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Apple poderá baixar o preço dos iPhones

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No último trimestre as vendas dos iPhones caíram 16% , o que fez a Apple perder o mercado para dispositivos Android em quase todo o mundo. Segundo alguns analistas do mercado, a tendência é que as vendas do iPhone caiam ainda mais ao longo do ano. Portanto durante uma entrevista em uma televisão indiana o CEO da maçã garantiu que possivelmente os preços podem baixar.

Segundo Tim Cook (CEO da Apple), “Eu reconheço que os preços são elevados. Queremos fazer os preços mais baixo do mercado ao longo do tempo na medida do possível”. O mesmo garante ainda que a nova realidade de mercado pode fazer a sua empresa repensar sua filosofia para buscar mais competitividade, em outras palavras isso significa que a empresa poderá baixar os preços dos iPhones.

De lembrar quem em Angola o iPhones chegam a preços mais elevados em relação a  outros países. Um exemplo vivo é o preço actual do iPhone 6 Plus que podemos encontrar actualmente em algumas lojas por 330.000 Kz o equivalente a 1980 USD, ao câmbio actual do Banco Nacional de Angola.

Veja a entrevista do CEO da Apple:

Será que a Apple vai mesmo baixar os preços?

Será que a Motorola ressuscitará o V3?

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Discreto, funcional e de bom gosto, este era o Motorola V3 que há 9 anos fazia a cabeça das pessoas. Particularmente, o que mais me encantava naquele aparelho era a sua praticidade. Sim, fui uma das que cedeu à febre Motorola na altura.

Quase uma década se passou, muita coisa mudou como, por exemplo, o gosto dos consumidores. O mercado rendeu-se à comodidade dos touchscreens, no entanto, não obstante a tamanha evolução a Motorola resolveu voltar ao passado e trazer de volta o que há anos, a colocava como preferida dentre os demais. O seu queridinho V3.

No seu evento marcado para dia 9 de Junho do corrente ano, esperemos por um aparelho totalmente diferente do que estamos habituados, conforme foi apresentado no vídeo publicitário. Somos levados para uma época em que os telemóveis “abre e fecha” eram tendência e a nostalgia bate à nossa porta.

Por agora, não se tem informação sobre o nome do dispositivo e nem se o seu design, de facto, se manterá. Só nos resta esperar, assistindo o vídeo e lembrando dos velhos tempos.

[su_youtube url=”https://www.youtube.com/watch?v=ojzCYgli1t0″ width=”840″]https://youtu.be/ZkZayRyeMTA[/su_youtube]

Angosat 1: Satélite angolano cobrirá toda África

Angosat 1O ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, José Carvalho da Rocha, reafirmou na conferência de imprensa, no Grecima que o Estado angolano tem como prioridade no sector a entrada em funcionamento do satélite Angosat 1.

O nosso satélite terá um potencial de cobertura em telecomunicações de toda África e parte da Europa. O lançamento em órbita do satélite Angosat 1, previsto para 2017 e não está comprometido pela crise financeira que o país atravessa, reafirmou o Ministro. Disse ainda que o sector trabalha por cima deste momento de crise e tem tomado medidas para cumprir as obrigações necessárias para o cumprimento deste objectivo.

José Carvalho da Rocha fez uma chamada de atenção que a entrada em funcionamento do satélite angolano poderá alterar os currículos academicos no país, pois obrigará as instituições a apostar na formação neste sector. E para os empresários deixou a mensagem de que apesar da crise trata-se de um momento de oportunidade, que podem tirar inúmeros benefícios do sector das telecomunicações e tecnologias de informação.

As 18 provinciais de Angola já estão ligadas por fibra óptica

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O Ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, José Carvalho da Rocha, revelou na passada conferencia de imprensa realizada no Gabinete de Revitalização e Execução da Comunicação Institucional e Marketing da Administração (GRECIMA) em Luanda, que 20 mil quilómetros de cabo de fibra óptica já foram instalados em Angola o que resultou na ligação das 18 capitais provinciais do país.

Referiu ainda que o sector vai continuar a trabalhar para melhorar as estruturas de rede e continuar a criar estratégias de modo a que cada vez mais cidadãos possam ter acesso às tecnologias de informação e comunicação.

