Investimentos na investigação em Angola não atingem objectivos africanos de 1% do PIB

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As despesas com a investigação e desenvolvimento em Angola estão entre as mais baixas do mundo e não atingem o objectivo africano de 1%, segundo o relatório “Estudo sobre Inovação e Empreendedorismo em Angola”.

A investigação da autoria do Escritório das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), em parceria com o o Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), mostrou ainda que o sistema de inovação no país “se encontra numa fase embrionária”.

Para aliviar o baixo orçamento dado a investigação e desenvolvimento, o “Executivo angolano fez um investimento de 100 milhões de dólares  em Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI) ao longo de cinco anos, parcialmente financiado por um empréstimo do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD)”.

No entanto, é necessário muito mais. Por conseguinte, o Governo deveria aumentar o orçamento atribuído à investigação e desenvolvimento para cumprir o objectivo afriacno de 1% do PIB para investigação e desenvolvimento”, pode ler-se no estudo.

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Segundo ainda os prelectores do relatório, o orçamento do orçamento ao sector “promoverá a criação de uma massa crítica de investigação suficiente para apoiar as prioridades de fabrico e desenvolvimento produtivo estabelecidas e para progredir no sentido dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável”, finaliza.

De informar que o Governo Angolano “esta a fazer esforços” de modo a elevar a capacidade científica do Sistema Nacional de Inovação (SNI), embora que para isso o ministério em questão “deveria aumentar o financiamento à ciência em geral parea evitar ficar atrás do desempenho global, além de melhirar a sua estrutura organizacional no ensino superior”.

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