Transacções com Dinheiro móvel da MTN no Uganda caem cerca de 50%

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MTN

A operadora que está na corrida para a 4ª licença global de Telecomunicações em Angola, viu os volumes diários de transacções do seu dinheiro móvel a reduzirem a cerca de 50%.

Falando nos bastidores do lançamento do MTN MoMoPay, um sistema de pagamento de solução móvel em Kampala no fim de semana, Elsa Muzzolini, gerente geral de dinheiro móvel da MTN, garantiu que o imposto de 1% sobre o dinheiro móvel, adicionado pelo governo do Uganda, afectou os negócios e provavelmente terá mais impacto.

A mesma avançou ainda dizendo que, “antes do imposto ser introduzido, nós costumávamos transferir valores avultados diariamente. Mas agora reduziu bastante, acrescentando: “ Isso é realmente uma má notícia para a empresa e para a economia como um todo ”.

O imposto desacelerou o fluxo de dinheiro através do dinheiro móvel, especialmente em relação a grandes transacções. O imposto sobre o dinheiro móvel de 1% está actualmente em revisão no Parlamento.

A sociedade civil e várias partes interessadas aconselharam o governo a suspender este imposto, mesmo quando o governo indicou que o imposto veio para ficar.

O que governo local tem ganho com isso?

A Autoridade Tributária do Uganda havia inicialmente orientado as telecomunicações a cobrar um imposto de 1% sobre todas as transacções com dinheiro móvel. No entanto, isso foi revertido e o imposto, que ainda está em 1%, até que o Parlamento forneça uma revisão, actualmente se aplica apenas aos saques.

Muzzolini disse ainda que, embora tenham sido os mais afectados, a receita para o governo diminuiu de 50% para 30% devido à redução de lucros, já que a maioria das pessoas abandonou o dinheiro móvel, com alguns optando por bancos e movimento físico de dinheiro.

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