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Sexta-feira, Abril 17, 2026
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Mensagens de voz no WhatsApp vão poder desaparecer automaticamente

O WhatsApp tem estado focado em melhorar a possibilidade de as mensagens poderem desaparecer de forma automática e sem que os utilizadores as tenham de eliminar. Esta é já uma realidade, com a funcionalidade a permitir que seja definida uma hora específica ou ser uma opção de base em todas as conversas.

Do que foi revelado agora, e ainda apenas existe em testes internos do serviço, esta capacidade vai ser alargada e melhorada. Não se limitará apenas às mensagens de texto e irá crescer para uma nova área. Falamos das mensagens de voz, que muitos usam para comunicar.

Do que foi revelado, estas mensagens vão assumir o mesmo comportamento que as imagens e vídeos partilhados já podem ter em situações específicas. Isto irá levar a que estas apenas possam ser ouvidas uma única vez pelos utilizadores.

MAIS: WhatsApp dará mais controlo aos administradores de grupos

Também com acontece com a partilha de imagens e vídeos que só podem ser vistos uma vez, a gravação vai estar limitada. Isto significa que apenas estas não podem ser gravadas no sistema de ficheiros e que também ficam protegidas contra o reenvio para terceiros.

Esta capacidade está já presente na app do WhatsApp, mas ainda limitada na sua utilização. Espera-se que muito em breve seja alargada a todos os que estão a experimentar as versões de testes e assim descobrir e avaliar as novidades que são apresentadas.

Será mais um passo importante para garantir ainda mais privacidade para os utilizadores. Alarga a capacidade de receber mensagens, de cada vez mais tipos, e que assim vão poder ser ouvidas uma única vez, não podendo depois ser partilhadas ou reencaminhadas para terceiros. Resta esperar que rapidamente se torne acessível a todos.

[Vídeo] Confira as principais notícias tecnológicas que marcaram a última semana #57

Hoje é segunda-feira… Dia das “As Melhores da Semana”, aquele vídeo curto que reúne as 5 notícias que tiveram mais engajamento na nossa plataforma, na última semana.

Para essa semana, como é habitual, tivemos várias matérias que receberam um  grande “feedback” da vossa parte, sejam aqui na plataforma bem como na página oficial do MenosFios nas redes sociais.

O artigo que dá conta que as fintechs angolanas estão a mudar os serviços financeiros do país foi um dos tópicos que vocês deram um grande retorno na semana que terminou, pelo que está no nosso Top 5, assim como o lançamento do serviço angolano gratuito de armazenamento de arquivos online, também a figurar nas matérias preferidas dessa mesma semana.

Mas como sempre, não vamos dizer o Top por completo, visto que o vídeo na íntegra já está disponível  no nosso canal oficial do YouTube. Para ver o vídeo é só clicar aqui.

Criação de plataformas web de notícias registam maior faturação face à procura

As empresas que se dedicam à produção/criação de portais digitais passaram a encaixar mais no último ano, face ao eclodir da presente era digital.

Segundo uma reportagem do NOVO JORNAL, à semelhança do que ocorre com qualquer companhia quando o mercado em que opera regista um fluxo de procura considerável, a partir de 2020, os pedidos para a criação de portais web “cresceram muito”, entre pessoas singulares e coletivas, sendo que a criação anda à volta de pouco mais de 500.000 kz (Quinhentos Mil Kwanzas).

Processo legal de registo de uma plataforma web de notícias

Os órgãos de comunicação social on-line passam a ser definidos como empresas no artigo 2 da Lei n. 17/22, que traz alterações à Lei 1/17, ambas Leis de Imprensa. No seu artigo 69., o diploma adverte que o “exercício da atividade de imprensa on-line de rege pela presente Lei e demais legislação aplicável“.

E o artigo 37. da Lei 1/17, que não sofre alteração na Lei 17/22, o que significa que continua válido, determina, no seu ponto 2., que os “proprietários de publicações periódicas (jornais e revistas) não podem iniciar a sua edição, mesmo eletrónica, antes de efetuarem o registo“.