É importante que estejamos atentos já que estes desafios devem ser tidos por todos como oportunidades de negócios aproveitando as infra-estruturas que agora já existem e as que hão de vir, referindo-se ao satélite Angosat 1.

O Ministro falou ainda sobre o cabo de fibra ótica entre o Sangano (Luanda) e Brasil que visará garantir melhor taxação dos custos de telefonia móvel e internet.

Zap vence a Feira Internacional de Benguela 2016

ZAP

A Zap teve na Feira Internacional de Benguela (FIB), que decorreu de 17 a 22 deste mês no estádio nacional de Ombaka, a classificação de melhor participação na FIB 2016, segundo o júri da direcção da Eventos Arena. O Presidente do Conselho de Administração da Eventos Arena, Bruno Albernaz, agradeceu o esforço das empresas que se fizeram presentes,  como gesto e visão económica, apesar da crise e frisou:

Vamos começar já a preparar a sétima edição para juntos proporcionarmos um excelente aniversário dos 400 anos da cidade de Benguela”

Por seu lado, o vice-governador para o sector económico de Benguela, Gika da Conceição Morais, referiu que a FIB é uma montra da província e “porta económica”, que se abre para Angola e o mundo.

No evento foram ainda distinguidas as seguintes empresas:

  • Banca e serviços: Banco Keve
  • Sector do comércio: Protel
  • Sector de serviços de telecomunicações: Unitel
  • Sector agro-pecuário: Dispec
  • Sector de máquinas e equipamentos: Fabrimetal
  • Sector da construção civil e obras públicas: Cimenfort
  • Melhor participação nacional: Cervejeira Castel
  • Melhor participação: Zap

Destacar a Zap e a Unitel como empresas de tecnologia que levaram prémios nesta que foi a 6ª edição da FIB e contou com a participação de cerca 130 empresas directas e indirectas, num total de 10 mil metros quadrados de área de exposição, contemplando os sectores da alimentação e bebidas, serviços, banca, seguros, tecnologia e a indústria. A FIB é um evento multi-sectorial, organizada pela Eventos Arena e com o patrocínio do Governo Provincial de Benguela. Tem como principal objectivo promover e fortalecer o potencial económico da Região Sul de Angola.

Conheça o “Project Tango” da Google

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A Google não pára de surpreender, desta vez surge com o “Project Tango” uma tecnologia que dá a um dispositivo móvel a capacidade de navegar o mundo físico semelhante à forma como fazemos como seres humanos. O Project Tango traz um novo tipo de percepção espacial para a plataforma dos dispositivos Android, utilizando câmaras e sensores em dispositivos móveis para rastreamento de movimento e percepção de profundidade.

O Project Tango poderá ainda ser utilizado em realidade virtual e aplicações de realidade aumentada, o que lhe permite ver o mundo ao seu redor de uma forma ampla, bem como outros jogadores são ao mesmo tempo, permite ainda ver camadas de um ambiente virtual com objectos reais. Se tudo correr como planeado a Google está planeando uma grande expansão da tecnologia para este ano. A empresa “em última análise, quer fazer com que este projecto seja omnipresente”.

Umas das grandes no mundo da tecnologia que já aderiu o Project Tango é a Lenovo, que pretende lançar um smartphone com a tecnologia deste projecto para verão de 2016, e pelo que indica este smartphone será apresentado no Tech World em 9 de Junho.

Veja o que está a ser feito:

 

Google e IMAX vão trazer a realidade virtual aos cinemas

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O evento I/O 2016 da Google que terminou no dia 20 de Maio do ano corrente, com várias novidades divulgadas. No segundo dia, a Google garantiu que pretende fazer uma plataforma de 360 graus capaz de capturar vídeos de realidade virtual em uma boa qualidade suficiente para ser aceitável em cinemas.

A Google lançou o ecossistema denominado “Jump” para a produção de filmes de realidade virtual, bem como uma disposição da câmara de 360 graus feita a partir de 16 câmeras de acção da GoPro.  A filmagem VR será compilado a partir das câmaras individuais usando a tecnologia back-end, e um software de processamento baseado em nuvem da Jump. Agora a Google está a trabalhar com o IMAX para fazer uma versão de cinema especificamente para realidade virtual.

