
Segundo apurou o jornal Expansão, a Google tem representação em África através da empresa Accelera Digital Group – ADG que tem a sua sede no Dubai e escritórios no Quénia, Nigéria, África do Sul e Etiópia. E passa também a ter representação em Angola, que, no fundo, fará a ponte entre o País e a multinacional de tecnologia norte-americana.
Não foram avançados investimentos directos no País, mas a organização garante que é o início de uma caminhada que “poderá dar frutos mais lá para frente”.
“A ideia é mostrar a potenciais clientes angolanos e não só, os serviços da Google como soluções de vários problemas que o continente enfrente e como um veículo de aplicação da Inteligência Artificial em diversos sectores da economia”, disse uma fonte ligada ao evento apontando que África, e Angola em particular, tem sofrido vários ataques cibernéticos que poderiam ser solucionados com altos níveis de segurança desenvolvidos pela multinacional norte-americana.
Google lança funcionalidade com IA no Gmail para priorizar e-mails
A apresentação foi feita no âmbito da 17ª edição da Cimeira de Negócios EUA-África, que reuniu mais de 1.500 delegados, entre líderes políticos, empresários e investidores dos dois continentes.
Importa recordar que no final do ano passado, o presidente da Google Europa, Médio Oriente e África, Matt Brittin, anunciou, durante a sua visita à Nigéria e ao Quénia, um investimento de 3,6 milhões USD, que visa melhorar as competências em Inteligência Artificial e ciência de dados através de vários programas, incluindo a formação de jovens educadores.
A Google é uma empresa multinacional de software e serviços online fundada em 1998 na cidade norte-americana de Menlo Park (Califórnia). É a principal subsidiária da Alphabet Inc e é uma das maiores empresas em todo o mundo e vale, actualmente, cerca de 1,9 biliões USD.


A proteção de rede é um conjunto de políticas, práticas e tecnologias projectadas para defender as redes empresariais contra acessos não autorizados, ameaças internas e ataques externos. Esta prática é essencial, pois permite que as empresas controlem quem acessa os seus dados, previne tanto as violações de segurança quanto interrupções operacionais por ataques cibernéticos.
No entanto, imagine um cenário sem estas barreiras: quanto tempo demoraria a descarregar o catálogo completo da Netflix? Graças a uma inovação extraordinária vinda do Japão, a resposta é quase inacreditável: apenas 1 segundo. Esta é a proeza permitida por uma nova ligação recordista, que atingiu a incrível velocidade de 1,02 petabits por segundo (Pb/s).
A intenção foi avançada pela responsável de licenciamento e regularização da 
O estudo, intitulado “State of Ransomware 2025”, baseia-se num inquérito a 3.400 líderes de TI e cibersegurança e revela uma complexa realidade sobre o impacto financeiro e operacional destes incidentes.
A iniciativa decorreu na última quinta-feira, 19 de junho, no ZAP Cinemas no Shopping Avennida Morro Bento, e permitiu partilhar boas práticas e estratégias para o combate aos crimes desta natureza.
Os Ministros relevantes, agências reguladoras nacionais, decisores políticos e peritos reuniram-se recentemente em Mbabane, Eswatini, para um workshop em que participaram delegações de organizações internacionais, como a União Internacional das Telecomunicações.