Para o efeito de registo dos websites, de acordo com o artigo 70., aplica-se às empresas eletrónicas o regime estabelecido na lei para as empresas jornalísticas e noticiosas e demais legislação.

Os requisitos previstos para constar do requerimento de registos são o título (a marca), sede da redação, nome do diretor designado e do diretor-adjunto, caso exista, bem como o nome ou designação da entidade proprietário e forma jurídica.

A lei prevê ainda a identificação do domínio, nome do editor, bem como a sua nacionalidade.

Entretanto, de acordo com alguns especialistas em informática, a falta de uma legislação específica, em que se definiria o domínio, bem como as circunstâncias em que as autoridades pudessem restringir a divulgação de determinado website no espaço cibernético angolano, dificultam qualquer ação governamental neste sentido.

FTX falida consegue 500 milhões para reembolsar clientes

A plataforma de criptomoedas FTX, que se declarou falida em novembro e está em processo de obter dinheiro para pagar aos credores, vai conseguir 500 milhões de dólares com a venda da sua carteira de investimentos.

A informação consta de documentos judiciais divulgados na última semana.

A FTX informou o tribunal de falências na quinta-feira que vai vender as suas posições na empresa emergente (‘start-up’) Mysten Labs por 95 milhões de dólares e na quarta-feira chegou a acordo para recuperar 404 milhões de dólares que tinha investido num fundo de investimento.

MAIS: Fundador da FTX acusado de doações ilegais a políticos para proveito próprio

O processo de bancarrota da FTX decorre num tribunal do Estado do Delaware, com a empresa a ser dirigida agora por uma administração nomeada judicialmente e dirigida por John Ray, que já esteve envolvido num caso similar, com a petrolífera Enron.

Estima-se que as perdas dos clientes da FTX possam ascender oas 8 mil milhões de dólares.

Os ativos identificados para compensar os credores rondam os 6, mil milhões.

O cofundador da FTX, Sam Bankman-Fried, enfrenta acusações ligadas a crimes financeiros, pagou uma caução de 250 milhões de dólares e core o risco de ser condenado a décadas de prisão.

Angola defende a criação de legislação digital para combater o mau uso das redes sociais

Angola quer que seja criada uma legislação digital para combater o mau uso das redes sociais, segundo a deputada Idalina Valente.

A diplomata que falava à margem do Fórum das Mulheres Parlamentares, em Manama, capital do Reino do Bahrain, disse que a aprovação de uma legislação adequada evitará ou diminuirá a ocorrência de crimes cibernéticos, com danos irreparáveis na vida das pessoas, das organizações e das instituições.

Adiantou que essa medida não se pretende coartar a liberdade de expressão nem colocar em causa a democracia, mas somente incentivar o uso correto das redes sociais.

Não é o coartar da liberdade de expressão, mas defender os direitos humanos, em particular das mulheres, as mais atingidas pelo mau uso das redes sociais, e a democracia. Queremos ainda evitar os danos que o mau uso das redes digitais provocam às pessoas,  instituições e às organizações“, sublinhou.

No seu discurso, Idalina Valente enalteceu os benefícios das redes sociais quando bem utilizadas, mas reiterando que quando usadas para difamar, caluniar e atacar a personalidade de pessoas podem provocar, entre outros danos, a morte dos ofendidos.

MAIS: Utilizadores continuam a ignorar alertas de conteúdos enganadores em redes sociais

Quanto às questões abordadas no fórum, a deputada frisou que as mulheres continuam a dar mostras de liderança e de resiliência, com ações que contribuem para o bem-estar social e político das comunidades.

De informar que o Fórum das Mulheres Parlamentares realizou-se à margem da 146ª Assembleia Geral da União Interparlamentar, que decorreu até ao dia 15 deste mês.

Durante o evento, os parlamentares analisaram as estratégias da organização nas alterações climáticas, a responsabilização a todos os níveis, bem como a transformação de discursos em ações de combate às alterações climáticas.

