“Tech Trend”s: Automação, Cybersegurança e BNA em destaque nessa 13° edição

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A automação, o “abraço” do BNA as tecnologias e a cybersegurança no país foram os tópicos que estiveram em destaque na 13° edição do “Tech Trend”s, evento realizado pela consultora internacional Deloitte, e que fazer uma análise das tendências tecnológicas que, na visão dos especialistas vão influenciar as empresas e os negócios nesses próximos tempos.

Sobre a automação, o evento realizado na última semana, abordou como os profissionais angolanos se possam focar em actividades de maior valor, dando realce a várias tendências mundiais, como a Cloud vertical, o Blockchain e a tecnologia que se torna cada vez mais física, exemplificando os drones autónomos e máquinas com grande nível de automação nos hospitais.

Ainda sobre esse assunto, os painelistas presentes consideraram as suas previsões para o futuro da automação tecnológica, no qual os homens vão estar cada vez mais ligados as tecnologias, seja por telemóvel, seja por um eletrodoméstico inteligente ou por outra coisa qualquer, mas ao mesmo tempo, a tecnologia terá de ser o menos notada possível.

O Banco Nacional de Angola (BNA) foi uma das instituições com maior destaque nessa 13° edição, onde informou sobre os seus planos com o Blockchain, e o informando como a tecnologia mostrou-se eficaz para o Banco Central nacional em tempos de Covid-19.

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Um outro assunto que esteve também em fórum nesse reunião de inúmeros especialistas foi sobre a cybersegurança nacional, onde foi uníssono que ela não é apenas custo para as empresas, mas também uma fonte de retorno, ainda que não financeira.

Essa 13° edição do “Tech Trend”s deu para trazer exemplo de várias situações nos EUA em que os empreendimentos já são avaliados, quando vão pedir um crédito, por exemplo, pelo rating de Cyber Segurança.

Convidados presentes destacaram a necessidade de evolução contínua já que os “ataques” estão cada vez mais difíceis de serem detectados porque os que atacam também se aproveitam da inteligência artificial, por isso é importante que as empresas prestem atenção aos 3V’s, nomeadamente, volume de dados, velocidade que se acede aos mesmos e a variabilidade dos dados.

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