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Terça-feira, Abril 21, 2026
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França multa Google em 220 milhões de euros por publicidade online

A agência reguladora para a concorrência na França anunciou uma multa de 220 milhões de euros (267,37 milhões de dólares) contra o Google por considerar a empresa culpada de favorecer os seus próprios serviços no sector de publicidade online, um novo golpe na Europa contra os gigantes americanos de tecnologia.

No centro da questão está a posição dominante que a Google tem nos servidores de anúncios para editores de sites e aplicações móveis, que lhe permitiu dar tratamento preferencial às suas próprias tecnologias com a marca Google Ad Manager.

Isto beneficiou, em detrimento dos seus concorrentes, tanto o funcionamento do seu servidor de anúncios DPF através do qual os editores oferecem os seus espaços publicitários para venda, como a plataforma AdX que organiza o leilão daqueles espaços.

Google “não questionou os factos” e a multa foi decidida no âmbito de um procedimento de acordo amistoso com os três meios de comunicação (News Corp, o jornal francês Le Figaro e o grupo Rossel da Bélgica) que o acusaram de ter monopolizado a venda de publicidade on-line. Le Figaro se retirou depois.

A Google limitou a atractividade de outros servidores de publicidade, o que lhe permitiu “aumentar significativamente a sua quota de mercado e as receitas, que já por si são muito elevadas”, observou o regulador. Alphabet, a matriz do Google, teve um volume de negócios de 55,31 bilhões de dólares no primeiro trimestre de 2021, na sua maioria graças à publicidade online.

Angola Telecom continua a deter a licença de terceiro operador móvel

A Angola Telecom continua a deter a licença de terceiro operador de telefonia móvel, segundo o António de Sousa o director Nacional de Informação e Comunicação Institucional do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS).

António de Sousa avançou que: “Não mudou nada. A Angola Telecom tem uma licença de Título Global Unificado (TGU) que pode ser utilizada quando ela entender”. Segundo António de Sousa, não há recuo tácito naquela empresa pública, mas o que está a ocorrer “é um processo que não se realizará neste momento como inicialmente havia sido proposto”, sem, contudo, avançar mais pormenores.

Num despacho presidencial, datado de 04 de Novembro de 2019, o Executivo autorizara “excepcionalmente” a subconcessão do serviço móvel da Angola Telecom, à empresa Angorascom Telecomunicações S.A. O documento não explicitava as razões para a autorização “excepcional” da subconcessão do serviço móvel da Angola Telecom, referindo-se apenas, na altura, à necessidade de “garantir a promoção da concorrência na oferta de redes e serviços de comunicações electrónicas em todo o território nacional”.

Numa entrevista, recentemente, ao Jornal de angola, o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem, considerou a “saúde financeira” da Angola Telecom como não estando boa, apontando vários factores que concorreram para tal. “Existem vários factores que concorreram para que chagássemos à essa situação que se vive hoje naquela empresa pública. Uma delas pode ter sido a gestão que foi feita nos últimos anos. Também podemos considerar que, apesar de ter acompanhado o desenvolvimento tecnológico, muitos dos investimentos feitos foram mal orientados na sua implementação”.

Manuel Homem deixou ainda claro que a Angola Telecom não consta da lista de empresas públicas abrangidas pelo Programa de Privatizações (PROPRIV) para ser alienada.

A Angola Telecom apresentou-se como a empresa pública do sector das Telecomunicações que mais prejuízo teve, com cerca do 97% do total de prejuízos registados em 2019. Naquele período os resultados líquidos da instituição registaram um aumento negativo na ordem de 18%, ao sair dos 35 mil milhões Kz, em 2018 para 41,2 mil milhões Kz em 2019, tendo como princimados em 15,70%, outros custos e perdas operacionais em 62,42% e os resultados financeiros orçados em 89,35%, face ao período de 2018.

Africell recebe financiamento para reforçar serviços em África

A Africell, empresa que ganhou o concurso para a quarta operadora móvel em Angola, recebeu um financiamento adicional de 105 milhões de dólares com vista ao reforço das suas operações em África.

Num comunicado, a operadora revela que este empréstimo junta-se a um outro de 100 milhões de dólares cedido pela Development Finance Corporation (DFC), entidade do Governo dos EUA, em 2019 e renegociado em Maio último. Em conjunto, estes dois empréstimos têm como objectivo apoiar os planos de crescimento da Africell em África, designadamente o início da operação em Angola previsto para o final deste ano, e tornar sustentável a sua estratégia de longo prazo.O presidente e CEO da Africell, Ziad Dalloul, revela que o empréstimo representa um “compromisso” renovado de longo prazo da empresa com um grupo de parceiros financeiros internacionais estratégicos. O gestor disse que o consórcio é composto por instituições financeiras mundialmente reconhecidas e com um histórico relevante de investimentos em mercados emergentes.