Segundo alguns rumores, é que a famosa “Hollywood” já esta está interessada no ecossistema Jump. A Google já fez uma parceria com IMAX em um cinema de qualidade de equipamento de câmara 3D. Resta ainda lembrar que a IMAX é conhecida por produzir vídeos e aúdios envolventes, isso fez com que a IMAX aderisse a ideia de emparelhar a sua experiência em design de câmara, óptica e sensores com o ecossistema Jump.

Resta ainda salientar que caso isso dê frutos positivos, Angola poderá eventualmente aderir a essa tecnologia, visto que já temos uma sala com tecnologia IMAX em Angola.

Refriango alcança prémio de Inovação Tecnológica

OutSystems

A nossa Refringo continua a dar cartas por esse nosso mundo afora. Pela primeira vez, o nosso país foi distinguido com um prémio na área da Inovação Tecnológica através de um projecto desenvolvido pela Refriango.

A empresa que é líder na Industria de Bebidas em Angola, foi distinguida como uma Empresa  de sucesso a nível internacional pelo desenvolvimento de um projecto tecnológico com a plataforma Outsystems, na área de optimização de processos e gestão de informação.

A distinção foi atribuída por um júri americano especializado,  na categoria “Overall Business Impact”, posicionando a empresa como uma referência mundial ao nível da Inovação via a utilização de tecnologia de terceira geração.

O projecto integra numa só plataforma online, diversa informação da área de Operações, nomeadamente Produção e Distribuição, como por exemplo, as linhas de enchimento, a qualidade, a frota e até a oficina.

Fabrica Refriango

Esta plataforma de integração permite um controlo total e ainda mais eficaz, destas áreas tão importantes para o serviço da empresa e interliga com a informação de outras plataformas de gestão como o QlikView e SAP, sendo por isso pioneira na interação com a mobilidade operacional e na recolha de indicadores online.

Segundo o responsável da área, Alexandre Martins

Este projecto contou com uma enorme aderência por parte dos utilizadores o que permitiu uma rápida implementação e impacto ao nível dos resultados. Tivemos uma melhoria de 20% na eficiência, com reduções significativas ao nível dos custos o que está a permitir um rápido retorno dos elevados investimentos realizados para o desenvolvimento desta plataforma inovadora”.

Um bom reconhecimento do trabalho que a Refriango tem vido

[Angola] Custos de Internet em Angola vão baixar brevemente

GRECIMA
Foto: Pedro Parente

No dia 19 de Maio de 2016 aconteceu a Conferência de Imprensa realizada pelo Gabinete de Revitalização e Execução da Comunicação Institucional e Marketing da Administração (GRECIMA), na qual foram apresentados os projectos em curso do Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação,  onde o titular da pasta José Carvalho da Rocha, considerou que o sector tem necessidade de alterar a taxação das tarifas das comunicações.

Durante a conferência de imprensa, José Carvalho da Rocha (Ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação), salientou ser fundamental a alteração da forma de taxação das comunicações no país, a fim de permitir que o utilizador pague o preço real da utilização desses serviços. Informou ainda que o acesso à Internet vai nos próximos tempos, registar melhorias na redução de custos e de serviços, no quadro dos investimentos em infra-estruturas que tem sido feito pelo Executivo.

Actualmente o acesso do país às comunicações internacionais é ainda reduzido, na medida em que é servido por apenas duas vias, o Sat 3 e a WACS. “Tudo isso permite que o país aceda às comunicações internacionais. Ainda assim, os níveis alcançados estão aquém das necessidades reais. O Angosat e os novos cabos submarinos poderão cobrir estas lacuna.”

Ministro
Foto: Pedro Parente

O titular da pasta considerou ainda prioritário a entrada em funcionamento do satélite Angosat 1 em construção na Rússia, cujo arranque está marcado para 2017. O referido satélite tem um potencial em telecomunicações para cobrir a África e parte da Europa. No satélite se destacam a posição orbital 14.5 E, peso mil 55 quilogramas, peso de carga útil 262.4 quilogramas, potencia de carga útil três mil 753 W, banda de frequência C, Ku, número de repetidores 16C+6Ku e com uma vida útil de 15 anos.


