Durante dois dias, a cimeira reúne startups, investidores e líderes do ecossistema tecnológico africano em sessões de pitches e painéis dedicados à aceleração do sector tecnológico no continente.
O evento em Nairobi faz parte de uma série de seis cimeiras regionais em quatro regiões de África, todas a preparar terreno para o AfricArena Grand Summit anual, marcado para a Cidade do Cabo em Dezembro de 2026.
Fintech em destaque no primeiro dia
A jornada inaugural centra-se no fintech e os números justificam a escolha. Mais de 83% dos adultos quenianos têm hoje acesso a serviços financeiros. O sector deverá ultrapassar os 14 mil milhões de dólares até 2028, segundo dados da própria cimeira, o que faz do Quénia um mercado incontornável para fundadores e investidores.
A mudança na governança da IA redefine o sector financeiro africano
Segundo dia com foco nas tecnologias climáticas
No segundo dia, o destaque vai para o clima. Em 2024, as startups climáticas quenianas angariaram mais de 325 milhões de dólares quase metade do financiamento total obtido por startups no país nesse ano.
O Quénia consolida-se como polo de inovação verde nas áreas da mobilidade eléctrica, energia solar e agricultura sustentável. A rede energética nacional é composta por cerca de 90% de fontes renováveis, de acordo com a AfricArena.