“Alguns são parceiros de sempre da Africell, outros estão a apoiar-nos pela primeira vez, facto que evidencia a robustez das nossas operações. Com este empréstimo o nosso Grupo garante a sua estratégia de longo prazo para África, designadamente o crescimento das nossas operações e a concretização dos objectivos comerciais que estabelecemos para cada um dos mercados em que já estamos presentes. A operação em Angola, que esperamos iniciar antes do final de 2021, irá igualmente beneficiar do financiamento agora atribuído ao Grupo Africell”, indica.

Por outro lado, o CEO da Gemcorp, Atanas Bostandjiev,  sublinha que “a Gemcorp está satisfeita por ter contribuído para o financiamento das operações da Africell em África, sobretudo porque o mesmo se materializa num momento crucial da sua história. Este é o terceiro financiamento que atribuímos à Africell “.

A  Africell ganhou o concurso público internacional para a quarta licença universal de comunicações móveis em Angola, lançado pelo Governo com o objectivo de reformar o sector e de contribuir para o maior desenvolvimento da sua economia.

Em África, a Africell conta com mais de 12 milhões de clientes, em países como a Serra Leoa, Uganda, República Democrática do Congo e Gâmbia.

Joe Biden bloqueia investimentos para a Huawei nos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou nesta sexta-feira (04/06), uma ordem executiva que mantém a Huawei na lista de restrições comerciais dos Estados Unidos, e expandiu para 59 o número de empresas de origens chinesas que estão impedidas de receber apoio de empresas ou investidores norte-americanos.Esta medida, que está a ser recebida com fúria em Pequim, surge, segundo o governo, como uma expansão da lei criada pelo governo anterior, mas que apresentava algumas falhas. O Departamento do Tesouro aplicará e actualizará numa “base contínua” a nova lista de cerca de 59 empresas, que proíbe a compra ou venda de títulos negociados publicamente em empresas-alvo, e que substitui uma lista anterior do Departamento de Defesa.

Acho que o uso de tecnologia de vigilância chinesa fora da República Popular da China e o desenvolvimento ou uso de tecnologia de vigilância chinesa para facilitar a repressão ou abusos graves dos direitos humanos constituem ameaças incomuns e extraordinárias

Esse novo capítulo do confronto entre as duas super-potências é um dos golpes mais fortes em diversas empresas asiáticas, dentre elas a Huawei, que ainda era uma dúvida sobre como o governo trataria a gigante chinesa. As novas sanções entrarão em vigor a partir do dia 02 de agosto e tem como alvo as empresas que têm suspeitas de ligações com o Partido Comunista Chinês.

Na lista, destaca-se ainda outras empresas de tecnologias, como a HiVision — uma das maiores fornecedoras de sistemas de vigilância do mundo — e a fabricante de semicondutores SMIC.

Em relação ao bloqueio à HiVision, Joe Biden destaca, ainda, a suposta atuação da empresa em casos de repressão contra uigures (povo de origem turcomena) e as violações aos direitos humanos: “Acho que o uso da tecnologia de vigilância chinesa fora da RPC (República Popular da China) e o desenvolvimento ou uso da tecnologia de vigilância chinesa para facilitar a repressão ou graves violações dos direitos humanos constituem ameaças incomuns e extraordinárias.”

Samsung lança serviço de conserto porta a porta na África do Sul

A Samsung lançou um serviço de reparo “porta a porta” na África do Sul como parte de um esforço para facilitar a reparação dos smartphones (e outros dispositivos) dos seus clientes e “fornecer outra opção para visitar um centro de atendimento ao cliente”.A Samsung se refere ao serviço como “contínuo” e se aplica a qualquer pessoa num raio de 40 km de uma central de atendimento ao cliente. Este novo serviço é outra inovação no mundo da tecnologia conveniente, uma perspectiva bem-vinda para qualquer pessoa que trabalhe em casa e tenha dificuldade em encontrar tempo para levar os seus dispositivos para conserto.

“Muitas pessoas nem sempre têm tempo para dirigir até um centro de atendimento ao cliente – especialmente quando fazem malabarismos com os seus compromissos de casa e trabalho”, diz um comunicado oficial da empresa.

Como funciona:

  • Depois de selecionar o serviço, a Samsung organizará um horário de coleta.
  • O custo de retirada e devolução do smartphone é de USD 24,07.
  • O dispositivo será retirado e usuário poderá acompanhar o andamento da reparação.
  • O usuário será notificado quando a reparação for concluída.
  • Um prazo de entrega será combinado com o usuário. Os custos adicionais podem ser incorridos se o tempo pré-combinado for perdido.
  • Devido aos regulamentos da COVID, o produto será higienizado e embalado antes de ser entregue ao cliente.

