Internet, incluindo teletrabalho, streaming de vídeo de alta definição, bem como aplicativos avançados de multimédia e vídeo móvel“, sublinha a operadora.

Acrescenta que a chegada do sistema de cabo de fibra ótica a Moçambique “também oferece potencial para a tão necessária criação de empregos regionais em setores que dependem de conectividade internacional direta, como ‘data centers’, ‘call centers’ e desenvolvimento de software”, sendo uma “oportunidade de emprego pode ajudar a contribuir para o desenvolvimento socioeconómico local e nacional”.

O projeto ‘2Africa’ permitirá apoiar o crescimento do acesso 4G, 5G e à banda larga fixa, “proporcionando melhor conectividade para áreas rurais e carentes, bem como resiliência de rede”, admitindo o consórcio que represente um “impacto económico” superior a 26.200 milhões de dólares do PIB de África, “dois a três anos após o seu comissionamento”.

Consultório MenosFios: iPhone 14 Pro Max vs Galaxy Fold 4

Desde que o iPhone 14 Pro Max saiu no mercado, todo o tempo surgem comparativos com outros modelos de smartphones, principalmente os seus concorrentes diretos. Os alvos mais óbvios são por norma os Samsung e os modelos de topo deste fabricante.

Assim, no Consultório MenosFios de hoje vamos colocar frente a frente o iPhone 14 Pro Max e o Galaxy Fold 4. A avaliação recai na velocidade destes smartphones e como se comportam num ambiente real.

Quando apresentou o iPhone 14, a Apple fez questão de revelar as melhorias no seu novo SoC, em especial no iPhone 14 Pro Max. Assim, esperava-se que esta diferença fosse visível, já que também se reflete nos testes feitos com ferramenta de avaliação e de comparação.

Assim, era esperado que, ao enfrentar o Galaxy Fold 4, o melhor do iPhone 14 tivesse um resultado muito destacado. O conhecido YouTuber PhoneBuff, que no passado fez comparações similares, meteu lado a lado estes dois smartphones e afinal o novo iPhone não se destaca tanto quando esperado.

Os testes são conhecidos e padronizados, prontos para garantir uma utilização similar ao que é feito no dia a dia. No arranque do teste tudo parece pender para o lado do Galaxy Fold 4, com o iPhone 14 Pro Max a conseguir algum destaque em apps de forma pontual e a terminar à frente. Os tempos são de 1:56:90 (Apple) contra 01:59:21 (Samsung).

Como sempre, este teste é repetido nos 2 equipamentos, mas com as apps a correr em memória. Aqui temos uma clara mudança no teste, com o iPhone 14 a perder terreno para o Galaxy Fold 4. Os 12 GB de RAM deste smartphone da Samsung mostram-se essenciais para conseguir destacar-se.

Assim, o resultado final acaba por pender para o lado do Galaxy Fold 4, que bate de forma clara o novo iPhone 14. Em termos de tempo, temos no equipamento da Samsung uma prestação de 02:46:83 na segunda volta face aos 02:49:08 do smartphone da Apple.

É interessante ver o desempenho dos dois SoCs mais potentes do mercado e como estão muito próximos. Aqui fica também claro que a RAM adicional do Galaxy Fold 4 é o suficiente para este recuperar os 3 segundos de atraso da primeira volta e acabar com 3 de avança face ao iPhone 14 Pro na segunda volta.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

[Rumor] Eis as novidades do próximo iPhone SE

Ainda não se sabe quando é que a Apple deverá lançar uma nova geração do seu telemóvel compacto – o iPhone SE – mas já há quem esteja pronto para avançar com informações sobre o dispositivo.

A página @URedditor na X (ou Twitter) adianta que a Apple pretende dar ao iPhone SE um design mais parecido com o iPhone 14, integrando até o sistema de reconhecimento facial Face ID em vez do sensor de impressões digitais Touch ID. Além disso, está prevista a inclusão de apenas um sensor na câmara traseira.

MAIS: [Rumor] Apple pondera lançar novas versões do iPhone 14

Estas mudanças serão (alegadamente) acompanhadas de algumas das novidades previstas para a série iPhone 15, com anúncio previsto para o mês de setembro.

Entre estas novidades que também estão a caminho do novo iPhone SE deverão estar o botão de Ação (estreado com o Apple Watch Ultra e usado como atalho para outras funcionalidades) e também o conector USB-C.

WhatsApp vai permitir adicionar stickers gerados por IA

O WhatsApp encontra-se a testar a capacidade de criar ‘stickers’ personalizados recorrendo à Inteligência Artificial (IA), avança o site WABetaInfo.

A nova funcionalidade encontra-se a ser testada por um número limitado de utilizadores Android, mas, de acordo com a publicação, será lançada em breve para um número mais alargado de pessoas.

MAIS: WhatsApp vai ter suporte para chaves de acesso

Quanto à Meta, a empresa confirmou que se encontra de facto a testar novas funcionalidades ‘alimentadas’ por IA.

As nossas experiências de IA estão a ser desenvolvidas em fases diferentes e estamos a testar várias delas publicamente numa capacidade limitada. De momento não termos nada a acrescentar, pode ler-se no comunicado da Meta enviado ao site Engadget.

CPLP vai investir nos cabos submarinos para reforçar comunicação na região

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) vai investir de forma abrupta nos cabos submarinos, de modo a trazer um grande avanço na maneira como circula a comunicação entre os Estados-membros e permitindo uma ligação mais rápida, com a tecnologia de maior velocidade entre os continentes ligados à comunidade.

A informação foi revelada por Manuel Lobão, diretor para a Cooperação da CPLP, falando na XI reunião dos ministros das Telecomunicações, informando que “o facto de existirem cabos submarinos, amarrados nos países-membros da CPLP, vai permitir uma nova agilidade que ainda está posturado”, frisando que merece, igualmente, atenção dos técnicos e pode fazer parte da agenda dos ministros das Telecomunicações o roaming 0 na comunidade.

De acordo com Manuel Lobão, “isso será um benefício para toda a comunidade, porque quando o cidadão se deslocar de um Estado para o outro não terá as tarifas pesadas de roaming que são conhecidas”.

O diretor para a Cooperação da CPLP acrescentou que, apesar de ser um processo difícil, é intenção da organização procurar parceiros internacionais e perspetivar medidas conjuntas para se trabalhar no assunto.

MAIS: Cibersegurança em destaque na XI reunião dos ministros das Telecomunicações da CPLP

Já João Ramos, diretor de Telecomunicações de Cabo Verde, afirmou que o seu país está munido de uma estratégia forte de transformação digital na região económica da SADC e que, também, se pode partilhar com a CPLP.

Cabo Verde pretende tornar-se um hub de conectividade no Atlântico, ligando vários cabos submarinos que possam vir a potenciar a economia na comunidade (CPLP) e fazer com que os países, com parcos recursos, se tornem gigantes”, avançou.

O chefe da Assessoria Interna de Inclusão Digital das Comunicações no Brasil, Jeferson Nacif, afirmou que, atualmente, se está com 90 por cento da população a usar Banda Larga.

Existem, ainda, outros desafios a atingir e estamos a desenvolver políticas públicas sem deixar ninguém para trás. Essa é a experiência que estamos a apresentar nos encontros técnicos. Estamos, também, a ouvir dos outros pontos focais da comunidade e levar as experiências para implementar no nosso país”, finalizou.