Elon Musk tentou tomar controlo da empresa responsável pelo ChatGPT

A OpenAI, a empresa responsável pelo desenvolvimento da ferramenta de Inteligência Artificial (IA) ChatGPT, foi fundada em 2015 por um pequeno grupo que inclui o atual CEO, Sam Altman, e também Elon Musk – o conhecido líder da Tesla, da SpaceX e, mais recente, do Twitter.

Pois bem, de acordo com uma notícia avançada pelo site Semafor, Elon Musk tentou, no começo de 2018, tomar controlo da empresa. Alegadamente, Musk temia que o trabalho da OpenAI pudesse ser ultrapassado pela Google. A proposta de Musk de liderar a OpenAI foi recusada pelos outros fundadores e o empresário acabou por abandonar, no mesmo ano, a tecnológica.

MAIS: Universidade de Cambridge não vai banir a ChatGPT

Na altura Musk citou conflitos de interesses entre a OpenAI e a Tesla, contribuindo com ‘apenas’ 100 milhões de dólares para a empresa quando havia anteriormente prometido um financiamento de mil milhões de dólares.

Entretanto, a OpenAI acabou por receber vários milhões de dólares em financiamento da Microsoft, que implementa a tecnologia de IA da empresa nos seus serviços e produtos.

Angola vai contar com um acervo digital cultural

Angola vai contar com um acervo digital cultural, denominado e-Zomba e que tem como objetivo promover e disponibilizar a riquíssima cultura angolana a nível nacional e internacional.

O projeto inovador será lançado no próximo dia 29 de março, das 19h00 às 21h30, no Anfiteatro Wyza, do Centro Cultural da Fundação Arte e Cultura, na Ilha do Cabo, onde a criação do Acervo Cultural Digital e-Zomba surge por orientação do Ministério da Cultura e Turismo, como órgão de tutela, numa parceria com a Fundação Arte e Cultura.

MAIS: Ministério da Cultura e Turismo lança plataforma digital de emissão de alvarás

Segundo o comunicado oficial, o acervo cultural digital vai adaptar-nos à tecnologia avançada de hoje e expor a cultura angolana a todo o mundo, criando assim interesse pela cultura e acima de tudo tornar as culturas remotas e novas acessíveis ao público em geral.

De informar que o lançamento contará com figuras emblemáticas da cultura angolana, assim como entidades ministeriais e privadas, para testemunhar o ato de arranque da implementação do e-Zomba.

Google libera IA Bard para experiências ao público

A Google lançou esta terça-feira a sua ferramenta de Inteligência Artificial Bard, concorrente do ChatGPT, em acesso público, com o objetivo de melhorar a qualidade das suas respostas graças ao aumento das interações com os utilizadores.

A gigante da tecnologia, detida pelo grupo Alphabet, tinha anunciado no início de fevereiro a criação do Bard, em resposta à chegada, em novembro, do ChatGPT, desenvolvido pela start-up OpenAI em colaboração com a Microsoft.

Capaz de produzir ‘emails’, dissertações ou linhas de código perante um simples pedido, o ChatGPT está a despertar imenso entusiasmo pela inteligência artificial generativa.

O uso do Bard foi inicialmente limitado a “testadores de confiança” antes de ser aberto ao público em geral esta terça-feira.

No entanto, o número de ligações foi restrito e uma lista de espera criada, para gerir a procura.

Atualmente, o acesso só é possível a partir dos Estados Unidos e do Reino Unido.

À medida que as pessoas começarem a utilizar o Bard e a testar as suas capacidades, elas vão-nos surpreender”, sublinhou o líder do Google, Sundar Pichai, numa mensagem dirigida à sua equipa e consultada pela agência France-Presse (AFP).

As coisas vão dar errado. Mas o ‘feedback’ do utilizador é essencial para melhorar o produto e a tecnologia subjacente”, acrescentou.

