Conectividade móvel: 4G assume a liderança em 2019

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Quota das tecnologias móveis até 2025

A GSMA representa os interesses dos operadores de redes móveis no mundo inteiro, unindo aproximadamente 800 operadores com mais de 300 companhias no mais amplo ecossistema de redes móveis, incluindo fabricantes de dispositivos móveis, companhias de software, provedores e outros membros da indústria móvel. A GSMA é conhecida por organizar grandes eventos como o Mobile World Congress. Fruto dessas ligações, o GSMA tem dados privilegiados do mercado móvel. De tempos em tempos a organização disponibiliza relatórios indicando o estado das tecnologias móveis e as previsões para os próximos anos.

4G assume o comando

Em 2019, 4G se tornará o líder a nível de tecnologia de redes móveis  em todo o mundo, contando com um número de conexões que ultrapassará os 3 bilhões. Uma importante marco para a indústria móvel, cerca de 10 anos desde o lançamento dos serviços 4G comerciais. Enquanto isso, a indústria móvel continua a progredir com o 5G, incluindo ensaios bem sucedidos em todo o mundo e a aprovação novas especificações de rádio em Dezembro de 2017.

Um número de lançamentos comerciais móveis 5G são esperados nos próximos três anos na América do Norte e principais mercados da Ásia e a Europa. China, EUA e Japão serão os principais países a nível de conexões 5G em 2025, enquanto a Europa como um todo continuará a progredir com implantações 5G. No total, estas quatro economias serão responsáveis ​​por mais de 70% das 1,2 bilhões de conexões 5G esperadas a nível global até o final deste período.

Até 2025, dois terços das conexões móveis (excluindo o celular IoT) em todo o mundo vão operar em redes de alta velocidade, com 4G representando 53% do total de SIMs móveis e 5G a 14%.

4G na África Subsariana

A GSMA prevê que em 2015 a adopção do 4G na África Subsariana atinja os 29%, ou seja, um aumento de 4% ao ano.

Companhias como Unitel, Movicel e Netone têm estado a expandir as suas redes 4G em Angola, corroborando com os dados previstos no relatório.

Fica claro que o futuro da conectividade móvel passará pelo 4G e mais futuramente para o 5G. Será que as operadoras angolanas estão prontas para este desafio?