Você que está constantemente na internet, acha que o preço das comunicações em Angola será reduzido?

Saiba o que é uma VPN com a Multitel na Feira Internacional de Benguela

Feira Internacional de Benguela

Este ano a Multitel está presente pela 4ª vez na Feira Internacional de Benguela que está a ter lugar de 18 a 22 de Maio no Estádio da Ombaka e conta com a presença de mais de 130 expositores Nacionais e Internacionais. Partindo sempre pelo princípios de qualidade, dinamismo e fiabilidade a que a empresa está habituada a apresentar e a necessidade de oferecer a pequenas, médias e grandes empresas serviços com qualidade a Multitel levou para a FIB os seus serviços e soluções:

  • Soluções de Interligação de Dados Nacionais e Internacionais (VPNs)
  • Internet Empresarial
  • Operação, Manutenção e Gestão
  • Consultoria Técnica

Foi sobre os seus serviços de VPN que conversamos um bocado com a Multitel que fez questão de explicar-nos um bocado sobre o que é uma VPN para os nossos leitores.

O que é uma VPN?

As soluções de VPN (Virtal Private Network, ou em português, Rede Privada Virtual) são redes normalmente utilizadas por empresas ou por um conjunto de empresas/organizações, que no âmbito das suas actividades, necessitam de estabelecer comunicação de dados entre várias das suas instalações num ambiente fiável e seguro.

É uma rede “Privada” no sentido de que a utilização é isolada e segura e “Virtual” porque na realidade é suportada numa rede de comunicações pública utilizando infraestrutura e outros recursos de modo compartilhado. O isolamento da informação para cada uma destas redes, que a torna “privada,  é garantida pela utilização de tecnologias de encriptação de modo a manter a confidencialidade e a segurança dos dados.

Portanto são utilizadas dois grandes tipos de ligações VPN:

  • Uma primeira opção em que é construída sobre rede pública de um (ou mais) operador(es) a quem é contratado serviço específico de interligação e serviços complementares. Neste caso o  operador fornece o serviço de VPN, permitindo ao cliente estabelecer a comunicação (dados, voz, imagem, …) de acordo com as características e a banda contratada em cada acesso, num ambiente seguro e dentro dos níveis de serviço acordados. Os CPE’s em cada um dos acessos, permitirão por sua vez, estender a interligação aos equipamentos distribuídos pelas redes existentes (LAN’s) em cada um dos locais.Este tipo de VPN, destina-se regra geral, a clientes mais exigentes a nível de latência, segurança, garantia da banda contratada e de disponibilidade de serviço ou que requeiram uma utilização permanente ou frequente da interligação.
  • Uma segunda opção, que é suportada numa ligação Internet, em que a VPN é criada fim-a-fim por túneis IPSec, estabelecidos pelos equipamentos terminais de cliente (Routers), ou mesmo computadores através de “VPN Client”.

De forma simplificada a Multitel apresentou-nos a figura abaixo para percebermos melhor:

VPN Multitel

Para a primeira opção podemos ver 3 VPN’s de empresas distintas (referenciadas por routers azuis, verdes e castanhos) que apesar de usarem infraestrutura comum na rede do operador (links, sistemas e equipamentos), tudo se passa como se a existência de outros utilizadores da rede fosse totalmente transparente, ou seja, o tráfego de cada empresa circula em túneis independentes e não é influenciado pela presença das restantes, ou mesmo de outros serviços suportados na rede do operador.

Já na segunda opção, por acesso via internet, várias interligações VPN ponto-a-ponto independentes, dentro do mesmo operador em entre operadores distintos (ex. de conectividade c/ routers amarelos).

Como nota final o Engenheiro Garcia Martins explica ainda que as VPN’s suportadas sobre acessos Internet satélite, poderão apresentar lentidão uma vez que não beneficiam da aceleração de dados usualmente praticada neste tipo de tecnologia para minimizar a percepção do efeito de latência. Esta realidade pode condicionar o correcto funcionamento de algumas aplicações exigentes em termos de latência.

Só nos resta agradecer a Multitel por estas informações que partilhamos com os nossos leitores e claro, desejar muitos sucessos na FIB.