O líder do grupo californiano tinha sido criticado internamente pelo lançamento precipitado do Bard, para alcançar a Microsoft.

A interface consiste num ‘site’, distinto do motor de busca Google, com um espaço no qual o utilizador pode digitar uma pergunta.

Questionado pela AFP sobre o que o distingue do ChatGPT, Bard respondeu que, ao contrário do seu rival, é “capaz de aceder a informações reais através do mecanismo de busca do Google”.

O ‘chatbot’ [robô de conversação] destacou também que “ainda está em desenvolvimento enquanto o ChatGPT já está disponível para o público em geral”.

Isso significa que estou constantemente a aprender e a melhorar enquanto o ChatGPT certamente permanecerá inalterado”, vincou.

Já os vice-presidentes da Google, Sissie Hsiao e Eli Collins, realçaram numa publicação no ‘site’ do grupo que aprenderam muito a testar o Bard.

MAIS: ChatGPT-4: OpenAI anuncia atualização no modelo de linguagem do aplicativo

“O próximo grande passo para melhorá-lo é obter ‘feedback’ de mais pessoas”, destacaram.

Quanta mais pessoas o utilizarem, melhor serão os grandes modelos de linguagem (LLM, um programa que pode gerar respostas para perguntas formuladas na linguagem quotidiana) em prever respostas que podem ser úteis”, explicaram ainda os dois gestores.

Ao receber dados e conversas escritas, o algoritmo LLM pode determinar com mais precisão a resposta relevante para uma pergunta.

O Bard conta com o LaMDA, modelo de linguagem desenvolvido pelo Google para gerar ‘chatbots’, cuja primeira versão foi lançada pelo grupo de Mountain View (Califórnia) em 2021.

Os dois executivos do Google reconhecem que os LLM “não são perfeitos” e podem “fornecer, de forma segura, informações imprecisas, enganosas ou falsas”.

O Google indica que implementou “salvaguardas” para conter as possibilidades de respostas imprecisas ou inadequadas, em particular a limitação da duração das trocas num diálogo entre Bard e um utilizador.

Desde o lançamento do ChatGPT, vários utilizadores têm procurado levar o ‘chatbot’ ao limite e geraram respostas absurdas, até mesmo preocupantes.

Em entrevista ao The New York Times, Sissie Hsiao e Eli Collins disseram que a Google ainda precisa de determinar um modelo de negócios e uma estratégia para gerar lucros com o Bard.

ONU pede maior educação na era digital para impulsionar a igualdade de género

A educação na era digital para impulsionar a igualdade de género foi um dos temas principais da 67.ª sessão da Comissão sobre o Estatuto da Mulher (CSW67), da Organização das Nações Unidas (ONU), que decorreu no último final-de-semana em Nova Iorque, E.U.A.

Esta declaração de encerramento do maior encontro da ONU sobre igualdade de género pediu “uma participação plena e igualitária de mulheres e meninas no desenvolvimento de tecnologias digitais”.

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De informar ainda que a reunião global promoveu os direitos das mulheres desde 1946 evidenciou ainda a discriminação, o abuso e a misoginia contínuos enfrentados pelo grupo no mundo virtual.

Evento promoveu o acesso digital e abordando questões como limitações à tecnologia, violência online, sub-representação e preconceito de género nas indústrias de tecnologia.

WhatsApp dará mais controlo aos administradores de grupos

O fundador e CEO da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou que será lançada uma atualização para os grupos de WhatsApp que dará mais controlo em relação a quem se pode juntar a um grupo específico.

Ao receber pedidos de utilizadores para se juntarem a um grupo, os administradores responsáveis poderão ver, numa única página, todos os pedidos e decidir rapidamente quem se pode juntar.

MAIS: WhatsApp vai receber novos emojis

Os utilizadores também terão uma maior facilidade em descobrir grupos que têm em comum com outra pessoa, conta o site TechCrunch. Ao pesquisar o nome de um contacto, será possível ver quais os grupos que têm em comum e saber rapidamente interesses semelhantes.