Como Samsung, estamos continuamente a buscar as novas maneiras de tornar a vida mais fácil. Portanto, ouvimos as necessidades de nossos clientes e criamos um serviço pioneiro no país ”, afirma David Moncur, líder interino de comércio electrónico da Samsung South Africa.

WhatsApp vai permitir que usuários conectem 4 dispositivos em uma mesma conta

A opção de conectar a sua conta do WhatsApp em mais de um aparelho ao mesmo tempo já é mencionada há vários meses em rumores de futuras melhorias para um dos aplicativos mais utilizados no mundo. Porém, agora é oficial: Mark Zuckerberg e Will Cathcart confirmaram essa funcionalidade nas futuras actualizações do WhatsApp.

Como já aconteceu anteriormente com outras funções, os primeiros que receberão essa novidade serão os usuários do programa beta. A versão de iPad do app também receberá essa nova possibilidade. Até 4 equipamentos simultâneos poderão ser utilizados. Essa função já estava presente em alguns concorrentes, como o Telegram.

Ainda não tem uma previsão para quando o recurso será anunciado, mas não deve demorar muito, segundo a análise do WABetaInfo. O acesso simultâneo em até quatro aparelhos vai chegar inicialmente para os testadores beta do aplicativo no Android e iOS, permite que utilizem a sua conta em outro dispositivo, independente do sistema, e também em computadores e tablets. 

Zuckerberg também confirmou mais duas funções que estão à caminho do app. Entre elas, está o modo que faz as conversas desaparecerem automaticamente, revelado em meados de maio. E a opção para visualizar fotos e vídeos somente uma vez também está no forno. Na conversa, o executivo afirmou que as novidades deixarão as mensagens do serviço “ainda mais privadas e seguras”.

Governo da Nigéria anuncia suspensão do Twitter por tempo indeterminado

O governo da Nigéria anunciou num comunicado nesta sexta-feira (4) que suspendeu as actividades do Twitter no país, o mais populoso de África, dois dias após a rede social suprimir um tweet do presidente Muhammadu Buhari.

O comunicado, que foi postado no Twitter oficial do ministério da Informação na noite de sexta-feira, acusou a empresa americana de mídia social de permitir que a plataforma fosse usada “para atividades capazes de minar a existência corporativa da Nigéria”.

O comentário do Presidente Buhari referia-se aos defensores da independência de Biafra, a quem disse que o Governo “os trataria na linguagem que eles entendem”. O ministro da Informação, Lai Mohammed, justificou a decisão com o facto de, segundo ele, a plataforma estar a ser usada “para actividades que podem minar a existência integral da Nigéria”.

A Nigéria é a maior democracia de África, mas o governo frequentemente recebe acusações de organizações de direitos humanos. Em novembro de 2019, o Executivo aplicou medidas mais rígidas para regulamentar a mídia e combater a desinformação nas redes sociais, o que foi percebido pela sociedade civil como uma restrição à liberdade de expressão.

Smartphones da Huawei deixam de ter Android automaticamente

A gigante de telecomunicações chinesa Huawei, ameaçada de perder seu acesso ao Android devido às sanções dos Estados Unidos da América, apresentou no dia 09/08/2019, o seu novo sistema operativo para os seus equipamentos, mas não estava delineado até quando o mesmo estaria disponível para os dispositivos da empresa.

A Huawei anunciou que o seu sistema operativo denominado “HarmonyOS” chegará aos smartphones por meio de uma actualização futura. O CEO de negócios de consumo da Huawei, Richard Yu, disse que a empresa vai actualizar cerca de 100 de seus dispositivos globalmente para o novo sistema operativo, que também inclui tablets como o MatePad Pro.

Em teoria, é uma grande mudança em relação aos telefones anteriores, que rodavam a versão de código aberto do Android com os próprios serviços da Huawei substituindo o software do Google que não foi possível incluir em novos dispositivos como resultado das sanções americanas.

Quando é que o sistema operativo estará disponível?

O HarmonyOS chegará inicialmente aos topos de gama recentes, como o Mate 40, P40 e as séries Mate 30, antes de lançar mais dispositivos no final do ano. Telefones mais antigos como o Mate 9, Mate 10, P20 e P10 receberão a atualização no primeiro semestre do próximo ano, diz a empresa.

A empresa anuncia que o HarmonyOS permite que seus telefones ofereçam conectividade mais contínua em diferentes dispositivos, incluindo emparelhamento mais fácil com fones de ouvido e alto-falantes compatíveis por meio de uma interface de arrastar e soltar. Também há suporte aprimorado para widgets de tela inicial, diz a Huawei, que têm uma aparência semelhante ao que vimos com o iOS 14 da Apple no ano passado .

Artistas e Autores angolanos já podem ganhar com Tik Tok, Spotify, Apple Music e Netflix

Hoje em dia uma das preocupações dos autores e artistas angolanos era saber como ter os rendimentos por intermédio das plataformas de streaming, uma coisa que já acontece com naturalidade em alguns países africanos, bem como nas Europas e Américas. Mas agora os Autores, compositores e artistas angolanos já podem passar a receber rendimentos autorais das plataformas Tik Tok, Netflix, Spotify, Apple Music e BoomPlay.

A conquista poderá, mais tarde, abranger obras de autores nacionais executadas publicamente no Facebook, Instagram, Deezer, Triller, Audiomack ou Youtube e insere-se no âmbito da reestruturação do Sistema Nacional dos Direitos do Autor e Conexos, com vista a criação da indústria musical angolana. A monetização dos direitos autorais para compositores, artistas, autores e publishers angolanos resulta de um acordo rubricado no mês de Maio entre a SADIA e as respetivas plataformas digitais de streaming.

Quando é que que entra em vigor?

A iniciativa, que entra em vigor a partir de Agosto deste ano, começou a ser negociada em Fevereiro último, mas não é tudo, a entidade angolana gestora dos direitos autorais assinou também um protocolo com o programa Hub Digital africana capasso, um programa  que cobre 58 territórios africanos, para o incentivo e respeitos pelos criadores africanos, no que concerne ao uso das obras no sistema digital e combate à pirataria digital.

Segundo Lucioval Gama, As negociações tiveram uma duração de três meses. Não tivemos grandes dificuldades na negociação. Felizmente, as companhias internacionais sabem da importância do pagamento dos direitos autorais; respeitam e valorizam muito o autor, criador e os artistas do nosso território e não só ; sabem que os autores e artistas são a base da sustentabilidade dos seus negócios. A par disso, a SADIA está ainda a negociar com outras plataformas que fazem execução de obras no país, entre os quais Facebook, Instagram, Deezer, Triiler, Audiomack, Youtube, para o pagamento dos direitos autorais mecânicos e de execução pública de obras angolanas.Estas negociações correm a bom ritmo e já estão em fase final. Os resultados serão anunciados em breve. “Acreditamos que nos próximos meses, vamos ter novidades para os nossos autores e artistas”, adiantou aquele responsável.

Enquanto isso, a SADIA está também em conversações com outras grandes plataformas de streaming que operam em  África e em mais territórios, para que estas tenham representatividade física em Angola e implementem um sistema de pagamentos de acordo com a realidade do nosso país. Informou igualmente à Carga que tem potencializado algumas distribuidoras, com tecnologia e conhecimentos técnicos para se tornarem distribuidores diretos, porque entendem que a intermediação indireta é um perigo e diminui, significativamente, as receitas digitais dos artistas e desacelera a pirataria musical.

Portugal inaugura cabo submarino que liga a Europa à América do Sul

A presidência portuguesa do Conselho da União Europeia (UE) inaugura na terça-feira (02/06), em Sines, o cabo óptico submarino EllaLink, que liga a Europa à América do Sul e que será “essencial” para a interconexão digital dos continentes.

Com mais de 6 mil quilômetros de fibra óptica, a nova tecnologia proporcionará a estrutura capaz de suportar o volume de dados gerados pelas redes 5G e acelerará a troca direta de informações entre a América do Sul e a Europa. Actualmente, as informações que saem do Brasil precisam passar primeiro pelos Estados Unidos.

O EllaLink, que constitui a primeira ligação direta de alta velocidade por cabo submarino entre a Europa e a América do Sul, é considerado pela presidência portuguesa “uma infraestrutura essencial para a interconexão digital e a transmissão de dados entre os dois continentes”.

A nova estrutura proporcionará tráfego de dados de 72 Terabits por segundo e latência (tempo entre comando e resposta) de 60 milissegundos. O contrato para utilização do cabo terá durabilidade de 25 anos. A instalação dos cabos faz parte do programa Bella – rede europeia e latino-americana de pesquisa e educação.

De acordo com uma nota divulgada pelo ministério brasileiro da Ciência, Tecnologia e Inovações, a empresa Ellalink, proprietária e operadora dos serviços da fibra, investiu cerca de 150 milhões de euros, enquanto o a Comissão Europeia contribuiu com cerca de 25 milhões de euros. Para o Brasil, o processo de instalação do cabo custou cerca de 8,9 milhões de euros.

O equipamento deve conectar Fortaleza, no Brasil, com Sines, em Portugal, com passagens ainda pela Guiana Francesa, Ilha da Madeira, Ilhas Canárias e Cabo Verde. Uma das principais vantagens do cabo, apontada pelo ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações do Brasil, é o facto das informações não precisarem passar pelos Estados Unidos para chegarem na Europa, como ocorre actualmente com a maior parte das transmissões.